Transferncia de Calor e Massa Prof Dr Lucas

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Transferência de Calor e Massa Prof. Dr. Lucas Freitas Berti Engenharia de Materiais -

Transferência de Calor e Massa Prof. Dr. Lucas Freitas Berti Engenharia de Materiais - UTFPR lenberti@gmail. com 1

Aula 4 29/05/2013 Condução Unidimensional Regime Permanente em

Aula 4 29/05/2013 Condução Unidimensional Regime Permanente em

Presença Cobrança da presença Transferência de Calor e Massa 3

Presença Cobrança da presença Transferência de Calor e Massa 3

§ Ementa Revisão § A Equação da Difusão de Calor (Difusão Térmica) § Condições

§ Ementa Revisão § A Equação da Difusão de Calor (Difusão Térmica) § Condições de Contorno e Inicial Transferência de Calor e Massa 4

A Equação da Difusão de Calor (Difusão Térmica) Transferência de Calor e Massa 5

A Equação da Difusão de Calor (Difusão Térmica) Transferência de Calor e Massa 5

Um dos objetivos principais da análise da condução de calor é determinar o campo

Um dos objetivos principais da análise da condução de calor é determinar o campo de temperaturas (distribuição de temperaturas) num meio resultante das condições impostas em suas fronteiras. Uma vez conhecida esta distribuição, o fluxo de calor por condução em qualquer ponto do meio ou na superfície pode ser determinado através da Lei de Fourier. Transferência de Calor e Massa 6

Objetivo: uma equação diferencial cuja solução, para condições de contorno especificadas, forneça a distribuição

Objetivo: uma equação diferencial cuja solução, para condições de contorno especificadas, forneça a distribuição de temperaturas no meio. Metodologia: aplicação da conservação da energia, ou seja, define-se um volume de controle diferencial, identificam-se os processos de transferência de energia relevantes e substituem-se as equações das taxas de transferência de calor apropriadas. Transferência de Calor e Massa 7

Volume de controle diferencial, dx. dy. dz, para análise da condução em coordenadas cartesianas.

Volume de controle diferencial, dx. dy. dz, para análise da condução em coordenadas cartesianas. Transferência de Calor e Massa 8

§ Equação da Difusão do Calor (Difusão Térmica) Coordenadas cartesianas Em qualquer ponto do

§ Equação da Difusão do Calor (Difusão Térmica) Coordenadas cartesianas Em qualquer ponto do meio, a taxa líquida de transferência de energia por condução no interior de um volume unitário somada à taxa volumétrica de geração de energia térmica deve ser igual à taxa de variação da energia térmica acumulada no interior deste volume. Transferência de Calor e Massa 9

Com frequência, é possível trabalhar com versões simplificadas da Equação do Calor. Exemplo: condução

Com frequência, é possível trabalhar com versões simplificadas da Equação do Calor. Exemplo: condução 1 D com propriedades constantes e sem geração de energia. Transferência de Calor e Massa 10

Heat Flux Components • Coordenadas Cartesianas: (2. 3) • Coordenadas Cilíndricas: (2. 22) •

Heat Flux Components • Coordenadas Cartesianas: (2. 3) • Coordenadas Cilíndricas: (2. 22) • Coordenadas Esféricas (2. 25) Transferência de Calor e Massa 11

Heat Flux Components (cont. ) • In angular coordinates , the temperature gradient is

Heat Flux Components (cont. ) • In angular coordinates , the temperature gradient is still based on temperature change over a length scale and hence has units of C/m and not C/deg. • Heat rate for one-dimensional, radial conduction in a cylinder or sphere: – Cylinder or, – Sphere Transferência de Calor e Massa 12

§ Equação do Calor: Coordenadas Cilíndricas radial, r circunferencial, Φ axial, z Transferência de

§ Equação do Calor: Coordenadas Cilíndricas radial, r circunferencial, Φ axial, z Transferência de Calor e Massa 13

§ Equação do Calor: Coordenadas Esféricas radial, r polar, θ azimutal, Φ Transferência de

§ Equação do Calor: Coordenadas Esféricas radial, r polar, θ azimutal, Φ Transferência de Calor e Massa 14

Condições de Contorno e Inicial Transferência de Calor e Massa 15

Condições de Contorno e Inicial Transferência de Calor e Massa 15

Para determinação da distribuição de temperaturas num meio, é necessário resolver a forma apropriada

Para determinação da distribuição de temperaturas num meio, é necessário resolver a forma apropriada da Equação do Calor. Tal solução depende das condições físicas existentes nas fronteiras do meio, e, se a situação variar com o tempo (processo transiente), a solução também depende das condições existentes no meio em algum instante inicial. Transferência de Calor e Massa 16

