Prof Eduardo Furtado Flores Prof Carlos Augusto Mallmann

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Prof. Eduardo Furtado Flores Prof. Carlos Augusto Mallmann

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EPIDEMIOLOGIA EPI (sobre, acerca de) + DEMOS (população) + LOGUS, LOGIA (ciência) “É a

EPIDEMIOLOGIA EPI (sobre, acerca de) + DEMOS (população) + LOGUS, LOGIA (ciência) “É a Ciência que Estuda as Doenças em Populações” EPIDEMIOLOGIA = populações humanas EPIZOOTIOLOGIA = populações animais

Parte II – Doenças em populações

Parte II – Doenças em populações

Parte II – Doenças em populações 1. Conceitos e definições/indicadores de saúde 2. Distribuição

Parte II – Doenças em populações 1. Conceitos e definições/indicadores de saúde 2. Distribuição Temporal das doenças 3. Distribuição espacial das doenças 4. Vigilância Epidemiológica 5. Estudos epidemiológicos 6. Combate às doenças

POPULAÇÃO - DEFINIÇÃO - POPULAÇÕES CONTÍGUAS x SEPARADAS - POPULAÇÕES ABERTAS ou FECHADAS -

POPULAÇÃO - DEFINIÇÃO - POPULAÇÕES CONTÍGUAS x SEPARADAS - POPULAÇÕES ABERTAS ou FECHADAS - METAPOPULAÇÃO x POPULAÇÕES LOCAIS (UNIDADE POPULACIONAL) - POPULAÇÃO DE RISCO - NÚMERO -CARACTERÍSTICAS POPULACIONAIS - DENSIDADE IMPORTANTES - DIST NCIA SOCIAL

ESTIMATIVAS DE TAMANHO DE POPULAÇÕES - Censos periódicos - Censo inicial seguido de registros

ESTIMATIVAS DE TAMANHO DE POPULAÇÕES - Censos periódicos - Censo inicial seguido de registros de saídas/entradas - Estimativa por amostragem (captura-marca-liberação) - Métodos indiretos

QUANTIFICAÇÃO DE DOENÇA - COMPONENTE ESSENCIAL DA EPIDEMIOLOGIA - EXPRESSA COMO FREQÜÊNCIA RELATIVA -

QUANTIFICAÇÃO DE DOENÇA - COMPONENTE ESSENCIAL DA EPIDEMIOLOGIA - EXPRESSA COMO FREQÜÊNCIA RELATIVA - UTILIDADES DE QUANTIFICAR A DOENÇA - INFORMA A PRESENÇA OU AUSÊNCIA DA DOENÇA - INFORMA SOBRE ESTADO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO - INFORMA SOBRE POSSÍVEL ORIGEM/Determinantes - PERMITE ESTIMAR O IMPACTO ECONÔMICO - DETERMINA E DIRECIONA MEDIDAS DE COMBATE

QUANTIFICAÇÃO DE DOENÇA - VALORES SÃO EXPRESSOS COMO ÍNDICES (PROPORÇÕES) - O DENOMINADOR DEVE

QUANTIFICAÇÃO DE DOENÇA - VALORES SÃO EXPRESSOS COMO ÍNDICES (PROPORÇÕES) - O DENOMINADOR DEVE SER A POPULAÇÃO DE RISCO - PRINCIPAIS ÍNDICES (indicadores/medidas de doença) - PREVALÊNCIA* - INCIDÊNCIA* *Índices de morbidade - OUTROS ÍNDICES (ou indicadores) - MORTALIDADE - LETALIDADE - NATALIDADE, etc

PREVALÊNCIA É O NÚMERO DE CASOS (DE DOENÇA) NA POPULAÇÃO EM UM DETERMINADO MOMENTO.

