TMEC053 Fundamentos de Aerodinmica Cap 02 Princpios e

  • Slides: 99
Download presentation
TMEC-053 Fundamentos de Aerodinâmica Cap. 02: Princípios e Equações Fundamentais 1

TMEC-053 Fundamentos de Aerodinâmica Cap. 02: Princípios e Equações Fundamentais 1

Revisão de relações vetoriais • Operações básicas em álgebra vetorial: – Soma e subtração

Revisão de relações vetoriais • Operações básicas em álgebra vetorial: – Soma e subtração de vetores. – Produto interno ou produto escalar. – Produto externo ou produto vetorial: – e é o vetor unitário perpendicular ao plano de A e B na direção definida pela “regra da mão direita”. 2

Revisão de relações vetoriais • Operações básicas em álgebra vetorial: 3

Revisão de relações vetoriais • Operações básicas em álgebra vetorial: 3

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cartesianas. 4

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cartesianas. 4

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cartesianas. – Representação da posição de

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cartesianas. – Representação da posição de um ponto P no sistema de coordenadas: – Representação de um vetor A no sistema de coordenadas: 5

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. 6

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. 6

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. – Representação de um vetor

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. – Representação de um vetor A em coordenadas cilíndricas: – Transformação entre coordenadas cartesianas e cilíndricas: 7

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. – Transformação entre coordenadas cilíndricas

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas cilíndricas. – Transformação entre coordenadas cilíndricas e cartesianas: 8

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. 9

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. 9

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. – Representação de um vetor

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. – Representação de um vetor A em coordenadas esféricas: – Transformação entre coordenadas cartesianas e esféricas: 10

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. – Transformação entre coordenadas esféricas

Revisão de relações vetoriais • Sistema de coordenadas esféricas. – Transformação entre coordenadas esféricas e cartesianas: 11

Campos escalares e vetoriais • Exemplos de campos escalares: pressão, massa específica e temperatura:

Campos escalares e vetoriais • Exemplos de campos escalares: pressão, massa específica e temperatura: 12

Campos escalares e vetoriais • Exemplo de campo vetorial: velocidades. 13

Campos escalares e vetoriais • Exemplo de campo vetorial: velocidades. 13

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas cartesianas 14

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas cartesianas 14

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas cilíndricas 15

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas cilíndricas 15

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas esféricas 16

Produtos escalares e vetoriais • Coordenadas esféricas 16

Gradiente de um campo escalar • Considere um campo escalar • O gradiente de

Gradiente de um campo escalar • Considere um campo escalar • O gradiente de p, , em um dado ponto no espaço, é definido como um vetor: – Cuja magnitude é a máxima taxa de variação de p por unidade de comprimento de uma coordenada espacial em um dado ponto. – Cuja direção é a da máxima taxa de variação de p em um dado ponto. 17

Gradiente de um campo escalar • Gradiente de um campo escalar 18

Gradiente de um campo escalar • Gradiente de um campo escalar 18

Gradiente de um campo escalar • Derivada direcional: consiste na taxa de variação de

Gradiente de um campo escalar • Derivada direcional: consiste na taxa de variação de um escalar p por unidade de comprimento na direção s 19

Gradiente de um escalar • Coordenadas cartesianas 20

Gradiente de um escalar • Coordenadas cartesianas 20

Gradiente de um escalar • Coordenadas cilíndricas 21

Gradiente de um escalar • Coordenadas cilíndricas 21

Gradiente de um escalar • Coordenadas esféricas 22

Gradiente de um escalar • Coordenadas esféricas 22

Divergente de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Supondo-se que esse

Divergente de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Supondo-se que esse campo seja o de velocidades. À medida que uma partícula de fluido se move ao longo de uma linha de corrente, seu volume pode se modificar. A taxa de variação de volume está relacionada ao que se chama de divergente de V. 23

Divergente de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Coordenadas cartesianas 24

Divergente de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Coordenadas cartesianas 24

Divergente de um campo vetorial • Coordenadas cilíndricas 25

Divergente de um campo vetorial • Coordenadas cilíndricas 25

Divergente de um campo vetorial • Coordenadas esféricas 26

Divergente de um campo vetorial • Coordenadas esféricas 26

Rotacional de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Supondo-se que se

