UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE CINCIA

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO Fernanda Gomes Almeida Gleice Pereira Juliana Alves Moreira Marcos Aurélio Gomes Moema Brandao da Silva Belo Horizonte, 13/dez. /2012

Quem são os Profissionais da Informação?

Quem são os Profissionais da Informação?

Agenda XXX YYYY Intervalo Debate

Agenda XXX YYYY Intervalo Debate

Objetivos Geral Apresentar um panorama quanto ao profissional da informação. Específicos Pontuar algumas ações

Objetivos Geral Apresentar um panorama quanto ao profissional da informação. Específicos Pontuar algumas ações e atuações do profissional da informação.

Quem são os Profissionais da Informação?

Quem são os Profissionais da Informação?

Informação A informação é uma propriedade fundamental do universo e, como a energia, possui

Informação A informação é uma propriedade fundamental do universo e, como a energia, possui uma realidade própria. Não parece que seja possível definir de forma genérica; da mesma forma que a energia, torna se mais compreensível quando acompanhada de um qualificativo: energia elétrica, energia hidráulica, energia nuclear, etc. ; informação científica e técnica, informação codificada, informação social, informação estratégica, informação genética, etc. Pode ser gerada, redescoberta ou extraída a partir de conhecimentos existentes (humanos), de registros informacionais (em suportes diversos) ou, ainda, a partir de estímulos externos (percepções, sensações). Quando codificada, pode ser armazenada, preservada, reproduzida, transmitida, processada, organizada, reorganizada e recuperada [utilizada]. (ROBREDO, 2003, p. 147).

Profissionais da Informação A designação profissional da informação abrange um grupo de profissionais que

Profissionais da Informação A designação profissional da informação abrange um grupo de profissionais que atuam em diversos segmentos tendo como base a informação. Essa designação não deixa claro ao certo, quem são os profissionais específicos dessa área, pois várias profissões julgam fazer parte desse perfil profissional devido à fragmentação com que a informação é estudada, tratada e observada por categorias distintas de profissionais. O mercado dita as regras e formas de atuação desejada para o profissional da informação, que pode variar de acordo com o segmento ao qual está inserido. Existem várias oportunidades de atuação desse profissional, motivo pelo qual a área se torna atrativa, por ser ampla e apresentar uma diversidade de situações e formas de trabalhar com a informação.

Características As características que se destacam do novo perfil profissional exigido no século XXI

Características As características que se destacam do novo perfil profissional exigido no século XXI (BRANDAO, 2008, p. 15) [. . . ] capacidade de trafegar entre vários campos do conhecimento, tal como eles encontram se divididos; de viabilizar conexões e migrações de conceitos, metodologias e procedimentos entre eles; de estabelecer relações entre o conhecido e o que desconhecemos, entre coisas, grandezas, qualidades aparentemente incompatíveis, contextos e saberes os mais diversos e de projetar aplicações rápidas para a resolução de problemas.

Exercício Profissional “o saber científico, garantido pelo diploma universitário, e a proteção do título

Exercício Profissional “o saber científico, garantido pelo diploma universitário, e a proteção do título profissional, exercida pelos pares através de associações e conselhos, são condições fundamentais ao exercício oficial e ao reconhecimento social da profissão”. (CUNHA e CRIVELLARI, 2004, p. 44 45)

Capacidade de atuação Na prática, os profissionais são mais valorizados pela sua capacidade de

Capacidade de atuação Na prática, os profissionais são mais valorizados pela sua capacidade de atuação, de forma que contribuam para o desenvolvimento da Instituição/Organização onde atuam. As competências do profissional são relevantes para sua atuação conforme demonstrado abaixo (QUADRO 1)

Competências do Profissional da Informação

Competências do Profissional da Informação

Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), tem por finalidade

Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), tem por finalidade identificar as ocupações no mercado de trabalho, dando a sociedade a visibilidade quanto as diversas profissões existentes no país e suas respectivas diretrizes de atuação no mercado.

Profissionais da Informação Smit (2009) destaca o bibliotecário como um dos profissionais da informação,

Profissionais da Informação Smit (2009) destaca o bibliotecário como um dos profissionais da informação, sendo esse o facilitador do processo de mediação da informação em diversos contextos sociais. Miranda (2004) apresenta outros profissionais como administradores, engenheiros, analistas de sistemas e jornalistas que podem ser classificados também como profissionais da informação, porém não são categorizados como profissional da informação, conforme a CBO. Para Mason (1990) apud Pena (2002, p. 58) os profissionais da informação são aqueles que fazem a intermediação entre a informação e o usuário ou cliente, isto é, os contadores, arquivistas, gerenciadores de registros, gestores da informação e os museólogos.

Profissionais da Informação Targino (2000) inclui à categoria de profissionais da informação os comunicólogos,

Profissionais da Informação Targino (2000) inclui à categoria de profissionais da informação os comunicólogos, publicitários, estatísticos, sociólogos, educadores, engenheiros de sistemas, webmasters e analista de lógica industrial. Essa autora considera que todos os bibliotecários são profissionais da informação, no entanto, nem todos os profissionais da informação podem ser bibliotecários. Le Coadic (1996, p. 106) afirma que profissionais da informação são quem "[. . . ] adquirem informação registrada em diferentes suportes, organizam, descrevem, indexam, armazenam, recuperam e distribuem essa informação em sua forma original ou como produtos elaborados a partir dela. ” Para esse autor não se inclui nessa categoria os produtores dessas informações, isto é, pesquisadores e tecnólogos.

