Rapazes o desafio da noconformidade com os papis

  • Slides: 44
Download presentation
“Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” Projectos, Activismo e Rapazes

“Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” Projectos, Activismo e Rapazes Terceiro encontro_pdc Vera Fonseca

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! O desafio… Reflectir, para reparar nas desigualdades existentes entre os rapazes e as raparigas, de forma a entendê-las e a intervir sem limitar ou diminuir o potencial da juventude “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa “Flor Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! Papéis sociais de género • Homens – Esfera pública da produção • Trabalho • Carreira • Vida profissional • Mulheres – Esfera privada da reprodução • Casa • Família • Cuidados “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Estes papéis desiguais socialmente construídos para homens e para mulheres são o género Estes papéis têm mudado ao longo da história e são influenciados pela: – Cultura – Religião – Idade – Classe social Sendo um conceito mutável, pode ser alterado consoante as realidades e necessidades da sociedade. “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • As desigualdades em função do género e dos papéis sociais associados, estão interligadas e são co-dependentes: O excesso de um lado implica directamente uma falta no outro “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! paz! Menino da mamã! “Flor • A aceitação dos modelos de comportamento disponíveis = “caixa” dentro da qual a identidade e os projectos de vida são construídos. as r o ct e t Pro Suste casa ntam a es r e d Fortes Lí Tomam Não decisões choram os d a c i Del as ç n a i Cr de m a t s Go jar n a r r se a n Se is e sív Cuidam da casa Dependentes “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa “Flor Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! • A aceitação dos modelos de comportamento disponíveis = “caixa” dentro da qual a identidade e os projectos de vida são construídos. s ore is ect t o Pr Sus te casa ntam a es. Het r e erossex Líd uais Fortes Tomam Não decisões choram e das v a í c i l s De en S s ça idam u n C a i Cr tam de a casa d s Go jar n a r r se a s Feminina Dependentes “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! “Flor paz! O que significa ser um homem? • Se conseguirem alcançar a meta é prometido: – – – Um sentido de poder Orgulho Confiança Controlo Invulnerabilidade • Se não conseguirem são ameaçados com: – – – Isolamento Vergonha Abuso Violência Alvo de brutalidade Alvo de ridicularização “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa “Flor Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! • Quem é que já ouviu alguém chamar ou já chamou alguém de: – “menina” – “menino da mamã” – “Maria rapaz” – “Medricas” – “Florzinha” “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Estas palavras são como pequenas bofetadas, lembranças diárias para servir o padrão • Conhecem alguém que já se sentiu obrigado a brigar para provar que “era homem”? “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! paz! • O que significa ser um homem? http: //www. youtube. com/watch? v=3 exz. MPT 4 n. GI&feature=related “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! paz! A violência de género Indicador 1: Vítimas de violência Nota: os slides identificados com os logotipos foram retirados da apresentação Inquérito Violência de Género, Estudo realizado em Portugal Continental por Soci. Nova/Ces. Nova 2008 “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! paz! A violência de género • Uma definição curta da violência de género é qualquer tipo de violência utilizada para estabelecer, reforçar ou perpetuar as desigualdades de género e manter as hierarquias de género. Em outras palavras, é um mecanismo policial. [1] International Conference “Eradicating Violence against Women and Girls – Strengthening Human Rights” Berlin, 2 -4 December 2002 http: //www. gtz. de/violence-against-women/english/ “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Vitimação de homens e mulheres, por tipos de violência - 2007 “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! A violência de género Indicador 2: Autores e autoras de violência “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Autores da violência, homens e mulheres “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Autores da violência exercida contra as mulheres “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! Vitimação, acto a acto - 2007 “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Autores da violência exercida contra os homens “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Autores da violência exercida contra os homens Na violência sexual, a prevalência da vitimação é muito baixa, o que dificulta os cálculos, no entanto há mais mulheres autoras. Os actos que prevalecem são os de assédio e, nas nossas sociedades, estes são normalmente percepcionados pelos homens como um reforço da sua masculinidade e não como uma agressão. “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! Percepção das causas da violência, homens e mulheres vítimas • Nos homens, as • Nas mulheres, as principais causas apontadas são: – consumo de – sentimento de álcool posse – mal-entendidos – ciúme – diferenças de – mentalidade dos valores (menor homens em grau) relação às mulheres – consumo de álcool (menor grau) “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! “Flor Menino da mamã! paz! Reacção das vítimas, homens e mulheres Nos homens, as reacções mais frequentes são: – reagir violentamente – contactar as forças policiais Os homens recorrem mais à Polícia do que as mulheres. Nos “gritos e ameaças”, ou nas “ameaças com armas de fogo/brancas”, a probabilidade dos homens recorrerem à Polícia é cinco vezes maior do que nas mulheres. A reacção “não fazer nada” corresponde sobretudo a actos de violência de pais para filhos, ou a alguma violência psicológica e sexual. • Nas mulheres, a reacção mais frequente é: – Não fazer nada e ficar caladas “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! “Flor Menino da mamã! paz! Local de ocorrência, homens mulheres • Nos homens, os locais mais frequentes são: – locais públicos – rua – local de trabalho • Nas mulheres, o local mais frequente é: – casa “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! A violência de género Na esfera privada Indicador 3: a violência doméstica “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! Vitimação de homens e mulheres (actos praticados no último ano) “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s

