Vigilncia Ativa O que mudou nos ltimos cinco
























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Vigilância Ativa O que mudou nos últimos cinco anos? Ari Adamy Serviço de Urologia Santa Casa de Curitiba-PR Hospital Santa Cruz
Utilização de vigilância Ca. PSURE Cooperberg et al. JAMA, 2015
AUA, ASTRO, SUO guideline, 2017
Resultados a Longo Prazo N % tto SLT 5 a SLT 10 a SLT 15 a SLT 20 a CSS 15 a Klotz, JCO, 2015 993 27 75 63 55 55 94 Tosoian, JCO, 2015 129 8 36 (reclassificaç ão) 63 50 43 - 99, 4 Godtman, Eur Urol, 2016 474 43 - 47 VLR: 53 34 VLR: 48 - VLR: 100 LR: 94 IR: 90 Bokhorst, Eur Urol, 2016 530 2 33 48 27 - - 99% (10 a)
Menor incidência de progressão e metástases com tratamento (RP ~ EBRT) Sobrevida Câncer. Sobrevida Livre de Progressão Específica • Metástases: 33 VA, 13 PR, 16 RT • Óbito por ca. de próstata: 8 VA, 5 PR, 4 RT Hamdy et al. N Eng J Med,
Vigilância Ativa Candidatos Baixo Risco (D’Amico) • Gleason 6 (ISUP 1) • T 1/T 2 a • PSA < 10 ng/ml Muito Baixo Risco (Epstein) • Gleason 6 (ISUP 1) • T 1 • PSA < 10 ng/ml • PSAD < 0. 15 • < 3 biópsias com câncer • ≤ 50% de um fragmento com câncer
Impacto do Gleason Score e PSA Musunuru et al. J Urol, 2016
VA em Risco Intermediário Por que não fazer? • Gleason 7 – Maior risco de desfecho desfavorável (HR 4. 8 – 95% CI 2. 44 – 9. 33) – Maior incidência de metástases (HR 4. 2 - 95% CI 2. 04 – 8. 72) Godtman et al. Eur Urol, 2016 Yamamoto, J Urol, 2016
Sobrevida livre de progressão (Gleason) Sobrevida livre de tratamento
Transição de Vigilância Ativa para Watchful Waiting Van Hemelrijck et al. Eur Urol,
Baixa Aderência ao Seguimento Proposto nos Primeiros 2 anos de VA Luckenbaugh et al. J Urol, 2017
Preditores de Progressão na Biópsia Qual o intervalo ideal? Ankerst et al. Eur Urol, 2015
Qual o intervalo ideal entre biópsias? Available at: www. prostate-cancer-risk-calculator. org
PI-RADS associado a progressão em biópsia confirmatória • 371 pacientes com ca. de próstata de baixo risco • 107/371 (29%) com aumento do Gleason na biópsia • Não fazer biópsia em PI-RADS ≤ 3 – não diagnosticaria aumento do Gleason em 12/232 (5%) dos pacientes Sensitivity Specificity PPV NPV PI-RADSv 2≥ 4 89% (95/107) 83% (220/264) 68% (95/139) 95% (220/232) ADC < 1. 1275 82% (88/107) 76% (200/264) 58% (81/152) 91% (200/219) Composite Score > 1. 0834 83% (220/264) 68% (95/139) 95% (220/232) 89% (95/107) Nougaret et al, Abdom Radiol 2017
PIRADS 1 -3 e PSAD<0. 15 Baixa Probabilidade de Progressão na Biópsia Confirmatória e Durante Seguimento Alberts et al. BJU Int, 2017
Recabal et al. J Urol, 2016
Klein et al. Eur Urol, 2014
Oncotype Dx
Conclusão Vigilância Ativa • Tratamento de escolha para pacientes com ca. de próstata de muito baixo risco • Idade não é fator limitante • Pacientes com Gleason 7 apresentam piores resultados a longo prazo • mp. MRI – importante na escolha e seguimento dos pacientes • Papel dos biomarcadores ainda não está bem estabelecido
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