Sacramentos 05 Penitncia Aulas previstas 01 Introduo 18

























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Sacramentos 05 Penitência Aulas previstas: 01. Introdução (18 slides) 10. Sacramentos_communicatio 02. Baptismo (11 slides) 03. Confirmação (8 slides) 04. Eucaristia (26 slides) 05. Penitência (24 slides) 06. Unção dos enfermos ( 6 slides) 07. Ordem ( 16 slides ) 08. Matrimónio (30 slides) 09. Sacramentos_ortodoxos (9 slides) (4 slides)
Penitência PRIMEIRA E SEGUNDA CONVERSÃO § CCE 1427: 1427 “ Jesus chama à conversão (. . . ). O baptismo é o momento principal da primeira e fundamental conversão. É pela fé na boanova e pelo baptismo que se renuncia ao mal e se adquire a salvação, isto é, a remissão de todos § Lumen gentium 8: 8 “ A chamada de Cristo à os pecadoscontinua e o domada vida na nova”. conversão ressoar vida dos cristãos. Esta segunda conversão é tarefa ininterrupta para toda a Igreja que recebe em seu próprio seio os pecadores e que sendo santa ao mesmo tempo que necessitada de purificação constante, busca sem cessar 1/24
Penitência 2/24 NATUREZA DESTE SACRAMENTO Cristo, 1 É um sacramento instituído por 2 a modo de juízo, 3 para perdoar, por meio da absolvição sacramental, 4 os pecados cometidos depois do baptismo , 5 ao homem devidamente arrependido. 6 e que os confessou.
Penitência 3/24 INSTITUIÇÃO I. Depois da ressurreição: ressurreição Jo 20, 21 -23: “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”. Instituído a modo de juízo: poder de atar ou desatar: faculdade de julgar e de perdoar ou não perdoar. Por isso, o ministro há-de conhecer a causa que julga: o penitente deve dar- -lhe a conhecer os seus pecados e as suas disposições mediante a sua confissão.
Penitência ESTRUTURA DESTE SACRAMENTO, 1 q 1 Compreende dois elementos igualmente essenciais: os actos do penitente: contrição, confissão dos pecados e satisfação. Se não há verdadeiro arrependimento tão pouco existe o sacramento. 2 Objecto sobre o que versam os actos do penitente = os pecados cometidos depois do baptismo enquanto se detestam ou aseacção de Deus por ministério da Igreja. querem destruir. 4/24
Penitência ESTRUTURA DESTE SACRAMENTO, 2 q Confissão dos pecados : É necessário confessar todos os pecados mortais cometidos depois do baptismo e ainda não manifestados na confissão nem perdoados pela absolvição. Podem confessar-se os pecados veniais cometidos depois do baptismo; e todos os pecados, quer veniais quer mortais, posteriores ao baptismo e 5/24
Penitência 6/24 ESTRUTURA DESTE SACRAMENTO, 3 q Quanto ao confessor : Núcleo fundamental da absolvição: “Eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. A absolvição deve: 1 ser oral; 2 dar-se ao penitente estando ele presente; 3 ser condicionada só se houver razões graves (dúvida de se o penitente está vivo ou morto, de se tem suficiente uso de razão, . . . ).
Penitência 7/24 NECESSIDADE, 1 q Recebê-lo, ou ter ao menos a intenção eficaz de recebê-lo, é tão necessário para todos os que cometeram um pecado mortal depois do baptismo como o Por preceito divino, este sacramento obriga, por si mesmo, ao pecador em mesmo baptismo para os não baptizados. perigo iminente de morte, e algumas vezes na vida. Ocasionalmente obriga para receber um sacramento de vivos. Por preceito eclesiástico, “todo o fiel que tenha atingido a idade da discrição, está obrigado a confessar fielmente os pecados graves, ao menos ao ano” ( CIC 989; CCE obriga 1457). 989 1457 se há pecado mortal. Mas. . . Em sentido estrito, uma vez
Penitência 8/24 NECESSIDADE, 2 q “ Aquele que tem consciência de haver cometido um pecado mortal, não deve receber a sagrada Comunhão, mesmo que tenha uma grande contrição, sem ter previamente recebido a absolvição sacramenta; a não ser que tenha um motivo grave e não lhe seja possível encontrar-se com um confessor”( CCE 1457). 1457 E, neste caso, tenha presente que está obrigado a fazer um acto de o propósito de se confessar contrição perfeito, que inclui quanto antes.
