Vista geral da Baa de Guanabara RJ Vitoriano
Vista geral da Baía de Guanabara, RJ. Vitoriano Junior/ Shutterstock AND Inc/ Shutterstock Luiz Rocha/ Shutterstock A dinâmica da natureza e as diferentes paisagens Lagoa com vitórias-régias, AM. Casa na cidade de Canela, RS.
Brasil: um país continental América do Sul: político (2012) • Grande extensão territorial. • Múltiplas paisagens naturais. • Grande diversidade social, cultural, política e econômica. Allmaps • Desafios ambientais e econômicos para a gestão do território. Adaptado de: ATLAS geográfico escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2009. p. 41.
Um país tropical • Zonas climáticas: zona glacial ou polar norte e sul, zona temperada norte e sul e zona tropical ou intertropical. Planisfério: zonas climáticas • Brasil: maior parte do território localizado na zona intertropical sul. • Grande incidência de sol ao longo do ano. • Há áreas no território brasileiro situadas fora da zona intertropical. Allmaps • Médias térmicas elevadas ao longo do ano. ATLAS geográfico escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2009. p. 58.
A natureza compondo paisagens • A compreensão da relação entre os elementos sociais e naturais das paisagens permite perceber o espaço geográfico. Vitoriano Junior/ Shutterstock Maxwell De Araújo Rodrigues/ Dreamstime. com • A paisagem natural passa por constantes transformações provocadas pelo homem. Área urbana em Maceió, PE. Plantação de cana-de-açúcar no interior de Pernambuco.
Natureza brasileira: um relevo antigo • Ação de agentes internos: forças do interior da Terra. • Ação de agentes externos: água, vento, geleiras, temperatura. • Serra do Mar e Planalto Amazônico: rochas de 2 a 4 bilhões de anos. • Altitudes modestas, praticamente ausência de manifestações tectônicas. alltoz 696/ Shutterstock • Formado por rochas muito antigas. Região serrana , Roraima.
Tipos de rochas • Cristalinas (ígneas e metamórficas) e sedimentares. • Brasil: predomínio de rochas sedimentares. Arenito: rocha sedimentar. Tyler Boyes/ Shutterstock michal 812/ Shutterstock • 65% de bacias sedimentares e 35% de núcleos de rochas cristalinas. Mármore: rocha metamórfica, de origem cristalina.
Grandes unidades do relevo brasileiro Planaltos, planícies e depressões. Brasil: relevo • Depressões: extensas áreas aplanadas e desgastadas por processos erosivos. • Planícies: superfícies bastante planas, formadas pela deposição de sedimentos. Allmaps • Planaltos: superfícies irregulares, desgastadas por um longo processo de erosão. FERREIRA, Graça Maria Lemos. Atlas geográfico: espaço mundial. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2010. p. 120.
Hidrografia brasileira Brasil: bacias hidrográficas • A ação das águas altera constantemente o relevo brasileiro. • Apresenta o maior conjunto de água doce do planeta. • Divisão em bacias e sub-bacias hidrográficas. • Grande variedade de relevo: rios de planalto e de planície. • Elevado aproveitamento hidrelétrico. • Predominância de rios perenes abastecidos pelos elevados índices pluviométricos. Allmaps • Sertão nordestino: períodos longos de escassez de água (rios intermitentes). FERREIRA, Graça Maria Lemos. Atlas geográfico: espaço mundial. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2010. p. 120.
Climas do Brasil: climas Vasto território, com ocorrência de diversos tipos climáticos. Os principais fatores que influenciam o clima no Brasil são: • posição geográfica (climas equatorial, tropical e temperado). • circulação de diferentes massas de ar. Allmaps • características do relevo. FERREIRA, Graça Maria Lemos. Atlas geográfico: espaço mundial. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2010. p. 129.
Domínios naturais do Brasil: domínios morfoclimáticos • Os elementos naturais distribuídos pelo território brasileiro formam paisagens que podem ser agrupadas como grandes domínios morfoclimáticos. • Integração dos elementos naturais de um determinado espaço. • Seis grandes domínios morfoclimáticos: Cerrado, Amazônico, Caatinga, Araucárias, Pradarias e Mares de Morros. Allmaps • Há também faixas de transição entre esses domínios naturais. Adaptado de: THÉRY, Hervé; MELLO, Neli Aparecida de. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2005. p. 16.