Condição Inicial: como a Equação do Calor é de primeira ordem em relação ao

Condição Inicial: como a Equação do Calor é de primeira ordem em relação ao tempo, apenas uma condição deve ser especificada. [T(x, t)t=0 = T(x, 0)] Condições na Fronteira (Condições de Contorno): há várias possibilidades comuns que são expressas de maneira simples em forma matemática. Como a Equação do Calor é de segunda ordem em relação às coordenadas espaciais, duas condições de contorno devem ser fornecidas para cada coordenada espacial necessária para descrever o problema. Transferência de Calor e Massa 17

Condições de contorno para a equação da difusão do calor na superfície (x =

Condições de contorno para a equação da difusão do calor na superfície (x = 0). Condição de Dirichlet Condição de Neumann Condição de Robin Transferência de Calor e Massa 18

Homework Chapter 2 (Incropera et al, 2008): § 2. 2, 2. 3, 2. 4,

Homework Chapter 2 (Incropera et al, 2008): § 2. 2, 2. 3, 2. 4, 2. 6, 2. 8, 2. 13, 2. 20, 2. 26, 2. 35, 2. 36, 2. 39, 2. 50 Transferência de Calor e Massa 19

Exemple 2. 3 Transferência de Calor e Massa 20

Exemple 2. 3 Transferência de Calor e Massa 20

Exemple 2. 3 Transferência de Calor e Massa 21

Exemple 2. 3 Transferência de Calor e Massa 21

§ Ementa Sumário da aula § A Parede Plana ▫ ▫ Distribuição de Temperaturas

§ Ementa Sumário da aula § A Parede Plana ▫ ▫ Distribuição de Temperaturas Resistência Térmica A Parede Composta Resistência de Contato § Uma Análise Alternativa da Condução § Sistemas Radiais ▫ O Cilindro ▫ A Esfera § Resumo dos Resultados da Condução 1 D Transferência de Calor e Massa 22

A Parede Plana Transferência de Calor e Massa 23

A Parede Plana Transferência de Calor e Massa 23

Transferência de calor através de uma placa plana (distribuição de temperaturas). Transferência de Calor

Transferência de calor através de uma placa plana (distribuição de temperaturas). Transferência de Calor e Massa 24

Distribuição de Temperaturas Em regime permanente, sem a presença de fontes ou sumidouros de

Distribuição de Temperaturas Em regime permanente, sem a presença de fontes ou sumidouros de energia no interior da parede, a forma apropriada da Equação do Calor é: Para condução 1 D em RP numa parede plana sem geração de calor, o fluxo térmico é uma constante, independente de x. Transferência de Calor e Massa 25

se k = cte, a equação pode ser integrada duas vezes, obtendo-se a solução

se k = cte, a equação pode ser integrada duas vezes, obtendo-se a solução geral, As condições de contorno para este problema são: com isso, tem-se que Transferência de Calor e Massa 26

Substituindo na solução geral, a distribuição de temperaturas é Para a condução 1 D

Substituindo na solução geral, a distribuição de temperaturas é Para a condução 1 D em RP numa parede plana sem geração de calor e condutividade térmica constante, a temperatura varia linearmente com x. Transferência de Calor e Massa 27

Utilizando a distribuição de temperaturas e a Lei de Fourier, tem-se que A taxa

Utilizando a distribuição de temperaturas e a Lei de Fourier, tem-se que A taxa de transferência de calor por condução qx e o fluxo térmico q"x são constantes, independentes de x. 28 Transferência de Calor e Massa

§ Procedimento Padrão para solução de problemas de condução. 1) Solução geral para a

§ Procedimento Padrão para solução de problemas de condução. 1) Solução geral para a distribuição de temperaturas é obtida através da resolução da forma apropriada da Equação do Calor. 2) As condições de contorno são utilizadas para obtenção da solução particular 3) Lei de Fourier é utilizada para determinação da taxa de transferência de calor. Transferência de Calor e Massa 29

Resistência Térmica Caso especial da transferência de calor 1 D sem geração interna de

Resistência Térmica Caso especial da transferência de calor 1 D sem geração interna de energia e com propriedades constantes. Analogia entre as difusões de calor e de carga elétrica. Da mesma forma que uma resistência elétrica está associada à condução de eletricidade, uma resistência térmica está associada à condução de calor. Definição: razão entre um potencial motriz e a correspondente taxa de transferência. Transferência de Calor e Massa 30

§ Resistência térmica para condução § Resistência térmica para convecção Representações na forma de

§ Resistência térmica para condução § Resistência térmica para convecção Representações na forma de circuitos fornecem uma ferramenta útil tanto para a conceituação quanto para a quantificação de problemas da transferência de calor. Transferência de Calor e Massa 31

§ Circuito térmico equivalente para a parede plana com condições de convecção nas superfícies.

