Os diversos tempos Tempo Fsico Tempo Psicolgico Tempo

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§ Os diversos tempos: § Tempo Físico § Tempo Psicológico § Tempo social §

§ Os diversos tempos: § Tempo Físico § Tempo Psicológico § Tempo social § Tempo Histórico

§ Importância de partir das vivências pessoais, familiares, sociais. § Importância de revelar como

§ Importância de partir das vivências pessoais, familiares, sociais. § Importância de revelar como a História constrói seu conhecimento, as peculiaridades do tempo histórico. § ”Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente continuo” Hobsbawm § “A aprendizagem do tempo, desde que observemos e ascultemos atentamente a voz de nossas crianças e jovens, apresenta-se como mistério desafiador e muito mais difícil do que pode parecer à primeira vista” Sônia Miranda

§ Tempo complexo, construído, múltiplo, multifacetado. § Produto das ações, relações e formas de

§ Tempo complexo, construído, múltiplo, multifacetado. § Produto das ações, relações e formas de pensar dos homens - diversidade. § ”O tempo da História tem espessura e profundidade” § ”O tempo cria e toda a criação exige tempo” § “Tempo presente como tempo da vida”

§ Cultura do tempo na infância: rotinas, ritmos, horários. § Crianças e jovens tem

§ Cultura do tempo na infância: rotinas, ritmos, horários. § Crianças e jovens tem dificuldade de construir a noção de mudança. Relaçào de estranhamento com o tempo – “presença da ausência” § Temporalidade histórica como componente conceitual altamente complexo. § A questão da aquisição linguística. § Relações entre o pensamento matemático e a compreensão da temporalidade histórica – construção de medidas, de grandezas, de dimensões e ritmos. § Aprender a Historiar

§ Oração ao tempo. Caetano Veloso § És um senhor tão bonito § De

§ Oração ao tempo. Caetano Veloso § És um senhor tão bonito § De modo que o meu espírito § Compositor de destinos § O que usaremos pra isso § Por seres tão inventivo § E quando eu tiver saído § Que sejas ainda mais vivo § Ainda assim acredito § Peço-te o prazer legítimo § Portanto peço-te aquilo Quanto a cara do meu filho Tempo tempo Vou te fazer um pedido Tempo tempo Tambor de todos os ritmos Tempo tempo Entro num acordo contigo Tempo tempo E pareceres contínuo Tempo tempo És um dos deuses mais lindos Tempo tempo No som do meu estribilho Tempo tempo Ouve bem o que te digo Tempo tempo E o movimento preciso Tempo tempo Quando o tempo for propício Tempo tempo Ganhe um brilho definido Tempo tempo E eu espalhe benefícios Tempo tempo Fica guardado em sigilo Tempo tempo Apenas contigo e comigo Tempo tempo Para fora do teu círculo Tempo tempo Não serei nem terás sido Tempo tempo Ser possível reunirmo-nos Tempo tempo Num outro nível de vínculo Tempo tempo E te ofereço elogios Tempo tempo Nas rimas do meu estilo Tempo tempo

§ ARIÉS, Philippe. O tempo da História. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989. §

§ ARIÉS, Philippe. O tempo da História. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989. § BLOCH, Marc. Apologia da História, ou ofício do historiador. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2001. § KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC/RJ, 2006. § LIGHTMAN, Alan. Sonhos de Einstein. São Paulo, Cia das Letras, 2014. § MIRANDA, Sônia Regina. Temporalidade e cotidiano escolar em redes de significações: desafios didáticos na tarefa de educar para a compreensão do tempo. Revista História Hoje. Vol. 2, n, 4, pp. 35 -79. 2013 § PROST, Antoine. Doze lições sobre a História. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015. § RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Tomo I. Trad. Constança Marcondes César. Campinas, SP: Papirus, 1994. § ZAMBONI, Ernesta; ROSSI, Vera Lúcia S. (orgs) Quanto tempo tem. Campinas: Alínea, 2003.