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LOGO TV 1 LOGO TV 2 Passeando pela crônica e morfemas Língua Portuguesa – 8º ano Prof. ª Ma. Andréa Paulon Prof. ª Danielly de Souza Duarte Prof. ª Lucifrance Elias Carvalhar Prof. ª Mônica Cardoso Pereira Equipe Curricular – CEFAF – COPED/SEDUC-SP INTÉRPRETE LIBRAS

Acolhida Tema da aula: Morfemas: prefixos e sufixos. Etapa de ensino: 8º ano. Habilidade

Acolhida Tema da aula: Morfemas: prefixos e sufixos. Etapa de ensino: 8º ano. Habilidade do Currículo do Estado de São Paulo: EF 08 LP 04 A – Identificar aspectos linguísticos e gramaticais (ortografia, regências e concordâncias nominal e verbal, modos e tempos verbais, pontuação, acentuação, hifenização, estilo etc. ) em funcionamento em um texto.

Objetivos da aula • • Ler e interpretar o gênero textual. Compreender os morfemas:

Objetivos da aula • • Ler e interpretar o gênero textual. Compreender os morfemas: prefixos e sufixos com seus significados.

Acolhida Na aula anterior, lemos um conto. • • Qual era o nome dele?

Acolhida Na aula anterior, lemos um conto. • • Qual era o nome dele? Resuma em poucas palavras o que ele abordava. Responda no chat!

Acolhida Na aula anterior, lemos um conto. • Qual era o nome dele? No

Acolhida Na aula anterior, lemos um conto. • Qual era o nome dele? No labirinto de Creta. • Resuma em poucas palavras o que ele abordava. Resposta dos alunos. Responda no chat!

Podcast Na aula anterior, foi solicitado que você gravasse um podcast com trechos do

Podcast Na aula anterior, foi solicitado que você gravasse um podcast com trechos do conto apresentado e postasse com #euno. CMSP. • • • Você gravou o podcast ? Como foi para você gravar um podcast ? Que trecho do conto você escolheu para gravar o podcast ?

Podcast Agora você vai ouvir um podcast do texto “Labirintite e outras ‘ites’”, do

Podcast Agora você vai ouvir um podcast do texto “Labirintite e outras ‘ites’”, do autor Marcos Rohfe. Preste bastante atenção, porque vamos trabalhar com esse texto na nossa aula de hoje. Vamos lá? São Paulo faz Escola, 2020. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 8º ano, v. 3, p. 24 -25.

Leitura de texto © Pixabay

Leitura de texto © Pixabay

Leitura de texto Labirintite e outras “ites” Marcos Rohfe Acordei tonto. Ora, alguns amigos

Leitura de texto Labirintite e outras “ites” Marcos Rohfe Acordei tonto. Ora, alguns amigos me dizem que não se surpreendem, porque normalmente sou mesmo meio tonto. Bullyings “amigos” à parte, o fato é que estou com a labirintite atacada. A isso somam-se a rinite e a sinusite também. . . E, como se não fosse suficiente, a esse grupo medonho junta-se a tendinite nos pulsos e está pronta minha tragédia diária, já que trabalho digitando textos o dia todo. Fico me lembrando das aulas de Língua Portuguesa, essa coisa linda. . . Especialmente por conta da minha coleção de “ites”. Dona Cidinha, minha professora da 7ª série (hoje conhecida como 8º ano. . . ), nos brindando e enchendo duas lousas com listas e mais listas de sufixos e prefixos gregos e latinos. E lá estava o tímido e modesto “ite”, que me ama de paixão. Esse sufixo grego com falta do que fazer na vida. São Paulo faz Escola, 2020. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 8º ano, v. 3, p. 24 -25.

