Alexandre de Melo Kawassaki Mdico do Grupo de



































































































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Alexandre de Melo Kawassaki Médico do Grupo de Doenças Intersticiais Pulmonares - HCFMUSP
Pneumonias Eosinofílicas Abordagem geral para o Pneumologista
Definição de PE Presença de quaisquer desses critérios: 1. Opacidades pulmonares com eosinofilia periférica 2. Infiltração pulmonar por eosinófilos 3. Aumento de eosinófilos no LBA Jeong. Radiographics, 2007
Definição de PE Presença de quaisquer desses critérios: 1. Opacidades pulmonares com eosinofilia periférica 2. Infiltração pulmonar por eosinófilos 3. Aumento de eosinófilos no LBA EOSINÓFILO PRECISA SER PATOGÊNICO http: //www. fiocruz. br Jeong. Radiographics, 2007
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista Jeong. Radiographics, 2007
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista § Eosinófilo é secundário Jeong. Radiographics, 2007
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista § Eosinófilo é secundário § Eosinófilo está presente, mas não tem patogênese significante Jeong. Radiographics, 2007
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista § Eosinófilo é secundário § Eosinófilo está presente, mas não tem patogênese significante Jeong. Radiographics, 2007
Causas para eosinofilia sistêmica e infiltrados pulmonares § Infecção • • PPC Coccidioidis Micobactérias Parasitoses § Neoplasias • CPNPC • Leucemia linfocítica § Drogas (www. pneumotox. com) Campos. JBP, 2009 Jeong. Radiographics, 2007
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista § Eosinófilo é secundário § Eosinófilo está presente, mas não tem patogênese significante (até onde saibamos) Jeong. Radiographics, 2007
Causas diversas para eosinófilos pulmonares § Tabagistas § FPI § COP § HX § Vasculites § Colagenoses § Sarcoidose § Neoplasias Campos. JBP, 2009 Perez, Med. Clin N Am 2011
Tipos de eosinofilia pulmonar § Eosinófilo é protagonista § Eosinófilo é secundário § Eosinófilo está presente, mas não tem patogênese significante Jeong. Radiographics, 2007
Paciente de 40 anos com história de asma, eosinofilia, fadiga, sinusite crônica e opacidades pulmonares. Qual sua hipótese? Perez. Med. Clin N Am, 2011
Paciente de 40 anos com história de asma, eosinofilia, fadiga, sinusite crônica e opacidades pulmonares. Qual sua hipótese? a) ABPA b) Pneumonia eosinofílica crônica c) Síndrome de Churg-Strauss d) Síndrome hipereosinofílica e) Todas as anteriores Perez. Med. Clin N Am, 2011
Paciente de 40 anos com história de asma, eosinofilia, fadiga, sinusite crônica e opacidades pulmonares. Qual sua hipótese? a) ABPA b) Pneumonia eosinofílica crônica c) Síndrome de Churg-Strauss d) Síndrome hipereosinofílica e) Todas as anteriores Perez. Med. Clin N Am, 2011
ABPA
Pneumonia eosinofílicacrônica
Síndrome de Churg-Strauss
Síndromehipereosinofílica
Qual a importância da história clínica?
História clínica § Tempo de doença § Exposições § Uso de medicações § Hábitos de vida § Doenças preexistentes § Sintomas extrapulmonares
Voltando às doenças. . .
