MINISTRIO DA EDUCAO SECRETARIA DE EDUCAO PROFISSIONAL E

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA C MPUS LAGES QUÍMICA DA ATMOSFERA Prof. Marcel Piovezan marcel. piovezan@ifsc. edu. br Curso Técnico Concomitante em Análises Químicas Unidade Curricular: Química Ambiental

Proposta de seminário (Apresentação) Tema Central: Ciclos biogeoquímicos Ciclo da H 2 O, C,

Proposta de seminário (Apresentação) Tema Central: Ciclos biogeoquímicos Ciclo da H 2 O, C, N, S, P e O O que deve conter: biotas envolvidas (litosfera, hidrosfera, etc); Principais moléculas e processos físico-químicos; Um experimento que IMPORTANTE: Efeitos sobre a biota em casos de perturbação no Ciclo natural. Efeitos causados pela ação antropogênica. Componentes por grupo: 2, máx. 3 Tempo de apresentação: 10 -12 min. Forma de apresentação: Livre e criativo (slides, resumo, Pôster, maquete, vídeos e experimentos demonstrativos. Data: 07/03/17 e 09/03/17 2

Centrando nosso Estudo

Centrando nosso Estudo

INTERRELAÇÃO ENTRE AR, ÁGUA, SOLO, SISTEMAS BIOLÓGICOS E A HOMEM precipitação, vapor de água,

INTERRELAÇÃO ENTRE AR, ÁGUA, SOLO, SISTEMAS BIOLÓGICOS E A HOMEM precipitação, vapor de água, ciclo hidrológico, energia, CO 2, O 2 ATMOSFERA Ca 2+, HCO 3 - HIDROSFERA e, al, , t N or tri as p 2 , s us rim gia n N a O nd -p lur r i f t 2, i a ias ta po xo, u g ér me l u á C en CO 2, at rbo te O 2 , m id i O 2 s op h particulado ol biomassa, vapor H 2 O ím s H 2 S a a e nutrientes, ri , ANTROPOSFERA ng gen ero é CO 2 a i t e s t a g H 2 O, nh es , (tecnologia) m er H 2 O p ar t e CO 2, O 2 s, en os ia óx st i , a t ge ico icid er as eje n m i né s, as m pri d ti , ca energia, nitrogênio água, sais LITOSFERA BIOSFERA nutrientes, matéria orgânica 4 Fonte: Adaptado de Manahan, S. E. 1993

Alguns Conceitos… Fontes Naturais e Antropogênicas; Geoquímica Biogênica Inorgânicos gasosos (CO, SOx e NOx

Alguns Conceitos… Fontes Naturais e Antropogênicas; Geoquímica Biogênica Inorgânicos gasosos (CO, SOx e NOx ) Antropogênica Orgânicos gasosos (COVs) Compostos com efeitos ambientais significativos e 5 sobre a biota.

Monóxido de Carbono (CO) Origem e fonte: Superfície terrestre Biogênica Antropogênica (50 – 60%)

Monóxido de Carbono (CO) Origem e fonte: Superfície terrestre Biogênica Antropogênica (50 – 60%) 6

Monóxido de Carbono (CO) Na atmosfera encontra-se metano 2│CH 2 O│ Microorganismos anaeróbicos n

Monóxido de Carbono (CO) Na atmosfera encontra-se metano 2│CH 2 O│ Microorganismos anaeróbicos n CH 4 (g) + HO·(g) Metano n. CO 2 (g) + radical hidroxila n. CH 4 (g) H 3 C·(g) + H 2 O(g) radical. Alquil H 3 C·(g) + O 2(g) H 3 COO·(g) Radical metilperoxila H 3 COO·(g) + NO(g) H 2 CO·(g) + NO 2 (g) H 2 CO·(g) + O 2(g) H 2 CO(g) + HOO·(g) formaldeído H 2 CO(g) + hv Biogênica CO(g) + H 2(g) Radical metoxila Radical hidroperoxila 7