Leitura de texto Lembro-me dela olhando fixamente para mim (eu com o nariz sempre

Leitura de texto Lembro-me dela olhando fixamente para mim (eu com o nariz sempre escorrendo por conta da coriza, causada pela rinite e sinusite), explicando que o sufixo “ite” indicava sempre uma doença ou inflamação do órgão ou da estrutura anatômica presente no radical da palavra. No meu caso, a infecção das narinas (rino, daí rinite) e dos seios da face (sinus , daí sinusite). Mais tarde, eu agregaria labirintite (labirinto) à minha lista. É estranho imaginar que temos uma estrutura em nosso corpo chamada labirinto. É o nome dado a uma região na parte interna da orelha. É responsável pela noção de equilíbrio e da percepção da noção do corpo e tem formato de caracol. Quando era pequeno, assistindo ao Sítio do Picapau Amarelo na tevê, me impressionava a figura do Minotauro em seu labirinto. Quando tinha dor de ouvido (otite, olha o “ite” aí de novo) ficava matutando se não haveria algum monstro feito um Minotauro dentro da minha cabeça. . . São Paulo faz Escola, 2020. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 8º ano, v. 3, p. 24 -25.

Leitura de texto Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite é plenamente

Leitura de texto Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite é plenamente explicável, considerando que, como libriano, vivo em constante estado de confusão mental. . . O que é uma bobagem, porque, em tese, todo libriano deveria ser equilibrado, e a labirintite causa exatamente a falta de equilíbrio. . . Enfim. . . Tudo isso me faz lembrar que sempre gostei das aulas de Língua Portuguesa, me encantava saber como é que as palavras eram criadas, de onde vinham, como se dava esse processo. Saber que o latim originou o português, que continua em transformação até hoje, com contribuições de línguas como o grego ou o celta, passando pelo árabe, pelo tupi, pelo iorubá, dentre outras. . . Realmente essa construção me fascina. Mas, agora, infelizmente, preciso encarar minhas companheiras “ites” de todo dia e ir trabalhar. . . Fazer o quê? #partiutrabalho. São Paulo faz Escola, 2020. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 8º ano, v. 3, p. 24 -25.

Análise textual 1. O texto “Labirintitee outras ‘ites’” que você acabou de ouvir é

Análise textual 1. O texto “Labirintitee outras ‘ites’” que você acabou de ouvir é um(a): a) b) c) d) Crônica. Reportagem. Artigo de opinião. Conto. Justifique sua resposta.

Análise textual 1. O texto “Labirintitee outras ‘ites’” que você acabou de ouvir é

Análise textual 1. O texto “Labirintitee outras ‘ites’” que você acabou de ouvir é um(a): a) b) c) d) Crônica. Reportagem. Artigo de opinião. Conto. Justifique sua resposta. É uma crônica, porque retrata situações corriqueiras, fatos que podem acontecer no cotidiano das pessoas.

Análise textual 2. No trecho “Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite

Análise textual 2. No trecho “Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite é plenamente explicável”, temos um discurso __________. 3. Observe o excerto: “Acordei tonto. Ora, alguns amigos me dizem que não se surpreendem, porque normalmente sou mesmo meio tonto. Bullyings ‘amigos’ à parte, o fato é que estou com a labirintite atacada”. Nesse excerto há um estrangeirismo. Qual é ele?

Análise textual 2. No trecho “Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite

Análise textual 2. No trecho “Meu amigo Edson disse que eu sofrer de labirintite é plenamente explicável”, temos um discurso indireto. 3. Observe o excerto: “Acordei tonto. Ora, alguns amigos me dizem que não se surpreendem, porque normalmente sou mesmo meio tonto. Bullyings ‘amigos’ à parte, o fato é que estou com a labirintite atacada”. Nesse excerto há um estrangeirismo. Qual é ele? Bullyings.

Análise textual 4. O autor relata que quando era pequeno assistia ao Sítio do

Análise textual 4. O autor relata que quando era pequeno assistia ao Sítio do Picapau Amarelo na televisão, ficava impressionado com a figura do Minotauro em seu labirinto, e pensava na estrutura que as pessoas têm no ouvido, chamada labirinto. a) Pensando no trecho acima, quando o autor tinha dor de ouvido, otite, o que ele imaginava que tinha dentro de sua cabeça? b) Por que ele associava sua dor ao personagem Minotauro?