Histórico da mudança de nome da Escola de Biblioteconomia da UFMG Reflexo das mudanças

Histórico da mudança de nome da Escola de Biblioteconomia da UFMG Reflexo das mudanças no PPGCI/UFMG

Mudanças do nome das Escolas de Biblioteconomia Nos anos 90, a alteração do paradigma

Mudanças do nome das Escolas de Biblioteconomia Nos anos 90, a alteração do paradigma do documento para informação, as novas tecnologias e o surgimento da internet provocaram mudanças no campo de atuação profissional assim como uma “[. . . ] tentativa de adaptação, não só das escolas de Biblioteconomia, mas do ensino como um todo, em virtude das modificações advindas pela sociedade da informação. ” (OLIVEIRA; CARVALHO; SOUZA, 2009, p. 20)

ECI/UFMG: processo de transformação Segundo Barbosa et al (2000) a Escola de Biblioteconomia vinha

ECI/UFMG: processo de transformação Segundo Barbosa et al (2000) a Escola de Biblioteconomia vinha realizando mudanças em seus cursos, em nível de graduação – alteração curricular e criação do curso noturno pós graduação – especialização em Gestão Estratégica da Informação, além do mestrado e doutorado em Ciência da Informação. Somavam se ainda a criação da revista Perspectivas em Ciência da Informação, o perfil do corpo docente e a infra estrutura em tecnologia. A partir desse contexto, a Escola vinha abarcando uma mudança no Programa de Pós Graduação com a absorção de uma gama de profissionais de outras áreas do conhecimento. Esses foram os principais argumentos que determinaram a mudança de denominação da Escola de Biblioteconomia da UFMG, uma tentativa de abrigar a atual realidade e as perspectivas de desenvolvimento futuro da Escola.

ECI/UFMG: o motivo Pouca valorização do ponto de vista social e profissional, parte disso

ECI/UFMG: o motivo Pouca valorização do ponto de vista social e profissional, parte disso pela visão que a sociedade tem do profissional, muitas vezes associada à etimologia do termo bibliotecário [. . . ] uma das medidas que vêm sendo tomadas por unidades acadêmicas que atuam no campo da biblioteconomia/ciência da informação para superar concepções que não designam adequadamente seu espaço de atuação e buscar novas oportunidades de estudo e de ursos de formação alteração de suas denominações. (BARBOSA R. R. et al, 2000, p. 88 89)

ECI/UFMG: justificativa Realizou se um estudo com o objetivo de verificar as tendências de

ECI/UFMG: justificativa Realizou se um estudo com o objetivo de verificar as tendências de designações, por meio de um levantamento na internet dos nomes das escolas e departamentos. Foram levantadas 205 unidades de ensino em mais de 40 países. Ainda segundo Barbosa et al (2000) “[. . . ]os nomes adotados pelas unidades de ensino retratam a evolução da área. ”

Cartografia das escolas de Biblioteconomia/Ciência da Informação

Cartografia das escolas de Biblioteconomia/Ciência da Informação

Mudanças do nome das Escolas de Biblioteconomia As escolas mudaram seu nome para Escola

Mudanças do nome das Escolas de Biblioteconomia As escolas mudaram seu nome para Escola de Ciência da Informação, Escola de Gerenciamento de Sistemas de Informação, dentre outros. Aparecem cursos que se utilizam da palavra informação no nome, tais como: Ciência da Informação, Sistema de Informação, Gestão da Informação. (PENA, 2007).

PÓS GRADUAÇÃO Os programas de pós graduação em Ciência da Informação abarcam, em sua

PÓS GRADUAÇÃO Os programas de pós graduação em Ciência da Informação abarcam, em sua comunidade, docentes e discentes de diferentes áreas do conhecimento. Percebe se a existência de duas vertentes na pós graduação, a primeira caracterizada pelo movimento de abertura do campo para profissionais de outras áreas e a segunda vertente caracterizada por um movimento de maior apropriação do espaço profissional pelos profissionais bibliotecários.

PPGCI/ECI/UFMG – 2007 2012 1 - Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia e Ciência da Informação 2

PPGCI/ECI/UFMG – 2007 2012 1 - Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia e Ciência da Informação 2 -Comunicação, História e Filosofia 3 -Computação, Sistemas de Inf. , Adm. de Sistemas de Inf. , Processamento de Dados, Tecnologia da Inf. , Tecnologia Informática e Matemática 4 -Administração, Economia, Ciências Contábeis, Administração Pública, Comércio Exterior e Relações Internacionais 5 - Engenharia Elétrica, Engenharia Civil e Desenho Industrial 6 - Pedagogia e Letras 7 -Enfermagem, Psicologia e Medicina 8 - Desenho e Design 9 - Outros (Direito, Secretariado e Música).

Profissionais da Informação: bibliotecário Valentim (2000, p. 116) esclarece que “o perfil ideal do

Profissionais da Informação: bibliotecário Valentim (2000, p. 116) esclarece que “o perfil ideal do profissional bibliotecário é contingencial ao ambiente e à sociedade onde atua, o que significa que, traçar um perfil é delinear as possibilidades de desempenho e crescimento pessoais e profissionais. ” Ainda para Silva e Ribeiro de um modo geral, as entidades de classe e de ensino buscam adequar o perfil profissional mediante a novos contextos sociais, econômicos e políticos.

Profissional da informação: bibliotecário “[. . . ] os bibliotecários começaram a desenvolver atividades

Profissional da informação: bibliotecário “[. . . ] os bibliotecários começaram a desenvolver atividades não só de cunho técnico [. . . ] e dirigir programas e sistemas de informação”. (MOTA E OLIVEIRA, 2005, p. 100) A biblioteconomia no Brasil apresenta vários elementos que a legitimam como uma profissão, destacando: reconhecimento legal, sistema de ensino (cursos superiores), entidades de classe, periódicos, literatura própria, eventos na área. (MUELLER, 2004).

