Qumica orgnica Estuda os compostos do carbono Em
Química orgânica: Estuda os compostos do carbono Em 1828, as pesquisas em Química orgânica foram ampliadas, principalmente após a descoberta de Woller
Fibras sintéticas, alimentos, cosméticos, medicamentos e combustíveis são alguns dos produtos que envolvem milhões de substâncias em que o principal componente é o mais extraordinário dos elementos químicos, o Carbono.
A teoria da força vital Por não conhecerem substâncias orgânicas provenientes de fontes nãovivas, como as rochas, acreditava-se que era necessária uma espécie de FORÇA VITAL para se obter uma substância orgânica. Assim, acreditava-se que compostos orgânicos vinham de compostos também orgânicos, o mesmo acontecia compostos inorgânicos.
Cianato de amônio + aquecendo = Uréia Até então acreditava-se no seguinte (Teoria de Torbem Mergmann): ORG NICO: tinha origem viva INORG NICO: tinha origem mineral
O petróleo é composto por uma mistura complexa de hidrocarbonetos, por isso, ele é enviado para as refinarias a fim de que seus componentes sejam separados e tenham um melhor aproveitamento. No entanto, não se conhece até o momento nenhum método que consiga separar cada um desses hidrocarbonetos. Por isso, essa separação ocorre em frações de substâncias, ou seja, separa-se a mistura complexa do petróleo em misturas bem mais simples.
O primeiro método utilizado é a destilação fracionada, que se baseia na diferença das faixas das temperaturas de ebulição das frações do petróleo. Utiliza-se uma torre de destilação com uma fornalha na parte inferior, onde o combustível é aquecido. A torre possui até 50 pratos, sendo que cada uma apresenta uma temperatura diferente que vai diminuindo à medida que a altura aumenta. O petróleo é aquecido na fornalha, seus componentes vão passando para o estado gasoso, sendo que os mais pesados (de maior massa molar) não sobem, mas ficam líquidos na parte inferior e são separados. As demais frações no estado gasoso sobem pela torre, e quando uma dessas frações atinge uma bandeja com uma temperatura menor que seu ponto de ebulição, ela liquefaz-se e é coletada nesta altura da torre. As demais frações que ainda permanecem no estado gasoso passam para a próxima bandeja e esse processo vai se repetindo. Desse modo, cada uma das frações liquefaz-se em um dos pratos e são coletadas separadamente.
Algumas frações obtidas nesse processo são mostradas abaixo e incluem a gasolina, o óleo diesel, o querosene, o óleo lubrificante, o piche usado em pavimentação asfáltica, parafinas, como as usadas nas velas, a nafta e o gasóleo.
O próximo processo de refino do petróleo é a destilação a vácuo. A diferença que ocorre dessa destilação para a anterior é somente que as frações obtidas são submetidas a uma pressão inferior à da atmosfera em uma torre de fracionamento. Isso faz com que frações mais pesadas entrem em ebulição em temperaturas mais baixas que o seu ponto de ebulição e, desse modo, evita -se que suas moléculas de cadeias mais longas quebrem-se
A terceira etapa é o craqueamento térmico ou craqueamento catalítico do petróleo. Os processos anteriores foram físicos, mas agora se usa um processo químico. Esse termo “craqueamento” vem do inglês to crack, que significa “quebrar”, pois é exatamente isso que é feito: quebram-se moléculas mais longas em moléculas menores. Desse modo, transformando determinadas frações de menor interesse comercial em frações de maior interesse. O craqueamento permite transformar uma fração de querosene em uma fração de gasolina: 1 C 12 H 26(? ) → 1 C 8 H 18(? ) + 2 C 2 H 4(? ) FRAÇÃO DE ALCENO QUEROSENE GASOLINA O craqueamento térmico temperaturas e pressões elevadas (450ºC e 700ºC. Já o craqueamento catalítico usa apenas catalisadores, tornando o processo mais econômico e seguro.
O carbono é tetravalente Trata-se do primeiro postulado de Kekulé em 1858, e atribui ao carbono a possibilidade de quatro ligações. A estrutura ao lado representa o composto: CH 4
CH 3 Cl As quatro valências são iguais entre si
O Carbono forma ligações múltiplas Ligação SIMPLES Ligação DUPLA Ligação TRIPLA
O Carbono forma cadeias
Os tipos de cadeia orgânica: -Quanto ao fechamento da cadeia Cíclica ou aberta Acíclica ou fechada
-Quanto à disposição dos átomos: Normal Ramificada
-Quanto aos tipos de ligações: Saturada Insaturada
-Quanto à natureza dos átomos: Homogênea: Na cadeia, existe apenas átomos de carbono Heterogênea: Na cadeia, existe átomos de outros elementos (heteroátomos)
Classificação dos carbonos na cadeia: Secundário Primário Terciário Quaternário
Função orgânica: É um conjunto de substâncias com propriedades químicas semelhantes denominadas de propriedades funcionais. Para estudo das funções, é preciso iniciarmos o estudo da sua nomenclatura, que exige o cumprimento de normas estabelecidas pela IUPAC (Union of Pure and Applied Chemistry). Para tanto, vamos iniciar o estudo dos prefixos. . .
Número de carbonos Prefixo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Met Et Prop But Pent Hex Hept Oct Non Dec
Radicais orgânicos e seus nomes:
Regras fundamentais na nomenclatura dos compostos: 1) Considerar, como cadeia principal, a cadeia mais longa; se há várias de mesmo comprimento, escolha como cadeia principal a mais ramificada; 2) Numerar a cadeia de modo que as ramificações recebam os menores números possíveis (regra dos menores números); 3) Citar as ramificações, em ordem alfabética, precedidas pelos seus números de colocação na cadeia principal e finalizar com o nome correspondende à cadeia principal.
Os HIDROCARBONETOS, são compostos orgânicos formados exclusivamente por: carbono e hidrogênio. Alcanos: São os principais formadores do petróleo. Os alcanos apresentam apenas ligações simples. Alcenos: Matéria-prima na fabricação de plásticos e fibras têxteis. Possuem duplas ligações. Alcinos: Usados na fabricação de plásticos e solventes. Possuem tripla ligação.
Resumindo: Nomenclatura: alcanos Prefixo + an + o alcenos Prefixo + en + o alcinos Prefixo + in + o Acompanhe os exemplos a seguir
CH 4 METANO CH 3____CH 3 ETANO ETENO CH 3 PROPENO ETINO
2 -metil -pentano Radical Cadeia
2, 2, 4 trimetil - pentano
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