Penitência 9/24 EFEITOS 1 Pode perdoar todos os pecados, tanto mortais como veniais. Os veniais podem perdoar-se também com actos de arrependimento fora do sacramento, mas não se perdoam nem sequer com o sacramento aqueles dos quais não se está arrependido. 2 Infunde-se a graça santificante, se se tivesse perdido. Por isso os pecados mortais se perdoam todos ou nenhum. Perdoa-se a pena eterna, mas não necessariamente toda a temporal. Também revivem os méritos se se tivessem perdido. 3 Graça sacramental: ajuda para se enfrentar com êxito as tentações que versem
Penitência 10/24 ACTOS DO PENITENTE, 1 q Sujeito deste sacramento = o baptizado que depois do baptismo tenha cometido algum pecado e que é capaz de se arrepender. Os actos do penitente são parte constituinte do sacramento. São três: 1 arrependimento, 2 confissão, 3 satisfação.
Penitência 11/24 ACTOS DO PENITENTE, 2 ARREPENDIMENTO, 1 = Dor de alma e detestação do pecado cometido, juntamente com o propósito de não pecar mais. Contrição (perfeita): nasce da caridade. Perdoa os pecados veniais, e também os mortais se unida ao desejo eficaz de se confessar. Atrição (contrição imperfeita): nasce da consideração da fealdade do pecado ou do medo ao castigo. É suficiente para perdoar os pecados mortais só se unida à confissão e absolvição.
Penitência 12/24 ACTOS DO PENITENTE, 3 ARREPENDIMENTO, 2 q O arrependimento (tanto de contrição como de atrição) há-de: § ser interno, § estar baseado em motivos sobrenaturais, § estender-se a todos os pecados mortais ainda não perdoados, § ser “ máximo” (julgar o pecado como o pior mal e estar disposto a sofrer o que for preciso antes de voltar a cometê-lo).
Penitência 13/24 ACTOS DO PENITENTE, 4 ARREPENDIMENTO, 3 q Para a validade, requer-se o propósito, ao menos implícito, de não pecar mais. q O propósito de não pecar há-de ser: § firme: não significa que jamais se cometerá mais nenhum pecado. Basta que no momento da confissão se tenha uma decidida vontade de lutar para não o cometer. § eficaz: estar disposto a pôr os meios necessários para não pecar, evitar as ocasiões, querer reparar o dano possível causado a outros. § universal: querer evitar todo o pecado mortal. Se se confessam só pecados
Penitência 14/24 ACTOS DO PENITENTE, 5 CONFISSÃO, 1 = acusação de pecados próprios cometidos depois do baptismo, feita ao confessor para Necessária por preceito divino: que os perdoe. sacramento instituído por Cristo à maneira de juízo, e não Necessária poro preceito eclesiástico: já no se pode julgar que se desconhece. concilio IV de Latrão (1215).
Penitência 15/24 ACTOS DO PENITENTE, 6 CONFISSÃO, 2 q A confissão deve ser: § simples (sem explicações inúteis) e humilde (para pedir perdão), § feita com intenção recta (e não para impressionar. . . ), § feita para se acusar (não para informar), § veraz (número, espécie e circunstâncias que mudam a espécie dos pecados), § feita com discrição e delicadeza (sem usar palavras escandalosas ou do os pecados de outros), § feita oralmente (não por gestos ou por escrito, a não ser em caso de de), § secreta. revelannecessida-
Penitência 16/24 ACTOS DO PENITENTE, 7 CONFISSÃO, 3 q A confissão há-de ser íntegra = na medida em que lhe seja possível, o penitente há-de confessar todos os pecados mortais cometidos depois do baptismo e ainda não confessados. q Integridade material = de facto, todos estes pecados. Não é sempre necessária. Integridade formal = todos os pecados mortais que, vistas as circunstâncias, o penitente deve confessar aqui e agora. É sempre necessária .
Penitência 17/24 ACTOS DO PENITENTE, 8 CONFISSÃO, 4 1 Impossibilidade física: Ex. : moribundo sem falar; pessoa muda ou que ignora a língua; falta de tempo em perigo de morte; ignorância ou esquecimento invencíveis. 2 Impossibilidade moral: Ex. : escrupulosos; se se pode - sem seguir graves inconvenientes para o penitente, o confessor ou um terceiro; se se pusesse em perigo a fama do penitente ante outras pessoas por causas extrínsecas à mera confissão (suspeitas, na podendo evitar que outros oiçam, chamando excessivamente a atenção); se pudesse perigar o sigilo sacramental.
