Origem e tendncias do P E O modelo

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 • • Origem e tendências do P. E. – O modelo de Ansoff

• • Origem e tendências do P. E. – O modelo de Ansoff Objetivos Descrever as origens e tendências do P. E. , relacionando-os com as necessidades das empresas americanas; Introduzir o modelo de Ansoff, como pioneiro na formalização e estruturação do P. E. ; Mostrar as limitações deste modelo.

O planejamento estratégico empresarial tem suas origens no planejamento militar, sendo que até mesmo

O planejamento estratégico empresarial tem suas origens no planejamento militar, sendo que até mesmo os termos empregados, como objetivos, estratégias, metas, suprimentos (recursos), logística e táticas, tem o mesmo significado.

Planejamento estratégico – origens • Início do Sec. XX – EUA • Uso intensivo

Planejamento estratégico – origens • Início do Sec. XX – EUA • Uso intensivo e sistematizado – Pósguerra • Extrapolação de dados passados • Mudanças ambientais a partir da década de 50 – tecnologia e concorrência entre países

O modelo de Ansoff Em 1965, Igor Ansoff publica o livro Corporate Strategy, que

O modelo de Ansoff Em 1965, Igor Ansoff publica o livro Corporate Strategy, que se constitui num marco nas técnicas de P. E. . O autor analisava dois fatores: a organização, com seus pontes fortes e fracos, e o ambiente, ou seja, o potencial do setor industrial da empresa.

Caracteriza-se por ser um processo interativo, buscando a convergência após seguidos ciclos, usando dois

Caracteriza-se por ser um processo interativo, buscando a convergência após seguidos ciclos, usando dois conceitos fundamentais:

1. a análise da diferença (gap analisys), com os seguintes passos: • estabelecimento de

1. a análise da diferença (gap analisys), com os seguintes passos: • estabelecimento de objetivos; • determinação da diferença (gap) entre o atual posicionamento organizacional e os objetivos propostos; • proposição de um ou mais cursos de ação (estratégia); • teste das várias opções estratégicas, visando a diminuição da diferença.

2. sinergia, no qual a procura e a determinação dos pontos fortes da organização,

2. sinergia, no qual a procura e a determinação dos pontos fortes da organização, com a conseqüente determinação do ¨mix¨produtomercado, levava a uma nova posição de ¨harmonia¨ (¨fit¨) entre organização-ambiente, possibilitando uma performance da empresa maior que a soma de suas partes (2 + 2 = 5).

Figura: Lógica do modelo de Ansoff

Figura: Lógica do modelo de Ansoff

 • • Em conseqüência, a geração de estratégia visa: fortalecer os pontos fortes

• • Em conseqüência, a geração de estratégia visa: fortalecer os pontos fortes e eliminar os fracos; diminuir a influência dos concorrentes no mercado; considerar aspectos econômicos e tecnológicos; diminuir o ¨gap¨ entre a posição atual e a posição desejada.

Figura 4: ¨Gap analisys¨

Figura 4: ¨Gap analisys¨

 • Apesar do sucesso e da disseminação do modelo de Ansoff, algumas críticas

• Apesar do sucesso e da disseminação do modelo de Ansoff, algumas críticas foram levantadas a esta abordagem: o modelo não considera importantes variáveis que influem na estratégia, como os fatores políticos, o poder e a cultura na organização, questões sociais e ecológicas externas, por exemplo;

 • a solução (estratégia) resolve apenas uma parte do problema, ou seja, aquela

• a solução (estratégia) resolve apenas uma parte do problema, ou seja, aquela que relaciona a organização com o ambiente, encerrando o processo (ciclo único), centrando-se no mix produto-mercado.

 • • Nova abordagem: novas variáveis e objetivos: sociais, políticas e ecológicas, além

• • Nova abordagem: novas variáveis e objetivos: sociais, políticas e ecológicas, além de econômicas e tecnológicas; o P. E. como um processo contínuo e permanente (ciclos de P. E. ). Isso conduz, inclusive, à denominada Administração Estratégica (Ansoff, 1990).

 • • Esta nova abordagem tem como objetivos: diminuição do risco de tornar

• • Esta nova abordagem tem como objetivos: diminuição do risco de tornar uma má decisão; criação de espaços futuros de ação para evitar pressões; integração de decisões num único plano; criação e manutenção de potenciais de competitividade.