Monóxido de Carbono (CO) Combustão de material orgânico: Combustão completa: CH 3 CH 2

Monóxido de Carbono (CO) Combustão de material orgânico: Combustão completa: CH 3 CH 2 CH 3 (g) + 5 O 2(g) 3 CO 2 (g) + 4 H 2 O(g) propano Combustão incompleta: CH 3 CH 2 CH 3 (g) + 7/2 O 2(g) 3 CO (g) + 4 H 2 O(g) 8

Monóxido de Carbono (CO) Destino: Mais alto: Reação em cadeia com HO·(catalisador) Produzindo CO

Monóxido de Carbono (CO) Destino: Mais alto: Reação em cadeia com HO·(catalisador) Produzindo CO 2 Próximo ao solo: microorganismos 9

Quais os efeitos do (CO) nos seres humanos? O 2(g) Proteína com grupos Heme

Quais os efeitos do (CO) nos seres humanos? O 2(g) Proteína com grupos Heme Fe 3+ Oxihemoglobina 10

Quais os efeitos do (CO) nos seres humanos? Afinidade da hemoglobina pelo CO =

Quais os efeitos do (CO) nos seres humanos? Afinidade da hemoglobina pelo CO = 210 vezes >70% C≡ Fe 3+ Oxihemoglobina O Fe 2+ Carboxihemoglobina 11

Óxido de Enxofre IV (SO 2) SO 2 na atmosfera? Ciclo na natureza 12

Óxido de Enxofre IV (SO 2) SO 2 na atmosfera? Ciclo na natureza 12

Chuva Ácida • A queima de combustíveis (carvão e derivados de petróleo) principais causas

Chuva Ácida • A queima de combustíveis (carvão e derivados de petróleo) principais causas de SO 2 na atmosfera • O SO 2 oxidar SO 3 + H 2 O H 2 SO 4 Responsáveis pela chuva ácida 13

Efeitos da Chuva Ácida na Biosfera • É mais ácida (próximo p. H 4)

Efeitos da Chuva Ácida na Biosfera • É mais ácida (próximo p. H 4) que o normal (p. H 5) • Comunidades ecológicas; • Quando o p. H < 4, • TODOS: invertebrados, vertebrados e muitos microrganismos são destruídos; • Redução e mortalidade de peixes e organismos aquáticos. Os lagos mais sensíveis ao ataque das chuvas ácidas são os com concentrações baixas de íons alcalinos; 14

Chuva Ácida • A chuva ácida reage com metais e carbonatos, como o mármores

Chuva Ácida • A chuva ácida reage com metais e carbonatos, como o mármores e calcários, dando prejuízos de bilhões de dólares anualmente; ? ? ? Ca. CO 3(s) + H 2 SO 4(aq) Ca. SO 4(aq) + H 2 CO 3 15

Óxido de Enxofre IV (SO 2) Efeitos do SO 2 Não apresenta propriedades carcinogênicas

Óxido de Enxofre IV (SO 2) Efeitos do SO 2 Não apresenta propriedades carcinogênicas 16

A ATMOSFERA Importante! Conhecer as características da atmosfera (composição físico – química) Poluentes Diluição

A ATMOSFERA Importante! Conhecer as características da atmosfera (composição físico – química) Poluentes Diluição Dispersão 17

A ATMOSFERA: Composição química 18

A ATMOSFERA: Composição química 18

A ATMOSFERA : Composição química O Estudo de poluição do ar é feito no

A ATMOSFERA : Composição química O Estudo de poluição do ar é feito no âmbito da baixa 19 atmosfera (troposfera e estratosfera), porquê?

