REVISO DFD DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Tpicos

















































- Slides: 49
REVISÃO DFD
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Ø Tópicos • 1. Os componentes de um diagrama de fluxo de dados • 2. Como desenhar um diagrama de fluxo de dados simples • 3. Diretrizes para desenhar diagramas de fluxo de dados • 4. Como desenhar diagrama de fluxo de dados nivelados
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Principal técnica de modelagem funcional • Modelagem: Imaginar um sistema como uma rede de processos funcionais, interligados por “dutos” e “tanques de armazenamentos” de dados • Pode ser usado para descrever processos computadorizados e não computadorizados • Também chamado de DFD, Diagrama de Bolhas, Modelo de Processo e Diagrama Funcional
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Deve representar: – Funções do Sistema (procedimentos/serviços) – Interações entre funções do sistema – Transformações que o sistema deve realizar – As fontes de informação – O destino dos resultados – Dados mantidos pelo sistema (dados em repouso)
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Um DFD é composto por: • Processos • Fluxos de Dados • Depósitos de Dados e • Entidades Externa
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS PROCESSOS • Transformador de dados. Reside dentro das fronteiras do sistema. • Também conhecido como bolha, função ou transformação • Representam transformações de fluxo(s) de dados de entrada em fluxo(s) de dados de saída
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS PROCESSOS • Geralmente provoca mudanças de estrutura, conteúdo ou estado. • Representação gráfica Calcular Comissão De Marco/Yourdon Calcular Comissão Gane & Sarson
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS PROCESSOS • O nome do processo deve descrever o que ele faz. • Geralmente é composto por uma frase constituída de um verbo ativo (Calcular, Receber, Criar) e um objeto simples (Comissão, Pedido, Figura) • Evitar termos vagos: Manipular Dados, Fazer Serviço, etc)
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Representam caminhos por onde passam os dados • Os fluxos representam dados em movimento • Normalmente representam bits, caracteres, etc, mas podem representar materiais físicos • São representados através de setas que indicam o destino (ou direção) do dado
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Fluxos com duas setas indicam um diálogo. Cada extremidade da seta deve ser rotulada • O nome representa o significado do pacote de informações que se move pelo fluxo • Os nomes devem constar no dicionário de dados • Um mesmo fragmento de dados pode ter significados diferentes em pontos distintos de um DFD (CPF válido e CPF inválido)
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Mistura para bolos Açúcar Ovos Leite Preparar Bolo
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Os fluxos podem divergir ou convergir: – cópias são envidadas para diferentes partes do sistema, • ou que um pacote de dados está sendo dividido a vários pacotes mais simples
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENDEREÇODE-CLIENTE CÓDIGO-POSTAL NÚMERO-DE-TELEFONE ENDEREÇO Validar Endereço Validar Número de Telefone Validar Código Postal
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Transportam dados entre os elementos do DFD – Processo Processo – Entidade Externa Processo – Depósito de Dados Processo – NUNCA ENTRE ENTIDADE EXTERNA E DEPÓSITO DE DADOS
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Tipos de Fluxos – Fluxo externo: entre Entidade Externa e Processo – Fluxo interno: entre dois Processos – Fluxo de acesso à memória: entre Processo e Depósito – Fluxo de erro ou rejeição: para fora de um Processo
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • Nomenclatura – Cada fluxo deve ter um único nome – O nome deve identificar os dados transportados pelo fluxo – Exemplos: Dados-Fatura, Recibo-Pagamento, Dados-Cliente
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS • O objetivo do fluxo de dados não é representar aspectos procedurais. – O fluxo chega ao processo porque foi solicitado? – Quando um processo dever gerar um fluxo? – Quando um processo recebe dois fluxos qual a dependência entre eles?
