Modelos integrativos de cuidado 1 A quais interesses









































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Modelos integrativos de cuidado
(1) A quais interesses servem? (2) A que lógica pertencem? (3) Em nome de quais dispositivos de poder se instituem? ALBUQUERQUE, Verônica Santos et al. Currículos disciplinares na área de saúde: ensaio sobre saber e poder. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 13, p. 261 -272, 2009.
Reflexões Iniciais • AREA DA SAÚDE • Caminho Trilhado até o momento • Soluções X Novos Desafios • Iatrogenia • Prevenção Quaternária • Doenças Crônicas, Envelhecimento, Meio Ambiente • Princípios SUS – acontece? • Quais Competências são Necessárias? • Que caminho trilhamos com novas escolhas? • Praticas Integrativas e Complementares
Qual é o Principal Diferencial do Movimento das PICS Reflexões Iniciais Como essas diferenças implicam na mudança de Paradigma em Saúde? Como ensinar esse novo olhar?
• Como perceber o outro sem perceber a si mesmo? NÃO HÁ UM “EU” SEM O “OUTRO” - Inter. Ser • Como ser Integral com uma concepção de mundo Unidimensional? Reflexões NÃO HÁ INTEGRALIDADE NO DOGMA MATERIALISTA • Como Gestar um novo sistema de pensamento utilizando as mesmas ferramentas e recursos ultrapassados do sistema a ser modificado? NÃO HÁ MUDANÇA SEM INTEGRAÇÃO MUDANÇA DE DENTRO PRA FORA
MTC
A complexidade, evidentemente, não despreza o simples, mas critica a simplificação. Nesse sentido, a complexidade não é a simplificação colocada às avessas, nem a eliminação do simples. Diferentemente dos pensamentos simplificadores, que partem de um ponto inicial e conduzem a um ponto terminal, o pensamento daquilo que é complexo é um pensamento rotativo, espiral. ALBUQUERQUE, Verônica Santos et al. Currículos disciplinares na área de saúde: ensaio sobre saber e poder. Interface. Comunicação, Saúde, Educação, v. 13, p. 261 -272, 2009. “O controle não é uma disciplina. Com uma estrada não se enclausuram pessoas, mas, ao fazer estradas, multiplicam-se os meios de controle. Não digo que esse seja o único objetivo das estradas, mas as pessoas podem trafegar até o infinito e livremente, sem a mínima clausura, e serem perfeitamente controladas. Esse é o nosso futuro. ” (Deleuze, 1992, p. 5)
• Um estado de bem-estar, resultante de um equilíbrio dinâmico que envolve os aspectos físicos, e psicológicos do organismo, bem como suas interações com o ambiente natural e social. (Capra, 1982, p. 323) ALOSTASE “Processo de alcançar a estabilidade, ou homeostase, através de mudanças fisiológicas ou de comportamento” Alteração no eixo HPA hormônios, o sistema nervoso autônomo, citocinas, ou um número de outros sistemas e, em geral, adaptável a curto prazo (Mc. Ewen & Wingfield 2003). Alostase é essencial para manter a viabilidade interna em condições de mudança (Sterling & Eyer 1988; Mc. Ewen 1998 a; Mc. Ewen 1998 b; Schulkin 2003).
Oriente X Ocidente
Aprendizagem e Transdisciplinaridade 1. Complexidade Oposto do Reducionismo Religação de Saberes Teia da Vida 2. Níveis de Realidade e Percepção Modelos Multidimensionais Abordagem Multiprofissional/Interdisciplinar 3. Principio do Terceiro Incluído Metacognição Lógicas não convencionais – Ex. Pensamento Chinês
Complexidade e Saúde
SEVERO, Silvani Botlender; SEMINOTTI, Nedio. Integralidade e transdisciplinaridade em equipes multiprofissionais na saúde coletiva. Ciência & Saúde Coletiva, v. 15, p. 1685 -1698, 2010.