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss Campos. JBP, 2009
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
Síndrome de Löffler § Idiopática ou relacionada a drogas/parasitas § Opacidades pulmonares migratórias § Pouco ou nenhum sintomas § Autolimitada (< 30 dias) § Positividade tardia do PPF § Tratamento da causa de base
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Jeong. Radiographics, 2007
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
PEA § Quadro agudo grave de insuficiência respiratória § Imagens lembram edema pulmonar • Derrame pleural eosinofílico é característico • LBA > 25% de eos § Ausência de eosinofilia periférica • Liberação pulmonar de quimiotáticos de eosinófilos Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
PEA § Sem relação com asma § Recorrência incomum § Fatores disparadores § Boa resposta a corticoterapia • Sem recidiva após suspensão Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
Jeong. Radiographics, 2007
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Inicial Após 2 semanas Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Cortesia da Dra. Vera Capelozzi
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
PEC § Sintomas > 2 semanas § Relação com asma § Eosinofilia periférica § Excelente resposta a corticoterapia § Recorrência comum Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
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Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
ABPA § História de asma ou FC § Presença de bronquiectasias centrais § Sensitização ao Aspergillus § Eosinofilia periférica e Ig. Eelevada Knutsen. Clin Dev Immunol, 2011
ABPA § Dividida em fases • Aguda • Remissão • Exacerbação • Cortico-dependente • Fibrótica § Tratamento com corticóide e antifúngico Knutsen. Clin Dev Immunol, 2011
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Jeong. Radiographics, 2007
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
Síndrome hipereosinofílica § Eosinofilia periférica e lesão de órgão-alvo • >1500 eosinófilos por mais de 6 meses • Exclusão de outros diagnósticos § Lesão pulmonar em até 40% dos pctes • Pode apresentar derrame pleural § Lesão pulmonar secundária • Cardíaca • Infecciosa Campos. JBP, 2009
Diagnóstico Tefferi. Mayo Clin Proc, 2010
Diagnóstico Tefferi. Mayo Clin Proc, 2010
Padrão tomográfico diverso § Inflamatório Dulohery. Resp Med, 2011
Padrão tomográfico diverso § Inflamatório § Nodular Dulohery. Resp Med, 2011
Padrão tomográfico diverso § Inflamatório § Nodular § Consolidativo Dulohery. Resp Med, 2011
Tratamento § Corticóides § IFN-alfa § Hidroxiureia § Imatinib § Mepolizumab § QTs § TMO Dulohery. Resp Med, 2011
§ Eosinofilia pulmonar simples (Löffler) § Pneumonia eosinofílica aguda § Pneumonia eosinofílica crônica § ABPA § Síndrome hipereosinofílica § Síndrome de Churg-Strauss
Síndrome de Churg-Strauss § Vasculite necrotizante § Infiltração por eosinófilos § Granulomasextravasculares § Classicamente dividida em fases Sinico. Best Pract Res Clin. Rheumatol, 2009
Fases da. SCS Prodrômica • Asma • Rinite Eosinofílica • Periférica • Tissular Vasculítica • Sintomas constitucionais • Granuloma Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
Critérios diagnósticos - ACR § Asma § Eosinofilia> 10% § Neuropatia § Infiltrados pulmonares § Anormalidades dos seios paranasais § Infiltrados eosinofílicosextravasculares à BX Sinico. Best Pract Res Clin. Rheumatol, 2009
Critérios diagnósticos - ACR § Asma § Eosinofilia> 10% § Neuropatia § Infiltrados pulmonares PEC? § Anormalidades dos seios paranasais § Infiltrados eosinofílicosextravasculares à BX Sinico. Best Pract Res Clin. Rheumatol, 2009
Critérios diagnósticos - ACR § Asma § Eosinofilia> 10% § Neuropatia § Infiltrados pulmonares ABPA? § Anormalidades dos seios paranasais § Infiltrados eosinofílicosextravasculares à BX Sinico. Best Pract Res Clin. Rheumatol, 2009
Critérios diagnósticos - ACR § Asma § Eosinofilia> 10% § Neuropatia § Infiltrados pulmonares Vasculite § Anormalidades dos seios paranasais § Infiltrados eosinofílicosextravasculares à BX Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Serviço de Pneumologia – Hospital 9 de Julho
Jeong. Radiographics, 2007
Jeong. Radiographics, 2007
Jeong. Radiographics, 2007
Jeong. Radiographics, 2007
Wechsler. Immunol Allergy Clin N Am, 2007
Tratamento § 5 factor score (FFS) • Envolvimento do SNC • IR (Creat> 1, 58) • PTU > 1 g • Cardiomiopatia • Envolvimento do TGI § Nenhum =>Corticoterapia § > 1 =>Corticoterapia + imunossupressão Sinico. Best Pract Res Clin. Rheumatol, 2009
Resumindo. . .
§ Eosinófilo deve ter papel patogênico § Há condições onde pode haver eosinofilia mas esta não é patogênica • FPI • Tabagistas • COP § O padrão tomográfico é de grande auxílio Campos. JBP, 2009
É muito importante correlacionar história, imagem e anátomopatológico!!! Embora a biópsia pulmonar seja raramente necessária => grupo único de DIP Campos. JBP, 2009
Quando houver eosinofilia. . .
§ PEA • • Quadro febril Insuficiência respiratória aguda TC lembra congestão LBA eosinofílico sem eosinofilia periférica § EPS • Opacidades migratórias • Pouco ou nenhum sintomas
Asma Consolidação Doença pulmonar PEC
Asma Consolidação Doença pulmonar PEC Asma ou FC Bronquiectasias Doença pulmonar ABP A
Asma Consolidação Doença pulmonar PEC Asma ou FC Bronquiectasias Doença pulmonar ABP A Asma DVA Doença sistêmica SCS
Asma Consolidação Doença pulmonar PEC Asma ou FC Bronquiectasias Doença pulmonar ABP A Asma DVA Doença sistêmica SCS Poucos sintomas Intersticiopatia Doença sistêmica SHE
Obrigado amkawassaki@yahoo. com. br