NOVA CULTURA DE AVALIAO Superintendncia Regional de Ensino































- Slides: 31
NOVA CULTURA DE AVALIAÇÃO Superintendência Regional de Ensino de Uberlândia Superintendente: Jakes Paulo Félix dos Santos Assessora pedagógica: Mara Elisa Rosa Analista educacional: Elaine F. Giacomelli 2016
A construção de uma nova cultura de avaliação com os Profissionais em Educação de Minas Gerais deve se dar: Coletivamente (princípio democrático) Cotidianamente (caráter dinâmico) Territorialmente (atendendo demandas específicas) Coerência com os objetivos gerais da Secretaria
OBJETIVOS GERAIS DA POLÍTICA ATUAL DE EDUCAÇÃO Orientar e estimular: encontros de coletivos, tempos de reflexão, debate de concepções e formulação de acordos. Potencializar: os Territórios Educativos, os Intercâmbios Educacionais e a aproximação com espaços acadêmicos e com mundo do trabalho. Assegurar o acesso e a diversidade de sujeitos, saberes, territórios e vivências. REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES EDUCACIONAIS Dialogar e investigar sobre as práticas, conhecimentos, saberes, conflitos e potencialidades.
PRINCÍPIOS NORTEADORES A Centralidade das ações de formação dos profissionais não deve ser o conteúdo mas sim o humano. É preciso promover uma formação para o fortalecimento da postura pedagógica e. . . ampliar uma compreensão mais aprofundada das dimensões que constituem o ambiente de aprendizagem: Os sujeitos A escola em seu território s conhecimentos
POLÍTICA ATUAL Possui o objetivo geral de potencializar os Territórios Educativos, os Intercâmbios Educacionais, a aproximação com espaços acadêmicos e com mundo do trabalho. A práxis pedagógica, fundamental para a prática docente, é possibilitada por meio de estudos, vivências, reflexões e socialização de experiências. A formação continuada com educadores será mais eficaz se for pautada no fazer docente, tendo-o como protagonista deste processo. É necessário promover condições para que essa formação seja construída e executada, de forma qualificada, nos ambientes escolares.
Trocar experiências; O Trabalho interdisciplinar poderá acontecer em distintas etapas e ambientes educacionais com os seguintes propósitos Compartilhar saberes e conhecimentos; Refletir teoricamente sobre as práticas; Buscar soluções para os desafios cotidianos, Planejar e avaliar o trabalho; Elaborar projetos; Propor alternativas para a melhoria de atendimento para os estudantes.
EQUIPE PEDAGÓGICA SRE Apoiar o trabalho nas escolas e contribuir para melhorar a qualidade da aprendizagem do aluno. Base: Sociedade do conhecimento. É preciso tornar a escola apta para preparar os alunos para os novos tempos.
UMA EDUCAÇÃO À ALTURA DOS CONHECIMENTOS CONTEMPOR NEOS Sociedade do século XXI é cada vez mais caracterizada pelo uso intenso do conhecimento (sociedade produto da Revolução Tecnológica) Nova exclusão (acesso à tecnologia de comunicação hoje mediam acesso ao conhecimento e aos bens culturais); Com mais gente estudando diploma não é mais um diferencial, com valorização de características cognitivas e afetivas, capacidade de trabalho em grupo, cooperação.
Diferencial é a “Qualidade da Educação” Ø Nossa civilização reduz distâncias (acesso à informação) e acentua diferenças culturais, sociais e econômicas; Ø Só a educação de qualidade para todos pode evitar que essas diferenças constituam mais um fator de exclusão; Ø Temos que desenvolver: autonomia para gerenciar a própria aprendizagem (aprender a aprender); (aprender a fazer e a conviver).