A ATMOSFERA : Composição química Componente Ar normal ar poluído Nitrogênio 78, 09% Oxigênio

A ATMOSFERA : Composição química Componente Ar normal ar poluído Nitrogênio 78, 09% Oxigênio 20, 94% Argônio 0, 93% Dióxido de carbono 305 -370 ppm 330 -550 ppm Monóxido de carbono 0, 12 -0, 9 ppm 10 -360 ppm Dióxido de enxofre 0, 0002 ppm 0, 01 -0, 06 ppm Dióxido de nitrogênio 0, 0005 -0, 02 ppm 0, 12 -0, 25 ppm Amônia 0, 006 -0, 01 ppm 0, 075 -0, 285 ppm 20

A ATMOSFERA: Composição química Poluição do ar Qualquer modificação sofrida pela atmosfera natural que

A ATMOSFERA: Composição química Poluição do ar Qualquer modificação sofrida pela atmosfera natural que causem prejuízos diretos e indiretos ao homem, a fauna, a flora e aos demais recursos naturais em todas as suas utilizações consideradas normais. 21

A ATMOSFERA: Composição química Tipos de poluentes Poluentes primários Encontram-se no ar da mesma

A ATMOSFERA: Composição química Tipos de poluentes Poluentes primários Encontram-se no ar da mesma forma em que foram emitidos pela fonte HC – hidrocarbonetos MP – Material particulado COx SOx NOx HC MP H 2 SO 4 HNO 3 H 2 CO 3 COV’s organoperóxidos Poluentes secundários Formam-se a partir da interação entre dois poluentes primários ou entre primários e os constituintes normais do ar. (reações fotoquímicas) 22

A ATMOSFERA: Principais poluentes Poluente Origem Combustão incompleta de materias CO carbonatdos. Os veículos

A ATMOSFERA: Principais poluentes Poluente Origem Combustão incompleta de materias CO carbonatdos. Os veículos automotores constituem a principal fonte Monitoramento Espectrofotometria de infravermelho (IV) não -dispersivo Ocorre naturalmente, mas também é CO 2 produzido na combustão de materiais carbonados para (IV) não-dispersivo produção de energia. Queimadas. Produzido naturalmente pelos vulcões. NOx Queima de combustíveis fósseis. Queimadas. Evaporação e queima de combustíveis HC fósseis em veículos automotores e na indústria Método da quimioluminescência Método da ionização de chama GC-FID 23

A ATMOSFERA: Principais poluentes Poluente Origem Monitoramento Produzido naturalmente pelos SO 2 vulcões. Queima

A ATMOSFERA: Principais poluentes Poluente Origem Monitoramento Produzido naturalmente pelos SO 2 vulcões. Queima de combustíveis fósseis. IV não-dispersivo Processos industriais Material Particulado (MP) Indústrias, mineração, veículos, queimadas e construção civil. IV não-dispersivo 24

Análise de Infravermelho (IV) https: //www. youtube. com/watch? v=Wuk. Ldua. Dk. U 0

Análise de Infravermelho (IV) https: //www. youtube. com/watch? v=Wuk. Ldua. Dk. U 0

Infravermelho (IV) Instrumentação: Fonte de IV • A radiação é produzida por um filamento

Infravermelho (IV) Instrumentação: Fonte de IV • A radiação é produzida por um filamento (óxido metálico Zr, Tório ou Césio ) ou carbeto de silício (CSi). . 1000 – 1800 o. C • O feixe de radiação é dividido por dois espelhos. os feixes atravessam células, uma correspondendo a um material de referência e outra á amostra desconhecida.

Instrumentação: Infravermelho (IV) Interferograma Detector Amostra Combinador de Feixe Fonte Referência Consistem de cinco

Instrumentação: Infravermelho (IV) Interferograma Detector Amostra Combinador de Feixe Fonte Referência Consistem de cinco seções principais: Fonte de Radiação. Área de amostras. Combinador de Feixe. Rede de Difração. Detector. Rede de Difração

O que é Análise de Infravermelho (IV) https: //www. youtube. com/watch? v=BYCa. ANLWv 3

O que é Análise de Infravermelho (IV) https: //www. youtube. com/watch? v=BYCa. ANLWv 3 I

Análise de Infravermelho (IV): Inferogramas e interpretação 29

Análise de Infravermelho (IV): Inferogramas e interpretação 29

A ATMOSFERA: O que afeta a poluição • Fatores meteorológicos – Ventos; – Temperatura;