Análise textual 4. O autor relata que quando era pequeno assistia ao Sítio do

Análise textual 4. O autor relata que quando era pequeno assistia ao Sítio do Picapau Amarelo na televisão, ficava impressionado com a figura do Minotauro em seu labirinto, e pensava na estrutura que as pessoas têm no ouvido, chamada labirinto. a) Pensando no trecho acima, quando o autor tinha dor de ouvido, otite, o que ele imaginava que tinha dentro de sua cabeça? Ele imaginava que poderia ter um monstro feito o Minotauro dentro dela. b) Por que ele associava sua dor ao personagem Minotauro? Porque o Minotauro vivia em um labirinto e no ouvido há um labirinto, que é uma região na parte interna da orelha responsável pela noção de equilíbrio e percepção da posição do corpo.

Morfemas: prefixo e sufixo Observe o trecho: “Fico me lembrando das aulas de Língua

Morfemas: prefixo e sufixo Observe o trecho: “Fico me lembrando das aulas de Língua Portuguesa, essa coisa linda. . . Especialmente por conta da minha coleção de ‘ites’. Dona Cidinha, minha professora da 7ª série (hoje conhecida como 8º ano. . . ), nos brindando e enchendo duas lousas com listas e mais listas de sufixos e prefixos gregos e latinos. E lá estava o tímido e modesto ‘ite’, que me ama de paixão. Esse sufixo grego com falta do que fazer na vida”. São Paulo faz Escola, 2020. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 8º ano, v. 3, p. 24 -25.

Morfemas: prefixo e sufixo No trecho que você leu o autor cita prefixos e

Morfemas: prefixo e sufixo No trecho que você leu o autor cita prefixos e sufixos. Vamos ver o que são? Os prefixos e sufixos são os afixos que se juntam às palavras a fim de formar novas palavras, sendo as unidades mínimas que possuem significado, as quais chamamos de morfemas. Se estiver antes do radical, é o prefixo, mas, se estiver depois, é o sufixo.

Morfemas: prefixo e sufixo Morfemas são unidades mínimas com significado que auxiliam na composição

Morfemas: prefixo e sufixo Morfemas são unidades mínimas com significado que auxiliam na composição de palavras na língua portuguesa. Radical é o morfema-base, no significado principal da palavra. qual consta o Agora que você já viu os conceitos, vamos retomar o trecho em que o autor menciona as aulas de Língua Portuguesa. Nele o autor cita o sufixo “ite”. A que ele se refere?

Morfemas: prefixo e sufixo Morfemas são unidades mínimas com significado que auxiliam na composição

Morfemas: prefixo e sufixo Morfemas são unidades mínimas com significado que auxiliam na composição de palavras na língua portuguesa. Radical é o morfema-base, no significado principal da palavra. qual consta o Agora que você já viu os conceitos, vamos retomar o trecho em que o autor menciona as aulas de Língua Portuguesa. Nele o autor cita o sufixo “ite”. A que ele se refere? O autor faz referência a suas doenças.

Morfemas: prefixo e sufixo Vamos ver outro trecho: “Lembro-me dela olhando fixamente para mim

Morfemas: prefixo e sufixo Vamos ver outro trecho: “Lembro-me dela olhando fixamente para mim (eu com o nariz sempre escorrendo por conta da coriza, causada pela rinite e sinusite), explicando que o sufixo ‘ite’ indicava sempre uma doença ou inflamação do órgão ou da estrutura anatômica presente no radical da palavra. No meu caso, a infecção das narinas (rino, daí rinite) e dos seios da face (sinus , daí sinusite). Mais tarde, eu agregaria labirintite (labirinto) à minha lista”. 1. Como você pode observar, o autor explica na crônica que “ite” é um sufixo. Com base no que você aprendeu, por que ele o classificou dessa forma? 2. O autor, em outro trecho do texto, menciona uma tendinite nos pulsos. Em que órgão ocorre essa inflamação?