Escola Que Também Aprende Tecnologia imprime um ritmo sem precedentes no acúmulo de conhecimentos Capacidade de aprender deve ser trabalhada não apenas no aluno, mas também na própria escola e nos docentes De Escola que Ensina, nos transformamos em Escola que Aprende a Ensinar; Princípio – ninguém conhece tudo, conhecimento é coletivo e maior que a soma dos conhecimentos individuais e qualitativamente diferentes; Formar Uma “Comunidade Aprendente” Construção Coletiva da Proposta Pedagógica, reflexão e prática compartilhada fazem parte de uma escola à altura dos tempos atuais
UMA EDUCAÇÃO À ALTURA DOS CONHECIMENTOS CONTEMPOR NEOS Define a escola como espaço de cultura e articulação de competências e conteúdos disciplinares. Aprendizagem – é o resultado da coordenação de ações entre as disciplinas, do estímulo à vida cultural da escola e do fortalecimento de suas relações com a comunidade. Reflexões sobre o papel da avaliação articulada à competências e habilidades para a melhoria da qualidade do ensino. Articulação conteúdo disciplinar/competência/habilidades nas avaliações. Estratégias de monitoramento e acompanhamento da qualidade da educação ofertada com base nos resultados das avaliações.
Avaliações tendo Competências Como Referência Currículo que promove Competências 1) Tem o compromisso de articular as disciplinas e as atividades escolares; 2) Significa aceitar a promoção de cada disciplina articulada as competências e habilidades do aluno; Competências são modos de Ser, Raciocinar e interagir. Desenvolver Competência é ponderar aspectos curriculares e docentes, os recursos cognitivos, afetivos e sociais de que os alunos dispõem.
Tríade Sobre Competência e Habilidade 1) Adolescente – característica de sua ação e pensamento; 2) Professor – características pessoais e profissionais e a qualidade da sua mediação; 3) Conteúdos das disciplinas e as metodologias para o ensino e para a aprendizagem. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação – nº 9394/96) deslocou o foco do Ensino para a Aprendizagem; Tem que indicar o que o aluno vai aprender/Significa democratizar a Escola; Direito Básico (na Lei) de adquirir conjunto básico de competência; É preciso tratar diferente os desiguais para garantir a Base Comum; A transição da Cultura do Ensino para a cultura do Aprendizado é coletivo.
Vários fatores legitimam a ação do Sistema de Ensino: Ø Novas Tecnologias de Informação produzem mudanças na produção; Ø Escola não é a única detentora da informação e do conhecimento; Ø Escola prepara o aluno para viver na sociedade da informação; Não se exige mais Quantidade de Ensino, mas sim, Qualidade da Aprendizagem; Conteúdos também são importantes; mas a Competência é vital – permite continuar aprendendo.
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM LDB, nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 Pode ser adotada com vistas à Promoção, Aceleração de estudos, Classificação. Deve ser desenvolvida pela Escola refletindo a proposta expressa em seu Projeto Político Pedagógico. Deve assumir caráter educativo, viabilizando ao estudante a condição de analisar seu percurso e ao professor e à escola identificar dificuldades e potencialidades individuais e coletivas.
AVALIAÇÃO INTERNA Orientar o professor, o formador. No sentido de revisão de seu programa de ensino Causas dos resultados encontrados Processo escolar voltado para inclusão e o sucesso de todos
AVALIAÇÃO EXTERNA ESCOLAS E REDES DE ENSINO Para que diagnósticos sejam estabelecidos, é preciso avaliar. Não há melhoria na qualidade da educação que seja possível sem que processos de avaliação acompanhem, continuamente, os efeitos das políticas educacionais propostas para tal fim.
AVALIAÇÃO EXTERNA • Identificar problemas e lacunas de aprendizagem. Diagnósticos educacionais • Melhorar a qualidade do ensino ofertado.
Projeto educacional proposta curricular como expressão da concretização do projeto avaliação como ponto de apoio para que o projeto atinja sua plenitude cada conhecimento, habilidade, competência atingidos por cada um dos alunos.
AVALIAÇÃO Ø Trabalho coletivo; Ø Técnicas, instrumentos e procedimentos pelos quais cada aluno seja avaliado em relação a si mesmo e simultaneamente, em relação aos colegas; Ø Avaliações elaboradas por habilidade(s).
