MTODOS DE AIA REDE DE SORENSEN Fabia Bozzola
MÉTODOS DE AIA: REDE DE SORENSEN Fabia Bozzola, Fernanda Veronez e Joyce Celestino Prof. Marcelo Montaño
OBJETIVOS q Compreensão do método de Rede de Sorensen, a partir de revisão bibliográfica q Aplicação do método com base nas informações contidas nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) de projetos de aterro sanitário submetidos ao licenciamento ambiental no estado do Espírito Santo.
Métodos de Identificação de Impactos: REDES Segundo Canter (1996), os métodos de rede integram as causas e consequências dos impactos através da identificação das interrelações entre as causas e os fatores ambientais impactados, incluindo os efeitos secundários e terciários. Qualquer efeito sobre o ambiente biofísico ou socioeconômico que tenha como causa direta uma ação da atividade proposta impacto primário Impactos secundários Aqueles que ou de primeira ordem surgem de uma ação, mas que não são iniciados diretamente por ela MODAK; BISWAS, 1999
REDE DE SORENSEN ü Auxiliar o planejamento e a conciliação de conflitos sobre o uso do solo em uma seção da zona costeira da Califórnia (1971) (GLASSON et al. 2005) ü Exibir, em um formato de fácil compreensão, as ligações intermediárias entre um projeto e seus impactos finais (MODAK; BISWAS, 1999) ü Representado por um diagrama de causa e efeito inserido em uma matriz de impacto (PERDICOÚLIS; GLASSON, 2006)
Usos Condição Inicial Fatores Causais XX Condição Consequente Efeito Ação corretiva ou Mecanismo de Controle XX X X XX XX Fonte: Canter (1996).
Fonte: Perdicoúlis e Glasson (2006), adaptado de Canter (1996).
ASPECTOS FORTES ASPECTOS FRACO o Ajuda a organizar e antecipar a discussão dos impactos do projeto comunicar sobre o estudo de impacto ao público interessado. o impactos não pontuados de forma quantitativa o Método consistente e imparcial, imparcial que tem como vantagem cobrir impactos secundários, indiretos e cumulativos (GLASSON et al. , 2005). o Complexidade visual CANTER (1996) o a comparação entre alternativas de um projeto não é alcançada por essa metodologia (CANTER, 1996; MODAK; BISWAS, 1999)
APLICAÇÃO DA REDE DE SORENSEN CTR Brasil Ambiental São Mateus EIA – Quadro de Referências EIA - Rede de Sorensen CTR Colatina CGA Linhares
APLICAÇÃO DA REDE DE SORENSEN Quadro de referência de Impactos P L A N E J. I N S T A L A Ç Ã O
APLICAÇÃO DA REDE DE SORENSEN Quadro de referência de Impactos O P E R A Ç Ã O
REDE DE SORENSEN Modificação da Morfologia do Terreno Drenagem de águas pluviais Operação da CGA Linhares Cobertura final das células, plantio de Cobertura Veg. e acompanhamento Solo Relevo Qualidade do ar / Atmosfera Águas subterrâneas Águas superficiais Fauna Vegetação Uso e Ocupação do Solo População do entorno População do município Aumento das superfícies impermeáveis alteração do escoamento superficial Redução do quantitativo das águas subterrâneas Contaminação das águas superficiais Preferência por pavimentos permeáveis (fase de instalação) Sistemas de coleta de percolados e águas pluviais
Programas de Treinamento de Trabalhadores e de Comunicação Social Evitar a supressão de ambientes naturais Mortalidade da fauna Afugentamento da fauna Aumento de Processos Erosivos Perturbação da fauna Supressão de habitats Aumento da exploração dos recursos faunísticos Operação da CGA Linhares Execução de Obras Civis Supressão da vegetação Preparação e Terraplanagem Instalação e Operação de Canteiro de Obras
Operação da CGA Linhares Falhas na Operação do Aterro Risco de falha no recobrimento das células Alteração da qualidade do ar Aparecimento de fauna oportunista Dispersão de resíduos sólidos Risco à saúde da população do entorno Mortalidade da fauna Contaminação da água superficial ü Manutenção das células, respeito aos limites de recobrimento diários; ü Programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos ambientais relacionados à erosão e perda de solos; ü Manutenção de máquinas e veículos utilizados na operação do aterro; Uso de telas em torno da célula em operação; ü Preservação do sistema de drenagem de águas pluviais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS Ações do Empreend. Mudanças da condição inicial Ø Perfil dos aspectos e impactos relacionados à implantação/operação de aterros sanitários ØVisualizar e correlacionar os impactos decorrentes da atividade, diretos e indiretos, bem como algumas medidas mitigadoras e mecanismos de monitoramento. Condições consequentes, efeitos e med. mitigadoras
CONSIDERAÇÕES FINAIS Complementarmente às condições iniciais identificadas nos EIA, foram incluídas na rede outras condições iniciais discussão em grupo e dados apontados no quadro de referência de impacto. Dificuldade Julgamento da significância dos efeitos eliminação dos insignificantes retenção dos significativos, potencialmente significativos e dos impactos desconhecidos
CONSIDERAÇÕES FINAIS dirimir dúvidas conceituais Há necessidade de mais um Métodos nível de de identificação de impactos devem ser cuidadosamente escolhidos. condições consequentes ? condições consequentes efeitos ? Parece improvável que um único método seja capaz de atender a todos os critérios esperados para o processo de AIA Discutir concepções e visões (MODAK; BISWAS, 1999) Relações entre os fatores causais, as condições iniciais e demais itens Chegar a um consenso das interações estabelecidas entre eles
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