Teophrastus Pai da botnica Por que estudar as
Teophrastus Pai da botânica Por que estudar as plantas?
Conhecimento botânico
Uma história brasileira de botânica Adaptação do livro da Dra. Eliana Nogueira
É no período holandês, ou mais propriamente, no governo de Maurício de Nassau (1637 -1644) , que se inaugurou no Brasil colonial uma época de atividades científicas, realizada pelo grupo de homens de ciência que o conde de Nassau mandou vir a Pernambuco. Fernando de Azevedo, A cultura brasileira Guilherme Piso (1611 - ? ), médico de Amsterdã; J. Marcgrave (1610 - 1644), naturalista alemão. Comandaram excursões no interior do nordeste.
Perfil dos programas de pós-graduação em Botânica no Brasil REGIÃO Norte INSTITUIÇÃO INPA/FUAM UFPE Nordetse UFPE UFRPE UFBA Centro-Oeste Un. B UFV UFRJ Sudeste USP UNICAMP UESP/ Rio Claro UNESP/ Btucatu Sul UFPR UFRGS PROGRAMA C. Biol. (Botânica) Biologia Vegetal Biologia de fungos Botânica Biologia botânica Botânica C. Biol. (Botânica) C. Biol. (Bio. Veg. ) C. Biol. (Botânica) Botânica INÍCIO CONCEITO M D 1996/1997 1973 1976 3 1992 1998 4 1980 - 4 1973 1993 - 4 3 1993 - 3 1995 1972 - 4 3 1970 5 1977 5 1976 4 1981 1990 4 1979 1969 1996 3 4
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas Prova – 18/03/2013 Aula Prática de campo – 16/03/2013 (confirmar a data)/ maré baixa às 8: 05; Seminário - 11/03/2013 (Grupos entre 6 e 7 pessoas) Temas: Microalgas bioindicadoras Microalgas de interessa econômico Macroalgas de interessa econômico Ecologia de microalgas Ecologia de macroalgas Distribuição das Macroalgas Ocorrência de microalgas em corpos d’água -
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas Conteúdo a ser observado em relação aos seminários: MATERIAL ESCRITO: • TÓPICOS: Capa, contracapa, sumário, introdução, objetivo, desenvolvimento com tópicos contextualizados ao assunto abordado, referências bibliográficas de acordo com as normas de ABNT. O conteúdo utilizado deve priorizar o uso de artigos científicos. • EXPOSIÇÃO: aproximadamente 40 min. com variação de 5 min. , cuja nota irá ser composta por parte individual e coletiva.
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas Carolus Linnaeus (1753) Reino Animalia Reino Plantae Ernst Haekel (1865) Reino Plantae Reino Animalia Reino Protista Whittaker (1969) Reino Plantae Reino Animalia Reino Protista Reino Fungi Reino Monera Woese (1977) Domínio Archaebacteria Domínio Eubacteria Domínio Reino Eucaryotes
http: //www. scribd. com/doc/12446632/Evolucao-Dos-Sistemas-de. Classificacao
Classificação dos seres vivos, de acordo com Whittaker (1969)
Os três domínios da Vida (baseados na seqüência de nucleotídeos do RNA ribossômico)
Semelhanças entre Archaea e Eucariotos Eubactérias Archaea Eucariotos Núcleo Não Sim (envolvido por membrana) Nucleossomos / histonas Não SIm Operons / RNAm policistrônicos SIm Não Introns Não SIm proteína de ligação à TATA box Não SIm Organelas Não SIm: mitocôndrias, lisossomos, retículo endoplasmático, etc. Cromossomos Um, circular Mais que um RNA polimerase Uma: simples Mais que uma: complexas Aminoácido de iniciação protéica N-formil metionina Metionina Pseudopeptideoglicano Sensibilidade da síntese de proteína à toxina diftérica Insensível Sensível Peptidoglicano Sim Não
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas O sistema geral de referencia da diversidade biológica e o sistema lineano NOMES; OBJETOS; CLASSES DE OBJETO “Novamente, não é possível quebrar um grupo natural, Aves por exemplo, colocando sob diferentes bifurcações, como é feito em algumas dicotomias publicadas, onde algumas aves são classificadas com os animais aquáticos, e outras colocadas em em uma classe diferente”. (Aristóteles, Das partes dos animais, Livro 1, 2).
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas Em sistemática, os objetos são organismos e as classes táxons, que sempre poderão ser incluídos em classes maiores; TAXON – do grego ordenação. s, disposição, boa ordem OBS: As características são definidas por quem classifica.