BANCO DE DE ITENS BANCO ITENS Ø Suporte para o processo de ensino e aprendizagem; Ø Seus resultados viabilizam a gestão curricular orientada pelo estágio de desenvolvimento dos alunos e pelo Conteúdo Básico Comum – CBC; Ø Os resultados fornecem dados diagnósticos da aprendizagem escolar para subsidiar os planos de aula e intervenções pedagógicas.
AÇÃO DO PAAE – AVALIAÇÃO CONTÍNUA Ø A atual gestão decidiu tirar a obrigatoriedade de aplicação do PAAE; Ø Acesso ao Banco de Itens que o sistema oferta; Ø Sistema informatizado, com acesso online para geração de provas e emissão de relatórios e gráficos de resultado;
BANCO DEDEITENS BANCO ITENS Provas e exercícios são montados com base na solicitação do Professor Ø De acordo com o(s) tópico(s) de conteúdo e habilidade(s) que o professor deseja avaliar especificamente naquele momento; Ø Criado, acompanhado e alimentado por especialistas de cada área do conhecimento, munidos de conhecimentos pedagógicos e estatísticos.
Por que usar o banco de itens? Ø Adotar estratégias efetivas para a melhoria da qualidade de ensino; Ø Apropriar dos resultados das avaliações e utilizar de forma prática no trabalho pedagógico; Ø Expandir a compreensão dos acontecimentos do cotidiano; Ø Aprimorar o trabalho desempenhado em busca de resultados.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS Ø Habilidades Busca verificar se o aluno detém um conhecimento específico. Ø Avaliações externas São explicitadas, na matriz de referência, por meio de descritores. Cada descritor corresponde a somente uma habilidade; Ø Cada item (questão) dos testes se relacionam a apenas um descritor, a apenas uma habilidade; Ø Competência Compreende um grupo de habilidades que, em conjunto, correspondem a uma resultado.
PNE Novos caminhos estão sendo pensados em direção a uma necessária reforma educacional de grande monta. QUAL SERIA O PAPEL DESEMPENHADO PELOS PROFESSORES? A rede só é capaz de experimentar mudanças se as escolas fazem o mesmo, e a escola só muda se o professor muda.
QUAL A FINALIDADE DO PROCESSO ESCOLAR EM QUE A AVALIAÇÃO TEM LUGAR? Ensina-se para que todos aprendam? Para selecionar os que aprenderam mais? Como trabalhar a avaliação a fim de igualar resultados ou, pelo menos, a fim de reduzir diferenças entre os alunos em relação aos conteúdos e competências considerados essenciais?
Nó górdio da questão educacional “Será que acreditamos, mesmo, que a expansão das oportunidades educacionais é interessante para o conjunto da população? [. . . ] A situação educacional demonstra o quanto há ainda a se fazer neste setor e a questão [. . . ] poderia ser refeita perguntando-se mais diretamente: acreditamos todos (atores, agentes e espectadores) que a educação escolar – básica e elementar – deva ser mesmo para todos? ”
AVALIAÇÃO Função diagnóstica Parte integrante dos processos de ensino e aprendizagem Função formativa Função somativa Senso comum: avaliação como sinônimo de medida, prova Função: classificação
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS ENDEREÇOS Ø PORTAL DA AVALIAÇÃO Para ter acesso a toda a Coleção de Revistas Pedagógicas e a outras informações sobre a avaliação e seus resultados, acesse o site: www. simave. caedufjf. net Ø Para ter acesso ao Banco de Itens do PAAE, no google digite “Paae – Instituto Avaliar”: http: //paae. institutoavaliar. org. br/sistema_ava_v 3/default. aspx? i d_objeto=23967&id_pai=23967&area=AREA ØPara atividades de construção do conhecimento: http: //crv. educacao. mg. gov. br/sistema_crv/index 2. aspx? ? id_obje to=23967
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS ENDEREÇOS Acontece na escola: metodologias diferenciadas, eventos. . sre. uberlandia. escolasemrede@educacao. mg. gov. br Blog: escolasemredeblog. wordpress. com http: //www. facebook. com/escolasemrede 1