ATIVIDADE COMPLEMENTAR DE LNGUA PORTUGUESA Volume PET 6

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ATIVIDADE COMPLEMENTAR DE LÍNGUA PORTUGUESA Volume PET: 6 Professores: Júlia Mara Elaine Locatelli Turmas:

ATIVIDADE COMPLEMENTAR DE LÍNGUA PORTUGUESA Volume PET: 6 Professores: Júlia Mara Elaine Locatelli Turmas: 1° SEMANA Semana PET: 1ª E 2ª

Caro estudante, Este é o novo do PET - volume 6. Esta postagem tem

Caro estudante, Este é o novo do PET - volume 6. Esta postagem tem como tema " Linguagem e Língua- Contexto de Produção, circulação e recepção de textos. ". Comece seus estudos lendo e fazendo as atividades da SEMANA 1 e 2 do PET volume 5. Veja as páginas 1, 2, 3, 4, 5. A explicação desta aula ainda não passou na TV Rede Minas. Ao realizar as atividades copie as questões e responda em seu caderno. (Nas questões de múltipla escolha, pode copiar a pergunta e somente a resposta que julgar correta). Estamos quase chegando ao fim. Não deixem de olhar as datas de entrega das atividades e coloque-as em dia. Cuidem-se e se puderem, fiquem em casa. Saudades de vocês! ATIVIDADES GE-PR Questão 01 Descritor D 19: Identificar a tese de um texto. Leia o texto abaixo

Idioma ajuda a criar marcas de identidade A língua é patrimônio de uma coletividade,

Idioma ajuda a criar marcas de identidade A língua é patrimônio de uma coletividade, seja ela a língua oficial de um Estado constituído, seja ela a língua materna de uma comunidade minoritária de imigrantes em um país estrangeiro, [. . . ] e assim por diante. De qualquer modo, a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa [. . . ]. Entretanto, nenhuma língua compõe um bloco de formas e construções cristalizadas, usadas sempre do mesmo modo por todos os falantes, isto é, nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável. Aliás, imaginar uma língua que assim fosse é imaginar algo completamente impossível. Uma língua cumpre suas funções em uma comunidadeexatamente porque: ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes; ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [. . . ] Significa isso que se esteja negando a existência de padrões? Não, pelo contrário. Nessa variabilidade e nesse dinamismo naturalmente se formam “padrões” de uso, que, por sua vez, identificam grupos, e, numa apuração mais fina, identificam os próprios indivíduos. NEVES, Maria Helena de Moura. Língua Portuguesa. Set. 2010. Fragmento. (P 120091 F 5

01) (P 120091 F 5) A ideia defendida nesse texto está no trecho: A)

01) (P 120091 F 5) A ideia defendida nesse texto está no trecho: A) “A língua é patrimônio de uma coletividade, . . . ”. B) “. . . a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa. ”. C) “. . . nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável. ”. D) “Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade. . . ”. E) “. . . ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala; . . . ”. Questão 02 Descritor D 18: Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para sua continuidade. 02) (P 120092 F 5) No trecho “. . . que se constroem no espaço simbólico. . . ” (ℓ. 13), a palavra destacada retoma o termo A) diferentes situações. C) identidades individuais. B) escolhas. D) necessidades. E) propósitos da fala.

Questão 03 Descritor 12: Identificar o gênero do texto. Leia o texto abaixo 03)

Questão 03 Descritor 12: Identificar o gênero do texto. Leia o texto abaixo 03) Qual é o gênero desse texto? A) Caricatura. B) Cartaz. C) Charge. D) Panfleto. Tirinha. E)

SEMANA ATIVIDADES- GE-PR Questão 01 Descritor D 24: Reconhecer o efeito de sentido decorrente

SEMANA ATIVIDADES- GE-PR Questão 01 Descritor D 24: Reconhecer o efeito de sentido decorrente da exploração de recursos estilísticos. Leia o texto abaixo.

3 - Língua e Linguagem: (ENEM – 2009) A cavalgada A lua banha a

3 - Língua e Linguagem: (ENEM – 2009) A cavalgada A lua banha a solitária estrada. . . Silêncio!. . . Mas além, confuso e brando, O som longínquo vem-se aproximando Do galopar de estranha cavalgada. São fidalgos que voltam da caçada; Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando. E as trompas a soar vão agitando O remanso da noite embalsamada. . . E o bosque estala, move-se, estremece. . . Da cavalgada o estrépito 1 que aumenta Perde-se após no centro da montanha. . . E o silêncio outra vez soturno desce. . . E límpida, sem mácula 2, alvacenta A lua a estrada solitária banha. . . Vocabulário: 1 Estrépito: Agitação. 2 Mácula: Mancha. CORREIA, Raimundo. Disponível em: <http: //www. academia. org. br/abl/cgilua. exe/sys/start. htm? infoid=251&sid=111>. Acesso em: 30 jun. 2014. (P 110184 G 5_SUP)

01) Nesse texto, a construção do verso “Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando. ”

01) Nesse texto, a construção do verso “Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando. ” tem o objetivo de A) caracterizar a chegada dos fidalgos. B) fazer uma crítica ao comportamento dos fidalgos. C) comparar o sentido das palavras utilizadas. D) reproduzir o som da cavalgada. E) sugerir o exagero de uma ação. Questão 02 Descritor D 26: Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto. 02) A linguagem utilizada nesse texto é A) científica. B) culta. C) informal. D) regional. E) técnica.

Questão 03 Descritor 23: Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação

Questão 03 Descritor 23: Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outros recursos gráficos. 03) As reticências utilizadas na última estrofe desse texto reforçam a ideia de A) continuidade de uma ação. B) desconfiança. C) interrupção do pensamento. D) ironia. E) suspense.