Ciclo Semitico do Conhecimento z Semiose Ilimitada y

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Ciclo Semiótico do Conhecimento z Semiose Ilimitada y processo pelo qual signos geram novos

Ciclo Semiótico do Conhecimento z Semiose Ilimitada y processo pelo qual signos geram novos signos e assim sucessivamente y experiência colateral

Conceito de Mente em Peirce z Mente y tudo aquilo que exerce o poder

Conceito de Mente em Peirce z Mente y tudo aquilo que exerce o poder mediador y não se limita a uma mente humana ou de ser pensante y elemento que exerce o papel de terceiridade z Causalidade y causa eficiente (ou seja, mecanicista - secundidade) y causa final (ou seja, com finalidade - terceiridade) z Noção de Mente y muito mais ampla do que outras noções biológicas y nada tem a ver com a idéia de alma ou algo em oposição ao corpo (corpo x mente) y fator regulador que determina a finalidade de um processo causal

Categorias e a Engenharia z Primeiridade y noção de estado z Secundidade y noção

Categorias e a Engenharia z Primeiridade y noção de estado z Secundidade y noção de evento não-controlável z Terceiridade y noção de evento controlável z Inteligência x Controle y terceiridade z Eventos Controláveis e não-controláveis y causalidade final x causalidade eficiente

Lógica dos Relativos z Raciocínios em Geometria e Álgebra y não podiam ser representados

Lógica dos Relativos z Raciocínios em Geometria e Álgebra y não podiam ser representados por meio de silogismos z Lógica dos Relativos (C. P. 4. 5) y lógica ordinária: comprometida somente com um tipo de relação - relação de similaridade y lógica dos relativos: considera as relações em toda sua diversidade e generalidade y resultado: conceito de lógica é generalizado, enriquecido e completado na lógica dos relativos z Lógica Ordinária y Baseada na Teoria de Conjuntos y Gênero (Classe) e Espécie (Elemento) y Pertinência de um elemento a uma classe se dá por similaridade

Lógica dos Relativos z Lógica dos Relativos y Idéia de classe substituída pela idéia

Lógica dos Relativos z Lógica dos Relativos y Idéia de classe substituída pela idéia de sistema z Sistema y conjunto de elementos conectados entre si por meio de relações z Indução y segundo a lógica clássica: a partir da contemplação de uma amostra de uma classe, chega-se a toda a classe y segunda a lógica dos relativos: a partir da contemplação de fragementos de um sistema, obtém-se uma visão geral do sistema z Termos Simples e Individuais y fundamento da lógica dos relativos

Lógica dos Relativos z Operador de Inclusão y a b (a está incluído em

Lógica dos Relativos z Operador de Inclusão y a b (a está incluído em b) z Lei da Continuidade y Se a b, e b ~ a, é possível encontrar x tal que a x e x b z Termos Individual e Simples y limites ideais na lógica dos relativos z Termo Individual y termo A, tal que A ~ 0, mas que se x < A, então x 0. z Termo Simples y termo , tal que ~ , mas que se < x, então x z Termo Simples é o negativo do termo individual

Lógica dos Relativos z Relativo (C. P. 3. 218) y termo cuja definição descreve

Lógica dos Relativos z Relativo (C. P. 3. 218) y termo cuja definição descreve um objeto em relação a outros objetos em um sistema de objetos y outros objetos: correlatos y relativos com um único correlato: relativos duais y relativos com mais de um correlato: relativos plurais y termos não relativos: referências singulares z Álgebra de Relativos y qualquer relativo, bem como qualquer referência singular, é um termo geral y descrito como uma soma lógica de relativos individuais ou como um produto lógico de relativos simples y relativos individuais referem-se a sistemas onde todos os membros são individuais - exemplo A: B ou A: B: C

Lógica dos Relativos z Relativos n-ários podem ser convertidos para relativos n+1 -ários y

