O EGITO 7 AULA SUMRIO O Egito As

































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O EGITO
7ª AULA - SUMÁRIO • O Egito: • As condições naturais, a importância do Nilo e os recursos económicos. • A sociedade. • O poder do faraó.
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DO EGITO DESENHO DE CLÁUDIA QUEIRÓS
BARRA CRONOLÓGICA DA CIVILIZAÇÃO PRÉ-CLÁSSICA EGÍPCIA FOTOGRAFIA DE RENATO PINTO
MAPA DO EGIPTO LIMITES Ø NORTE – Mar Mediterrâneo Ø SUL – Deserto da Núbia Ø OCIDENTE – Deserto da Líbia Ø ORIENTE – Deserto da Arábia e Mar Vermelho DESENHO DE CLÁUDIA QUEIRÓS
HÓRUS COM A COROA DO EGITO UNIFICADO NARMER ou MENÉS Ø Em 3200 a. C. o faraó do Alto Egipto, Narmer ou Menés, unificou o Egito. Ø A civilização egípcia durará mais de 3000 anos. FOTOGRAFIA DE MELANIE SILVEIRA
AS COROAS DO EGITO MAPA DE CLÁUDIA QUEIRÓS DESENHO DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
O RIO NILO E AS SUAS MARGENS O deserto A terra negra O rio FOTOGRAFIA DE CLÁUDIA MONTENEGRO
HINO AO NILO Salvé, ó Nilo! Que brotas da terra E vens dar vida ao Egito! Misteriosa é a tua saída das trevas Ao irrigares os campos criados por Rá Tu fazes viver todo o gado, Tu – inesgotável – que dás de beber à Terra!. . . Tu crias o trigo, fazes nascer o grão, Garantindo a riqueza dos templos. Se paras a tua tarefa e o teu trabalho, Tudo o que existe cai no desespero. Espalha as tuas águas, ó Nilo! Porque fazes viver os homens e os rebanhos E dás-lhes os campos de presente.
AS CHEIAS DO NILO JULHO-SETEMBRO A PARTIR DE OUTUBRO FOTOGRAFIA DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES FEVEREIRO-JUNHO
A AGRICULTURA E AS CHEIAS AS ESTAÇÕES DO ANO EGÍPCIAS ESTAÇÃO DAS CHEIAS (De Junho a Outubro) ESTAÇÃO DAS SEMENTEIRAS (De Novembro a Março) ESTAÇÃO DAS COLHEITAS (A partir de Abril)
A VIDA QUOTIDIANA NO EGITO In Rumos da História 7, Ficheiro de Actividades de História, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA “EGITO, UM DO NILO” HERÓDOTO, SÉCULO V a. C.
VANTAGENS DO NILO O Nilo torna possível a sobrevivência do homem pois fornece-lhe: Ø limos ou lodos que fertilizam as terras aquando das cheias; Ø água para si próprio e para os animais; Ø água para regar, assegurando deste modo a viabilidade da agricultura; Ø peixe abundante das suas águas; Ø caça abundante nas suas margens; Ø via de comunicação privilegiada por onde se deslocavam pessoas e mercadorias.
AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E O RIO NILO In Sinais da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA
AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS Ø Agricultura – cultivavam trigo, cevada, linho, vinha, árvores de fruto, produtos hortícolas e forragens. Colhiam o papiro que nascia espontaneamente nas margens do Nilo. Ø Criação de gado – bois, ovelhas, cabras, carneiros. Ø Pesca e caça. Ø Artesanato – ourivesaria, metalurgia, cerâmica, tecelagem, cestaria, carpintaria. Ø Exploração de pedreiras e jazidas de ouro. Ø Comércio internacional.
AGRICULTURA E CRIAÇÃO DE GADO In Rumos da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA
CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS Ø A Matemática foi bastante desenvolvida no Egito fruto da necessidade de medir campos, calcular colheitas e impostos. Ø Os egípcios, entre outros conhecimentos matemáticos, conheciam as operações de somar e subtrair, sabiam calcular as áreas de um círculo e trabalhavam com fracções. In Sinais da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA
A CAÇA ÀS GARÇAS In Rumos da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA
A PESCA NO NILO FOTOGRAFIAS DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
O ARTESANATO - OURIVESARIA In Rumos da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA
O ARTESANATO - OURIVESARIA FOTOGRAFIAS DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
ARTESANATO DIVERSO FOTOGRAFIA DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
O ARTESANATO CER MICA / VIDRO FOTOGRAFIAS DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
EXPLORAÇÃO DE PEDREIRAS FOTOGRAFIA DE CLÁUDIA MONTENEGRO
A RICA ECONOMIA EGÍPCIA OFERENDAS In Rumos da História 7, Aníbal Barreira e Mendes Moreira, EDIÇÕES ASA FOTOGRAFIA DE RENATO PINTO
A PIR MIDE SOCIAL EGÍPCIA FA RAÓ FAMÍLIA REAL ALTOS FUNCIONÁRIOS PRIVILEGIADOS SACERDOTES ESCRIBAS MILITARES NÃO PRIVILEGIADOS ARTESÃOS E CAMPONESES (grupo mais numeroso) E ESCRAVOS (prisioneiros de guerra)
OS PODERES DO FARAÓ Ø O faraó tinha um poder sacralizado ou teocrático (do grego theos = deus e kratos = poder) sendo considerado um rei-deus, um deus vivo, para além de sacerdote supremo; Ø o faraó tinha um poder total e absoluto sobre tudo e sobre todas as pessoas e competia-lhe a administração da justiça; Ø governava ajudado por uma espécie de primeiro-ministro, vizir, e por altos funcionários; Ø distribuía as terras e os cargos; Ø competia-lhe assegurar a ordem, a estabilidade e a união entre Alto e Baixo Egito.
A SOCIEDADE EGÍPCIA Ø A sociedade egípcia era uma sociedade hierarquizada, ou seja, ordenada segundo uma hierarquia de importância que subordina os grupos de menor importância aos de maior importância e onde todos se subordinam ao faraó. Ø A sociedade egípcia era uma sociedade estratificada em várias camadas diferenciadas. Ø Havia mobilidade social. Ø A mulher tinha os mesmos direitos do homem. Ø Os escravos nunca foram muito numerosos.
OS ESCRIBAS Ø Desempenhavam um importante papel na administração pois dominavam a escrita e o cálculo. Ø Eram funcionários do palácio real e dos templos. Ø Auxiliavam na administração e cobravam os impostos. FOTOGRAFIA DE ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES
PAPIRO - UTILIDADE Ø As tiras do caule serviam para fazer o papiro, onde os escribas escreviam e pintavam. Ø Servia para a cestaria e para fazer esteiras. Ø Os caules secos serviam para fazer barcos. In OFICINA DA HISTÓRIA 7, Texto Editora
ESTELA DE SESTOSTRIS III ESCRITA HIEROGLÍFICA – 3200 -2100 a. C. FOTOGRAFIAS DE RENATO PINTO
BIBLIOGRAFIA Diniz, Maria Emília; Tavares, Adérito; Caldeira, Arlindo M. , História 7, Lisboa Editora Barreira, Aníbal; Moreira, Mendes, Rumos da História 7, Edições Asa Barreira, Aníbal; Moreira, Mendes, Sinais da História 7, Edições Asa
AUTORIA ANABELA MATIAS DE MAGALHÃES