Profissional da informação: bibliotecário A situação econômica e política muitas vezes diferenciam a atuação

Profissional da informação: bibliotecário A situação econômica e política muitas vezes diferenciam a atuação do profissional, fazendo com que esse se restrinja a práticas ditas tradicionais enquanto outros tem oportunidades de atuação em contextos científicos e tecnológicos. Cunha e Crivellari (2006) apontam que, por meio de algumas pesquisas, foi identificada a prevalência do profissional bibliotecário em espaços tradicionais, não havendo, portanto um deslocamento desses para novos espaços instituídos pelas tecnologias.

Profissional da informação: bibliotecário Pena (2007) esclarece que no início dos anos 2000, na

Profissional da informação: bibliotecário Pena (2007) esclarece que no início dos anos 2000, na literatura acadêmica da área de biblioteconomia desenvolveu um forte debate sobre o nome da profissão, propondo a mudança do nome de Bibliotecário para Profissional da Informação. Destaca que para justificar essa mudança de nomes, argumenta se que as transformações socioeconômicas são preponderantes na determinação dos níveis de emprego, particularmente as mudanças tecnológicas advindas com as TIC's, dentre as quais se destaca a Internet.

Profissional da informação: bibliotecário Mapeamento, realizado no Brasil, por Almeida Junior (2000, p. 48

Profissional da informação: bibliotecário Mapeamento, realizado no Brasil, por Almeida Junior (2000, p. 48 50) que destacou 83 nomenclaturas atribuídas ao bibliotecário (QUADRO 3):

Profissional da informação: bibliotecário Não há um profissional da informação, mas, ao que tudo

Profissional da informação: bibliotecário Não há um profissional da informação, mas, ao que tudo indica, um grupo que pode ser nomeado como tal. A profissão de bibliotecário tem um caráter social bastante acentuado que requer um constante repensar sobre a práxis, com criticidade sobre as tecnologias e suas contribuições para a área, sem perder a dimensão sócio educativa que a profissão possui. (PENA, 2007, p. 61)

Fonte: www. ofaj. com. br

Fonte: www. ofaj. com. br

Mercado de Trabalho A atuação no mercado de trabalho, geralmente é associada a um

Mercado de Trabalho A atuação no mercado de trabalho, geralmente é associada a um registro em um conselho profissional. O conselho existe para “orientar, aperfeiçoar disciplinar e fiscalizar [. . . ]” (CRB 6) No caso da atuação do bibliotecário está regulamentação ocorreu ao inverso. Até a promulgação da Lei nº 4. 084/62, a ação do bibliotecário era desempenhada sem o reconhecimento legal.

Atuação do bibliotecário O campo de atuação do bibliotecário é bastante variado, assim quando

Atuação do bibliotecário O campo de atuação do bibliotecário é bastante variado, assim quando se fala em mercado de trabalho em que está intrinsecamente relacionado com outros profissionais da informação, mais precisamente, os da chamada tecnologias de ponta, ainda há certa reserva quanto aos profissionais de formação em biblioteconomia.

Relação bibliotecário x profissional de TI A revista Computerworld, que reúne informações sobre os

Relação bibliotecário x profissional de TI A revista Computerworld, que reúne informações sobre os salários médios no país, mostra que os profissionais de Tecnologia da Informação tiveram uma valorização salarial média de aproximadamente 20% em 2010. Vale observar que o bibliotecário é um profissional da informação, no entanto, o mercado busca profissionais com formação na graduação ou mesmo na pós em TI. Percebemos certa dicotomia entre o dito sobre o profissional em biblioteconomia e o que realmente o mercado quer e contrata, para assumir o posto de trabalho.

Divisão da profissão x Profissionais Tarapanoff (1995) descreve com bastante clareza, a divisão de

Divisão da profissão x Profissionais Tarapanoff (1995) descreve com bastante clareza, a divisão de profissão/profissionais, os gestores de informação, gerentes de informação ou similares não se vêem como parte da mesma profissão que os bibliotecários. Esta reflexão que se dá em relação a troca de informações entre seus pares, e as constantes lamúrias dos estudantes, ouvidas pelos autores do artigo e corroborada por Baptista e Mueller (2005, p. 36) “[. . . ] quanto à preparação acadêmica do profissional, verifica se que as mudanças curriculares são lentas, e a academia é acusada de ter um distanciamento da realidade social. ”

Divisão da profissão x Profissionais Davenport (2001) quando descreve a atuação do bibliotecário em

Divisão da profissão x Profissionais Davenport (2001) quando descreve a atuação do bibliotecário em equipes multifacetadas ele o qualifica como um profissional híbrido. Dessa forma, é mister um maior fomento por parte dos profissionais bibliotecários, no que tange: o que ele faz, porque ele faz e para quem ele faz, criando um lineamento teórico que transforme seu fazer habitual em ciência.

Mercado em expansão O Sindicato dos Bibliotecários do Estado de São Paulo pontuou os

Mercado em expansão O Sindicato dos Bibliotecários do Estado de São Paulo pontuou os mercados em expansão para a categoria: empresas de consultorias; a prestação de serviços como autônomo; o empreendedorismo na área que tem se mostrado lucrativo e desafiador, exigindo competitividade do profissional, gestão eficaz e eficiente da própria empresa e flexibilidade para lidar com a sazonalidade da entrada de novos clientes.

Profissional da informação: bibliotecário atuação No entanto do ponto de vista da sociedade atual,

Profissional da informação: bibliotecário atuação No entanto do ponto de vista da sociedade atual, a práxis diária enxergada na profissão bibliotecária é apenas uma atuação pífia somente em bibliotecas. O campo de atuação do bibliotecário é bastante variado, como refletiu os quadros apresentados.

