Cuidar e educar funo indissocivel da escola Kelynn































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Cuidar e educar: função indissociável da escola Kelynn Midori Alves 1
1) Conte um pouco sobre um momento em que você se sentiu cuidado na escola enquanto estudante. 1) Relate uma boa lembrança da escola. 2
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Binômio: cuidar e educar v Escola de Educação infantil: como o lugar para além da guarda e assistência social: a Constituição de 1988 atribui o caráter educativo. v LDBEN de 1996: identidade da educação infantil, em que retira a creche da assistência social e a pré-escola como etapa preparatória para o ensino fundamental, e insiste na indissociabilidade do cuidar/educar. 4
Lei de Diretrizes e Bases (LDB) Retira a creche da assistência social E a pré-escola como etapa preparatória para o ensino fundamental 5
A LDB reforça a ideia de indissociabilidade do cuidar/educar 6
Cuidar e educar significa respeitar os direitos das crianças, assim como, considerálas em sua integralidade. 7
LDB Nº 9. 394/1996 Art. 2º - A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 8
Base Nacional Comum Curricular (BNCC) “(. . . ) a educação tem um compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica. ” (2017, p. 14) 9
Cuidar e educar na educação integral Curri culo Integrador da Infa ncia Paulistana (CIIP) “Cuidar e educar significa, portanto, compreender que o direito à educação parte do princípio da formação da pessoa em sua essência humana e integralidade. ” "A educação básica é direito universal e alicerce indispensável para o exercício pleno da cidadania. É o tempo, o espaço e o contexto em que bebês, crianças e jovens aprendem a constituir e reconstituir sua identidade, em meio a transformações corporais, afetivo emocionais, sócio emocionais, cognitivas e socioculturais. ” 10
“Educamos quando cuidamos. ” (CIIP) 11
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“Educa-se pela força do exemplo das atitudes respeitosas, éticas, democráticas exercidas pelos adultos na relação com bebês e crianças, e isso é cuidado. ” (CIIP) 14
“Cuida-se acolhendo, ouvindo, encorajando, apoiando no sentido de desenvolver o aprendizado de pensar e agir, de cuidar de si, do outro, da escola, da natureza, da água, do Planeta. ” (CIIP) 15
“Educar significa enfrentar o desafio humano de estar ao lado e interagir com gente, isto é, com criaturas tão imprevisíveis e diferentes quanto semelhantes. . . ” (CIIP) 16
Olhar para o sujeito (Tiriba, 2005) 17
A escuta às necessidades, aos desejos e inquietações do outro. (Tiriba, 2005) 18
Supõe encorajar, assim como dar apoio aos bebês/crianças/jovens em seus devaneios e desafios. (Tiriba, 2005) 19
Implica em aceitar a lógica do outro em suas opções e tentativas de explorar movimentos no mundo. (Tiriba, 2005) 20
Cuidado: o ethos do humano “Cuidar é mais do que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção, de zelo e de desvelo. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro. ” (Boff, 2014) 21
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A escuta como possibilidade para o cuidar e educar “Sem escuta, o adulto perde as ferramentas imprescindíveis de seu próprio trabalho: o assombro , a maravilha, a reflexão e a alegria de estar com as criança. É necessário declarar uma pedagogia da escuta (não só no nível do ouvir), mas que provoque o assombro de quem escuta. Assombro como a capacidade de esperar o inesperado e o imprevisto. De contemplar algo com deleite, confiança e apreço. ” (Alfredo Hoyuelos, 2009) 27
CUIDAR É EDUCAR! AMBAS ATIVIDADES RELACIONAIS QUE NOS TORNAM HUMANOS. . . 28
Referências bibliográficas BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. 20ª ed. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2014. BRASIL, Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ministério da Educação, 2017. ______, Ministe rio da Educac a o. Secretaria da Educac a o Ba sica. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educac a o Ba sica. Brasi lia, DF: MEC/SEB/DICEI, 2013. 29
______, Ministe rio da Educac a o. Secretaria da Educac a o Ba sica. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pra ticas cotidianas na Educac a o Infantil – bases para a reflexa o sobre as orientac o es curriculares. Projeto de cooperac a o te cnica MEC e UFRGS para construc a o de orientac o es curriculares para a Educac a o Infantil. Brasi lia, 2009. EMIA, escola de artes, casa de crianças: uma experiência de 35 anos/ coordenação Andrea Fraga. São Paulo: SMC, 2016. LÓCZY FOUNDATION FOR THE CHILDREN. Published for the Budapest Symposium of the Pikler International and opening of the exhibition Marian Reismann: Glances. Budapeste, 2018. 30
PEREIRA, Maria Amelia Pinho. Casa redonda: uma experiência em educação. São Paulo: Editora Livre, 2013. Sa o Paulo (SP). Secretaria Municipal de Educac a o. Diretoria de Orien- tac a o Te cnica. Curri culo Integrador da Infa ncia Paulistana. Sa o Paulo : SME/DOT, 2015. TIRIBA, Lea. Educar e cuidar ou, simplesmente, educar? Buscando a teoria para compreender discursos e práticas. 28 a Reunião da Anped: Caxambu, 2005. TONUCCI, Francesco. Com olhos de criança. Tracução Patricia Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 31































