Repblica Liberal 1945 1964 o n r e
República Liberal (1945 -1964)
o n r e v o G a r t Du 951) -1 6 4 (19 Alinhamento com os EUA Plano SALTE: Saúde, Alimentação , Transporte e Energia Instabilidad e política Caráter liberal de democracia Aprovação da Constituição de 1946: liberal
Governo Vargas (1951 -1954) Retomada da política nacionalista: Petrobras e BNDE Estabilização da economia Suicídio Oposiçã o da UDN – Carlos Lacerda . Atentado da rua Tonelero. Rompimento pelos militares. Ameaça de prisão
Plano de Metas Modelo rodoviarista 50 anos em 5 Desenvolvimentismo Abertura ao capital estrangeiro Indústria de automóveis Construção de rodovias K J o n r e Gov ) 1 6 9 1 (1956 Integração nacional Anos dourados Brasília Bossa Nova SUDENE Copa de 58
Governo Jânio Quadros (1960 -1961) “Varredura da corrupção” Moralidade Governava por bilhetinhos Política externa: aprox. com China, Cuba e URSS Política Interna: fim da briga de galo, proibição ao uso de biquíni Renúncia = pressão de “forças ocultas”
Governo João Goulart (1962 -1964) O Renúncia de Jânio Quadros; O Cadeia da Legalidade via Uruguai; O Congresso optou pelo regime parlamentar – Tancredo Neves (1961 -1962); O Aumento da inflação, das greves e da insatisfação popular – plebiscito: retorno do presidencialismo;
ase; B e d s a m r fo e R O ntral e C a d io íc m o C O do Brasil (13/03/1964) – reforma agrária; amília O Marcha da F com Deus pela se Liberdade – clas isão r p a e d e p ia d é m e de João Goulart s; ação dos militare golpe O 01/04/1964 – civil-militar. Golpe civilmilitar
1 – (2005) A CULPA É DO GOVERNO Bossa-nova mesmo é ser presidente desta terra descoberta por Cabral. Para tanto basta ser tão simplesmente simpático. . . risonho. . . original. Juca Chaves RETRATO DO VELHO Bota o retrato do velho outra vez Bota no mesmo lugar O sorriso do velhinho Faz a gente se animar, oi. (. . . ) O sorriso do velhinho Faz a gente trabalhar. Marino Pinto e Haroldo Lobo
Os estilos de governar de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek são abordados nas letras de música acima. Um elemento comum das políticas econômicas destes dois governos está indicado na seguinte alternativa: a) trabalhismo b) monetarismo c) industrialismo d) corporativismo
2 – (2014)
Os governos de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek foram momentos marcantes da história econômica brasileira, especialmente no que se refere ao desenvolvimento industrial do país. Uma semelhança entre o processo de industrialização brasileiro verificado no governo de Vargas e no de JK está apontada em: a) expansão do mercado interno b) flexibilização do monetarismo c) regulação da política ambiental d) autonomia do progresso tecnológico
3 – (2007) Os anos JK, festejados como dourados, tiveram como suporte o Plano de Metas, um conjunto de diretrizes com o objetivo de eliminar as desigualdades do Brasil. Entre essas diretrizes podemos destacar: a) ocupação da Região Centro-Oeste com a transferência da capital. b) industrialização da Região Sul com a criação de zonas francas de comércio. c) implantação da agroindústria na região Nordeste com a construção de açudes. d) ampliação do potencial energético da Região Norte com a desconcentração urbana.
4 – (2003) Varre, varre, vassourinha. Varre, varre a bandalheira, Que o povo já está cansado De sofrer desta maneira. Jânio Quadros é a esperança deste povo abandonado. (Nosso Século. São Paulo: Abril Cultural, 1980. )
Esse "jingle" acompanhou o candidato Jânio Quadros durante a sua campanha à presidência da República, em 1960. A letra sintetiza a seguinte política de resolução dos problemas da época: a) a austeridade do governo e o controle dos gastos públicos conteriam a inflação e a corrupção oficial b) a disputa de mercados externos e a ideologia nacionalista aumentariam o superávit comercial e a geração de renda c) o atendimento à economia popular e à produção de alimentos baixariam o custo de vida e os gastos do governo d) a defesa dos interesses nacionais e a adoção de uma política externa independente gerariam emprego e novas possibilidades econômicas
5 – (2016) Dirijo-me a todos os brasileiros, não apenas aos que conseguiram adquirir instrução nas escolas, mas também aos milhões de irmãos nossos que dão ao Brasil mais do que recebem, que pagam em sofrimento, em miséria, em privações, o direito de ser brasileiro e de trabalhar sol a sol para a grandeza deste país. Aqui estão os meus amigos trabalhadores, na presença das mais significativas organizações operárias e lideranças populares deste país. Àqueles que reclamam do Presidente da República uma palavra tranquilizadora para a Nação, o que posso dizer-lhes é que só conquistaremos a paz social pela justiça social. A maioria dos brasileiros já não se conforma com uma ordem social imperfeita, injusta e desumana. (João Goulart, em comício no Rio de Janeiro, 13/03/1964. Adaptado de jornalggn. com. br)
No evento conhecido como Comício da Central do Brasil, o Presidente João Goulart proferiu discurso em que reafirmava algumas das propostas de seu governo, atendendo a demandas de organizações sindicais. A proposta desse governo mais diretamente associada à promoção da justiça social foi: a) realização da reforma agrária b) gratuidade do ensino público c) concessão do voto aos analfabetos d) introdução dos direitos trabalhistas
6 – (2015) O professor Alcino Salazar, secretário de justiça da Guanabara, declarou a O Globo que a extensão do voto ao analfabeto é perigosa concessão aos inimigos do regime democrático, fundado na verdade e na pureza do princípio da representação. (Adaptado de O Globo, 21/02/1964) Em sua mensagem ao Congresso Nacional em 15 de março de 1964, o presidente João Goulart escreveu: “Outra discriminação inaceitável atinge milhões de cidadãos que, embora investidos de todas as responsabilidades (. . . ) e integrados à força de trabalho, com seu contingente mais numeroso, são impedidos de votar por serem analfabetos”. (ALEIXO, J. C. B; KRAMER, Paulo. Os analfabetos e o voto: da conquista da alistabilidade ao desafio da elegibilidade. Senatus, Brasília, outubro/2000)
As declarações do professor Alcino Salazar e do presidente João Goulart foram feitas em um momento de polarização na sociedade brasileira, que culminou na instauração do regime autoritário em 31 de março de 1964. Ambas as declarações expressavam, naquele momento, visões antagônicas relacionadas à seguinte dimensão da cidadania: a) direitos políticos b) reparações étnicas c) benefícios sociais d) oportunidades econômicas
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