Bibliotecários Comparação salário base Fonte: www. ofaj. com. br

Bibliotecários Comparação salário base Fonte: www. ofaj. com. br

Profissional da informação: bibliotecário atuação O fazer do bibliotecário perpassa as quatro paredes imóvel

Profissional da informação: bibliotecário atuação O fazer do bibliotecário perpassa as quatro paredes imóvel de um local, ainda que esse atuar tenha os limites definidos pelos órgãos de classe, os profissionais ainda buscam incansavelmente um “lugar ao sol” e é certo que a classe se ressente da falta de uma política bibliotecária, séria e efetiva, na qual transcorreria também pelas instituições formadora da mão de obra qualificada para o mercado.

Profissional da informação: tecnologia A revolução da sociedade da informação não é um modismo,

Profissional da informação: tecnologia A revolução da sociedade da informação não é um modismo, mas uma profunda mudança na organização da sociedade e da economia e está ancorada em três fenômenos: convergência da base tecnológica onde se pode representar e processar qualquer informação em forma digital; a dinâmica da indústria que tem provocado queda dos preços dos computadores, aumento da capacidade de armazenamento e processamento, e a popularização crescente dessas máquinas; o crescimento da internet em parte decorrente dos dois primeiros fenômenos. (TAKAHASHI, 2000) Assim, as alterações nas tecnologias da informação e no seu uso criam diferentes demandas sobre os postos de trabalho e novas expectativas sobre os papéis dos profissionais da informação dentro das instituições/organizações.

Profissional da informação: tecnologia A revolução tecnológica traz implicações na geração de conhecimentos, no

Profissional da informação: tecnologia A revolução tecnológica traz implicações na geração de conhecimentos, no processamento e disseminação e no campo profissional em geral e, consequentemente, para as profissões da área de informação. As tecnologias exercem um papel importante no campo de ciência da informação. “[. . . ] não é novidade reconhecer que as tecnologias de informação exercem um papel preponderante em todas as rotinas de qualquer atividade que se possa imaginar nas bibliotecas, nos centros e serviços de informação”. (WALTER, 2005, p. 9)

Profissional da informação: tecnologia As mudanças no campo da informação e na profissão em

Profissional da informação: tecnologia As mudanças no campo da informação e na profissão em si não ocorreram somente a partir da chamada Sociedade da Informação, mas sim a partir de vários fatos ocorridos, principalmente a partir da década de 60. A transição do papel para o meio eletrônico como forma dominante de armazenamento e recuperação de informações e a convergência de mídias como texto, gráficos e som em recursos multimídia. Crescente demanda por prestação de contas, medição de desempenho, benchmarking, e melhoria contínua numa época de encolhimento de recursos para as bibliotecas. Novas formas de organização do trabalho como equipes de trabalho, compartilhamento do trabalho, teletrabalho, terceirização, downsizing e reengenharia. (SLA, 1998)

Profissional da informação: tecnologia Destaques: O desenvolvimento do padrão MARC e das tecnologias de

Profissional da informação: tecnologia Destaques: O desenvolvimento do padrão MARC e das tecnologias de comunicação mudaram como as bibliotecas ofereciam seus serviços. Busca booleana. Sistema integrado de bibliotecas online. Consortium of Ohio College (mais tarde OCLC) Comutação de pacotes de dados em rede (embrião da internet) Uso de bases de dados eletrônicas. Acesso remoto aos conteúdos. Alteração na relação usuário/acesso à informação.

Profissional da informação: tecnologia A organização, representação, disseminação e recuperação da informação foram afetadas

Profissional da informação: tecnologia A organização, representação, disseminação e recuperação da informação foram afetadas pelas tecnologias, as oportunidades para os profissionais da informação também foram potencializadas por elas, criando a necessidade de uma formação mais ampla, capaz de lidar com os objetivos tradicionais da biblioteconomia e com as tecnologias disponíveis. Assim, o custodial e o pós custodial convivem no cenário atual.

Educação do usuário • Em 1876 Dewey, defendia que “a biblioteca é uma escola,

Educação do usuário • Em 1876 Dewey, defendia que “a biblioteca é uma escola, o bibliotecário no sentido mais elevado um professor [. . . ]”. (Dewey, 1876 apud Tucker, 1980, p. 11). Pode se então considerar a biblioteca como local de aprendizagem. Fonte: Cunha, 2000

Educação de usuário • “Processo pelo qual o usuário interioriza comportamentos adequados com relação

Educação de usuário • “Processo pelo qual o usuário interioriza comportamentos adequados com relação ao uso da Biblioteca e desenvolve habilidades de interação permanente com os sistemas de informação. ” (BELLUZZO, 1989, p. 37). • Nesse sentido, percebe se que a intenção não é apenas uma condução em relação à biblioteca, mas compreende outros sistemas. Dessa forma, o que se espera com a educação de usuários, por meio dos programas para a educação, é uma mudança no comportamento dos indivíduos em relação à informação. Essa mudança está associada à assimilação cognitiva (conhecimentos), afetiva (valores e atitudes) e psicomotora (habilidades) por parte desses indivíduos (DUDZIAK; GABRIEL; VILLELA, 2000). Tem se, portanto, o usuário no centro do processo de aprendizagem informacional.

