Sistema de Produo Vale VPS Excelncia para crescer


















































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Sistema de Produção Vale VPS. Excelência para crescer. Apresentação da Reunião de Fechamento DFIL – Julho/2011
Nossa Missão Vale Transformar recursos minerais desenvolvimento sustentável. em riqueza e Nossa Visão Vale Ser a maior empresa de mineração do mundo e superar os padrões consagrados de excelência em pesquisa, desenvolvimento, implantação de projetos e operação de seus negócios. 2 Sistema de Produção Vale – VPS. Excelência para crescer.
Valores Vale § Respeito à Vida § Ética e Transparência § Não abrimos mão da segurança e do respeito à vida. § Excelência de desempenho § Walk the talk. § Espírito Desenvolvimentista § Foco no resultado. § Responsabilidade Econômica, Social e Ambiental § Empreendedorismo. § Desenvolvimento sustentável. § Respeito à Diversidade § Respeitando as diferenças. § “Orgulho de ser Vale” § Comportamos como donos do negócio. Atitudes: Sentimento de Dono, Indignação e Agilidade. 3 Sistema de Produção Vale – VPS. Excelência para crescer.
VPS – Sistema de Produção Vale
Objetivos do diagnóstico de excelência O Diagnóstico de Excelência do Sistema de Produção Vale tem como principais objetivos: 1 Auxiliar as Unidades de Negócio no alcance da excelência operacional 2 Promover melhorias a partir das lacunas identificadas 3 Identificar as melhores práticas na Vale e compartilhá-las
Estrutura do VPS Modelo de Referência As dimensões de Gestão, Manutenção, Operação e Pessoas são formadas por um conjunto de processos, organizados em uma sequência lógica de estágios e representados por um triângulo. Meta: Atingir o topo do pirâmide. Pirâmide de Excelência Dimensões do VPS Gestão Estágio 4 Estágio 3 Estágio 2 Estágio 1 Manutenção VPS Gestão VPS Manutenção Operação VPS Operação Pessoas VPS Pessoas Saúde e segurança • A idéia básica da sequência de estágios é a de que os níveis mais básicos estejam sólidos antes que os níveis mais sofisticados sejam implantados. • Os macroprocessos são agrupados em estágios que quando alcançados definem um nível de desempenho específico. 6 Triângulos Sustentabilidade VPS S&S VPS Sustentabilidade
Resultados do Diagnóstico de Excelência
Resultados do Diagnóstico Intermediário Fonte: Sistema de Diagnóstico VPS
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – OPERAÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – OPERAÇÃO Destaques Positivos Não Conformidades Ý Sistema Optrens para gestão dos carregamentos ferroviários. Þ Falta de conhecimento dos operadores sobre a programação da produção. Ý Painel de acompanhamento de Produção. Þ Falta de atas e planos de ação evidenciando reuniões de rotina. Ý Aplicação do DBO Mineração em algumas gerencias de operação de mina. Ý PRO 008414 – Repasse de pilhas de estoque, capacidade e recuperação de estoques contaminados. Þ Limites operacionais fora dos limites de controle. Þ Falta de acordo de nível de serviço com manutenção Þ Pilhas de produtos sem identificação Ý Implantação da metodologia de definição de variáveis criticas. Ý Report semanal para gerentes sobre VPS Operação. 10 Diagnóstico de Excelência Potencial Boa Prática
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – OPERAÇÃO Oportunidades de Melhoria Ü Melhorar linguagem dos quadros de gestão a vista. Ü Reduzir tamanhos dos procedimento e incluir figuras, facilitando entendimento de todos. Ü Definição de metas para ocorrências de mineração. Ü Falta de aderência das GA’s operacionais aos eventos realizados pelo ponto focal da dimensão e DIMO. Ü Problemas durante a liberação de acessos ao sistema de diagnóstico. Ü Acelerar processo de implantação dos requisitos de limpeza e organização
Resultados do Diagnóstico de Excelência - OPERAÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência - OPERAÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – MANUTENÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – MANUTENÇÃO Destaques Positivos Ý Receptividade das Gerências de Manutenção; Ý Apresentação de ferramentas de controle de requisitos. Destas algumas poderão ser utilizadas como padronização na DIFL; Ý Gerências de Mina com maior desenvolvimento do subprocesso de Manutenção Relevante em 2011; Ý Identificação de grupos mais preparados para apresentação dos resultados do VPS-M em algumas gerências; Ý Participação ativa da engenharia de manutenção no diagnóstico 15 Diagnóstico de Excelência Potencial Boa Prática Não Conformidades Þ Limpeza e organização necessita atenção especial por parte das Gerencias de Manutenção; Þ Desorganização do controle de evidências dos subprocessos em algumas gerências; Þ Baixa efetividade no planejamento de médio prazo; Þ Baixo registro das modificações executados nas atividades de manutenção conforme diretrizes do subprocesso;