Rotacional de um campo vetorial • Considerando-se um campo vetorial • Supondo-se que se trate do campo de velocidades de uma partícula fluida movendose por uma linha de corrente. Durante esse deslocamento, a partícula de fluido pode apresentar uma rotação ao longo da linha de corrente. Tal rotação está relacionada ao chamado rotacional do campo vetorial V. 27

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas cartesianas 28

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas cartesianas 28

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas cilíndricas 29

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas cilíndricas 29

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas esféricas 30

Rotacional de um campo vetorial • Coordenadas esféricas 30

Integrais de linha • Considerando-se um campo vetorial • E também uma curva C

Integrais de linha • Considerando-se um campo vetorial • E também uma curva C no espaço conectando dois pontos a e b 31

Integrais de linha • Definindo-se o vetor ds = n ds, então a integral

Integrais de linha • Definindo-se o vetor ds = n ds, então a integral de linha de A sobre a curva C de um ponto a a um ponto b é definido como 32

Integrais de linha • Se a curva C for fechada, tem-se a integral •

Integrais de linha • Se a curva C for fechada, tem-se a integral • Para a qual o sentido anti-horário ao longo de C é considerado positivo. 33

Integrais de superfície • Considerando-se uma superfície aberta S limitada por uma curva fechada

Integrais de superfície • Considerando-se uma superfície aberta S limitada por uma curva fechada C • Sobre a superfície, em um ponto P tem-se que sua área é dada por d. S e n é o vetor normal unitário à superfície. 34

Integrais de superfície • A orientação de n é tal que obedeça à regra

Integrais de superfície • A orientação de n é tal que obedeça à regra da mão direita para o movimento ao longo de C. • Definindo-se o vetor de área elementar d. S como sendo igual a n d. S, tem-se: – A integral de superfície de um escalar p sobre a superfície aberta S (resultando em um vetor): 35

Integrais de superfície – A integral de superfície de um vetor A sobre a

Integrais de superfície – A integral de superfície de um vetor A sobre a superfície aberta S (resultando em um escalar): – A integral de superfície de um vetor A sobre a superfície aberta S (resultando em um vetor): 36

Integrais de superfície • No caso de uma superfície fechada (como uma esfera ou

Integrais de superfície • No caso de uma superfície fechada (como uma esfera ou um cubo): 37

Integrais de volume • Seja um volume V no espaço e ρ um campo

Integrais de volume • Seja um volume V no espaço e ρ um campo escalar nesse espaço. Assim: – A integral de volume do escalar ρ sobre o volume V, resultando em um escalar é 38

Integrais de volume • Seja A um campo vetorial no espaço. Neste caso, para

Integrais de volume • Seja A um campo vetorial no espaço. Neste caso, para o mesmo volume V, tem-se: – A integral de volume de um vetor A sobre um volume V, resultando em um vetor é 39

Relações entre integrais • Teorema de Stokes: • Teorema da Divergência de Gauss 40

Relações entre integrais • Teorema de Stokes: • Teorema da Divergência de Gauss 40

Relações entre integrais • Teorema do Gradiente 41

Relações entre integrais • Teorema do Gradiente 41

Abordagens para fluidos • Princípios básicos das equações de conservação: – A massa não

Abordagens para fluidos • Princípios básicos das equações de conservação: – A massa não pode ser criada ou destruída. – A taxa de variação do momentum de um corpo é igual à força resultante exercida sobre o mesmo (Segunda Lei de Newton). – A energia não pode ser criada ou destruída, ela pode apenas mudar de forma (Primeira Lei da Termodinâmica). 42

Abordagens para fluidos • Abordagem por volumes de controle: – Obtenção direta das equações

Abordagens para fluidos • Abordagem por volumes de controle: – Obtenção direta das equações de conservação na forma integral. 43

Abordagens para fluidos • Abordagem por elementos infinitesimais de fluido: – Obtenção direta das

Abordagens para fluidos • Abordagem por elementos infinitesimais de fluido: – Obtenção direta das equações de conservação na forma diferencial. 44

Abordagens para fluidos • Abordagem molecular: – Abordagem microscópica na qual as leis fundamentais