Acesso à informação 1 Possuem poucas habilidades de localizar, selecionar e usar informação para

Acesso à informação 1 Possuem poucas habilidades de localizar, selecionar e usar informação para realizar pesquisas; 2 Não sabem buscar informações adequadas para suprir suas necessidades de informação; 3 Buscam informação na Internet sem analisá las, utilizam apenas um buscador (Google); 4 Desconhecem os recursos informacionais disponibilizados pelas bibliotecas [universitárias]; e 5 Estão habituados a cortar e colar informações sem analisá las. (HERNÁNDEZ, 2010, p. 54, tradução nossa)

Acesso à Informação • Para Dias (2003) o “acesso” inicia se com a “necessidade

Acesso à Informação • Para Dias (2003) o “acesso” inicia se com a “necessidade de informação”, o que desencadeia várias ações, envolvendo meios, indivíduos, instrumentos, instituições e recursos a fim de viabilizar o acesso à informação em quaisquer circunstâncias. Portanto, o acesso demandaria pesquisas que investigassem os fenômenos associados a essas ações. • Avanço da Tecnologia; Fonte: Cunha, 2000 • Multiplicidade de Recursos Informacionais; • Necessidades de Informações; • Construção do Conhecimento Científico/Tecnológico/Cultural/Artístico; • Mercado X Academia. • Capacidade de aprender a aprender, isto é, de buscar e usar a informação eficaz e eficientemente.

Letramento informacional • Década de 70 A expressão information literacy, formulada por Paul Zurkowski

Letramento informacional • Década de 70 A expressão information literacy, formulada por Paul Zurkowski (Presidente Information Industries Association). Sugeriu que o governo norte americano se preocupasse em garantir que a população do país desenvolvesse competências para o acesso aos diversos produtos informacionais disponíveis no mercado. (GASQUE, 2012; CAMPELLO, 2003). • Década de 90 A preocupação com o desenvolvimento de competências para acessar a informação, com as publicações sobre competências e indicadores elaboradas por instituições como a American Association of School Librarians (AASL), a Association for Educational Communications and Technology (AECT) e a Association of College and Research Library (ACRL). • O conceito de letramento informacional surge no momento em que profissionais e pesquisadores (biblioteconomia e ciência da informação) começavam a se familiarizar com as teorias construtivistas. Associa se a essas teorias: a aprendizagem baseada em recursos, aprendizagem independente, aprender a aprender, aprendizagem ao longo da vida, aprendizagem por questionamento, aprendizagem por solução de problemas e pensamento crítico. Essa noções se relacionam ao movimento de letramento informacional. (CAMPELLO, 2009).

Letramento informacional • Início do século XXI – Surgem no Brasil, os estudos sobre

Letramento informacional • Início do século XXI – Surgem no Brasil, os estudos sobre letramento informacional. Caregnato em 2000 introduziu o termo no Brasil por meio da literatura, sendo que o termo foi traduzido como “alfabetização informacional”, propondo a expansão do conceito de educação de usuários. A literatura aponta o uso do termo information literacy e suas diversas traduções, quais sejam: letramento informacional, alfabetização informacional, habilidade informacional e competência informacional, para se referir à mesma ideia. Em alguns países de língua espanhola o termo utilizado é alfabetização informacional, já em Portugal, ‘literacia da informação’. • No Brasil pesquisadores como Campello (UFMG) e Gasque (UNB), entre outros, adotam o termo letramento informacional.

Letramento – Alfabetização – Competência e Habilidade • Alfabetização informacional se relaciona de ao

Letramento – Alfabetização – Competência e Habilidade • Alfabetização informacional se relaciona de ao conhecimento básico dos suportes de informação, à compreensão de conceitos relacionados às práticas de busca e uso de informação e ao domínio das funções básicas do computador necessárias para acessar e organizar a informação. • Letramento informacional por sua vez está relacionado com a capacidade de buscar e usar a informação eficazmente, isto é, a aplicação do conhecimento em diversas situações, ou seja, em práticas sociais. • Competência deve ser usada como expressão do saber-fazer e saber ser, derivada das relações entre o conhecimento que o sujeito detém, a experiência adquirida pela prática e a reflexão sobre a ação. • Habilidade é a realização de cada ação específica e necessária para se alcançar determinada competência. Fonte: GASQUE, 2012

Letramento Informacional • O letramento informacional constitui se no processo de aprendizagem necessário ao

Letramento Informacional • O letramento informacional constitui se no processo de aprendizagem necessário ao desenvolvimento de competências e habilidades específicas localizar, selecionar, acessar, organizar, usar informação e gerar conhecimento, visando à tomada de decisão e à resolução de problemas. • As teorias da aprendizagem estão subjacentes às diversas concepções de letramento informacional, quais sejam: ênfase na tecnologia da informação (concepção da informação), ênfase nos processos cognitivos (concepção cognitiva) e ênfase no aprendizado (concepção da inteligência).

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: The BIG 6 Desenvolvido por Michel Eisenberg e

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: The BIG 6 Desenvolvido por Michel Eisenberg e Robert Berkowitz 1 Definição da tarefa 1. 1 Definir o problema de informação 1. 2 Identificar a informação necessária 2 Estratégias de busca de informação 2. 1 Determinar todas a possíveis fontes 2. 2 Selecionar as melhores fontes 3 Localização e acesso 3. 1 Localizar fontes 3. 2 Encontrar a informação nas fontes 4 Uso da informação 4. 1 Verificar a pertinencia e a relevancia da fonte 4. 2 Extrair informação relevante 5 Síntese 5. 1 Organizar a informação de diversas fontes 5. 2 Apresentar a informação (no formato exigido /conveniente) 6 Avaliação 6. 1 Avaliar o processo (eficiência) 6. 2 Avaliar o produto (eficácia)

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: OSLA Desenvolvido pela Ontario School Library Association Information

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: OSLA Desenvolvido pela Ontario School Library Association Information Studies

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: Gavilán Desenvolvido pela Fundación Gabriel P. Uribe 1

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: Gavilán Desenvolvido pela Fundación Gabriel P. Uribe 1 PASSO: Definir o problema e que informações são necessárias; 2 PASSO: Buscar e avaliar fontes de informação; 3 PASSO: Analisar a informação; 4 PASSO: Sintetizar e utilizar a informação.