! nina e M “Flor tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! A violência de género Na esfera privada Indicador 4: a violência conjugal “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! paz! Maus tratos conjugais Pessoas condenadas Fonte: Ministério da Justiça Maridosanálogo agressores/ Mulheres vítimas Mulheres agressoras/ Maridos-análogo vítimas Desigualdad e 1998 9 0 100% 1999 27 0 100% 2000 67 0 100% 2001 115 0 100% 2002 215 0 100% “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Existe uma ligação clara entre os homens, a masculinidade e a violência • Os homens são os principais agentes de violência no mundo • Os padrões de masculinidade a nível mundial apoiam esta violência • No entanto, os homens não nascem violentos. Levam anos de força, de chamar nomes, de ameaças, de brigas, de abuso e de medo para moldarem os rapazes em “homens” “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Ao crescerem, os rapazes são introduzidos a variados rituais de violência: – São lhes dado soldados, armas, tanques de guerra, aviões de guerra e jogos de batalha para brincar – São contadas histórias de heróis lendários que matam muitos adversários – São convidados a entrarem em combate virtual pelo marketing dos vídeo jogos e os seus derivados online – São os principais destinatários dos filmes de “acção” de Hollywood – “acção” é o novo eufemismo para a violência “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • A violência (normalmente contra outros homens) é festejada no desporto e no cinema, na literatura e na guerra • Não só é permitida, é valorizada e recompensada • É banal usar a violência como forma de resolução de conflitos e diferenças, entre indivíduos, grupos de homens e mais tarde entre nações “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Inseguranças ou medo de falhar face ao ideal “ser homem” podem ser o suficiente para empurrar muitos homens, especialmente, durante a sua juventude, para uma espiral de agressividade • A violência torna-se então num mecanismo de compensação, que se justifica para estabilizar o equilíbrio “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Esta violência que decorre do género é normalmente violência contra mulheres e raparigas mas, também, pode ser violência contra outros homens “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa “Flor Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • O alvo é normalmente alguém fisicamente mais fraco ou vulnerável – Uma criança – Uma mulher – Grupos sociais – Imigrantes “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! • Como já perceberam, não só as mulheres que são prejudicadas pela cultura do género. Esta “conversa” não diz respeito só às mulheres mas também aos homens, a todas as pessoas que exigem viver em plena cidadania, livre e democrática. “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Mar ia Ra Medricas! Menino da mamã! paz! Dinâmica de grupo • Artigo do jornal Público “Geração Rapazes Frustrados” “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Todos perdemos! As mulheres perdem nos seus direitos e liberdades na vida profissional, os homens perdem nos seus direitos e liberdades na vida familiar. • As crianças têm uma mãe e um pai, e a lei dá a ambos têm a mesma responsabilidade em relação aos seus filhos e às suas filhas, nomeadamente na sua educação (art. º 68 da Constituição e artº 33 do Código “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Rapazes e raparigas deviam de ser preparados desde cedo para as tarefas do cuidado, até porque não só as mães mas também os pais que são factores indispensáveis para as crianças • Ora a paternidade, da mesma forma que a maternidade, exige aprendizagens e competências “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! • A distribuição de papéis de género determina uma desigualdade que afecta negativamente: – A auto-estima – A autoconfiança – Diminui a participação social e no emprego nas raparigas – Diminui a participação familiar e em casa nos rapazes “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Estes padrões de conduta sobre como devem ser os homens e como devem ser as mulheres não mudam a alta velocidade. Mas como foi indicado no início, os papéis de género são mutáveis e têm vindo a mudar de geração para geração • É possível conscientemente mudar os padrões sociais que resultam em violência “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! 10 razões para trabalhar com rapazes e 1. Muitas mulheres querem que os homens assumam uma homens posição contra a violência 2. A maior parte dos homens não concordam com o uso da violência, mas não fazem nada para desafia-la ou parala. Estes homens necessitam de ser mobilizados para a prevenção da violência. 3. Alguns homens já estão envolvidos na prevenção da violência mas falta-lhes apoio. Muitos gostariam de participar, mas não sabem como 4. Os homens cometem a maior parte da violência – eles têm a responsabilidade de a parar “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor 5. 6. 7.

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor 5. 6. 7. eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! 10 razões para trabalhar com rapazes e Os homens não nascem violentos – eles tornam-se homens violentos como resultado das crenças e normas sobre o que significa ser homem. O trabalho com homens e rapazes pode vir a alterar estas crenças e normas e apoiar os homens na rejeição da violência. Os homens têm o potencial de acabar com a violência. Não só podem escolher não perpetuar os actos de violência, eles podem escolher desafiar as atitudes e suposições que apoiam a violência de género. A violência baseada no género continua mesmo depois de anos de trabalho anti-violência. O que tem faltado é o trabalho de prevenção efectiva com os homens. “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor 8. eà t

! nina e M tufa!” s e e d zinha “Flor 8. eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! 10 razões para trabalhar com rapazes e Os homens tambémhomens sentem violência – muitos são sobreviventes mas poucos conseguem o apoio que precisam para recuperar da experiência 9. Os rapazes e homens dão ouvidos aos seus colegas – precisamos de mobilizar homens e rapazes a propagarem a mensagem da prevenção de violência nas suas famílias, locais de trabalho e comunidades. 10. Quem está nos lugares de tomada de decisão e como líderes da opinião são em maioria homens – precisamos de trabalhar com eles e receber o apoio político, financeiro, e moral necessário para prevenir a violência baseada no género. “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa “Flor Medricas! Mar ia Ra Menino da mamã! paz! • Como intervir… – Organizar e envolver os homens em cooperação com as mulheres para reformular a organização de género na nossa sociedade – Incentivar os rapazes e as raparigas a seguirem estudos e profissões não tradicionais para o seu género – Maior destaque para os homens como provedores de cuidados, envolvendo-os na criação das crianças de forma positiva e livre de violência “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género”

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e

! nina e M tufa!” s e e d zinha eà t s e “Vest z!” rapa Medricas! “Flor Mar ia Ra Menino da mamã! Obrigada “Rapazes, o desafio da não-conformidade com os papéis de género” paz!