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS QUAL É A ORDEM DE ENTRADA E SAÍDA? A X B C Q Y Z Na especificação ser deve explicado a ordem
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DEPÓSITO DE DADOS • Representam uma coleção de pacotes de dados em repouso • Um depósito existe por causa de um requisito básico do usuário ou por um aspecto prático da implementação • Nem sempre um depósito de dados é um arquivo ou SGBD. Pode representar microfilmes, pastas de arquivos em papel e diversas outras formas não computadorizadas
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DEPÓSITO DE DADOS • Representação Gráfica D 1 Clientes Gane & Sarson Clientes De Marco/Yourdon
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DEPÓSITO DE DADOS • Nomenclatura – Normalmente o nome para identificar o depósito é o plural do nome dos pacotes transportados pelos fluxos para dentro e para fora do depósito – Deve ser significativo para o usuário • Os fluxos interligados a um depósito só podem transportar pacotes de informações que o depósito pode aceitar
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DEPÓSITO DE DADOS Observações • Fluxo saindo (leitura)de um depósito pode significar: – Um pacote isolado de dados foi recuperado – Mais de um pacote foi recuperado – Apenas uma parte do pacote foi recuperada – Partes de mais de um pacote foram recuperadas
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DEPÓSITO DE DADOS Observações (cont) • Fluxo entrando (atualização) num depósito pode significar: – Um ou mais novos pacotes de dados estão sendo introduzidos – Um ou mais pacotes de dados estão sendo modificados ou alterados – Um ou mais pacotes de dados estão sendo removidos do depósito
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS • Também chamados de Terminadores • São as fontes/destinatários das informações que entram/saem do sistema • Os procedimentos executados pelas entidades externas não são especificados no modelo por não fazerem parte do sistema
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS • Normalmente é uma pessoa, um grupo de pessoas, uma organização externa, um setor dentro de uma empresa • Pode representar outro sistema • Representação gráfica Alunos
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS Nomenclatura • No plural quando se referir a um grupo de pessoas (Clientes) • Deve conter o nome do setor ou organização externa (Diretoria de Negócios) • Deve ser incluída a palavra sistema quando se tratar de um sistema (Sistema de Contabilidade)
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS Três aspectos importantes sobre Terminadores: 1. Eles são externos ao sistema que estamos modelando, os fluxos que interligam os terminadores aos diversos processos de nosso sistema reapresentam a interface entre o sistema e o mundo externo 2. Nem o analista nem o projetista estão em posição de modificar o conteúdo de um terminador ou o modo como o terminador funciona 3. Qualquer relacionamento existente entre terminadores não será mostrado no DFD
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS • Como identificá-las? O analista de sistema recebe a seguinte informação do usuário: a)Pretendo fornecer os itens X, Y e Z para o sistema e espero receber como resposta A, B, C
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ENTIDADES EXTERNAS • Como identificá-las? b) O Departamento de Contabilidade fornece os formulários do tipo 321 e nós da Administração temos que remeter semanalmente os relatórios orçamentais para a Comissão de Finanças
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO • Escolher nomes significativos para os processos, fluxos, depósitos e terminadores • Um processo pode representar uma função que está sendo executada ou pode indicar como a função está sendo executada, pela identificação da pessoas, grupo ou mecanismo envolvido • No caso de pessoas é necessário rotular o papel que esta pessoa está desenvolvendo e em vez do nome ou da identidade
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO pedidos válidos pedidos F R E D pedidos inválidos pedidos validar pedidos inválidos
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO • Os nomes escolhidos para processos e também para os fluxos e terminadores devem provir de um vocabulário conhecido pelo usuário • Porém algumas precauções devem ser tomadas: – Existe a natural tendência por parte dos usuários utilizarem as abreviações e acrônimos que lhes sejam familiares
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Numerar os processos • Deve ser consistente no modo como atribui os números • A numeração NÃO representa seqüência de execução, pois o DFD é uma rede de processos assíncronos que se comunicam • Muitas vezes é mais fácil referenciar números do que nomes como “Editar Erros de Transações e de Relatórios” • São importantes, pois são utilizados no esquema de numeração hierárquica
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Evitar DFD Complexos demais • DFDs devem ser lidos e compreendidos facilmente pelos usuários e outros analistas • Não crie um DFD com demasiados processos, fluxos, depósitos e terminadores • Os diagramas devem caber em uma folha carta ou A 4
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Refazer o DFD tantas vezes quantas forem necessárias • Em um sistema real o DFD deve ser feito, refeito e novamente refeito por dez ou mais vezes até que esteja: – Tecnicamente correto – Aceitável pelo usuário – Tão bem desenhado que não fique constrangido em mostrá-lo à diretoria de sua empresa
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO CRIAR DIAGRAMAS AGRADÁVEIS ESTETICAMENTE • Você gostaria de viajar em um avião projetado por engenheiros que ficassem entediados com seus desenhos após a segunda iteração?