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: Information Search Process Desenvolvido por Carol Kuhlthau: •

Modelos de prática disciplinada de pesquisa: Information Search Process Desenvolvido por Carol Kuhlthau: • Início do trabalho; • Seleção do assunto; • Exploração de informações; • Definição do tema; • Coleta de informações; • Apresentação dos resultados; • Avaliação do processo. Fonte: CAMPELLO, 2009

Disciplina • Le Coadic (2004) considera que o desenvolvimento e crescimento da indústria da

Disciplina • Le Coadic (2004) considera que o desenvolvimento e crescimento da indústria da informação promoveram uma nova dinâmica ao considerar as diversas informações eletrônicas existentes. Para esse autor é necessário “aprender a se informar e aprender a informar”. • Urge nessa perspectiva uma educação voltada para a informação. Esse mesmo autor faz uma crítica severa ao afirmar que não existe, nos níveis médio e universitário, um ensino para a informação. Na visão desse autor o combate contra o analfabetismo e o iletrismo informacional realizar se ia por meio da introdução de uma disciplina “informação” e, consequentemente a diminuição existente entre inforricos e infopobres.

Treinamento de usuários Para falarmos de treinamentos de usuários, temos que situá los dentro

Treinamento de usuários Para falarmos de treinamentos de usuários, temos que situá los dentro de um contexto maior de obtenção de competências informacionais e de educação de usuários.

Competência informacional A competência informacional é uma habilidade primordial na sociedade da informação e,

Competência informacional A competência informacional é uma habilidade primordial na sociedade da informação e, “[. . . ] as pessoas alfabetizadas em informação sabem como encontrar, avaliar e utilizar a informação de forma eficaz para resolver um problema particular ou tomar uma decisão [. . . ]. ” (ACRL, 1989, online, tradução nossa).

Competência informacional “[. . . ] um conjunto de habilidades requeridas pelos indivíduos para

Competência informacional “[. . . ] um conjunto de habilidades requeridas pelos indivíduos para "reconhecer quando a informação é necessária e ter a habilidade para localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária. ” (ACRL, 2000, p. 2, tradução nossa)

Educação de usuários: treinamentos A educação de usuários pode ser vista como uma estratégia

Educação de usuários: treinamentos A educação de usuários pode ser vista como uma estratégia auxiliar na aquisição de competências informacionais. A estratégia educativa da biblioteca tornou se proeminente a partir do aparecimento da expressão “serviço de referência” e foi ampliada a partir do conceito de “educação de usuários”. (Campello, 2003)

Educação de usuários: treinamentos A educação de usuários apresenta “[. . . ] uma

Educação de usuários: treinamentos A educação de usuários apresenta “[. . . ] uma característica proativa, realizando se por meio de ações planejadas de uso da biblioteca e de seus recursos. ” (CAMPELLO, 2003, p. 29). Uma das estratégias da educação de usuários para que esses adquiram competência informacional é o treinamento de usuários.

Treinamentos de usuários Cuenca, Noronha e Alvarez (2008) atribuem a função de capacitar os

Treinamentos de usuários Cuenca, Noronha e Alvarez (2008) atribuem a função de capacitar os usuários à biblioteca. “[. . . ] oferecendo cursos e treinamentos para que os usuários conheçam os sistemas de recuperação da informação, a arquitetura das bases de dados, a organização da informação nas diferentes áreas do conhecimento. ” (CUENCA; NORONHA; ALVAREZ, 2008, p. 48)

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência Grogan (1995) afirma que o bibliotecário de

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência Grogan (1995) afirma que o bibliotecário de referência é o mais indicado para atuar como instrutor na capacitação dos usuários. O bibliotecário de referência seria então o intermediário entre os utilizadores da biblioteca e suas coleções. (ANTUNES, 2006).

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência Aluno – pesquisa Docente – orienta Bibliotecário

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência Aluno – pesquisa Docente – orienta Bibliotecário de referência abre o caminho crítico para a construção do conhecimento. (ANTUNES, 2006)

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência “[. . . ] desenvolve um papel

Treinamentos de usuários – bibliotecário de referência “[. . . ] desenvolve um papel educativo, vivencia o intercâmbio permanente da troca de informações, orienta na utilização das ferramentas de recuperação das fontes e recursos da informação, constrói habilidades e qualidades, institucionaliza valores éticos na obtenção e no uso da informação obtida. ” (ANTUNES, 2006, p. 19, grifo nosso).

Programas de treinamentos Com o desenvolvimento das tecnologias e o crescimento da produção acadêmica,

Programas de treinamentos Com o desenvolvimento das tecnologias e o crescimento da produção acadêmica, surgiram os programas de treinamento e capacitação dos usuários com orientações mais específicas, voltadas para as pesquisas nos catálogos eletrônicos, em bases de dados e normalizações. (GUERRERO, 2002, p. 24, grifo nosso)

Programas de treinamento A biblioteca deve ter como meta tornar os usuários auto-suficientes na

Programas de treinamento A biblioteca deve ter como meta tornar os usuários auto-suficientes na busca de informação. Essas instituições devem, portanto incluir programas de treinamentos e avaliação de seus resultados como rotina, buscando dessa forma a melhoria desse serviço oferecido. (CUENCA; NORONHA; ALVAREZ, 2008)

Programas de treinamentos Fonte: CAMPOS; GUIMARÃES, 2008, p. 38

Programas de treinamentos Fonte: CAMPOS; GUIMARÃES, 2008, p. 38

O treinamento de usuários Pode ser definido como o ensino de habilidades para os

O treinamento de usuários Pode ser definido como o ensino de habilidades para os usuários finais a fim de se utilizar de forma eficaz o sistema de informação e pode ser considerado como uma “mudança de comportamento controlado”. (KAPLAN MOR; GLEZER; ZVIRAN, 2011).