PREVALÊNCIA É O NÚMERO DE CASOS (DE DOENÇA) NA POPULAÇÃO EM UM DETERMINADO MOMENTO. Ex: - Xangai possui 1000 portadores do HIV - Itacurubi/RS possui 50 pessoas c/ TB Significado? DEVE SER EXPRESSA COMO FREQÜÊNCIA (%, proporção) O DENOMINADOR É A POPULAÇÃO DE RISCO Número de CASOS População de risco x 100 = % - Índice de prevalência

PREVALÊNCIA - Xangai possui 1000 portadores do HIV 1000 x 10. 000 100 =

PREVALÊNCIA - Xangai possui 1000 portadores do HIV 1000 x 10. 000 100 = 0, 01% ou 1/10. 000 - Itacurubi/RS possui 50 pessoas com TB 50 500 X 100 = 10%

PREVALÊNCIA (índice de) - DEFINIÇÃO (sinônimo): - USOS E UTILIDADE: - O QUE PODE

PREVALÊNCIA (índice de) - DEFINIÇÃO (sinônimo): - USOS E UTILIDADE: - O QUE PODE SER QUANTIFICADO: * Soroprevalência - MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO: - LIMITAÇÕES: - É UMA MEDIÇÃO TRANSVERSAL ou SECCIONAL

“ O ÍNDICE DE PREVALÊNCIA REPRESENTA A PROBABILIDADE DO INDIVÍDUO SER UM CASO”

“ O ÍNDICE DE PREVALÊNCIA REPRESENTA A PROBABILIDADE DO INDIVÍDUO SER UM CASO”

INCIDÊNCIA É O NÚMERO DE NOVOS CASOS DE DOENÇA NA POPULAÇÃO EM UM DETERMINADO

INCIDÊNCIA É O NÚMERO DE NOVOS CASOS DE DOENÇA NA POPULAÇÃO EM UM DETERMINADO PERÍODO Ex: Em POA OCORRERAM 200 (novos) CASOS DE Dengue EM ABRILmaio/2013. No RS OCORRERAM 150 (novos) CASOS DE Gripe H 1 N 1 ENTRE Marçomaio DE 2013. SEMPRE EXPRESSA COMO FREQÜÊNCIA/proporção: NÚMERO DE NOVOS CASOS 200 --------------------- = --------- x 100 = 0, 2% ao mês POP. de RISCO x TEMPO 1000000 x mês

INCIDÊNCIA (índice de) - DEFINIÇÃO (SINONÍMIA): - COMPONENTES ESSENCIAIS: - USOS E UTILIDADE: -

INCIDÊNCIA (índice de) - DEFINIÇÃO (SINONÍMIA): - COMPONENTES ESSENCIAIS: - USOS E UTILIDADE: - MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO: - É UMA MEDIÇÃO LONGITUDINAL

“ O ÍNDICE DE INCIDÊNCIA REPRESENTA A PROBABILIDADE DO INDIVÍDUO SE TORNAR UM CASO”

“ O ÍNDICE DE INCIDÊNCIA REPRESENTA A PROBABILIDADE DO INDIVÍDUO SE TORNAR UM CASO”

OUTROS INDICADORES - MORTALIDADE - LETALIDADE - NATALIDADE, etc

OUTROS INDICADORES - MORTALIDADE - LETALIDADE - NATALIDADE, etc

CURVA EPIDÊMICA Número de novos casos 1 2 3 4 5 Dia 6 7

CURVA EPIDÊMICA Número de novos casos 1 2 3 4 5 Dia 6 7 8 9 10

CURVA EPIDÊMICA Número de novos casos 1 2 3 4 5 Dia 6 7

CURVA EPIDÊMICA Número de novos casos 1 2 3 4 5 Dia 6 7 8 9 10

CURVA EPIDÊMICA/DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL Fornece infomações sobre: - CURSO DA DOENÇA (início, final, duração) -

CURVA EPIDÊMICA/DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL Fornece infomações sobre: - CURSO DA DOENÇA (início, final, duração) - INCIDÊNCIA/DIN MICA - ORIGEM/AGENTE/Tipo de doença - FORMA/TIPO DE CONTÁGIO/TRANSMISSÃO - PERÍODO DE INCUBAÇÃO - VARIAÇÃO DO PERÍODO DE INCUBAÇÃO

HANTAVIROSE (Brasil, 1993 -2001)

HANTAVIROSE (Brasil, 1993 -2001)

CURVA EPIDÊMICA - Definição/sinonímia: - Tipos: - Utilidade:

CURVA EPIDÊMICA - Definição/sinonímia: - Tipos: - Utilidade:

Esporádica Em ponto Endêmica Epidêmica Propagação

Esporádica Em ponto Endêmica Epidêmica Propagação

Prof. Eduardo Furtado Flores Prof. Carlos Augusto Mallmann

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