Transtorno Invasivo do Desenvolvimento interao social PDD Comportamento






























- Slides: 30
Transtorno Invasivo do Desenvolvimento interação social PDD Comportamento e interesses repetitivos e estereotipados comunicação
desenvolvimento normal
Causa biológica Dificuldade para compartilhar atenção Comprometimento da habilidade para se comunicar e socializar: • Dificuldade para iniciar contato com olhar e gestos com objetivo de compartilhar • Dificuldade para participar em atividades que envolvam “turn-taking” agrava melhora Comprometimento do recebimento e processamento de informações sociais Com o tempo o ambiente (pais, irmãos etc. ) Estimula menos socialmente a criança INTERVENÇÃO PRECOCE (INICIAR ANTES DOS 5 ANOS)
pe As er rg PD DN OS Autismo (verbal) Au (e tism co lal o ia) ESPECTRO AUTÍSTICO o l) m s rba i t Au o ve (nã
Falha na interação social recíproca Isolamento total Passividade diante dos outros, mas sem rejeição da presença. Aceitação do contato, mas não busca o encontro. Abordagem do outro na tentativa de satisfazer demanda Estabelecimento espontâneo de contatos sociais, de uma forma particular, ingênua e unilateral.
Dificuldade na comunicação Não compartilha o olhar Não imita gestos Sem linguagem verbal e não verbal (ou pouca). Fala ecolálica (ecolalia imediata ou remota) Fala um pouco mais adaptada, mas com reprodução de trechos que ouviu. Uso a terceira pessoa ao invés do “EU” A linguagem mais desenvolvida, mas persistem alterações no discurso recíproco, na compreensão da linguagem figurada e entoação estranha, apesar do vocabulário e da gramática intactos.
Comportamento Repetitivo Presença intensa de estereotipias Necessidade intensa de rotina ou rituais que se não satisfeitos geram birras severas As atividades repetitivas são freqüentes, no entanto as reações a mudanças são menos importantes Mantém interesses muito repetitivos seja por números, letras, filmes ou outros. Os jogos do tipo “faz de conta” começam a surgir mas ainda com cópia do jogo de outras crianças
Pontos principais do Tratamento Ø A Família precisa compreender quais são as dificuldades cognitivas de um portador de autismo e se dispor a trabalhar e se adaptar as necessidades da criança Ø Atendimento individualizado, idealmente 1 profissional para 1 criança Ø Utilizar sempre a visual em conjunto com a verbal para passar informação Ø Contato com crianças não autistas
MÉTODO TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children) Objetivo: aumentar o funcionamento independente. Ø Valoriza o aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento). Dá importância à rotina e a informação visual. Ø É necessário organizar e simplificar o ambiente, apresentando menos estímulos sensoriais concomitantes. Isto facilita a criança a focar a atenção nos detalhes relevantes Ø UTILIZAÇÃO DE MATERIAL COM INFORMAÇÃO VISUAL Ø
PECS (Picture Exchange Communication System). Ø Este sistema utiliza cartões contendo fotos ou logotipos de coisas relevantes para a criança. Pode-se iniciar com coisas que a criança gosta de comer e ensiná-la a utilizar os cartões como objeto de troca pelo que deseja.
PECS (Picture Exchange Communication System). solicitando um item recebendo o item
PECS (Picture Exchange Communication System).
ABA (applied behavioral analysis) Ø Baseado nos trabalhos de Skinner (estímulo ->resposta ->conseqüência) Ø Programa UCLA (Lovaas) Ø Programas envolvendo Discrete Trial Training (DTT) em casa ou na escola Ø ABA + educação inclusiva
Outras estratégias ØAprendizado Incidental ØIntegração dos diferentes modelos
Bases de um programa Ø Currículo básico- dirigir atenção, imitação, desenvolver comunicação, estimular o interesse social e aprender a brincar Ø Ambiente estruturado, previsível e com rotina. Ø Necessidade de generalizar para os demais ambientes da criança.
Por onde começar ? Ø Procurar profissionais especializados Ø Decidir qual a melhora estratégia (escola regular com facilitador, escola especial ou atendimento individual) Ø Localizar quais as prioridades a serem trabalhadas (depende do grau de autismo) Ø Avaliar de maneira dinâmica e constante os resultados
ESTRATÉGIAS PARA FACILITAR O COMPARTILHAR DA ATENÇÃO Ø Ø Ø Partir de objetos e situações que a criança já mostra interesse para iniciar interação social. Utilizar estímulos visuais nas atividades pedagógicas e no dia-a-dia (organizar o horário, mostrar aonde ela vai e o que vai acontecer). Estruturar o ambiente de forma que a criança preveja o que se espera dela em cada situação. Aproveitar situações e horas naturalmente agradáveis para a criança (banho, comida) para ensinar e trabalhar conceitos. Diminuir o tempo que a criança fica sozinha e sem atividade.
DICAS DE COMO ESTIMULAR A COMUNICAÇÃO Responder a qualquer iniciativa e comunicação Ø Apresentar objetos do interesse da criança Ø Dar um intervalo de tempo entre mostrar e nomear um objeto Ø Utilizar recursos gestuais ou visuais para melhorar a comunicação Ø Utilizar situações naturais e reais para estimular a comunicação. Ø
COMO MODIFICAR A INVERSÃO PRONOMINAL? Ø Brincadeiras de minha vez/sua vez. Ø Criança: “Você quer biscoito” (pedindo biscoito) Ø Adulto: “Não quero, obrigada. Você quer? ”
COMO AUMENTAR VOCABULÁRIO? Ø Apresentar a palavra nova em uma situação real ideal. Ex: diante de um prato de arroz e feijão pedir para a criança ir buscar a colher. COMO ESTIMUAR A COMUNICAÇÃO EM QUEM NÃO FALA NENHUMA PALAVRA? Ø Inicialmente trabalhar o olhar nos olhos, o olhar quando chamado, a imitação motora e de sons.
A criança não olha para quem está falando Ø Princípios da intervenção: todos que lidam com a criança devem usar a mesma estratégia; falar devagar e pausadamente; usar o mesmo número de palavras/frase que a criança usa. Ø Reforçar as palavras-chaves (alterar volume, repetir palavras, tossir ou dar pausa)
A criança olha mas não sustenta a atenção em quem está falando Ø Ao notar que a criança perdeu o foco de atenção em quem estava falando, pare de falar e mude a sua ação para algo inesperado (exagerado e entusiasmado) como por ex. alteração brusca de volume, se atirar no chão ou fazer expressão facial de surpresa.
ØCaso a intervenção não dê o resultado esperado (aumentar determinado comportamento) é necessário criar nova estratégia.
A criança apresenta dificuldade para reconhecer faces
www. do 2 learn. com
Explicar visualmente uma situação social (Carol Gray)
Fundamental Ø Diagnóstico precoce Ø Intervenção adequada e com reavaliação sistemática Ø Boa vontade e interesse são pontos importantes. Mas conhecimento é essencial Ø O tratamento pode ser baseado em um método ou na combinação de vários Ø Utilizar medicação se necessário
www. carlagikovate. kit. net