The evolution of sociotechnical systems a conceptual framework











![Bibliografia [1]The evolution of socio-technical systemsa conceptual framework and an action research program. Eric Bibliografia [1]The evolution of socio-technical systemsa conceptual framework and an action research program. Eric](https://slidetodoc.com/presentation_image_h2/8839511f7873ec92509788abed3d8644/image-12.jpg)
- Slides: 12
The evolution of socio-technical systems a conceptual framework and an action research program Eric Trists Beatriz Tokuzumi Felipe Libonati Luis Rizzo Michel Bessa María Salomé Taboada
ORIGEM DO CONCEITO Instituto Tavistock: dois projetos de pesquisa Relações entre níveis de profundidades em uma empresa Difusão da inovação na prática do trabalho e disposição organizacional. The Fellows Grupos de pós-graduados com ensinamentos em trabalho de campo para pesquisa do Tavistock mandados para revisitar suas indústrias. Bamforth retornou com uma inovação na organização de trabalho. Grupos autônomos que trocam papeis e turnos com mínima supervisão. Contextualização: Período pós-guerra; foco em Indústria de Mineração de carvão. Apesar de o carvão ser a principal fonte de energia, sua indústria sofria dificuldade de crescimento e perdia força de trabalho para o “mundo das fábricas”[1]
ORIGEM DO CONCEITO Princípios envolvidos: • Sistema de Trabalho: funciona como uma unidade básica ao invés de cada subdivisão pessoal. • O trabalho em grupo torna-se objeto central. • Regulação interna minimizando a supervisão externa. • “Redundância de funções”: desenvolver múltiplas habilidades individuais. • Evitar a prescrição de funções. • Tratar o trabalhador como uma extensão da máquina. • Crescente variáveis por parte dos trabalhadores e organização.
Fonte de influência • Tecnologia e técnicas influenciam a cultura; • Incapacidade de outros sistemas de associar o homem à máquina; • O sistema sócio-técnico utilizado pelo exército alemão teve sucesso ao associar o homem a máquina para a realização de seus propósitos[1] • Nesse sistema, o trabalho era realizado por pequenos grupos; • Vantagens como rotação de liderança e auto-regulação;
Indo contra as tendências dos anos 50 • No pós guerra, as autoridades da região das minas Haighmoor iam contra as tendências de criar grupos autônomos para a realização das tarefas[1] • Medo das consequências dessa autonomia; • Interesse em mecanizar totalmente as minas; • Uma tendência geral de refutar o trabalho feito por pequenos grupos autônomos;
Casos de outras industrias Rice Industria textil -India Grupo autônomo Define seus próprios objetivos Redefine os limites de gerenciamento em termos de supervisão. [2] Frederick Taylor O foco para "pensar" na parte superior e o "ato" de subordinado[3] Fonte [4] Henry Fayol descrição detalhada das responsabilidades[3]
Casos de outras industrias O trabalhador estava agora fora da tecnologia, ajustando, interpretando, monitoramento, etc. ; ele havia se tornado um gerente de um sistema de trabalho: ele precisava de habilidades conceituais e perceptivas, em vez de habilidades manipulativas e físicos. Participation and the sharing of power 1. Interest group democracy 2. Representative democracy 3. Owner democracy 4. Work-linked democracy
Democracia Industrial Noruega (1962) • Cenário econômico turbulento • Industrialização atrasada em relação aos países vizinhos (Segunda Revolução Industrial) • Alta demanda por trabalhadores • Presença de diretores aumenta democracia, mas não afeta sentimento de alienação • Experimento: participação direta dos funcionários nas decisões • Difusão do modelo
Desenvolvimento conceitual Emery (Tavistock) Social = leis humanas Técnico = leis naturais • Independentes, porém se tornam correlacionados para obter resultado • Optimização depende da junção de ambos, caso contrário ocorre subotimização
A Shell e filosofia de projetos • Necessidades da empresa por nova filosofia de gerenciamento para assegurar valores; • Conferência que envolvia todos os níveis de organização da empresa; • Nos anos 70, EUA começou a se difundir os projetos sócio-técnicos, abriu o questionamento sobre alienação do trabalho; • Em 1972, conferência que discutia “qualidade de vida de trabalho”; • O sistema sócio-técnico começou a se preocupar com as mudanças dos valores sociais e seu efeitos dentro de uma organização e em seus membros individuais
Pessoas Conclusões Máquinas SST - As pessoas são complementares às máquinas - As pessoas são recursos a serem desenvolvidos - Optima agrupamento de tarefas em grandes equipes e habilidades múltiplas - Controles Internos (sub-sistemas de auto-regulação) - Um organograma plano com estilo participativo - Ambiente Colaborativo, tipo colegial - Compromisso - Inovação
Bibliografia [1]The evolution of socio-technical systemsa conceptual framework and an action research program. Eric Trists. Ocassional Paper No. 2 1981. [2]Abordagem sócio-técnica: uma rápida avaliação. R. M. Garcia. Rev. adm. empres. vol. 20 no. 3 São Paulo July/Sept. 1980 [3]Productivity and Social Organization in a Indian Weaving Shed: An Examination of the Socio. Technical Systems of an Experimental Automatic Loomshed. ” Human Relations: 6: 297 -329, 1953. [4]Cap. VII Tavistock Institute, Nascimento da Corrente Sócio Técnica. Natália Jantarada. Disponivel em http: //sociología-mudarotrabalho. wikispaces. com/