Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de























- Slides: 23
Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis Experiência da Vigilância de Porto Alegre frente ao surgimento dos primeiros casos autóctones de LVH
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Leishmaniose Visceral Humana Zoonose caracterizada por febre de longa duração, emagrecimento, anemia, leucopenia, plaquetopenia e hepatoesplenomegalia. Quando não tratada a doença evolui para o óbito em alguns meses.
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Agente etiológico: Protozoário intracelular da espécie Leishmania Infantum
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde 2015: 3280 casos
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Período de incubação Média de 2 a 6 meses
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Quadro clínico: Fraqueza, emagrecimento Icterícia Hepatoesplenomegalia exuberante Palidez Emagrecimento acentuado e progressivo Febre alta prolongada Anemia
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde ACHADOS LABORATORIAIS Aumento das enzimas hepáticas (2 x ou mais) Plaquetopenia Leucopenia (Leucócitos abaixo de 1. 000) Anemia (Hb abaixo de 10)
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde DIAGNÓSTICO Teste rápido (sensível e específico menos para HIV+) Imunofluorescência Biópsia de medula óssea PCR de medula óssea
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde TRATAMENTO Antimoniato de N-metilglucamina (Glucantime) – 20 mg/kg/dia por 20 a 40 dias Anfotericina B – 1 mg/kg/dia por 14 a 20 dias Anfotericina B lipossomal **- 3 mg/kg/dia por 7 dias
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Definição de caso suspeito: Todo indivíduo proveniente de área com ocorrência de transmissão, com febre persistente e esplenomegalia. Todo indivíduo proveniente de área sem ocorrência de transmissão, com febre persistente e esplenomegalia, desde que descartados os diagnósticos diferenciais mais freqüentes.
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde CASOS EM PORTO ALEGRE Setembro / 2016 Notificado o primeiro caso de LVH autóctone. Criança, 1 ano e 7 meses. Óbito após 4 meses de evolução. Fevereiro / 2017 Notificado o segundo caso. Adulto, 43 anos. Óbito após 5 meses de evolução. Maio / 2017 Notificado o terceiro caso. Idosa, 81 anos. Óbito após 2 meses de evolução. Agosto / 2017 Notificado o quarto caso. Criança, 1 ano e seis meses. Evolução de aproximadamente 2 meses. Cura. Setembro / 2017 Notificado o quinto caso. Criança, 2 anos e 8 meses. Óbito após 3 meses de evolução.
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Caso Paciente Hb Leucócitos Plaquetas 1 Feminino 1 ano e 7 meses 4, 6 1640 23. 000 2 Masculino 43 anos 5, 7 1230 43. 000 3 Feminino 81 anos 5, 6 1800 25. 000 4 Feminino 1 ano e 5 meses 6, 4 2690 50. 000 5 Feminino 2 anos em 8 meses 6. 1 820 51. 000
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Caso Paciente Febre Prostração Emagrecimento Esplenomegalia Citopenia 1 Feminino 1 ano e 7 meses + + ++ 2 Masculino 43 anos + + ++ 3 Feminino 81 anos - + + - ++ 4 Feminino 1 ano e 5 meses + + - + ++ 5 Feminino 2 anos e 8 meses + + +
1º Caso
3º Caso 2º Caso
4º Caso 5º Caso
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde Características em comum: Moradores de ocupações irregulares com condições precárias de saneamento Áreas periurbanas, muito próximas ou no interior da mata nativa. Esgoto a céu aberto e presença de grande quantidade de matéria orgânica no ambiente. Várias consultas, em unidades de saúde, pronto atendimentos e emergências hospitalares, com queixa de febre e inapetência, entre outras. Hemograma evidenciando citopenias (anemia, leucopenia, plaquetopenia). Suspeita de Leucemia. Não houve suspeita de Leishmaniose em nenhum dos casos. Diagnóstico através da biópsia de medula, onde foram visualizadas as formas amastigotas de Leishmania.
Prefeitura Municipal COORDENADORIA de Porto Alegre GERAL DE VIGIL NCIA EM SAÚDE - Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis - EVDT Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde - CGVS Secretaria Municipal da Saúde AÇÕES REALIZADAS PELA CGVS Alerta Epidemiológico Sala de Situação Busca Ativa Reuniões Nos locais de ocorrência dos casos. Junto as Unidades de Referência de cada caso. Seminário Site “Fora Leishmanios e” Decretada Emergência em Saúde Pública Medidas Ambientais Vídeos Institucionais Boletim Epidemiológico Capacitações Gerências Distritais, Núcleos de Epidemiologia, Emergências e Pronto Atendimentos; Público Alvo: Médicos, Enfermeiros e Agentes Comunitários e de Endemias Ações de Promoção da Saúde com a Comunidade