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – MANUTENÇÃO Oportunidades de Melhoria Ü Organização das evidências para diagnóstico; Ü Revisão de documentos a partir dos gaps identificados no diagnóstico; Ü Revisão estratégia junto as Gerências para cumprimento da meta; Ü Solicitação de agenda à DIMO, para maior consultoria na DIFL para o VPS-M; Ü Conscientização das gerências de manutenção na sinergia de informações e boas práticas desenvolvidas;
Resultados do Diagnóstico de Excelência - MANUTENÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência - MANUTENÇÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – GESTÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – GESTÃO Destaques Positivos Não Conformidades Ý Reuniões de acompanhamento de resultados estão incorporadas na rotina das áreas, acontecendo de forma automática, com envolvimento de todos os níveis de liderança, bem como o uso de ferramenta única para acompanhar indicadores e registro de deliberações e pendências em atas. Þ Apenas 5 gerencias de área foram avaliadas no processo de 5 S, por terem 2 sensos implantados Ý Revisão nos planos de manutenção das instalações de VGR, para provisionamento de recursos para execução de 5 S e recolocação de proteção de partes móveis Ý Mudança no sistema de carregamento de trens para diminuir tempo médio de carregamento do TFA. Þ O acompanhamento dos planos para alcance de metas AIP não é percebido como rotina das áreas. Þ Os planos para alcance de metas AIP não são revisados quando ocorrem desvios Þ Mapeamento de processos não concluído impacta em vários requisitos relacionados (documentação e treinamentos, definição de indicadores, uso do mapeamento como ferramenta para alcance de resultados) Þ Desconhecimento da metodologia para tratamento de desvios (PGS 435) Ý Sinergia entre gerências de manutenção e operação de VGR para promover a melhoria de resultados de DF, impactando diretamente na produção Ý 20 Diagnóstico de Excelência Potencial Boa Prática Þ Devido a problemas de migração de padrões para SISPAV, várias áreas possuem pendências na padronização.
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – GESTÃO Oportunidades de Melhoria Ü Melhorar entendimento das áreas sobre metodologia para definição e desdobramento de metas anuais Ü Promover melhoria na metodologia de elaboração dos planos para alcance de metas AIP. Necessário enriquecer análises de dados históricos e estratificação de problemas, aprofundar em identificação de causas fundamentais, adequar a qualidade dos planos de ação (definição de prazos e responsáveis, associação de ações às causas fundamentais) Ü Alguns empregados possuem dificuldade em demonstrar conhecimento da Política da DIFL
Resultados do Diagnóstico de Excelência - GESTÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência - GESTÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência - GESTÃO
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – PESSOAS
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – PESSOAS Destaques Positivos Ý Realização de Pesquisa de Satisfação sobre lanche do turno. O resultado foi utilizado em reunião do gerente geral com Centro de Serviços Compartilhados. Ý Divulgação do Programa de Remuneração Variável. Ý Criação de procedimento que define papéis e responsabilidades da área. Ý Controle de vencimento de carteiras de habilitação, facilitando a verificação de informações para permissão de operação de equipamentos. Ý Aproveitamento de participantes dos programas Portas de Entrada. Ý Esclarecimento do Plano de Aposentadoria Complementar para não optantes, levando empregados à adesão. 26 Diagnóstico de Excelência Não Conformidades Þ Qualidade do lanche de turno insatisfatória. Þ Empregados de algumas áreas se queixaram de dificuldade para receber uniformes. Þ Falta de adaptação das instalações para pessoas com deficiência. Þ Algumas área não possuem acompanhamento sistemático e ações para controle do absenteísmo total. Þ Ausência de plano de treinamentos básicos (requisitos, normas, regulamentos e ambientação).
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – PESSOAS Oportunidades de Melhoria Ü Maior envolvimento das lideranças com o VPS Pessoas. Ü Melhorar a organização para apresentação das evidências. Ü Ampliar a divulgação do Programa de Remuneração Vale. Ü Intensificar o acompanhamento do plano de aprendizagem dos Programas Portas de Entradas.