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO CRIAR DIAGRAMAS AGRADÁVEIS ESTETICAMENTE • Os DFDs devem ser esteticamente legíveis: – Tamanho e formas das bolhas – Fluxos de dados curvos versus fluxos de dados retos – Diagramas desenhados à mão versus diagrama gerados por máquina – Fluxos que se cruzam
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Certificar-se de que o DFD seja logicamente consistente – Os DFDs devem ser consistentes com outros diagramas e também com eles próprios – Algumas diretrizes para a consistências entre eles são: – Evite os poços sem fundo. Também conhecidos como “buracos negros”, são bolhas que têm entradas mas não tem saídas
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO • Evite bolhas com geração espontânea. Bolhas que têm saídas mas não entradas são suspeitas e geralmente incorretas. • Cuidado com os fluxos e processos sem rótulo. Isso geralmente é sinal de desatenção, mas pode revelar erros mais sérios: as vezes o analista de sistemas omite o rótulo de um fluxo ou processo porque simplesmente não consegue encontrar um nome satisfatório. • Cuidado com depósitos de leitura-apenas ou escrita-apenas.
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO • Depósito de dados devem aparecer no nível em que são compartilhados e no próximo nível • Entidades externas devem aparecer no diagrama de contexto e no diagrama de nível 0
DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS DFD COM NÍVEIS • O DFD de sistemas não triviais é muito complexo • Para evitar que tudo seja definido num único diagrama (difícil de ser entendido e mantido), criam-se DFD´s que detalham um processo de nível mais alto
DFD COM NÍVEIS DIAGRAMA DE CONTEXTO • O DFD de nível mais alto consiste de uma única bolha, representando o sistema inteiro • Neste diagrama os fluxos de dados mostram as interfaces entre o sistema e os terminadores • Representa as interações com o ambiente
DFD COM NÍVEIS DIAGRAMA DE CONTEXTO Setor Vendas Pedido Sistema de Vendas Fatura Setor Entrega Cobrança Sistema de Cobrança
DFD COM NÍVEIS DIAGRAMA NÍVEL 0 O DFD imediatamente abaixo do diagrama de contexto é conhecido como Nível 0 • Ele representa a visão de mais alto nível das principais funções do sistema bem como as principais interfaces entre essas funções • Com DFD nível 0 numerado podemos relacionar uma bolha com o DFD de nível imediatamente inferior.
DFD COM NÍVEIS DIAGRAMA NÍVEL 0 Setor Vendas Clientes Setor Entrega Pedido 1. Introduzir pedidos Pedidos 2. Processar Pedidos Fatura Cobrança Sistema de Cobrança
DFD COM NÍVEIS DIAGRAMA NÍVEIS INTERMEDIÁRIOS • São os diagramas que mostram a decomposição (detalhamento ou explosão) de cada processo de nível mais alto • A quantidade de níveis depende de fatores como complexidade e porte do sistema • Em geral, a decomposição dever terminar quando for possível especificar o processo numa página
DIAGRAMA DE NÍVEIS INTERMEDIÁRIOS Pedidos Clientes 2. 1 Gerar Cobrança Pedidos Setor Entrega 2. 2 Gerar Fatura Cobrança Sistema de Cobrança
Análise Estruturada - DFD Pedido_preços E 1 Departamento de produção Lista_materiais necessários Entidade externa r Lista _fo s o Dad dor e c ne P 1 Escolher fornecedor E 2 Fornecedores Preços_material Processo D 1 Fornecedores Dado s_fo r Depósito De dados nece dor P 2 Pedir materiais Nota_encomenta Fluxo de dados
Análise Estruturada Explosões