Morfemas: prefixo e sufixo Vamos ver outro trecho: “Lembro-me dela olhando fixamente para mim

Morfemas: prefixo e sufixo Vamos ver outro trecho: “Lembro-me dela olhando fixamente para mim (eu com o nariz sempre escorrendo por conta da coriza, causada pela rinite e sinusite), explicando que o sufixo ‘ite’ indicava sempre uma doença ou inflamação do órgão ou da estrutura anatômica presente no radical da palavra. No meu caso, a infecção das narinas (rino, daí rinite) e dos seios da face (sinus , daí sinusite). Mais tarde, eu agregaria labirintite (labirinto) à minha lista”. 1. Como você pode observar, o autor explica na crônica que “ite” é um sufixo. Com base no que você aprendeu, por que ele o classificou dessa forma? Porque “ite” vem depois das palavras (radical) rino e sino, compondo uma definição para infecções/inflamações. 2. O autor, em outro trecho do texto, menciona uma tendinite nos pulsos. Em órgão ocorre essa inflamação? No tendão.

Morfemas: prefixo e sufixo Pensando no significado de prefixo e sufixo, qual é o

Morfemas: prefixo e sufixo Pensando no significado de prefixo e sufixo, qual é o prefixo da palavra “bisneto”? E o sufixo da palavra “labirintite”? No texto, o autor utiliza a palavra infelizmente. Podemos dividi-la em três partes, todas com significado, assim: In feliz mente prefixo radical sufixo In- é um prefixo latino e -mente , um sufixo adverbial latino. A palavra “infelizmente” é um advérbio de modo.

Morfemas: prefixo e sufixo Pensando no significado de prefixo e sufixo, qual é o

Morfemas: prefixo e sufixo Pensando no significado de prefixo e sufixo, qual é o prefixo da palavra “bisneto”? Bis–. E o sufixo da palavra “labirintite”? –Ite. No texto, o autor utiliza a palavra infelizmente. Podemos dividi-la em três partes, todas com significado, assim: in feliz mente prefixo radical sufixo In- é um prefixo latino e -mente , um sufixo adverbial latino. A palavra “infelizmente” é um advérbio de modo.

Morfemas: prefixo e sufixo Com base no que você aprendeu sobre prefixos e sufixos,

Morfemas: prefixo e sufixo Com base no que você aprendeu sobre prefixos e sufixos, responda no chat: 1. Faringite é uma infecção na faringe, órgão que fica na garganta. Qual é o sufixo dessa palavra? 2. Na palavra “desigualdade”, temos um prefixo e um sufixo. Quais são eles? 3. Qual é o radical dessa palavra?

Morfemas: prefixo e sufixo Com base no que você aprendeu sobre prefixos e sufixos,

Morfemas: prefixo e sufixo Com base no que você aprendeu sobre prefixos e sufixos, responda no chat: 1. Faringite é uma infecção na faringe, órgão que fica na garganta. Qual é o seu sufixo? –Ite. 2. Na palavra “desigualdade”, temos um prefixo e um sufixo. Quais são? Des– (prefixo); –dade (sufixo). 3. Qual é o radical dessa palavra? Igual.

Morfemas: prefixo e sufixo Como você viu, o autor cita no texto alguns “ites”

Morfemas: prefixo e sufixo Como você viu, o autor cita no texto alguns “ites” que acompanham sua vida. E você, tem “ites”? Compartilhe conosco no chat.

Retomando conceitos da aula de hoje • • Gênero textual – crônica. Morfemas: prefixos

Retomando conceitos da aula de hoje • • Gênero textual – crônica. Morfemas: prefixos e sufixos. A avaliação se deu pela resolução dos exercícios no chat.

Avaliação da aula O que achou da aula de hoje? Compartilhe o que você

Avaliação da aula O que achou da aula de hoje? Compartilhe o que você aprendeu na aula de hoje com seus amigos e com o seu professor ou sua professora! Bom estudo! Até a próxima aula.