Resultados do Diagnóstico de Excelência - PESSOAS
Resultados do Diagnóstico de Excelência - PESSOAS
Resultados do Diagnóstico de Excelência - PESSOAS
Resultados do Diagnóstico de Excelência - PESSOAS
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SUSTENTABILIDADE
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SUSTENTABILIDADE Destaques Positivos Ý Implantação do SGA, sob o foco da NOR-0008 -G padroniza as questões ambientais na DIFL; Ý Levantamento dos Aspectos e Impactos Ambientais por processos (Mapeamento de Processos); Não Conformidades Þ Divulgação ineficaz da Política de Desenvolvimento Sustentável (POL-0003 -G) e da Norma de Responsabilidades Saúde, Segurança e Meio Ambiente – SSMA (NOR-0003 -G); Þ Não abrangência de 100% dos Levantamentos dos Aspectos e Impactos Ambientais por processos, incluindo atividades de terceiros; Ý Formalização dos “Facilitadores Ambientais por GA”; • Não estabelecimento de controles operacionais eficazes para prevenir os Aspectos e Impactos Ambientais; Ý Padronização de atividades com interface entre outras Diretorias – Matriciais na DIFL. Þ Não aderência a 100% das avaliações ao atendimento dos requisitos Legais (DIFL e outras DIs); 33 Diagnóstico de Excelência
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SUSTENTABILIDADE Não Conformidades Oportunidades de Melhoria Þ Delegação de Autoridade para avaliar atendimento a requisitos legais a pessoas que não dominam o conhecimento do processo da GA; Þ Falta de Domínio do Sistema CAL (Controle e Avaliação das Legislações); Þ Planos de Ação desatualizados e com análise ineficaz; Þ Informalidade das atribuições Ambientais nas GAs; dos Facilitadores Þ Inadequação do quadro de brigadistas para atendimento a emergências (Instrução Técnica No. 12, Corpo de Bombeiros-MG, Portaria CBMMG No. 5 25/08/2005); Þ Gestão ineficaz dos resíduos sólidos; Þ Divulgação ineficiente dos resultados de monitoramentos ambientais nas áreas operacionais. 34 Diagnóstico de Excelência Ü Maior envolvimento das Lideranças com VPS Meio Ambiente; Ü Redução da rotatividade dos nomeados “Facilitadores Ambientais”; Ü Envolvimento das Lideranças na avaliação do atendimento aos requisitos legais, e no estabelecimento de Planos de Ação; Ü Melhor conhecimento das GAs sobre os Requisitos Ambientais aplicáveis ao seu processo, incluindo Terceiros
Resultados do Diagnóstico de Excelência - SUSTENTABILIDADE
Resultados do Diagnóstico de Excelência - SUSTENTABILIDADE
Resultados do Diagnóstico de Excelência - SUSTENTABILIDADE
Resultados do Diagnóstico de Excelência - SUSTENTABILIDADE
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA Destaques Positivos Ý Feedback - Avaliação de empregados utilizando critérios de S&S para movimentação e promoção; Ý Realização de inspeções por muitos L 2 com periodicidade inferior ao estabelecido no padrão da DIFL; Ý Divulgação de ações de S&S: em painéis e TV em locais maior circulação de pessoas, Mural de divulgação/tratamento de ROS (Oficina Central); Ý Anjo da Guarda funcionando como um disseminador de informações (GAMBL); Ý APF - Análise Potencial de Fatalidade com base na INS 0037 utilizada no Complexo Paraopeba; Ý Reuniões de pagamentos de hora para tratamento de assuntos voltados a Saúde e Segurança; 40 Diagnóstico de Excelência Potencial Boa Prática Destaques Positivos Ý Controle de EPI realizado em fichários de controle individual e com registro no SD 2000 (Jangada); Ý Treinamento/Campanha RAC 5 – Movimentação de Carga realizado pela equipe da Oficina Central; Ý DSS Especial dos aniversariantes do mês com empregado destaque em S&S por supervisão - Divulgação de foto do empregado (GARPL). Ý Painel Trabalho Organizado: Sistema de organização de trabalho que torna o fluxo de informações de S&S mais seguro e rápido (GAVGL); Ý Fluxos para gerenciamento de REC nas áreas; Ý Bônus Contratual por 0 Ocorrências de Segurança (GAPRL);
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA Não Conformidades Þ Aderência ao cronograma de periódicos inferior a 100% na maior parte das áreas (apresentado pleito a DISI para que os cronogramas sejam válidos a partir de junho para diagnóstico final – entender a gestão da área nesse processo); Þ Não utilização ou desconhecimento das ferramentas do SD 2000 para cadastros de inspeção, diálogo comportamental; Þ Periodicidade da realização de inspeções (desconhecimento do padrão e periodicidade); Prática de realizar uma inspeção para todos os supervisores da área - incorreto; Þ Não utilização da Planilha CAL para controle de legislação (Requisitos Legais); Þ Áreas sem identificação de aplicabilidade de RAC e sem planos de ação; Þ Ausência de sistemática de acompanhamento de planos de ação de Requisitos Legais e RAC; 41 Diagnóstico de Excelência Þ Divulgação das ações de S&S (ROS, quaseacidentes, análises de acidentes, inspeções) para contratados ainda deficiente; Þ Composição da equipe mínima de análise de acidentes não atendendo a INS 0050; Þ Falta de capacitação para lideranças nas metodologias de análise de acidentes e na INS 0050; Þ Não evidenciada divulgação das análises de acidentes pessoais (FAC, SAF, CAF) e impessoais. O placar DIFL e anexo 1 não suficientes para atender ao requisito;