Abordagens para fluidos • Abordagem molecular: – Abordagem microscópica na qual as leis fundamentais da natureza são aplicadas diretamente às moléculas, com uma média estatística adequada. Isto conduz à equação de Boltzmann para a teoria cinética, da qual as equações de conservação na forma diferencial podem ser extraídas. 45

Abordagem por volumes de controle • Abordagem Lagrangiana: considera-se uma massa fixa de partículas

Abordagem por volumes de controle • Abordagem Lagrangiana: considera-se uma massa fixa de partículas de fluido, seguindo-a através do campo de escoamento. • Abordagem Euleriana: considera-se um volume de controle fixo no escoamento, relatando-se os movimentos de massa, momentum e energia através das fronteiras do volume às variações que ocorrem dentro do volume de controle. 46

Abordagem por volumes de controle 47

Abordagem por volumes de controle 47

Abordagem por volumes de controle • Da figura anterior: • Seja X (t) a

Abordagem por volumes de controle • Da figura anterior: • Seja X (t) a massa, o momentum ou a energia total apresentada pelo sistema de partículas no tempo t. 48

Abordagem por volumes de controle • No tempo t + Δt: • A variação

Abordagem por volumes de controle • No tempo t + Δt: • A variação de X do sistema de partículas durante o intervalo de tempo será: 49

Abordagem por volumes de controle • Adicionando-se e subtraindo-se dividindo-se a equação resultante por

Abordagem por volumes de controle • Adicionando-se e subtraindo-se dividindo-se a equação resultante por Δt: e • Ao se fazer Δt tender a zero, o volume V 1+V 2 se aproxima do valor do volume de controle. Assim, o lado esquerdo da expressão anterior representa a taxa temporal de variação de X no sistema. 50

Abordagem por volumes de controle • A derivada é conhecida como derivada substantiva ou

Abordagem por volumes de controle • A derivada é conhecida como derivada substantiva ou material, sendo denotada porque representa a variação de X com o tempo enquanto uma quantidade fixa de massa (material) se move com o fluido. • O segundo termo da expressão representa a diferença entre as taxas de entrada e de saída de X no volume de controle. 51

Abordagem por volumes de controle • Movimento de massa através da superfície de controle:

Abordagem por volumes de controle • Movimento de massa através da superfície de controle: 52

Abordagem por volumes de controle • A variação temporal de X no volume de

Abordagem por volumes de controle • A variação temporal de X no volume de controle também pode ser escrita como uma integral pois para qualquer elemento de massa dm tem-se 53

Abordagem por volumes de controle • Integrando-se sobre todo o volume de controle obtém-se

Abordagem por volumes de controle • Integrando-se sobre todo o volume de controle obtém-se • A expressão anterior é conhecida como equação de transporte de Reynolds e relaciona as propriedades de um sistema de partículas com massa fixa às propriedades do fluido interno e do fluido que cruza a superfície do volume de controle. 54

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Princípio físico: a massa não

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Princípio físico: a massa não pode ser criada ou destruída. 55

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Fluxo de massa através de

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Fluxo de massa através de d S: • Fluxo de massa que entra no volume: 56

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Massa de um volume infinitesimal:

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Massa de um volume infinitesimal: • Taxa de variação da massa com o tempo: 57

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Empregando-se o princípio fundamental: •

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Empregando-se o princípio fundamental: • Validade: todos os escoamentos (viscosos ou invíscidos, compressíveis ou incompressíveis) 58

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Obtenção a partir da equação

Equação da conservação da massa (eq. da continuidade) • Obtenção a partir da equação de transporte de Reynolds: – Tomando-se x = 1 e considerando-se um sistema fixo de massa, , tem-se: 59

Equação da conservação da quantidade de movimento • Princípio físico: a taxa de variação

Equação da conservação da quantidade de movimento • Princípio físico: a taxa de variação da quantidade de movimento de um corpo é igual à força resultante que atua sobre o mesmo. • Forma vetorial: 60

Equação da conservação da quantidade de movimento • Para massa constante: • Tipos de

Equação da conservação da quantidade de movimento • Para massa constante: • Tipos de forças atuantes sobre um volume de controle: – Forças de corpo. – Forças de superfície. 61

Equação da conservação da quantidade de movimento • Forças de corpo: • Forças de

Equação da conservação da quantidade de movimento • Forças de corpo: • Forças de superfície: – Para um fluido invíscido, tem-se 62

