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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS,

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS, MODALIDADE A DIST NCIA DISTÚRBIOS DA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM E DA APRENDIZAGEM DISCENTES: DEOLINDAMARIA DELGADO DIANA GONÇALVES DOS SANTOS DIEGO DE SOUZA SANTANA FRANCISCA RODRIGUES DA SILVA MARGARETH DA SILVA MACHADO NÍVEA MARCELLY DE ARAÚJO AQUINO INGRID PEREIRA CHAVES

INTRODUÇÃO � � � Acredita-se que as dificuldades de aprendizagem estejam intimamente relacionadas a

INTRODUÇÃO � � � Acredita-se que as dificuldades de aprendizagem estejam intimamente relacionadas a história prévia de atraso na aquisição da linguagem. LINGUAGEM A linguagem é um exemplo de função cortical superior, e seu desenvolvimento se sustenta, por um lado, em uma estrutura anatomofuncional geneticamente determinada e, por outro, em um estímulo verbal que depende do ambiente DEOLINDA

DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM � Tabela 1 - Desenvolvimento da linguagem Receptivo Idade Expressivo Assusta-se.

DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM � Tabela 1 - Desenvolvimento da linguagem Receptivo Idade Expressivo Assusta-se. Aquieta-se ao som de voz. 0 -6 semanas Choros diferenciados e sons primitivos. Vira-se para a fonte de voz. 3 meses Observa com atenção objetos e fatos do ambiente Primeiras consoantes (C) ouvidas são p/b e k/g. . Inicia balbucio. Responde com tons emotivos à. 6 meses voz materna Balbucio (seqüências de CVCV sem mudar a consoante). Ex. : dudadá. . Entende pedidos simples com dicas através de gestos. 9 meses Imita sons. Entende. não. e. tchau. Jargão. Balbucio nãoreduplicativo (seqüência CVC ou VCV). Entende muitas palavras familiares e ordens simples 12 meses Começa a dizer as primeiras palavras, associadas a gestos. Ex. : . vem DEOLINDA

BASES BIOLÓGICAS DA LINGUAGEM O processo da linguagem q. A fala – Freqüências e

BASES BIOLÓGICAS DA LINGUAGEM O processo da linguagem q. A fala – Freqüências e transições q. O ouvido – Decodificar e Trnsf. Impu. Eletricos q. A área de Wernicke q. O Cérebro é Dinâmico q. Hemisfério Esquerdo 90% Linguagem q DIEGO

Etiologia dos distúrbios da linguagem oral e escrita A etiologia das dificuldades de linguagem

Etiologia dos distúrbios da linguagem oral e escrita A etiologia das dificuldades de linguagem e aprendizagem é diversa e pode envolver fatores orgânicos, intelectuais/cognitivos e emocionais , ocorrendo, na maioria das vezes, uma inter-relação entre todos esses fatores. FRANCISCA

LINGUAGEM E EPILEPSIA � A epilepsia é um distúrbio crônico caracterizado pela presença de

LINGUAGEM E EPILEPSIA � A epilepsia é um distúrbio crônico caracterizado pela presença de crises recorrentes, resultantes de uma descarga excessiva de neurônios em determinada área do encéfalo comum na infância, repercutindo na cognição, linguagem e na escolarização da criança com epilepsia. FRANCISCA

LINGUAGEM E AUTISMO DISTÚRBIOS DESCRIÇÃO Causa ambiental Fatores de risco sociais e emocionais. Atraso

LINGUAGEM E AUTISMO DISTÚRBIOS DESCRIÇÃO Causa ambiental Fatores de risco sociais e emocionais. Atraso isolado da linguagem. Atraso de causa não-demonstrável associado a compreensão, pragmática expressiva (. constitucional. ) e desenvolvimento nãoverbal normais. Déficit. Alterações específicas Caracterizam-se por limitações significativas da função lingüística que não podem ser da linguagem atribuídas a perda auditiva, déficit cognitivo ou alterações da estrutura e função fonadora. É um diagnóstico de exclusão. cognitivo Nos primeiros anos, a evolução da linguagem na criança com atraso de desenvolvimento é semelhante à da criança normal, mas num ritmo inferior. Déficit auditivo Influencia a aquisição da linguagem após 6 -9 meses, quando observam-se alterações da vocalização (perda da qualidade vocal, consoantes que desaparecem ou não chegam a surgir, modificação da sonoridade das vogais) até que apenas sons primitivos e guturais acabam por persistir. DIANA