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA Não Conformidades Þ Aderência ao cumprimento dos itens de inspeção abaixo da meta de 90% no prazo (Pleito DISI); Þ Falta de evidência de inspeções de contratadas; Þ Empregados encontrados sem a devida capacitação e trabalhando com eletricidade (RAC 11 sequer identificado como aplicável a área); Þ Ausência de cronogramas de implementação do Diálogo Comportamental contemplando o devido cumprimento das ações; Þ Não evidenciada pelas áreas sistemática de realização de análise crítica dos acidentes ocorridos; Þ Aderência ao cumprimento das ações de bloqueio de análises de acidentes abaixo da meta de 100% no prazo (Pleito DISI); 42 Diagnóstico de Excelência
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA Oportunidades de Melhoria Ü Pouco conhecimento e entendimento do padrão PGS 000915 pelos líderes; Ü Definir sistemática de divulgação dos programas legais na DIFL afim de garantir a distribuição e entendimento aos empregados e terceiros; Ü Pouco conhecimento e entendimento da Política Global de S&S pelos empregados e contratados; Ü Necessidade de atualização dos registros de SESMT nas SRTE contemplando as alterações devido a novas contratações e transferências; Ü De modo geral a utilização de registros e check lists pelas áreas precisa ser efetivada com assinaturas nestes documentos (inspeção, DSS, registros de feedback); Ü Realizar as transferências de empregados no sistema para que não haja impacto nos cronogramas de periódicos das áreas; Ü Melhorar a apresentação do planejamento de ações de S&S das áreas: cronogramas; 43 Diagnóstico de Excelência Ü Disponibilizar o mais rápido possível os relatórios de APR, a fim de que as áreas consigam elaborar os planos de ação e implementar as ações; Ü Manter líderes de RAC, pois as mudanças constantes dificultam continuidade de controle das ações de implantação; Ü Melhorar o entendimento de aplicabilidade dos RAC; Ü Estabelecer gerenciamento dos supervisores na implantação dos RAC; Ü Buscar resolução para os problemas de acesso ao SD 2000;
Resultados do Diagnóstico de Excelência Destaques Gerais – SAÚDE E SEGURANÇA Oportunidades de Melhoria Ü Melhorar divulgação do padrão para doenças ocupacionais; Ü Treinamento em Diálogo Comportamental: apresentado pleito a DISI para avaliação desse item no que se refere a carga horária utilizada na DIFL; Ü Dificuldades com relação a utilização de dois sistemas na DIFL (PGV e SD 2000). Grande parte das ações ainda são cadastradas no PGV; Ü Áreas devem criar sistemática de revisão de análise de risco ou atividade após resultado de análise de acidentes com essa gravidade; Ü Pouca efetividade na divulgação dos resultados de inspeções. Muitas vezes a tratativa é com relação a números e não a itens (resultados); Ü Incluir ação de intensificação de inspeções e uso das demais ferramentas proativos nos planos de ação de acidentes cuja severidade real ou potencial é de fatalidade; Ü 44 Diagnóstico de Excelência Ü Melhorar comunicação com a DISI visando agilizar as discussões, entendimentos e repasse de informações aos pontos focais e gestores. Ü Melhorar o acompanhamento de indicadores garantindo o cumprimento de ações num curto prazo.
Resultados do Diagnóstico de Excelência – SAÚDE E SEGURANÇA
Resultados do Diagnóstico de Excelência – SAÚDE E SEGURANÇA
Observação Saúde e Segurança realizou diagnóstico amostral. Foram avaliadas apenas gerências de operação e manutenção, por estas representarem os processos mais críticos. Esta definição foi alinhada com a diretoria e a área reguladora, DISI. Portanto é importante ressaltar que: 1. Além das falhas identificadas é possível que existam outras nas áreas matriciais. 2. O diagnóstico é um sinalizador para os gestores tratarem os problemas das suas áreas.
Próximos Passos
Próximos passos 1. Analisar os relatórios do diagnóstico 2. Atuar na correção dos desvios identificados neste diagnóstico.