DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA Definio DESCOLAMENTO DA PLACENTA

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DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA

DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA

Definição DESCOLAMENTO DA PLACENTA DE SEU SÍTIO DE IMPLANTAÇÃO APÓS A 20ª. SEMANA OCORRE

Definição DESCOLAMENTO DA PLACENTA DE SEU SÍTIO DE IMPLANTAÇÃO APÓS A 20ª. SEMANA OCORRE DE FORMA ABRUPTA E PREMATURA 1% DAS GESTAÇÕES PODE SER PARCIAL OU COMPLETA SANGRAMENTO VISÍVEL OU INVISÍVEL

Fatores de Risco Distúrbios hipertensivos DPP em gestação anterior Tabagismo – 10 ou mais

Fatores de Risco Distúrbios hipertensivos DPP em gestação anterior Tabagismo – 10 ou mais cigarros ao dia Uso de cocaína e crack Trombofilias Brevidade do cordão absoluta (cordão curto) ou relativa (por circulares) Traumas abdominais Corioamnionites / rotura prematura de membranas Uso excessivo e/ou indevido de ocitócitos na indução e/ou aceleração do parto

Classificação da DPP Grau 0 – leve (1%) - Assintomática Achado casual ecográfico anteparto

Classificação da DPP Grau 0 – leve (1%) - Assintomática Achado casual ecográfico anteparto ou visualização de pequeno hematoma retroplacentário após o parto Não há comprometimento materno Não há comprometimento fetal - -

 Grau 1 - também leve (48%) - Sangramento vaginal discreto Pode haver hipertonia

Grau 1 - também leve (48%) - Sangramento vaginal discreto Pode haver hipertonia ou hipersensibilidade uterina dolorosa Não há comprometimento materno Não há comprometimento fetal - -

 Grau 2 - moderado ou intermediário (27%) - Sangramento vaginal visível ou não

Grau 2 - moderado ou intermediário (27%) - Sangramento vaginal visível ou não Hipertonia e hipersensibilidade uterina dolorosa (contrações tetânicas) Alterações na coagulação com queda de fibrinogênio Taquicardia materna e alterações da PA Alterações na vitalidade fetal / BCF geralmente taquicárdicos - - -

 Grau 3 - grave (24%) - Sangramento em grande quantidade (visível ou não)

Grau 3 - grave (24%) - Sangramento em grande quantidade (visível ou não) Útero lenhoso Dor abdominal intensa Hipotensão / choque materno Com coagulopatia (3 -B) ou sem coagulopatia (3 -A) Óbito fetal - -

 HIPERTENSÃO é responsável por até 50% dos casos de DPP não traumáticos A

HIPERTENSÃO é responsável por até 50% dos casos de DPP não traumáticos A depender do grau de DPP, a mulher hipertensa pode apresentar hipotensão devido ao choque Diagnóstico impreciso pela USG / normalmente é clínico

Quando o Descolamento Prematuro da Placenta ocorre em 50% ou mais da placenta, geralmente

Quando o Descolamento Prematuro da Placenta ocorre em 50% ou mais da placenta, geralmente resulta em óbito fetal. Nas estatísticas da literatura a mortalidade perinatal pode chegar até 60%. Mesmo em países desenvolvidos a mortalidade perinatal associada ao DPP é bastante significativa: entre 9 a 12%.

Causas da Coagulopatia associada ao DPP Consumo local dos fatores de coagulação – separação

Causas da Coagulopatia associada ao DPP Consumo local dos fatores de coagulação – separação progressiva da placenta resulta em liberação de tromboplastina tecidual, que dispara o mecanismo de coagulação em consumo e deposição de fibrina no útero Consumo sistêmico – tromboplastina é liberada para corrente materna e provoca hipercoagulabilidade que culmina na coagulação intravascular disseminada (CIVD)

Manejo Cateterização de veia calibrosa Coleta de sangue para exames laboratoriais e para banco

Manejo Cateterização de veia calibrosa Coleta de sangue para exames laboratoriais e para banco de sangue Reposição de volemia / sangue fresco Cateterização vesical para medida do fluxo urinário

 Controle de SV a cada 10 -15 min Investigar complicações pulmonares Realizar amniotomia

Controle de SV a cada 10 -15 min Investigar complicações pulmonares Realizar amniotomia = pode reduzir extravasamento de sangue para o interior do miométrio e a consequente passagem de tromplastina tecidual à circulação materna

 Realizar o parto logo que possível – a depender da dilatação do colo.