Equação da conservação da quantidade de movimento • Força resultante sobre o volume: •

Equação da conservação da quantidade de movimento • Força resultante sobre o volume: • Fluxo de momentum associado ao fluxo mássico para o volume de controle: 63

Equação da conservação da quantidade de movimento • Fluxo de momentum devido a flutuações

Equação da conservação da quantidade de movimento • Fluxo de momentum devido a flutuações transientes: • Taxa instantânea momentum: total de variação do 64

Equação da conservação da quantidade de movimento • Escoamento invíscido: • Escoamento viscoso: 65

Equação da conservação da quantidade de movimento • Escoamento invíscido: • Escoamento viscoso: 65

Equação da conservação da quantidade de movimento • Obtenção a partir da equação de

Equação da conservação da quantidade de movimento • Obtenção a partir da equação de transporte de Reynolds: – Considerando-se a segunda lei de Newton: sendo o momento linear do sistema: 66

Equação da conservação da quantidade de movimento – Substituindo-se, então, X por P na

Equação da conservação da quantidade de movimento – Substituindo-se, então, X por P na equação de transporte de Reynolds, tem-se: 67

Equação da conservação da quantidade de movimento – Considerando-se as forças de campo e

Equação da conservação da quantidade de movimento – Considerando-se as forças de campo e as forças de corpo, tem-se então: – Para escoamento invíscido: 68

Equação da conservação da energia • Princípio físico: a energia não pode ser criada

Equação da conservação da energia • Princípio físico: a energia não pode ser criada ou destruída; ela apenas muda de forma. • Taxa de calor transferida para o (ou a partir do) fluido: sendo a taxa específica de transferência de calor. 69

Equação da conservação da energia • Taxa de trabalho efetuado em um corpo em

Equação da conservação da energia • Taxa de trabalho efetuado em um corpo em movimento: • Taxa de trabalho efetuado por forças de corpo: 70

Equação da conservação da energia • Taxa de trabalho efetuado sobre o fluido dentro

Equação da conservação da energia • Taxa de trabalho efetuado sobre o fluido dentro do volume de controle: • Taxa líquida de escoamento de energia através da superfície: 71

Equação da conservação da energia • Taxa temporal de variação de energia dentro do

Equação da conservação da energia • Taxa temporal de variação de energia dentro do volume de controle: • Taxa de variação da energia devido ao escoamento através do volume: 72

Equação da conservação da energia • Da Primeira Lei da Termodinâmica: ou seja, 73

Equação da conservação da energia • Da Primeira Lei da Termodinâmica: ou seja, 73

Equação da conservação da energia • Na equação anterior não estão incluídos os seguintes

Equação da conservação da energia • Na equação anterior não estão incluídos os seguintes fenômenos: – Taxa de trabalho efetuado sobre o fluido pela rotação de um eixo: – Taxa de trabalho efetuado por tensões viscosas: – Calor trocado pela superfície do volume de controle por condução e/ou difusão. Associado aos efeitos de radiação, tais efeitos são denotados por 74

Equação da conservação da energia • Equação completa: 75

Equação da conservação da energia • Equação completa: 75

Equação da conservação da energia • Obtenção a partir da equação de transporte de

Equação da conservação da energia • Obtenção a partir da equação de transporte de Reynolds: – A partir da primeira lei da termodinâmica: – Substituindo-se X pela energia total (E) e, consequentemente, x por e: 76

Equação da conservação da energia – Admitindo-se que o sistema possua apenas energias interna

Equação da conservação da energia – Admitindo-se que o sistema possua apenas energias interna e cinética, tem-se: 77

Equação da conservação da energia – Considerando-se que o calor recebido pelo sistema seja

Equação da conservação da energia – Considerando-se que o calor recebido pelo sistema seja avaliado por: – Admitindo-se, ainda, que o trabalho efetuado sobre o sistema possa ser dividido em duas parcelas: uma devido ao deslocamento de massa através das fronteiras do sistema e a outra correspondente ao trabalho de forças de corpo. 78

Equação da conservação da energia – Trabalho devido ao deslocamento de massa através das

Equação da conservação da energia – Trabalho devido ao deslocamento de massa através das fronteiras: aplicando-se a toda a superfície de controle: 79

