FEUDALISMO Forma de organizao que era caracterizada pela




















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FEUDALISMO Forma de organização que era caracterizada pela descentralização do poder nas mãos dos nobres, também chamados senhores feudais e detinham a posse dos feudos. Na Europa dos séculos X a XIII, a terra não era vendida nem comprada. Ela era concedida em troca de determinados serviços e obrigações.
LAÇOS DE FIDELIDADE O juramento de fidelidade acontecia durante uma cerimônia em que o vassalo jurava fidelidade ao suserano e ele jurava proteger o vassalo. Suserano: aquele que cedia as terras, eram nobres europeus ricos e poderosos. Vassalo: era aquele que recebia terras ou outros benefícios como o direito de cobrar impostos, recebimento de pensões anuais, animais e produtos agrícolas.
HIERARQUIA Entre os nobres havia um rígida hierarquia, isto é, uma sequência de posições desde o mais poderoso senhor da alta nobreza até os cavaleiros da pequena nobreza. Duques – marquês – conde – visconde – barão e cavaleiros.
HIERARQUIA O rei exercia poder em suas terras e não interferia na administração dos feudos concedidos aos demais nobres. Poder descentralizado.
CAMPONESES Compunham a maioria da população. Os camponeses eram servos, mas não escravos. O servo era reconhecido como pessoa livre e tinha direitos e mantinham uma relação de servidão com o senhor feudal. Eram responsáveis pelo serviço pesado (derrubar mata, plantar, colher, criar animais etc)
TRABALHO Os camponeses tinham o direito de trabalhar nas terras do senhor feudal, mas a maior parte do que produzia era entregue ao nobre. Corvéia: trabalho realizado nas terras do senhor feudal sem nada receber (2 a 3 X na semana), Banalidades: pagamento de tributos pela utilização dos moinhos, fornos e ferramentas.
TRABALHO Vilões: camponeses que estavam sujeitos ao trabalho gratuito nas terras dos nobres. Todos os camponeses estavam “presos” a terra de uma forma ou de outra.
ATIVIDADES ECONÔMICAS Agricultura. Confecção de móveis, utensílios domésticos, roupas para uso próprio e dos nobres. Produção de queijo, manteiga, carnes defumadas, farinha e vinho.
FEUDO Manso servil: lotes dos servos. Manso senhorial: servos trabalhavam gratuitamente. Terras comunais: florestas e pastos que eram utilizados pelos servos.
MORADIAS Casas dos servos: geralmente eram choupanas simples feitas de barro, pedra ou madeira. As casas dos servos formavam aldeias. Moradia dos nobres: viviam em castelos de diferentes tamanhos e bem fortificados.
IGREJA Detinha o controle sobre boa parte das terras. Os membros do alto clero exerciam o poder nas localidades em que viviam. Administravam as terras que eram doadas para a Igreja, cobravam impostos e tinham o poder ideológico sobre a comunidade.
CRUZADAS AS cruzadas eram expedições militares européias enviadas ao Oriente Médio entre o final do século XI e final do século XIII. Em 1095 o papa Urbano II convocou os cristãos para reconquistar Jerusalém, tomada pelos turcos em 1076, prometendo aos participantes o perdão dos pecados.
CRUZADAS O objetivo era reconquistar e libertar a Terra Santa (Jerusalém) dos mulçumanos. Mas esse objetivo foi influenciado por interesses econômicos e políticos: diminuir as guerras internas entre os nobres europeus e os camponeses buscavam conquistar riquezas no Oriente Médio.
MOVIMENTOS HERÉTICOS A religiosidade influenciou o conflito entre os europeus. Movimentos sociais considerados heréticos foram duramente repreendidos pela Igreja e pela nobreza. 1170 – Movimento Valdenses: pregavam o retorno a pobreza e a simplicidade de Cristo.
MOVIMENTOS HERÉTICOS 1140 – Movimento Cátaros: considerado herético porque não aceitavam a autoridade da igreja. Arte religiosa: construção de templos; esculturas e pinturas em vitrais que transmitiam uma mensagem religiosa
Referências Bibliográficas Toledo, Eliete; Dreguer, Ricardo. História. Editora: Atual. São Paulo, 2009. Projeto Araribá - História. Editora: Moderna. São Paulo, 2007. Campos, Flavio de; Miranda, Renan Garcia. A Escrita da História. Editora: Escala Educacional. São Paulo, 2005. Cotrim, Gilberto. História global e geral. Editora: Saraiva. São Paulo, 2007.
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