A ATMOSFERA: O que afeta a poluição • Fatores meteorológicos – Ventos; – Temperatura; – Precipitações; • Condições topográficas 30

A ATMOSFERA: O que afeta a poluição Dispersão 31

A ATMOSFERA: O que afeta a poluição Dispersão 31

Efeito da dispersão na Terra: 32

Efeito da dispersão na Terra: 32

Efeito da dispersão na Terra: 33

Efeito da dispersão na Terra: 33

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O que afeta a poluição: Ventos Favorecem a dispersão dos poluentes, mas que em

O que afeta a poluição: Ventos Favorecem a dispersão dos poluentes, mas que em algum grau, conseguem transferir estes a outras regiões

O que afeta a poluição: Temperatura Troposfera torna-se mais fria a medida que sobe

O que afeta a poluição: Temperatura Troposfera torna-se mais fria a medida que sobe – Condições favoráveis a dispersão de poluentes. Quando o ar quente fica aprisionado entre duas camadas de ar frio – Condições de estagnação de poluentes (INVERSÃO TÉRMICA)

O que afeta a poluição: Precipitações O retorno do vapor d’água presente na atmosfera,

O que afeta a poluição: Precipitações O retorno do vapor d’água presente na atmosfera, no estado líquido ou sólido à superfície da terra. Formas de precipitação: chuva, neve, granizo, orvalho e geada Processo que normalmente retém e aglutina os poluentes; 37

O que afeta a poluição: Condições topográficas As irregularidades do terreno influenciam sobre o

O que afeta a poluição: Condições topográficas As irregularidades do terreno influenciam sobre o grau de dispersão de poluentes

O que afeta a poluição: Autodepuração* • Os processos de emissão de poluentes associados

O que afeta a poluição: Autodepuração* • Os processos de emissão de poluentes associados aos processos de turbulência da atmosfera caracterizam a capacidade de autodepuração. * É a sua capacidade de promover a estabilização de determinada carga poluidora nele lançada.

Consequências da poluição: • Comprometimento em níveis locais, regionais e até globais: – Da

Consequências da poluição: • Comprometimento em níveis locais, regionais e até globais: – Da saúde; – Dos bens materiais; – Dos recursos naturais.

Efeitos sobre os seres vivos e materiais Poluente Consequências NOx Afecções respiratórias e alterações

Efeitos sobre os seres vivos e materiais Poluente Consequências NOx Afecções respiratórias e alterações sanguíneas; destroem a clorofila; causam edemas pulmar; deterioram borracha, tecidos; favorecem ao envelhecimento precoce; contribuem para o fenômeno. MP Problemas estéticos; Suja com fuligem os prédios e a paisagem; produz bruma e reduz a visibilidade; irrita mucosas e brônquios; carreia poluentes tóxicos para os pulmões; reduz a produção de vitamina D em recémnascidos; causa danos às plantas, modificações no clima terretres; distúrbios digestivos, anemia, nervosismos, parasilia, câncer nas vias respiratórias. HC Formam névoa escura e amarelada sobre as cidades; irritam olhos e mucosas; alguns são cancerígenos SOx Irritam as vias respiratórias; destroem a clorofila; correm ferro, aço e mármore; causam danos irreversíveis aos pulmões quando combinados com partículas; provocam a acidez da chuva COx Níveis muito baixos – agrava o coração e compromete o funcionamento normal do cérebro. Níveis elevados – causa a morte por asfixia e é o principal responsável do efeito estufa. Legenda: NOx, óxidos de N; MP, material particulado; HC, hidrocarbonetos; Sox óxidos de S; Cox, óxidos de C

Consequências da poluição: Efeitos globais • Além da Chuva ácida; • Efeito estufa; •

Consequências da poluição: Efeitos globais • Além da Chuva ácida; • Efeito estufa; • Camada de ozônio.