§ Circuito térmico equivalente para a parede plana com condições de convecção nas superfícies. qx pode ser determinada pela consideração em separado de cada elemento da rede (qx é constante ao longo da rede) Transferência de Calor e Massa 32

Em termos da diferença de temperatura global e da resistência térmica total, a taxa

Em termos da diferença de temperatura global e da resistência térmica total, a taxa de transferência de calor pode ser representada por sendo que Transferência de Calor e Massa 33

A troca radiante entre a superfície e a vizinhança pode, também, ser importante se

A troca radiante entre a superfície e a vizinhança pode, também, ser importante se h for pequeno. § Resistência térmica para radiação Nota: as resistências convectiva e radiante em uma superfície atuam em paralelo, e se T∞ = Tviz, elas podem ser combinadas para se obter uma resistência na superfície única e efetiva. Transferência de Calor e Massa 34

Parede Composta Circuito térmicos equivalentes podem ser utilizados em sistemas mais complexos, como, por

Parede Composta Circuito térmicos equivalentes podem ser utilizados em sistemas mais complexos, como, por exemplo, paredes compostas. Tais paredes possuem uma quantidade qualquer de resistências térmicas em série e em paralelo, devido à presença de camadas diferentes de materiais. Transferência de Calor e Massa 35

Circuito térmico equivalente para uma parede composta em série. Transferência de Calor e Massa

Circuito térmico equivalente para uma parede composta em série. Transferência de Calor e Massa 36

A taxa de transferência de calor 1 D para esse sistema pode ser representada

A taxa de transferência de calor 1 D para esse sistema pode ser representada por sendo que Transferência de Calor e Massa 37

Alternativamente, a taxa de transferência de calor pode ser relacionada à diferença de temperaturas

Alternativamente, a taxa de transferência de calor pode ser relacionada à diferença de temperaturas e à resistência térmica associadas a cada elemento. Por exemplo, Transferência de Calor e Massa 38

Em sistemas compostos, é conveniente definir um coeficiente global de transferência de calor, U,

Em sistemas compostos, é conveniente definir um coeficiente global de transferência de calor, U, por uma expressão análoga à Lei de Resfriamento de Newton. ou ainda, Transferência de Calor e Massa 39

As paredes compostas também podem ser caracterizadas por configurações série-paralelo. Embora nesse sistema o

As paredes compostas também podem ser caracterizadas por configurações série-paralelo. Embora nesse sistema o escoamento de calor seja multidimensional, é razoável a hipótese de condições 1 D. Com base nesta hipótese, dois circuitos térmicos diferentes podem ser usados. Transferência de Calor e Massa 40

Circuito térmico equivalente para uma parede composta série-paralela: considerando que as superfícies normais à

Circuito térmico equivalente para uma parede composta série-paralela: considerando que as superfícies normais à direção x sejam isotérmicas. Transferência de Calor e Massa 41

Circuito térmico equivalente para uma parede composta série-paralela: considerando que as superfícies paralelas à

Circuito térmico equivalente para uma parede composta série-paralela: considerando que as superfícies paralelas à direção x sejam adiabáticas. Transferência de Calor e Massa 42

Resistência de Contato Transferência de Calor e Massa 43

Resistência de Contato Transferência de Calor e Massa 43

A existência de uma resistência de contato não-nula se deve principalmente aos efeitos da

A existência de uma resistência de contato não-nula se deve principalmente aos efeitos da rugosidade da superfície. A transferência de calor é devida à condução através da área de contato real e à condução e/ou radiação através dos interstícios. Os resultados mais confiáveis para predizer R"t, c são aqueles que foram obtidos experimentalmente. Transferência de Calor e Massa 44

Transferência de Calor e Massa 45

Transferência de Calor e Massa 45

Em muitas aplicações ocorre a transferência de calor em um meio saturado, i. e.

Em muitas aplicações ocorre a transferência de calor em um meio saturado, i. e. meio poroso, que é uma combinação estacionária de fluido e um sólido. No capítulo 7 é estudado sobre leito fluidizado, onde um sólido estacionário é percolado por um fluido Transferência de Calor e Massa 46

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 47

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 47

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 48

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 48

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 49

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 49

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 50

Meio poroso Transferência de Calor e Massa 50

§ Tanto keff, min e keff, max dão boas estimativas para meios onde efeitos

§ Tanto keff, min e keff, max dão boas estimativas para meios onde efeitos de micro- e nanoescala são desprezíveis. Do contrário, a equação de Maxwell para é preferível para melhores valores: § No entanto, ela é aplicável para meios com no máximo 0, 25 de porosidade Transferência de Calor e Massa 51