Lógica dos Relativos z Relativos n-ários podem ser convertidos para relativos n+1 -ários y A = A: B + A: ~B, ou ainda y A = A: A + A: B + A: C + … para todos os objetos do sistema z Números e Quantidades y podem ser descritos utilizando-se a lógica dos relativos z Signos y descritos pela lógica das relações y podem ter seus tipos explicados diante de sua formulação em expressões na lógica de relativos z Inferências y operações sobre expressões na álgebra dos relativos

Grafos Existenciais z Diagramas Lógicos y representam relações lógicas por meio de relações espaciais

Grafos Existenciais z Diagramas Lógicos y representam relações lógicas por meio de relações espaciais com as quais se colocam em similaridade

Grafos Existenciais z Sistema de Grafos Existenciais y classe de diagramas sobre os quais

Grafos Existenciais z Sistema de Grafos Existenciais y classe de diagramas sobre os quais é permitido operar certas transformações z Grafo Existencial (C. P. 4. 421) y grafo lógico governado por um sistema de representações y fundo representa um universo, real ou fictício y cada grafo desenhado sobre o fundo representa algum fato existindo nesse universo z Dividido em partes y parte alfa y parte beta y parte gama

Grafos Existenciais z Parte Alfa y Folha de Asserção y Grafo / Grafo-Réplica y

Grafos Existenciais z Parte Alfa y Folha de Asserção y Grafo / Grafo-Réplica y Corte: qualquer linha fechada y Área do corte z Parte Beta y adiciona à parte alfa um novo conjunto de signos y linha de identidade: linha cheia com dois finais y spot: parte fechada de uma superfície xem sua fronteira, podem haver pontos, chamados de hooks do spot, de onde pode partir uma linha de identidade xspot de teridentidade: permite três linhas de identidade, uma for a do corte e outra na área interna ao corte y ligadura: a totalidade das linhas de identidade

Grafos Existenciais z Parte alfa dos grafos y incapazes de representar raciocínios gerais, exceto

Grafos Existenciais z Parte alfa dos grafos y incapazes de representar raciocínios gerais, exceto aqueles relacionados a termos gerais z Parte beta dos grafos (C. P. 4. 511) y capazes de manusear e representar raciocínios de um tipo bem intrincado, e proposições que a linguagem ordinária somente é capaz de representar através de longos e confusos circunlóquios y uma pessoa treinada a raciocinar por meio de grafos beta tem idéias de uma clareza praticamente impossível de representar e comunicar para uma mente que não tenha esta vantagem y esses raciocínios geralmente voltam-se para propriedades de relações entre objetos individuais entre si

Grafos Existenciais z Entretanto y apenas estas duas partes não podem representar diversas idéias

Grafos Existenciais z Entretanto y apenas estas duas partes não podem representar diversas idéias que nos são perfeitamente familiares y incapazes de raciocinar por meio de abstrações y incapazes de raciocinar sobre qualidades nem sobre relações enquanto sujeitos do raciocínio y incapazes de raciocinar sobre as próprias idéias z De modo a superar esse defeito y parte gama foi inventada y ainda em sua infância y Peirce não completou sua definição

Grafos Existenciais z Parte Gama y principal modificação: múltiplos universos y marcas y cortes

Grafos Existenciais z Parte Gama y principal modificação: múltiplos universos y marcas y cortes tracejados y signos especiais para representar possibilidade e necessidade, proposições modais, potencialidades y relações monádicas, diádicas e triádicas z Extensões y Grafos Existenciais Coloridos y Grafos com verso e reverso y Grafos multi-dimensionais z Grafos Conceituais : John Sowa y baseados nos grafos existenciais de Peirce

Sinequismo z Sinequismo y doutrina que prega que tudo que existe é contínuo y

Sinequismo z Sinequismo y doutrina que prega que tudo que existe é contínuo y o discreto é somente uma percepção simplificada de certos tipos de comportamento contínuo y fundada na noção de que a coalescência, o tornar-se contínuo, o ser governado por leis não são nada mais do que fases de um único e mesmo processo de crescimento e desenvolvimento z Pressuposto: Tychismo (de Tyche - chance) y idéia de que pode existir o acaso absoluto - nem tudo é fonte de um determinismo absoluto z Pensamento e Sinequismo y idéias somente podem ser conectadas por continuidade