Consequências da poluição: Efeitos globais Efeito estufa Formação: • Aumento da concentração dos gases

Consequências da poluição: Efeitos globais Efeito estufa Formação: • Aumento da concentração dos gases de estufa como dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, clorofluorcarbonetos (CFC) e !!!!ozônio!!!. Consequência direta: • Aumento progressivo da temperatura global http: //videoseducacionais. cptec. inpe. br/

Consequências da poluição: Efeitos globais Degradação da camada de ozônio Características • Faixa de

Consequências da poluição: Efeitos globais Degradação da camada de ozônio Características • Faixa de 30 km de espessura; • Altamente rarefeito; • Capacidade de interagir com grande número de substâncias químicas. – CFC (freon)

Melhorando a qualidade do ar • Investigação do problema; – Levantamento das fontes poluidoras

Melhorando a qualidade do ar • Investigação do problema; – Levantamento das fontes poluidoras • O que? Onde? Quando? ; – Identificação dos padrões de qualidade • PRONAR: Res. CONAMA 05/89, 03/90 e 08/90 e PROCONVE: Res. CONAMA 18/86 e 06/93 USEPA

Medidas de controle da qualidade do ar 1. Planejamento e zoneamento territorial; 2. Redução

Medidas de controle da qualidade do ar 1. Planejamento e zoneamento territorial; 2. Redução ou eliminação da emissões; 3. Controle das emissões.

1. PLANEJAMENTO TERRITORIAL E ZONEAMENTO Localização adequada da fontes poluidoras em relação a outra

1. PLANEJAMENTO TERRITORIAL E ZONEAMENTO Localização adequada da fontes poluidoras em relação a outra áreas; De que falamos? Distribuição adequada das edificações; Melhoria da circulação dos veículos; Melhoria e incentivo ao uso de transporte coletivo. Utilização de barreiras a propagação dos poluentes; poluentes

VEGETAÇÃO PROTETORA x POLUIÇÃO DO AR CIÊNCIAS DO AMBIENTE - CAP. 13. 18

VEGETAÇÃO PROTETORA x POLUIÇÃO DO AR CIÊNCIAS DO AMBIENTE - CAP. 13. 18

2. REDUÇÃO OU ELIMINAÇÃO DAS EMISSÕES Uso de matéria prima e combustíveis menos poluidores;

2. REDUÇÃO OU ELIMINAÇÃO DAS EMISSÕES Uso de matéria prima e combustíveis menos poluidores; Uso de energia elétrica no transporte; Modificação dos processos industriais; Química verde Operação e manutenção equipamentos e processos; adequada dos Controle meteorológico. CIÊNCIAS DO AMBIENTE - CAP. 13. 27

PROTOCOLO DE KYOTO • Tratado internacional compromissos para a redução da emissão dos gases

PROTOCOLO DE KYOTO • Tratado internacional compromissos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, considerados como causa do aquecimento global; • Negociado em 1997, entrou oficialmente em vigor em 16 de fevereiro de 2005 com 163 países envolvidos • Por ele se propõe um calendário pelo qual os países desenvolvidos têm a obrigação de reduzir a quantidade de gases poluentes em, pelo menos, 5, 2% até 2012, em relação aos níveis de 1990; • Instrumentos – Mercado de Carbono e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). • E hoje? ? ?

PROTOCOLO DE KYOTO Meio Ambiente: Enfraquecido, Protocolo de Kyoto é estendido até 2020 Resumo

PROTOCOLO DE KYOTO Meio Ambiente: Enfraquecido, Protocolo de Kyoto é estendido até 2020 Resumo da 18ª. Conferência das Partes (COP 18) na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima Somente 37 dos 194 países signatários da COP apoiam hoje o Protocolo de Kyoto. Juntos, eles respondem por apenas 15% do total das emissões de gás carbônico. Relutância dos Estados Unidos em assinar o tratado limitou o alcance das propostas para diminuir o aquecimento do planeta (em 1997). O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, é recebido pelo primeiro-ministro do Catar, na abertura da COP 18, em Doha, capital do país EUA e China, juntos respondem por 40% das emissões de gases poluentes, estão isentos das responsabilidades legais aplicadas aos demais países http: //vestibular. uol. com. br/resumo-das-disciplinas/atualidades/meio-ambiente-enfraquecido-protocolo-de-kyoto-e-estendido-ate-2020. htm