INTERVENÇÃO NA CRIANÇA COM DISTÚRBIO DA LINGUAGEM � � A produção da fala e

INTERVENÇÃO NA CRIANÇA COM DISTÚRBIO DA LINGUAGEM � � A produção da fala e linguagem pode ser considerada adequada ou não de acordo com a idade cronológica. Todas as atividades de estimulação dentro da terapia fonoaudiológica infantil devem ser realizadas de forma lúdica, através de jogos e brincadeiras, para que a criança sinta prazer nas técnicas propostas. LINGUAGEM: Do ponto de vista do construtivismo, aprendizagem é construção, ação e tomada de consciência da coordenação das ações. DIANA

DESENVOLVIMENTO NORMAL Habilidade da leitura é verificada através da capacidade de decodificação, fluência e

DESENVOLVIMENTO NORMAL Habilidade da leitura é verificada através da capacidade de decodificação, fluência e compreensão da escrita. O processo normal de leitura e duas etapas: 1. Análise Visual 2. Processamento Linguístico da Leitura A leitura alfabética associa um componente auditivo fonêmico a um componente visual gráfico, o que é denominado de correspondência grafofonêmica. BASES NEUROBIOLÓGICAS O processo de aquisição da linguagem escrita, assim como o da linguagem oral, envolve diversas regiões cerebrais, entre elas a área parieto-occipital. Uma pesquisa, observou-se ativação cerebral de pessoas normais durante a leitura de pseudopalavras nas seguintes regiões: 1. Região frontal inferior esquerda 2. Região parietotemporal 3. Regiões occipitotemporais MARGARETH

NÍVEA

NÍVEA

A Dislexia é um transtorno neurobiológico de herança genética e com maior incidência no

A Dislexia é um transtorno neurobiológico de herança genética e com maior incidência no sexo masculino que causa uma limitação no desenvolvimento da leitura e escrita da pessoa afetada. Na figura ao lado podemos observar a forma verdadeira que as pessoas que tem Dislexia conseguem ver, pois, eles aprendem de forma diferente. NÍVEA

INFLUÊNCIA GENÉTICA NA DISLEXIA CONCEITO: Ø Ø Associação Internacional de Dislexia (2003): “Incapacidade específica

INFLUÊNCIA GENÉTICA NA DISLEXIA CONCEITO: Ø Ø Associação Internacional de Dislexia (2003): “Incapacidade específica de aprendizagem, de origem neurobiológica caracterizada por dificuldades na correção e/ou influência na leitura de palavras e por baixa competência leitora e ortográfica”. “Distúrbio específico de linguagem, constitucional (neurológico), de origem genética, caracterizado pela dificuldade de decodificar palavras simples, resultando em problemas como dificuldade de leitura e de aquisição de linguagem, além de falhas na capacidade de ler e soltrar”. INGRID

OUTRAS ALTERAÇÕES DA LINGUAGEM ESCRITA: DISGRAFIA E DISORTOGRAFIA. � Disgrafia: Ø Ø É uma

OUTRAS ALTERAÇÕES DA LINGUAGEM ESCRITA: DISGRAFIA E DISORTOGRAFIA. � Disgrafia: Ø Ø É uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo-motores. Ao tentar recordar a grafia da letra, o aluno escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível; Algumas crianças com disgrafia possuem também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos; A disgrafia não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual. INGRID

DISORTOGRAFIA: Alteração no planejamento da linguagem escrita, produzindo transtornos na aprendizagem da ortografia, gramatica

DISORTOGRAFIA: Alteração no planejamento da linguagem escrita, produzindo transtornos na aprendizagem da ortografia, gramatica e redação, apesar da pessoa possuir: Ø Inteligência normal Ø Ø Órgãos sensoriais íntegros Instrução adequada INGRID

INTERVENÇÕES � � � São princípios básicos do trabalho em linguagem escrita com a

INTERVENÇÕES � � � São princípios básicos do trabalho em linguagem escrita com a criança: estimular a descoberta e utilização da lógica de seu pensamento na construção de palavras e textos e na representação de fonemas tais como: cartas e bilhetes explicitar as diferenças entre língua falada e língua escrita etc. DIANA

CONCLUSÃO Distúrbios da aquisição da linguagem e da aprendizagem � � As causas de

CONCLUSÃO Distúrbios da aquisição da linguagem e da aprendizagem � � As causas de Alteração de Linguagem e Aprend. São Variadas Avanços na compreensão da Neurobiologia dos Processos Sistemática da Investigação – Diagnóstico preciso Direcionar os profissionais na escolha do melhor DIEGO tratamento.

Referências � SCHIRMER. R: Distúrbios da aquisição da linguagem e da aprendizagem-Jornal de Pediatria,

Referências � SCHIRMER. R: Distúrbios da aquisição da linguagem e da aprendizagem-Jornal de Pediatria, 2004.