Shunt das pentoses No se trata de um

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Shunt das pentoses • • Não se trata de um ciclo Oxidação / redução

Shunt das pentoses • • Não se trata de um ciclo Oxidação / redução com uma descarboxilação Pensar em pares de glicoses, 3 pares no total. De cada par de hexoses ( 12 carbonos totais) se origina um par de pentoses ( 10 carbonos totais) • Imaginar as interconversões destes 10 carbonos: ( 5 com 5), (3 com 7) ou (6 com 4). • Completar a imagem com 9 carbonos, moléculas comuns com a via glicolítica, para o restabelecimento do Shunt.

Shunt das pentoses ou via do fosfogliconato – poder redutor

Shunt das pentoses ou via do fosfogliconato – poder redutor

Num momento de divisão celular a necessidade de Ribose -5 -P para fazer acido

Num momento de divisão celular a necessidade de Ribose -5 -P para fazer acido nucléico é muito maior que a necessidade de Eritrose ou de Sedoheptulose, por exemplo. Neste caso, a ligação do Shunt por metabolitos com a via glicolítica (gliceraldeido 3 -P , frutose 6 -P e glicose 6 -P) faz com que não faltem umas nem sobrem outras moléculas. Esta complexidade da via metabólica facilita adaptação à falta qualitativa e/ou quantitativa da nutrição. Mas, para as boas condições da célula requer regulação.

Os 6 CO 2 produzidos (retirando-se 1 C de cada molécula de glicose) equivalem

Os 6 CO 2 produzidos (retirando-se 1 C de cada molécula de glicose) equivalem à oxidação de uma molécula inteira de glicose. Os 12 NADPH poderiam produzir na cadeia respiratória o mesmo que NADH ou seja 36 ATPs. Valor aproximado da glicólise aeróbica para uma molécula de Glicose. Assim, o poder redutor mostra sua equivalência ao ATP.

Uma das formas de manter o estado de oxido redução das células regulado é

Uma das formas de manter o estado de oxido redução das células regulado é contar com co-enzimas separadas para várias enzimas. Assim, um conjunto de moléculas pode ficar mais oxidado no mesmo ambiente celular que outro conjunto fica mais reduzido. Não pode faltar co-enzimas enzimas tem que ser específicas.

Como a especificidade das enzimas não é “perfeita” se houver muita galactose a Mesma

Como a especificidade das enzimas não é “perfeita” se houver muita galactose a Mesma enzima que normalmente faz Xilitol pode fazer Galactitol.

O Shunt das pentoses mostra uma capacidade energética idêntica à da glicólise aeróbica sem

O Shunt das pentoses mostra uma capacidade energética idêntica à da glicólise aeróbica sem produzir ATP diretamente. Por esta razão entendemos o fato de encontramos alta atividade deste shunt em células q FINAL O Shunt das pentoses mostra capacidade energética semelhante à da glicólise aeróbica sem produzir ATP diretamente. Por esta razão entendemos o fato de encontramos alta atividade deste shunt em células que também possuem alta atividade de síntese (redução) de lipídeos - nossa principal (quantitativamente) reserva energética. O mesmo poder redutor requerido para síntese de lipídeos serve para manutenção da flexibilidade das membranas dos glóbulos vermelhos favorecendo SH SH livres em lugar de restritivas S-S das proteínas. Seu metabolismo implica em uma única remoção de CO 2 por molécula de glicose ou seja, é feito preservando-se a estrutura molecular de monossacarídeo complexo (pentose). E suas enzimas possuem atividade catalítica semelhante à da aldolase quebra glicose (6 C) em duas moléculas de trioses (3 C) ou faz o inverso. Com isto pode disponibilizar uma grande variedade de açucares que as células requerem em pequena quantidade. Durante a etapa de S (Síntese de DNA) do ciclo celular ou seja, durante alguns minutos responde por 50% da ribose requerida. Mas, sua capacidade de converter 2 pentoses em trioses e hexoses faz com que não “sobrem” moléculas pois, muitas destas moléculas são as mesmas da via glicolítica e poderão ser oxidadas ou formar reservas. As sobras iriam para a principal via de metabolismo de hidratos de carbono com suas conexões metabólicas com síntese de lipídeos ou dos aminoácidos das proteínas. . .