O BRASIL E O PROTOCOLO DE KYOTO • O Brasil assinou o Protocolo de

O BRASIL E O PROTOCOLO DE KYOTO • O Brasil assinou o Protocolo de Kyoto em 29 de Abril de 1998; • A Assembléia Legislativa aprovou o texto do Protocolo apenas em 20 de julho de 2002, sob o Decreto Legislativo nº 144 de 2002; • Sendo que a ratificação do Protocolo pelo Brasil foi feita somente em 23 de Agosto de 2002. • Não incluia metas obrigatórias para os membros do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). • Países desenvolvidos deveriam arcar com responsabilidades maiores pela poluição.

3. CONTROLE DAS EMISSÕES Diluição de poluentes mediante o uso de chaminés altas; Equipamentos

3. CONTROLE DAS EMISSÕES Diluição de poluentes mediante o uso de chaminés altas; Equipamentos de retenção de gases e partículas: filtros de manga; Coletores inerciais, coletores gravitacionais; ciclones, precipitadores eletrostáticos; torres de borrifo/enchimento ; pós-queimadores catalíticos (catalisadores); CIÊNCIAS DO AMBIENTE - CAP. 13. 28

CATALISADOR ou PÓS-QUEIMADOR CATALÍTICO Emissões de automóveis

CATALISADOR ou PÓS-QUEIMADOR CATALÍTICO Emissões de automóveis

PRECIPITADOR ELETOSTÁTICO (99, 5% MP) Ionização do ar Carregamento do MP Migração + Legenda:

PRECIPITADOR ELETOSTÁTICO (99, 5% MP) Ionização do ar Carregamento do MP Migração + Legenda: Fio de carregamento Cargas elétricas Material Particulado (MP) Emissões Industriais de MP Adesão -

FILTRO DE MANGA (99, 9% MP) Emissões Industriais de MP

FILTRO DE MANGA (99, 9% MP) Emissões Industriais de MP

LAVADORES DE GÁS Emissões Industriais de MP e outros gases solúveis

LAVADORES DE GÁS Emissões Industriais de MP e outros gases solúveis

Tratamento adequado / Estudo de caso PROBLEMA * Odores Desagradáveis Identificação das Fontes *

Tratamento adequado / Estudo de caso PROBLEMA * Odores Desagradáveis Identificação das Fontes * Processamento de subprodutos (produção de farinhas de vísceras, penas e de carne). Caracterização do Efluente Gasoso * Compostos Sulfurados (Mercapetanas); * Compostos Nitrogenados (aminas); * Moléculas Orgânicas contendo Grupos cetona, aldeídos e ácidos carboxílicos;

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO • Buscar minimizar a emissão de odores gerados pela Indústria, adotando

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO • Buscar minimizar a emissão de odores gerados pela Indústria, adotando medidas de controle. PRINCIPAIS MÉTODOS • Bioquímicos (biofiltro, bioscrubbers ou lodo ativado) • Químicos (scrubbers químicos, térmica, catalítica ou ozonização) • Físicos {condensação, ativado) e absorção}. adsorção oxidação (carvão * Scrubbers: São colunas de absorção de troca gás/líquido

SISTEMAS BIOQUÍMICOS: Biofiltros Ar Limpo Biopelícul a Ar Limpo Leito empacotado Ar com odor

SISTEMAS BIOQUÍMICOS: Biofiltros Ar Limpo Biopelícul a Ar Limpo Leito empacotado Ar com odor Leito + microorganismos Vantagens: Ar com odor (úmido) Lixiviado Empregam bactérias suportadas que decompõem os compostos orgânicos presentes no efluente, empregando-os como substrato para o seu desenvolvimento. Pouca supervisão e consumo de energia; Elimina diversos compostos Desvantagens: Pouco controle das condições Risco de entupimento

