MINISTRIO DA EDUCAO SECRETARIA DE EDUCAO PROFISSIONAL E

































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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA. CAMPUS JOINVILLE DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO Arte I Prof. Luciana Cesconetto
Introdução teórica
1. Definição conceitual: Arte O termo designa uma área de conhecimento que faz parte da grande área “Linguagem, códigos e suas tecnologias”. ARTE é um trabalho humano (ou objeto resultante de um trabalho) que implica a construção através de signos. Segundo PEIRCE (2000), estudioso da semiótica, os signos podem ser: símbolos, ícones ou índices.
SÍMBOLO : “SÍMBOLO é o signo que é uma abstração de um concreto. Refere-se ao objeto que denota em virtude de uma lei, e portanto, é arbitrário e convencionado” (http: //semiotica-unicv. blogspot. com. br/2010/05/o-signo-de-pierce-e-as-suasdivisoes. html). ÍCONE: “ÍCONE é um signo que é uma imagem. Caracteriza-se por uma semelhança, por imitação e independe do objeto que lhe deu origem, quer se trate de coisa real ou inexistente” (http: //semiotica-unicv. blogspot. com. br/2010/05/o-signo-de-pierce-e-as -suas-divisoes. html). ÍNDICE : “ÍNDICE é um signo que é um indicador. Relaciona-se efetivamente com o objeto, por contiguidade, por associação. Aquilo que desperta a atenção num objeto, num fato, é seu índice. Permite, por via de consequência, a contiguidade entre duas experiências ou duas porções de uma mesma experiência” (http: //semioticaunicv. blogspot. com. br/2010/05/o-signo-de-pierce-e-as-suas-divisoes. html).
Arte é um trabalho, um fazer, que implica uma técnica. “ A arte é um fazer. A arte é um conjunto de atos pelos quais se muda a forma, se transforma a matéria oferecida pela natureza e pela cultura. (…) A arte é uma produção; logo, supõe trabalho” (BOSI, p. 13). Os gregos a chamavam “techné” daí vem a palavra “técnica”
2. Linguagens artísticas Artes visuais Teatro Dança Música (além de outras: artes audio-visuais/ arquitetura/ literatura. . . ) Artes visuais, teatro, dança e música são as quatro linguagens artísticas que se tornaram obrigatórias no ensino básico através da lei 13. 278/2016.
3. Elementos das linguagens Para poder construir um trabalho artístico precisamos manejar, arranjar, compor elementos de uma linguagem, signos de uma linguagem.
Elementos da linguagem visual (DONIS, p. 51) • Ponto • Linha • Forma • Direção • Tom • Cor • Textura • Dimensão • Escala • Movimento
Para visualizar os elementos da linguagem visual: http: //historiadasartesvisuais. blogspot. com. br/201 1/06/os-elementos-da-linguagem-visualcomo. html
Elementos da linguagem cinematográfica • Planos (plano geral/ plano americano/ plano médio/ primeiro plano/ plano detalhe) • Enquadramento (inclui: tipos de planos/ altura do ângulo/ lado do ângulo) • Movimentos de câmera (travelling/ panorâmica/ circular/ movimento da objetiva: zoom in e zoom out) • Edição / montagem
Elementos da linguagem musical • Ritmo: composição do som na relação com o tempo. • Melodia : notas em sequência • Harmonia: notas arranjadas simultaneamente
Elementos da linguagem dança : • movimentos corporais Podemos analisar / compor sequências de movimentos realizados com o corpo todo ou com partes do corpo específicas que podem se mover em termos de “fatores do movimento” (LABAN, 1978): 1. Espaço – direções/ níveis/ caminhos/ tamanho 2. Tempo – rápido/ lento 3. Fluência – fluxo livre/ entrecortado/ parado 4. Força – forte/ suave
Elementos da linguagem teatral Elementos essenciais(arte do ator): • Gesto • Voz Outros elementos da linguagem(encenação): • Cenário • Figurino • Iluminação • Sonoplastia
4. O teatro como linguagem Significados do vocábulo “teatro” • Peça teatral escrita, o texto dramático • Encenação teatral • Edifício teatral (Ex: Teatro Italiano, Teatro Elisabetano, Teatro de Arena)
Teatro = Texto dramático (literatura dramática) A literatura dramática é um gênero literário em que o autor escreve em forma de diálogos. • Dramaturgia Grega = textos dramáticos, textos teatrais escritos por autores da Grécia antiga. • Dramaturgia Romana • Dramaturgia Medieval • Dramaturgia Clássica • Dramaturgia Moderna • Dramaturgia Contemporânea. . . Etc. . .
Teatro = Encenação teatral A “encenação teatral” é o fenômeno teatral propriamente dito. É a colocação em cena de uma peça teatral (texto literário), pelos atores, diretor (também chamado de encenador), incluindo cenário, figurino, iluminação, sonoplastia. Uma encenação teatral não precisa, obrigatoriamente, partir de um texto literário, utilizar recursos de iluminação, cenário, figurinos. Estes são elementos da linguagem da encenação teatral que podem ser utilizados.
Teatro = Edifício teatral • Ao longo da história ocidental, o homem desenvolveu vários tipos de edifícios teatrais – estruturas arquitetônicas especialmente construídas para apresentações de teatro, dança e/ou música. Os três tipos de edifícios teatrais mais significativos do mundo ocidental são: Teatro Grego Teatro Elisabetano Teatro Italiano
Teatro Grego (Semi-arena)
Apresentação de As rãs, de Aristófanes, no Teatro de Dionísio, 405 a. C. (BERTHOLD, 131)
Teatro Elisabetano https: //www. thinglink. com/scene/840242242781184000
Teatro Italiano
Teatro de Arena Colireu (http: //tolongedecasa. com/2016/02/28/por-dentro-do-coliseu-romano/)
Teatro de Arena – Porto Alegre (https: //catracalivre. com. br/brasil/lugares/teatrode-arena-2/)
Tuca – Teatro da Puc São Paulo (http: //www. teatrotuca. com. br/instalacoes/tucarena. html)
Representação teatral realista
Jogos teatrais
O fazer artístico
Estudo teórico-prático de cenas • Leitura dramática • Estudos de mesa • Ação dramática • Improvisação sobre cenas
Bibliografia • BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. São Paulo : Ática, 1986. • http: //semiotica-unicv. blogspot. com. br/2010/05/o-signo-de-pierce-e-as-suasdivisoes. html • LABAN, Rudolf. Domínio do movimento. São Paulo : Summus Editorial, 1978. • DONIS, A. Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2007. • SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo : Perspectiva, 1982. • PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo, Perspectiva, 3. ed. , 2000, trad. José Teixeira Coelho Neto

