Classificação biológica dos organismos e seus sistemas • • • Species - Espécies Genus - Gênero Ordo - Ordem Classis - Classe Regnum - Reino
Relações filogenéticas Embriófitas Traqueófitas (plantas vasculares) Espermatófitas (plantas que produzem sementes) Algas verdes (grupo externo) Briófitas Pteridófitas Gimnospermas Angiospermas Flores e frutos Sementes Vasos condutores de seiva Embrião retido no gametângio feminino Gametângios revestidos por células estéreis
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal SISTEMÁTICA X TAXONOMIA Identificação Nomenclatura Classificação Identificação: determinação de táxon como idêntico ou semelhante a outro já conhecido; Nomenclatura: emprego correto dos nomes das plantas; Classificação: é a ordenação das plantas em um táxon.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Unidades Sistemáticas REINO DIVISÃO CLASSE ae ORDEM ales Sub-ORDEM ineae FAMÍLIA aceae Sub-FAMÍLIA oidae Tribo (família) inae GÊNERO ESPÉCIE
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Unidades Sistemáticas Gênero: O primeiro de duas palavras que constituem um binômio. Substantivo latino sempre no singular. Pode subdividir-se em seções, subseções ou séries; Espécie: Categoria na qual foi estabelecido o sistema lineano. Categorias infraespecíficas: subespécie, variedade, subvariedade e forma;
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Reino: Protista Divisão: Chlorophyta Classe: Chloroficeae Ordem: Chlorocales Família: Dyctyosphaeriaceae Gênero: Batryococcus Espécie: B. braunii
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Sistemas de Classificação Artificial Natural Filogenético Artificial: se baseavam num único caráter da planta; Natural: baseado nas afinidades naturais das plantas; Filogenético: baseado decendência e ancestralidade; nas relações
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Carl Linnaeus (1707 – 1778). Professor, médico e naturalista do século XVIII. Sua ambição era nomear e descrever todas as espécies de plantas, animais e minerais. Em 1753 publicou um trabalho em dois volumes: “Species plantarum”, no qual descrevia as espécies em até 18 palavras (polinômios). “Nepata floribus interrupte spigatus pedunculatis” (Nepata com flores numa espiga pedunculada interrompida) seguido de cataria (associadoa a gato) na margem do texto;
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal O conceito de espécie mais comum é o conceito biológico de espécie de Dobzhansky e Mayr: “Espécies são grupos de populações naturais que estão ou tem o potencial de estar se intercruzando, e que estão reprodutivamente isolados de outros grupos”
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal Código internacional de nomenclatura botânica Sua função é garantir uma certa estabilidade e universalidade aos diferentes taxa e é baseado em princípios, regras e recomendações.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal • Princípios: Formam a base e estabelecem a filosofia do sistema nomenclatural. Existem 6 princípios: I. A nomenclatura botânica é independente da zoologia; II. A aplicação dos nomes é determinada por tipos nomenclaturais;
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal III. A nomenclatura de um grupo taxonômico baseia -se na prioridade de publicação; IV. Cada táxon tem apenas um nome válido; V. Independente de sua origem, os nomes dos táxons são tratados como nomes latinos; VI. As regras de nomenclatura são retroativas, exceto quando claramente limitados.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal 2. Regras e recomendações: Visam por e ordem os nomes já existentes e orientar a criação de novos nomes: I. Designar as terminações das categorias taxonômicas; II. Gênero e espécie não tem terminações fixas; III. O nome de uma planta é um binômio acompanhado do nome do autor;
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal 2. Regras e recomendações: IV. Quando uma espécie muda de nome, o nome da primeira pessoa que descreveu deve estar entre parênteses.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal * Holótipo do nome de uma espécie é o espécime ou ilustração que o autor designou no momento da descrição dessa espécie. Enquanto o holótipo existir, ele é que fixa o nome da espécie.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal * Lectótipo é um espécime ou ilustração designado posteriormente à publicação original, quando seu autor não designou o holótipo, comprovado tratar-se de parte do material original utilizado pelo autor da publicação, mesmo que por ele não tenha sido visto.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal * Isótipo é sempre um espécime duplicado do material do hotótipo. * Síntipo é sempre um dos espécimes citados na descrição quando um espécime em particular não foi designado como holótipo.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal * Parátipo é um espécime citado na descrição desde que este não seja o holótipo, um síntipo ou um isótipo. * Neótipo é um espécime ou ilustração selecionado para servir de tipo quando o holótipo encontra-se desaparecido.
Introdução à Taxonomia e Sistemática Vegetal * Epítipo é um espécime ou ilustração selecionado para servir de tipo quando nenhum dos tipos designados anteriormente servir para identificar o nome da espécie, geralmente devido à ambiguidade do material. * Localidade tipo é o local onde foi recolhido o holótipo, fixando a população tipo.
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