Rota dos Gases Industriais até o Biofiltro Exaustor Umidificador Biofiltro

Rota dos Gases Industriais até o Biofiltro Exaustor Umidificador Biofiltro

BIOSCRUBBERS São colunas de absorção de troca gás/líquido As colunas são recheadas com microrganismos

BIOSCRUBBERS São colunas de absorção de troca gás/líquido As colunas são recheadas com microrganismos suportados, que são constantemente borrifados com água. Vantagens: • Remove compostos altamente solúveis; Desvantagens: • O efluente residual acaba gerando odores.

Processos Biológicos: Landfarming Baseiam-se nas propriedades físico-químicas do solo e de sua intensa atividade

Processos Biológicos: Landfarming Baseiam-se nas propriedades físico-químicas do solo e de sua intensa atividade microbiana, (biodegradação) e fixação dos gases Minimizando os riscos de contaminação ambiental. Aplicações controladas na superfície ou no interior do solo, acompanhada por práticas de manejo e monitoramentos constantes, - Evitar lixiviação de lençóis freáticos.

QUÍMICOS: SCRUBBER Os gases contaminados são injetados pela parte inferior do tanque. Ao fluírem

QUÍMICOS: SCRUBBER Os gases contaminados são injetados pela parte inferior do tanque. Ao fluírem verticalmente para cima entram em contato com o líquido de limpeza (reativo), o qual encontrase disperso mediante borrifação. Desvantagem: • O Efluente líquido gerado deve ser tratado

QUÍMICOS: OZÔNIO O processo baseia-se no elevado poder oxidante do O 3. Comumente empregado

QUÍMICOS: OZÔNIO O processo baseia-se no elevado poder oxidante do O 3. Comumente empregado em série com outros métodos, como o lodo ativado. VANTAGENS: • É isento de resíduos; • Não há risco de transporte, pois sua produção é local. DESVANTAGEM: Custo elevado

FÍSICOS: ADSORÇÃO POR CARVÃO ATIVADO • Sua elevada área superficial facilita a adsorção da

FÍSICOS: ADSORÇÃO POR CARVÃO ATIVADO • Sua elevada área superficial facilita a adsorção da maioria dos compostos gasosos. • Concentra os poluentes; • Necessita de um tratamento (pirólise), ou descartado como resíduo. • Elevada eficiência (100%)

Referências MANAHAN, S. E. Fundamentals of Environmental Chemistry. Lewis Publishers, London. 1993. 844 p.

Referências MANAHAN, S. E. Fundamentals of Environmental Chemistry. Lewis Publishers, London. 1993. 844 p. LENZI, E. FAVERO, L. O. B. Introdução à Química da Atmosfera - Ciência Vida e Sobrevivência. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2011. 465 p. BAIRD, C. ; CANN, M. Química Ambiental. 4. ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2011. Emissões veiculares no estado de São Paulo 2011 / CETESB Disponível em: <http: //www. cetesb. sp. gov. br/ar/emissao veicular>. Acesso em: 11 nov. 2014 às 23: 40 h. 67

Referências (vídeos e Notícias) MAPA DAS EMISSÕES. Disponível em: <http: //meioambiente. cptec. inpe. br/>.

Referências (vídeos e Notícias) MAPA DAS EMISSÕES. Disponível em: <http: //meioambiente. cptec. inpe. br/>. Acesso em: 11 mar. 2015 às 10: 25 h. EFEITO ESTUFA. Disponível em: <http: //videoseducacionais. cptec. inpe. br>. Acesso em: 11 mar. 2015 às 10: 25 h. PROTOCOLO DE KYOTO. Disponível em: <http: //vestibular. uol. com. br/resumo-dasdisciplinas/atualidades/meio-ambiente-enfraquecido-protocolo-de-kyoto-eestendido-ate-2020. htm>. Acesso em: 11 mar. 2015 às 10: 25 h. 68