Uma Causa Muitas Condições Doenças Cardíacas Diabetes Depressão INFLAMAÇÃO Câncer Atrite
Uma Condição Muitas Causas Inflamação Distúrbios de Humor Hormônios OBESIDADE Alimentação Genética
Definição de Saúde • Um estado de bem-estar, resultante de um equilíbrio dinâmico que envolve os aspectos físicos, e psicológicos do organismo, bem como suas interações com o ambiente natural e social. (Capra, 1982, p. 323)
Fortalecer a Saúde X Controlar a Doença "Passar o bastão para milhões de anos de inteligência da vida" “Simplicidade é a Porta da Profundidade”
COMPLEXIDADE E SAÚDE “Algo que caminhe em direção ao que chamamos de um processo curativo envolve Obrigatoriamente um individuo Apropriado e Ativo perante a complexidade do processo Vida-Saúde –Doença” Religação de Saberes (Visões Tradicionais + Medicina Convencional) COMPLEXIDADE Revisão do Entendimento Acerca do Processo Saúde-Doença Eric Berlow Como a Complexidade leva à simplicidade Vídeo: Como os lobos mudaram o curso dos rios Bases cientificas a contribuir com o paradigma INTEGRATIVO
• Um estado de bem-estar, resultante de um equilíbrio dinâmico que envolve os aspectos físicos, e psicológicos do organismo, bem como suas interações com o ambiente natural e social. (Capra, 1982, p. 323)
Hipertensão e relação com a Respiração • Oliveira, Ana Claudia Tonelli de. "Efeito anti-hipertensivo de CPAP em pacientes com hipertensão arterial resistente e apneia obstrutiva do sono: um ensaio clínico randomizado. " (2013). • Pedrosa, Rodrigo P. , et al. "Avanços recentes do impacto da apneia obstrutiva do sono na hipertensão arterial sistêmica. " Arq Bras Cardiol 97. 2 (2011): e 40 -7. • Pinheiro, Carlos Hermano da Justa, Medeiros, Renato Antônio Ribeiro, Pinheiro, Denise Gonçalves Moura, & Marinho, Maria de Jesus Ferreira. (2007). Modificação do padrão respiratório melhora o controle cardiovascular na hipertensão essencial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(6), 651659. https: //dx. doi. org/10. 1590/S 0066 -782 X 2007000600005
https: //www. youtube. com/watch? v=Lh 9 l. DWPMWr. M Richard Weller: Could the sun be good for your heart? WELLER, Richard B. The health benefits of UV radiation exposure through vitamin D production or non-vitamin D pathways. Blood pressure and cardiovascular disease. Photochemical & Photobiological Sciences, v. 16, n. 3, p. 374 -380, 2017.
Ecologia e Saúde • Estudos recentes mostram que esse contato pode gerar redução do stress, melhorar o sistema imunológico (Li et al. 2008; Lee et al. 2012; Morita et al. 2007; Park et al. 2007). • Microbiota “na vida nada é por si só, tudo inter-é”
Metabólicos produzidos pelos micróbios do intestino ativam a microglia, modulando a inflamação no sistema nervoso central.
• O hospedeiro pode evoluir para depender da microbiota para funções particulares, incluindo fornecimento de nutrientes ou maturação do sistema imunológico, de tal forma que uma espécie microbiana ausente leva a fortes efeitos fisiológicos e, potencialmente, efeitos comportamentais. Além disso, espera-se que a seleção natural favoreça os hospedeiros que usam a microbiota para fornecer informações sobre nutrição e saúde de uma maneira que influencie o comportamento de alimentação, comportamento e doença. Em todos os casos, os efeitos da microbiota podem ser devidos a múltiplos mecanismos, incluindo a produção de substâncias químicas neuroativas que então acionam o nervo vago ou viajam para o cérebro através do sistema sanguíneo ou linfático ou através de efeitos no sistema imunológico.
• conhecimento da área da saúde • embasado na pluralidade de sistemas terapêuticos complexos vitalistas • visão multidimensional do processo de saúde-doença • relação de interagência • práticas integrativas e complementares no cuidado e atenção a saúde. • (Sabbag e cols. 2017) SABBAG, Silvia Helena Fabbri et al. Origem e desenvolvimento da Naturologia no Brasil: aspectos conceituais, históricos e políticos. Cadernos de Naturologia e Terapias Complementares, v. 6, n. 11, p. 59 -68, 2017.
1. Não Causar Dano (Primum Non Nocere) 2. O Poder de Cura da Natureza (Vis Medicatrix Naturae) Abordagem Vitalista 3. Identificar e tratar as causas (Tolle Causam) 4. O Naturólogo/naturopata é um Professor (Docere) 5. Tratar as pessoas como um todo (Tolle Totum) 6. Prevenção de Doenças e Promoção de Saúde 7. Bem Estar Princípios WNF White Paper: Naturopathic Philosophies, Principles and Theories, 2017
Referencias • Li, Q, K Morimoto, M Kobayashi, H Inagaki, M Katsumata, Y Hirata, K Hirata, et al. 2008. “A Forest Bathing Trip Increases Human Natural Killer Activity and Expression of Anti. Cancer Proteins in Femal Subjects. ” Journal of Biological Regulators & Homeostatic Agents 22 (1): 45– 55. • Lee, Juyoung, Qing Li, Liisa Tyrväinen, Yuko Tsunetsugu, Bum-jin Park, Takahide Kagawa, and Yoshifumi Miyazaki. 2012. “Nature Therapy and Preventive Medicine. ” Public Health - Social and Behavioral Health, 325– 50. doi: 10. 5772/37701. • Morita, E. , S. Fukuda, J. Nagano, N. Hamajima, H. Yamamoto, Y. Iwai, T. Nakashima, H. Ohira, and T. Shirakawa. 2007. “Psychological Effects of Forest Environments on Healthy Adults: Shinrin-Yoku (Forest-Air Bathing, Walking) as a Possible Method of Stress Reduction. ” Public Health 121 (1): 54– 63. doi: 10. 1016/j. puhe. 2006. 05. 024. • Park, Bum-Jin, Yuko Tsunetsugu, Tamami Kasetani, Hideki Hirano, Takahide Kagawa, Masahiko Sato, and Yoshifumi Miyazaki. 2007. “Physiological Effects of Shinrin-Yoku (Taking in the Atmosphere of the Forest) Using Salivary Cortisol and Cerebral Activity as Indicators. ” Journal of Physiological Anthropology 26 (2): 123– 28. doi: JSTAGE/jpa 2/26. 123.
Prof. Caio Fábio S. Portella naturologia@anhembi. br cfportella@anhembi. br