O treinamento de usuários Caracteriza se “pelo esforço despendido pelas organizações para propiciar oportunidades

O treinamento de usuários Caracteriza se “pelo esforço despendido pelas organizações para propiciar oportunidades de aprendizagem a seus integrantes”. (BORGES ANDRADE; OLIVEIRA CASTRO, 1996, p. 112). Identificação e superação de deficiências. Acréscimo de competências e habilidades necessárias para execução uma tarefa específica. Desenvolvimento de competências informacionais nos usuários.

COLABORAÇÃO A colaboração é um dos principais fatores para que o bibliotecário exerça sua

COLABORAÇÃO A colaboração é um dos principais fatores para que o bibliotecário exerça sua função educativa. Tomaremos como recorte dois estudos que mostraram isso: Kuhlthau e Campello

OS ESTUDOS DE KUHLTHAU Colaboração deve ser vista como um compartilhar da responsabilidade, o

OS ESTUDOS DE KUHLTHAU Colaboração deve ser vista como um compartilhar da responsabilidade, o trabalho em equipe em busca de realização de sucesso de seus alunos. Um fator de impacto dos estudos de Kuhlthau foi a implantação de programas de sucesso em competência informacional.

OS ESTUDOS DE CAMPELLO Observou no discurso dos bibliotecários, um tom exortativo para a

OS ESTUDOS DE CAMPELLO Observou no discurso dos bibliotecários, um tom exortativo para a mudança dessa situação, mas ao mesmo tempo uma superficialidade e uma vagueza. Em um equipe escolar, quase sempre o sentimento dos professores era de que o bibliotecário precisava ser mais participativo e interagir mais com os professores e a equipe escolar.

ESTUDOS SOBRE COLABORAÇÃO A colaboração é efetivamente um dos elementos essenciais que pode e

ESTUDOS SOBRE COLABORAÇÃO A colaboração é efetivamente um dos elementos essenciais que pode e deve ocorrer nas escolas. Deve ir além da função de suporte ou apoio à atividade pedagógica. Ideia defendida por Loertscher(2000) Deve ser vista como a função de intervenção direta nessa mesma atividade.

 Os bibliotecários escolares devem exercer um papel de destaque no ato pedagógico das

Os bibliotecários escolares devem exercer um papel de destaque no ato pedagógico das escolas. Assim o bibliotecário pode desenvolver um trabalho como parte integrante dos conteúdos programáticos das disciplinas. Culturalmente, o bibliotecário escolar está imbuído de um fazer tecnicista arraigado de uma formação escolar que não permite sua participação no contexto educativo. Tradicionalmente, compete ao bibliotecário escolar atribuições de pouco ou nenhum mote educativo.

PANORAMA DOS ESTUDOS NO BRASIL Os escassos estudos desenvolvidos no Brasil remontam de 2005,

PANORAMA DOS ESTUDOS NO BRASIL Os escassos estudos desenvolvidos no Brasil remontam de 2005, o tema vinha sendo tratado de forma superficial e geralmente relacionado à característica típica do bibliotecário: a preferência por trabalhar isolado. Ainda é incipiente a participação do bibliotecário no processo de aprendizagem.

PANORAMA DO ESTUDOS NOS ESTADOS UNIDOS Estados americanos começaram a reconhecer o impacto que

PANORAMA DO ESTUDOS NOS ESTADOS UNIDOS Estados americanos começaram a reconhecer o impacto que as bibliotecas escolares têm sobre o desempenho acadêmico dos alunos. Nos últimos 10 anos, as pesquisas revelam a mesma conclusão: “Uma biblioteca escolar eficaz, liderada por um bibliotecário escolar que tem um papel claramente definido na ação pedagógica, desempenha um papel fundamental no ato da aprendizagem e da construção do conhecimento do estudante” (TODD; KUHLTHAU, 2004, p. 6).

 Pesquisas referentes à colaboração, com apoio da administração superior, dentro de um sistema

Pesquisas referentes à colaboração, com apoio da administração superior, dentro de um sistema educativo, são encontradas nos estudos de Farmer (1995). Já na pesquisa de Senge (1990), encontramos, colaboração no sentido de uma visão holística em diferentes ambientes que canalizam para um sucesso único. As práticas de colaboração, do ponto de vista das condições ambientais, são recorrentes nos estudos de Gavigan, Pribesh, Dickinson (2010).

 As pesquisas conduzidas por Callison (2006) trazem à tona uma conhecida barreira para

As pesquisas conduzidas por Callison (2006) trazem à tona uma conhecida barreira para uma colaboração bem sucedida, a “falta de tempo”. Seu trabalho relata também que bibliotecários com horários flexíveis são capazes de dedicar mais tempo ao planejamento de programas com objetivos educativos, buscando formar o aluno com senso crítico. Bishop e, Larimer(1999) abordam, em seus estudos, a falha de visão do corpo docente em relação ao bibliotecário. Os autores revelam que muitas vezes o profissional é visto como contador de história e fornecedor de recursos, quase nunca é considerado como coautor de um processo educativo.

 Nos estudos sobre colaboração Patrícia Montiel Overall propõe quatro modelos de colaboração a

Nos estudos sobre colaboração Patrícia Montiel Overall propõe quatro modelos de colaboração a partir dos estudos das taxonomias desenvolvidas por Loertscher (1982, 1988, 2000). 1. coordenação; 2. cooperação; 3. instrução integrada e 4. currículo integrado

Atuação do PI Como será o ambiente de trabalho/escritório do futuro? Sustentabilidade e o

Atuação do PI Como será o ambiente de trabalho/escritório do futuro? Sustentabilidade e o convívio dos funcionários. É o que mostra o projeto vencedor de um concurso no Reino Unido, promovido pelo British Council for Offices and Property Week, e lugar de trabalho ideal em 2018. http: //exame. abril. com. br/carreira/noticias/como sera o ambiente de trabalho do futuro 24/05/2011 15: 41

Profissional da informação e Educação a Distância A educação a distância (EAD) oferece um

Profissional da informação e Educação a Distância A educação a distância (EAD) oferece um novo campo de atuação para o profissional da informação. Equipes multidisciplinares atuam na parte operacional, administrativa, pedagógica para que o curso possa ser oferecido com excelência.