Penitência 18/24 ACTOS DO PENITENTE, 9 CONFISSÃO, 5 PECADOS DUVIDOSOS 1 2 3 4 Se o penitente duvida se fez ou não a acção que é pecado: não há obrigação de confessá-la. É aconselhável que o faça, dizendo que não está seguro (conselhos para o futuro). Se está seguro que há pecado, mas não sabe se é grave ou não: deve confessá-lo para sair da dúvida. Se duvida sobre o consentimento ou a advertência: se é frequente e não costuma dar importância ao assunto, deve confessá-lo; senão, não é necessário confessá-lo. Se está seguro que é pecado mortal, mas duvida se já o confessou ou não: deve confessá-lo, a não ser que o motivo da dúvida fosse muito débil.
Penitência 19/24 ACTOS DO PENITENTE, 10 SATISFAÇÃO q CCE 1459: 1459 “ O pecado fere e enfraquece o próprio pecador, assim como as suas relações com Deus e com o próximo. A absolvição tira o pecado, mas não remedeia todas as desordens causadas pelo pecado. Aliviado do pecado, o pecador deve ainda recuperar a perfeita saúde espiritual. Ele deve, pois, fazer mais alguma coisa para reparar os seus pecados : «satisfazer» de modo apropriado ou «expiar» os seus pecados. A esta chama « penitência» ”. Osatisfação confessortambém tem queseimpor a penitência: proporcionada ao número e gravidade dos pecados confessados e à capacidade do penitente. Para a validade: o penitente deve aceitar a penitência e desejar cumpri-la. Se de facto não a cumpre: o sacramento é válido, mas comete-se pecado.
Penitência 20/24 MINISTRO, 1 Para administrar validamente, requer-se por direito divino a potestade da ordem sacerdotal e a jurisdição sobre o penitente. A jurisdição é necessária devido à índole judicial do Sacramento da Penitência, pois o juiz só pode julgar aqueles que estão sob a sua jurisdição.
Penitência 21/24 MINISTRO, 2 A B C É o Bispo quem faculta ou concede as licenças para ouvir confissões. Em alguns casos, fá-lo implicitamente (penitenciário, pároco) porque estas licenças Quem tiver licença para uma circunscrição eclesiás vão anexas ao ofício. tica tem-na automaticamente para todo o mundo. Mas o ordinário do lugar pode limitá-la para os Bispos de outras dioceses (quanto à licitude) e para Empresbíteros perigo de (quanto morte do os à penitente: validade). todo o presbítero, mesmo sem licenças e mesmo que esteja presente outro sacerdote que as tenha.
Penitência 22/24 MINISTRO, 2 1 2 3 Não há “pecados reservados”, mas sim “ penas eclesiásticas”. Podem ser um castigo para reparar a ordem lesada e produzir um horror saudável àquele delito (privação de privilégios ou um cargo, etc. ) e levantam-se por dispensa. Ou podem ser medicinais, para a correcção daquele Absolvição de excomunhões reservada ao Sumo que incorreu nelas ( censuras: excomunhão, interdição Pontífice: e suspensão) e levantam-se por absolvição. a) profanação da Eucaristia, b) violência física contra o Papa, c) ordenação de um bispo sem mandato pontifício, d) violação do sigilo sacramental, e) absolver um cúmplice. Perigo de morte: qualquer sacerdote pode absolver de todas as censuras e pecados.
Penitência 23/24 RITO DESTE SACRAMENTO q 1 2 3 Actualmente, há três ritos: ritos Rito para a reconciliação de um só penitente: modo habitual de receber o Sacramento. Rito para a reconciliação de diversos penitentes, com confissão e absolvição individual: junto com 1. constitui o único meio ordinário de reconciliação com Deus e com a Igreja. Rito para a reconciliação de muitos penitentes, com confissão e absolvição geral (impõe-se uma penitência com carácter geral). Está feito para casos muito excepcionais. Os fiéis que tenham recebido uma absolvição geral estão obrigados a confessar individualmente, quanto antes, os pecados que lhes foram absolvidos. Não se cumpre, deste modo, o preceito de confessar os pecados graves ao menos uma vez por ano.
Ficha técnica 24/24 § Bibliografia § Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) § Slides § Original em português europeu - disponível em inicteol. googlepages. com