Domínio Amazônico Jay. Si/ Shutterstock • Abrange as planícies, terras baixas e depressões da região amazônica. • Grande biodiversidade, clima equatorial, elevadas temperaturas e pluviosidade. • Elevada quantidade de matéria orgânica (nutrientes para a Floresta Amazônica). Trecho do Rio Amazonas, Brasil. • Três grandes conjuntos vegetais: igapó, mata de várzea e mata de terra firme. guentermanaus/ Shutterstock • Floresta densa, fechada, árvores altas com folhas largas. • A expansão urbana e das atividades agrícola e mineradora têm provocado graves consequências à paisagem amazônica, substituindo a cobertura original por pastagens, cidades ou grandes projetos de exploração mineral. Construção da Arena Manaus, 2011.
• Clima tropical continental: estações chuvosa e seca bem definidas. • Vegetação adaptada aos períodos mais secos. • Árvores de pequeno porte e arbustos com galhos retorcidos e raízes profundas. • Intensa ocupação humana nos últimos 40 anos: projetos agropecuários, monocultura (principalmente de soja), expansão urbana (exemplo: Brasília). • Graves impactos ambientais. Vista geral de Brasília, Distrito Federal. Lago Manso, Mato Grosso. gary yim/ Shutterstock • Ocupa extensa área do Brasil central. Roberto Tetsuo Okamura/ Shutterstock Domínio do Cerrado
Domínio de Mares de Morros • Ocupava originalmente todas as cadeias de morros e serras do litoral brasileiro. • Havia o predomínio de uma floresta tropical, a Mata Atlântica, originalmente constituída por mata densa, fechada, úmida. Área de Mata Atlântica, Ubatuba, SP. Ivan Pavlov/ Shutterstock Alexandre Fagundes De Fagundes/ Dreamstime. com • Como resultado da intensa exploração e ocupação humana, resta apenas 7% da cobertura original. Metrópole de São Paulo vista a partir do Pico do Jaraguá, área remanescente de Mata Atlântica.
Domínio da Caatinga • Planaltos e chapadas do interior do nordeste e do norte de Minas Gerais. • Predomínio do clima semiárido. • Plantas adaptadas à escassez de chuvas. • Vegetação esparsa. • Processos históricos e políticos contribuem decisivamente para os atuais problemas sociais e ambientais vivenciados nesse espaço. Vitoriano Junior/ Shutterstock • Matas secas e pequenos arbustos (perdem as folhas nos períodos mais secos). Cabras no interior de Pernambuco.
Domínio das Araucárias • Ocupava originalmente as áreas mais elevadas dos planaltos e serras do sul do Brasil, atingindo também São Paulo e Minas Gerais. • Clima subtropical. • Formação esparsa e homogênea (predomínio do pinheiro). Vitoriano Junior/ Shutterstock Daniel Wiedemann/ Shutterstock • Intenso processo de ocupação humana: urbanização, fabricação de móveis, expansão agrícola. Mata de Araucárias, Gramado, RS. Casebres de madeira, Paraná.
Domínio das Pradarias Alexandre Fagundes De Fagundes/ Dreamstime. com • Vegetação rasteira ou de gramíneas (campos). • Clima subtropical. • Ocupa as coxilhas no sul do Brasil e uma parte das planícies litorâneas. • Formação frágil, com facilidade para aproveitamento agropecuário. Paisagem de campos, Rio Grande do Sul, 2012.
Faixas de transição: Pantanal e Mata dos Cocais • Pantanal: a paisagem modifica-se no período de chuvas, quando as terras mais baixas ficam inundadas, obrigando o deslocamento de animais e de pessoas para as regiões mais altas. Toa 55/ Shutterstock Roberto Tetsuo Okamura/ Shutterstock • Mata dos Cocais: caracteriza-se pela predominância de duas espécies de palmeiras: o babaçu e a carnaúba, árvores que podem atingir até 20 metros de altura. Pôr do sol na Baía Siá Mariana, no Pantanal. Carnaúba, palmeira típica da Mata dos Cocais.
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