Quem são essas mulheres, quem são esses homens, que saem de suas casas para atender aos infortúnios mais ocultos - quem são eles?
Quem são os que atendem aos que se encontram acorrentados ao passado, presos às ideias de vingança,
que alimentam-se do ódio, que promovem a discórdia, que fomentam o medo, os desencontros,
pois não despertaram para a realidade da vida espiritual e se comprometem perante a Divina Lei de forma tão dolorosa - quem são esses que os atendem?
De dia são mães de família, donas de casa, pais e chefes de família, trabalhadores comuns, que vivem de seus salários dignamente merecidos. Alguns estudam ainda, buscando melhores condições.
Mas, à noite, uma vez por semana, se reúnem para doarem de si mesmos,
convivendo por algumas horas com esses infortúnios ocultos, tentando minorá-los através da mediunidade.
Quando chegam e oram, a alegria refulge e a dor dos semelhantes é amenizada.
Do alto vem uma provisão de luzes que distribuem em nome daquele para quem oram e que os protegem.
Após o trabalho dizem: terminei bem o meu dia. Depois levam notícias àqueles que lhes solicitaram auxílio,
para que a esperança renasça e prossigam nas suas lutas terrenas, agora libertos de assédios e comprometimentos do pretérito.
Quais os seus nomes? Não importa.
Para os infelizes - dos dois planos da vida – são dedicados enfermeiros, verdadeiros mensageiros da consolação e do esclarecimento.
E um coro de bênçãos se eleva em favor de cada um deles. No dia a dia são pessoas do mundo, porque a vida assim exige.
Mantenham silêncio, sejam discretos. Fazia assim JESUS. EURÍPEDES BARSANULFO
Mensagem de Eurípedes Barsanulfo Psicografia de Suely Caldas Schubert SEJA – JF 16/10/1997 Imagens: www. kepguru. hu Música: Ernesto Cortazar Formatação: ngela Santos angelaeveline@gmail. com Todos os direitos reservados