Equação da conservação da energia – Trabalho devido às forças de corpo atuantes sobre

Equação da conservação da energia – Trabalho devido às forças de corpo atuantes sobre o sistema: – Tem-se, desse modo: 80

Equação da conservação da energia – A equação da energia, neste caso, será expressa

Equação da conservação da energia – A equação da energia, neste caso, será expressa como: 81

Derivada substantiva • Considerando-se um pequeno elemento de fluido se movimentando ao longo do

Derivada substantiva • Considerando-se um pequeno elemento de fluido se movimentando ao longo do escoamento. 82

Derivada substantiva • Seja o campo de velocidades dado por • Sendo as componentes:

Derivada substantiva • Seja o campo de velocidades dado por • Sendo as componentes: • Seja o campo de massas específicas: 83

Derivada substantiva • Em um instante de tempo t 1, o elemento de fluido

Derivada substantiva • Em um instante de tempo t 1, o elemento de fluido estará localizado em um ponto 1, cuja densidade é: • Em um segundo instante de tempo t 2, o elemento de fluido estará em um ponto 2, cuja densidade é: 84

Derivada substantiva • Expandindo-se a função, então, através de uma série de Taylor ao

Derivada substantiva • Expandindo-se a função, então, através de uma série de Taylor ao redor do ponto 1, tem-se: 85

Derivada substantiva • Dividindo-se toda a expressão por t 2−t 1 e desprezando-se os

Derivada substantiva • Dividindo-se toda a expressão por t 2−t 1 e desprezando-se os termos de ordem superior 86

Derivada substantiva • O termo da esquerda da igualdade anterior representa a taxa média

Derivada substantiva • O termo da esquerda da igualdade anterior representa a taxa média de variação da massa específica do elemento de fluido de um ponto 1 a um ponto 2. No limite, quando t 2 se aproxima de t 1, tem-se: • Essa expressão é chamada de derivada substantiva. 87

Derivada substantiva • A derivada substantiva representa a taxa instantânea de variação de massa

Derivada substantiva • A derivada substantiva representa a taxa instantânea de variação de massa específica de um elemento de fluido que se move através de um ponto do escoamento. • Nota-se, também, que: 88

Derivada substantiva • Nesse caso, tem-se a seguinte expressão: • Dessa forma, a derivada

Derivada substantiva • Nesse caso, tem-se a seguinte expressão: • Dessa forma, a derivada substantiva para coordenadas cartesianas pode ser expressa como 89

Derivada substantiva • Lembrando-se que • Então a derivada substantiva pode ser expressa como

Derivada substantiva • Lembrando-se que • Então a derivada substantiva pode ser expressa como 90

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • As equações da conservação da massa,

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • As equações da conservação da massa, quantidade de movimento linear e energia serão expressas em termos da derivada substantiva. Para tanto, nesse processo será empregada a seguinte identidade vetorial: 91

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Considerando-se a equação da conservação da

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Considerando-se a equação da conservação da massa dada na forma • Empregando-se a identidade vetorial, obtém-se 92

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Entretanto, a soma dos dois primeiros

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Entretanto, a soma dos dois primeiros termos da equação anterior são a derivada material de ρ, de modo que • Na sequência, considera-se a equação da conservação da quantidade de movimento na direção x. 93

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Tem-se assim • O primeiro termo

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Tem-se assim • O primeiro termo pode ser expandido como 94

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • O segundo termo da equação pode

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • O segundo termo da equação pode ser expandido usando o vetor identidade como • Substituindo-se as expressões anteriores na lei de conservação 95

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Ou seja, • Examinando-se os termos

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Ou seja, • Examinando-se os termos entre colchetes, verifica-se que os mesmos são o lado esquerdo da equação de conservação da massa, de modo que sua soma é nula. 96

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Desse modo • ou 97

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Desse modo • ou 97

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Examinando o termo entre parênteses, observase

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • Examinando o termo entre parênteses, observase que o mesmo corresponde à derivada material Du/Dt. Assim: • Analogamente, pode-se obter 98

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • E • De modo similar, obtém-se

Equações fundamentais em termos da derivada substantiva • E • De modo similar, obtém-se também a equação da energia: 99