Profissional da informação e Educação a Distância Os profissionais que comumente fazem parte são:

Profissional da informação e Educação a Distância Os profissionais que comumente fazem parte são: bibliotecário, analista, revisor, administrador, webdesigns e profissionais(professores, tutores, etc. ) com conhecimento específico do curso ofertado, organizam se para disponibilizar a informação de forma eficiente, esforçando para que o processo de transferência da informação no meio virtual possa ser apresentado e assimilado de forma adequada.

Projetos EAD A atuação do profissional da informação neste cenário depende das suas competências

Projetos EAD A atuação do profissional da informação neste cenário depende das suas competências e habilidades, sendo necessário profissionais com capacidade de organizar e administrar a informação, oferecendo suporte aos alunos, professores, tutores da modalidade a distância.

Mediação Tutor Mediação no processo de aprendizagem. capacidade de estabelecer relações de empatia com

Mediação Tutor Mediação no processo de aprendizagem. capacidade de estabelecer relações de empatia com os envolvidos e o domínio das ferramentas tecnológicas e de comunicação; interagir com o aluno estimulando suas funções cognitivas, buscando melhorar os processos de aprendizagem.

Biblioteca digital Surge nesse novo cenário, para atender ao ambiente educacional. Permite o acesso

Biblioteca digital Surge nesse novo cenário, para atender ao ambiente educacional. Permite o acesso ao conteúdo da informação on line, disponibilizando diversos tipos de documentos: vídeos, textos, imagens, etc. O conteúdo informacional é representado e organizado em ambientes eletrônicos.

Valores emergentes Segundo De Masi, (1999 apud Silva e Cunha, 2002) alguns valores devem

Valores emergentes Segundo De Masi, (1999 apud Silva e Cunha, 2002) alguns valores devem ser levados em conta: intelectualidade: valorização das atividades cerebrais em detrimento às atividades braçais; criatividade: tarefas repetitivas e rotineiras serão realizada por máquinas; estética: o que distingue hoje não é mais a técnica , e sim a estética , o design.

Profissional do futuro Atualmente a regra é capacitação profissional. Segundo Silva e Cunha (2002,

Profissional do futuro Atualmente a regra é capacitação profissional. Segundo Silva e Cunha (2002, p. 78): “Este profissional deverá interagir com máquinas sofisticadas e inteligentes, será um agente no processo de tomada de decisão. Além disso seu valor de mercado será estimado com base no dinamismo, em sua criatividade e em seu empreendedorismo. Todas esses fatores evidenciam que só a educação será capaz de preparar pessoas para enfrentar o desafios dessa nova sociedade. ”

Relações de trabalho compartilhada; organização do trabalho próxima do estabelecido pelo taylorismo/fordismo, apesar de,

Relações de trabalho compartilhada; organização do trabalho próxima do estabelecido pelo taylorismo/fordismo, apesar de, estar muito próximo do toyotismo, haja vista a flexibilidade preponderante na educação a distância.

REFERÊNCIAS ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Profissional da informação: entre o espírito e a

REFERÊNCIAS ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Profissional da informação: entre o espírito e a produção. In: VALENTIM, Marta Pomim (Org. ) Profissional da informação: formação, perfil e atuação. São Paulo: Polis, 2000. p. 31 51. ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Infohome. Disponível em: <http: //www. ofaj. com. br/>. Acesso em: 13 dez. 2012. ANTUNES, M. L. M. Serviço de referência na área de saúde em contexto universitário: o papel de mediador do bibliotecário de referência. 2006. 158 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Documentais) – Departamento de Ciências Documentais, Universidade Autónoma de Lisboa, 2006. Disponível em: < http: //eprints. rclis. org/bitstream/10760/15994/1/Tese. MLA. pdf>. Acesso em: 08 dez. 2012. ASSOCIATION OF COLLEGE AND RESEARCH LIBRARY. Information literacy competency standards for higher education. Chicago: ALA, 2000. Disponível em: <http: //www. ala. org/acrl/sites/ala. org. acrl/files/content/Standards/standards. pdf>. Acesso em: 01 dez 2012. ASSOCIATION OF COLLEGE AND RESEARCH LIBRARY (ACRL). Presidential Committee on Information Literacy: final report. Washington, DC, 1989. Disponível em: <http: //www. ala. org/acrl/publications/whitepapers/presidential#importance>. Acesso em: 01 dez. 2012. BAPTISTA, Sofia Galvão; MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. Considerações sobre o mercado de trabalho do bibliotecário. Información, Cultura y Sociedad, n. 12, p. 35 50, 2005. BARBOSA, R. R. et al. Novo nome e novo paradigma: da biblioteconomia à ciência da informação. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 5, n. especial, p. 81 – 91, jan. /jun. 2000. Disponível em: < http: //portaldeperiodicos. eci. ufmg. br/index. php/pci/article/view/557/339>. Acesso em: 07 dez. 2012. BARRETO, A. A. A condição da informação. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 16, n. 3, p. 67 74, 2002. BELLUZZO, Regina Celia Baptista. Educação de Usuários de Bibliotecas Universitárias: da conceituação e sistematização ao estabelecimento de diretrizes. 1989. 107 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Comunicação) Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo. 1989.

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