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 52

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 52

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 53

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 53

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 54

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 54

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 55

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 55

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 56

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 56

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 57

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 57

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 58

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 58

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 59

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 59

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 60

Problema 3. 1 Transferência de Calor e Massa 60

Uma Análise Alternativa da Condução Transferência de Calor e Massa 61

Uma Análise Alternativa da Condução Transferência de Calor e Massa 61

Para condições de RP, sem geração de calor e sem perda de calor pelas

Para condições de RP, sem geração de calor e sem perda de calor pelas superfícies laterais, a taxa de transferência de calor qx é necessariamente uma constante independente de x, ou seja, para qualquer elemento diferencial dx, qx = qx+dx. Essa condição é, obviamente, uma consequência da exigência da conservação da energia e deve ser válida mesmo que A(x) e k(T). Transferência de Calor e Massa 62

Um procedimento alternativo pode ser utilizado para as condições de interesse no momento. Transferência

Um procedimento alternativo pode ser utilizado para as condições de interesse no momento. Transferência de Calor e Massa 63

Além disso, mesmo que a distribuição de temperaturas possa ser 2 D, variando em

Além disso, mesmo que a distribuição de temperaturas possa ser 2 D, variando em função de x e y, com frequência é razoável desprezar a variação na direção y e supor uma distribuição 1 D na direção x. Com isso, é possível trabalhar exclusivamente com a Lei de Fourier ao efetuar uma análise de condução. Transferência de Calor e Massa 64

Em particular, uma vez que a taxa condutiva é uma constante, a equação da

Em particular, uma vez que a taxa condutiva é uma constante, a equação da taxa pode ser integrada, mesmo sem o prévio conhecimento de qx e de T(x). Transferência de Calor e Massa 65

Sistemas Radiais Transferência de Calor e Massa 66

Sistemas Radiais Transferência de Calor e Massa 66

Com frequência, em sistemas cilíndricos e esféricos há gradientes de temperatura somente na direção

Com frequência, em sistemas cilíndricos e esféricos há gradientes de temperatura somente na direção radial, o que possibilita analisá-los como sistemas 1 D. Além disso, em RP sem geração de calor, tais sistemas podem ser analisados pelo método padrão, que começa com a forma apropriada da Equação do Calor, ou pelo método alternativo, que começa com a forma apropriada da Lei de Fourier. Transferência de Calor e Massa 67

O Cilindro oco com condições convectivas nas superfícies. Transferência de Calor e Massa 68

O Cilindro oco com condições convectivas nas superfícies. Transferência de Calor e Massa 68

§ Distribuição de temperaturas A distribuição de temperaturas associadas à condução radial através de

§ Distribuição de temperaturas A distribuição de temperaturas associadas à condução radial através de uma parede cilíndrica é logarítmica, não linear. (Na parede plana sob as mesmas condições ela é linear). Transferência de Calor e Massa 69

§ Taxa de transferência de calor § Resistência térmica (condução radial) Transferência de Calor

§ Taxa de transferência de calor § Resistência térmica (condução radial) Transferência de Calor e Massa 70

Distribuição de temperaturas em uma parede cilíndrica composta. Transferência de Calor e Massa 71

Distribuição de temperaturas em uma parede cilíndrica composta. Transferência de Calor e Massa 71

§ Taxa de transferência de calor § Coeficiente global de transferência de calor Transferência

§ Taxa de transferência de calor § Coeficiente global de transferência de calor Transferência de Calor e Massa 72

A Esfera Condução numa casca esférica. Transferência de Calor e Massa 73

A Esfera Condução numa casca esférica. Transferência de Calor e Massa 73

§ Distribuição de temperaturas § Taxa de transferência de calor § Resistência térmica (condução

§ Distribuição de temperaturas § Taxa de transferência de calor § Resistência térmica (condução casca esférica) Transferência de Calor e Massa 74

Esferas compostas podem ser tratadas da mesma forma que as paredes e os cilindros

Esferas compostas podem ser tratadas da mesma forma que as paredes e os cilindros compostos, onde formas apropriadas da resistência total e do coeficiente global de transferência de calor podem ser determinadas. Transferência de Calor e Massa 75

Raio crítico de isolamento Transferência de Calor e Massa 76

Raio crítico de isolamento Transferência de Calor e Massa 76

Raio crítico de isolamento Transferência de Calor e Massa 77

Raio crítico de isolamento Transferência de Calor e Massa 77

Resumo dos Resultados da Condução 1 D Transferência de Calor e Massa 78

Resumo dos Resultados da Condução 1 D Transferência de Calor e Massa 78

Transferência de Calor e Massa 79

Transferência de Calor e Massa 79

2ª Lista de Exercícios Capítulo 3 (Incropera et al, 2008): § 3. 5, 3.

2ª Lista de Exercícios Capítulo 3 (Incropera et al, 2008): § 3. 5, 3. 9, 3. 41, 3. 46, 3. 72, 3. 79, 3. 100, 3. 101, 3. 121, 3. 132 Transferência de Calor e Massa 80