Realizar o parto logo que possível – a depender da dilatação do colo. . . e da viabilidade fetal Estar preparado para hemorragia pósparto

Coagulopatia + DPP Insuficiência hepática Alterações renais: necrose e conseqüente insuficiência Síndrome de pulmão

Coagulopatia + DPP Insuficiência hepática Alterações renais: necrose e conseqüente insuficiência Síndrome de pulmão de choque Hemorragia intracraniana Hemorragia puerperal Necrose hipofisária

Síndrome de Sheehan Insuficiência renal aguda Insuficiência cárdio-respiratória Coagulopatia Necrose hipófise do lobo posterior

Síndrome de Sheehan Insuficiência renal aguda Insuficiência cárdio-respiratória Coagulopatia Necrose hipófise do lobo posterior da

 DPP Começo tempestuoso, instalação súbita Dor forte no sítio placentário Hemorragia interna e/ou

DPP Começo tempestuoso, instalação súbita Dor forte no sítio placentário Hemorragia interna e/ou externa, sangue escuro Hemorragia única e comumente vinculada à hipertensão ou ao traumatismo Hemorragia continua após amniotomia Útero hipertônico, lenhoso BCF irregulares ou ausentes PP Instalação insidiosa, de gravidade progressiva Hemorragia indolor, exceto durante as contrações do TP Hemorragia externa, sangue vermelho-rutilante Hemorragia de repetição e de surgimento inesperado, sem causa aparente Hemorragia cessa após amniotomia e aumenta com as contrações Útero mole, tônus normal BCF geralmente inalterados

Útero de Couvelaire Quadro de atonia uterina e apoplexia útero-placentária Útero de coloração azulada-marmórea

Útero de Couvelaire Quadro de atonia uterina e apoplexia útero-placentária Útero de coloração azulada-marmórea devido às infusões de sangue no miométrio e no paramétrio

Vasa prévia

Vasa prévia

 Vasos fetais atravessam a placenta e estão no segmento inferior adiante da apresentação

Vasos fetais atravessam a placenta e estão no segmento inferior adiante da apresentação fetal Evento muito raro – altas taxas de mortalidade fetal pois sangramento é fetal e não materno Normalmente ocorre após amniotomia ou ruptura espontânea de membranas

Diagnóstico Toque dos vasos junto à bolsa amniótica Visualização pela amnioscopia USG Bradicardia fetal

Diagnóstico Toque dos vasos junto à bolsa amniótica Visualização pela amnioscopia USG Bradicardia fetal permanente no TP ocasionada por compressão de vasa prévia

FEBRASGO. MANUAL DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO. 2011. MINISTÉRIO DA SAÚDE. GESTAÇÃO DE ALTO

FEBRASGO. MANUAL DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO. 2011. MINISTÉRIO DA SAÚDE. GESTAÇÃO DE ALTO RISCO. MANUAL TÉCNICO. 5ª. ED. 2012. https: //portaldeboaspraticas. iff. fiocruz. br/atenca o-mulher/descolamento-prematuro-de-placentadpp-otimizando-o-diagnostico-e-a-conduta/ https: //portaldeboaspraticas. iff. fiocruz. br/atenca o-mulher/principais-questoes-sobre-comootimizar-diagnostico-e-conduta-emdescolamento-prematuro-da-placenta-dpp/

ATIVIDADE PARA A PRÓXIMA SEMANA: FAZER ATIVIDADE DO E-DISCIPLINAS INSERIR RESPOSTAS NO E-DISCIPLINAS OU

ATIVIDADE PARA A PRÓXIMA SEMANA: FAZER ATIVIDADE DO E-DISCIPLINAS INSERIR RESPOSTAS NO E-DISCIPLINAS OU ENVIAR PARA O MONITOR RENAN ATÉ O DIA 15 DE SETEMBRO