SOBRE A NATUREZA E ESPECIFICIDADE DA EDUCAO n
SOBRE A NATUREZA E ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO
n Educação: fenômeno próprio do homem; n Trabalho: meio pelo qual o homem consegue transformar a natureza para sua existência enquanto homem;
n Planejamento: antecipação mental da ação adequada e intencional; n Mundo da Cultura: processo de transformação da natureza, através do trabalho humano;
n Trabalho Material: representação mental dos objetivos reais, garantindo a subsistência material do ser humano; n Conhecimento do mundo real (ciência), valorização (ética) e simbolização (arte);
n Trabalho Não-Material: produção de idéias, conceitos, valores, símbolos, hábitos, atitudes, habilidades. n Em suma: produção do saber, conjunto da produção humana;
n Inserção da Educação na categoria do Trabalho Não-Material; n Primeiro: separação entre produtor (livros); n Segundo: produção intrínseca entre produtor;
n Ensino e educação são participantes ativos do fenômeno educativo; n A aula é uma atividade produzida (pelo professor) e consumida (pelos alunos) ao mesmo tempo.
Objeto da Educação: n Identificação e assimilação dos elementos culturais para a construção do homem; n Descoberta das formas adequadas de desenvolvimento do trabalho pedagógico.
n Importância distinção entre clássico e acessório na Pedagogia; n Clássico: critério fundamental para a seleção de conteúdos úteis para o trabalho pedagógico;
Escola: n Indício da especificidade da educação. n Identidade própria. n Situação privilegiada. n Detecta a dimensão pedagógica. n Prática Social Global.
n Década de 1980, a Escola torna-se um mercado de trabalho; n Seu papel principal: diz respeito ao conhecimento sistematizado e elaborado.
n Acesso à cultura erudita e ao saber sistematizado = conhecimento da linguagem dos números, da natureza e da sociedade; n Por fim, a escola tem a ver com problema da ciência (metódica e sistematizada);
n Para a existência da escola, necessita-se da apropriação do conhecimento sistematizado por parte das novas gerações. n Importante não neutralizar o óbvio citado, e os efeitos da escola no processo de democratização;
n Currículo Escolar: é um projeto estruturado que organiza a transmissão do saber elaborado. n O professor é o principal expositor dos instrumentos que dão acesso a aquisição do saber erudito, ciência.
n O ano letivo inicia e finda em atividades de toda espécie de comemoração; n Atividade nuclear da escola consiste na transmissão dos instrumentos de acesso ao saber elaborado;
n Atividades Curriculares: essencial para o processo de transmissão-assimilação de conhecimentos sistematizados; n Atividades Extracurriculares: secundárias para o enriquecimento das atividades curriculares próprias da escola, sem prejudicá-las ou substituí-las;
n Currículo ampliado nas escolas; com diferentes tipos de profissionais: nutricionistas, dentistas, psicólogos, etc. ; n A escola ao invés de ser interesse do saber, ela se totaliza em interesses corporativos;
n Pedagogia Tradicional: alvo de críticas; n Escola nova: o aluno deve se manifestar criativamente; n Meta a atingir sob forma de organização dos clássicos da literatura de acordo com seu tempo ( Kant, Hegel, Victor Hugo, Guimarães Rosa ). . .
n Saber Escolar O saber sistematizado deverá ser dosado de forma assimilativa ao qual a criança passa a ter seu domínio;
n Processo Ensino-aprendizagem: crítica ao ensino tradicional, pois perdeu-se toda a compreensão de conteúdo tornando o ensino mecanizado e vazio; n Criatividade: dominar mecanismo; familiarizar com atos que exijam concentração tornando automático ao sincronizar o saber;
n Prática: escravos dos atos; n Aprendiz: não é livre, é necessário ter um mecanismo para completar uma atividade; n Deixar de ser um aprendiz: quando for capaz de exercer a atividade livremente;
n Saber: integrar mecanismos de linguagem escrita do saber sistematizado como parte;
n Quando liberado a forma mecânica, aos poucos os alunos tem uma concentração maior de atenção no conteúdo; n Liberdade nesse caso, não significa o termo “abandonar”, mas não dar importância ao mecanismo;
n Superação do sentido dialético da palavra: o aprendizado é adquirido e trazido consigo mesmo e não excluído por ter sido mecânico; n A aprendizagem é adquirida como hábito em nossa vida ou então estamos sempre aptos a receber o conhecimento de acordo com o tempo; n O aprender é um mistério hábil que recebemos de modo espontâneo;
n Quando recebemos o ensino espontâneo, dá- se para compreender que a dificuldade diminuirá com relação ao alfabeto na hora da escrita; n Persistência e insistência faz parte do hábito para uma fixação dos atos quando completos; ou seja o aprendizado é uma seqüência de atos, uma vez interrompido, volta ao processo de reversão;
n O estudo da criança passa a ser uma mediação completa, através da escrita e da leitura, a introdução de mais disciplinas contendo de uma cultura popular para uma cultura erudita; n Não se deve perder o caráter popular em relação ao caráter erudito, sendo um componente ao outro;
n Conclui-se que: a especificidade da educação sob a forma de conhecimentos com intencional relações pedagógicas faz do homem abrir também perspectivas dos estudos da ciência da educação, das ciências humanas e fenômenos culturais, cuja necessidade é para reconstruir a humanidade e descobrir certos objetivos.
GRUPO: n LUCIANE n LILIAN n ANDREZA n JAMILLE 2º PERÍODO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DOM BOSCO PROFESSOR: LIVALDO TEIXEIRA DE SOUZA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO II
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