Modelos de variveis qualitativas multinomiais ordenadas Econometria Ps

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Modelos de variáveis qualitativas multinomiais ordenadas Econometria Pós Julho de 2017

Modelos de variáveis qualitativas multinomiais ordenadas Econometria Pós Julho de 2017

Modelos multinomiais ordenados Variável dependente é uma variável discreta que indica alguma intensidade. Pesquisas

Modelos multinomiais ordenados Variável dependente é uma variável discreta que indica alguma intensidade. Pesquisas de opinião sobre: § Obstáculos à inovação (escala de 1 a 5) §Intensidade de colaboração § Nota dos estudantes § Testes de opinião § Escala de risco de títulos

Modelos multinomiais ordenados Variáveis dependentes que seguem uma escala quantitativa. Podemos pensar nestas variáveis

Modelos multinomiais ordenados Variáveis dependentes que seguem uma escala quantitativa. Podemos pensar nestas variáveis dependentes como descrevendo um intervalo de uma variável latente não observada y* conforme abaixo: Mapear a escala de preferências naturalmente ordenada para um resultado discreto ordenado e observado. Onde os cortes/limites αj não são conhecidos e devem ser estimados.

Modelos multinomiais ordenados Assumimos que a variável latente y* é uma combinação linear de

Modelos multinomiais ordenados Assumimos que a variável latente y* é uma combinação linear de um conjunto de variáveis explicativas: onde ui segue uma função de distribuição acumulada igual a F(. ). As probabilidade de cada ocorrência y (y ≠ y*) seguem uma função de distribuição acumulada F(. ). A probabilidade de y = 1 é igual a: Logit ordenado

Modelos multinomiais ordenados A probabilidade de que y = 2 é: Alternativamente também temos:

Modelos multinomiais ordenados A probabilidade de que y = 2 é: Alternativamente também temos:

Probabilidade no modelo ordenado y=1 y=2 y=3 y=k ui

Probabilidade no modelo ordenado y=1 y=2 y=3 y=k ui

Modelo multinomial ordenado probit Assumimos que a variável latente y* é uma combinação linear

Modelo multinomial ordenado probit Assumimos que a variável latente y* é uma combinação linear de um conjunto de variáveis explicativas: Suponha que a escala observada é igual a:

Modelo multinomial ordenado probit n n Se a distribuição do termo de erro é

Modelo multinomial ordenado probit n n Se a distribuição do termo de erro é normal, temos que: Efeitos marginais mudam nos regressores.

Função de verossimilhança

Função de verossimilhança

Função de verossimilhança do logit Se u segue uma distribuição logística, o (log) da

Função de verossimilhança do logit Se u segue uma distribuição logística, o (log) da função de i verossimilhança é:

Modelo ordenado Parâmetros Limites cutoff points

Modelo ordenado Parâmetros Limites cutoff points

Interpretação dos coeficientes n Um sinal positivo (negativo) indica uma relação positiva entre a

Interpretação dos coeficientes n Um sinal positivo (negativo) indica uma relação positiva entre a variável independente e a ordem (ranking) n Como interpretar os limites? O modelo é: n O que é a probabilidade de Y = 1 : P(Y = 1) ?

Interpretação n E a probabilidade de Y = 2 : P(Y = 2) ?

Interpretação n E a probabilidade de Y = 2 : P(Y = 2) ?

Probabilidade predita

Probabilidade predita

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Classificação de clientes segundo

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Classificação de clientes segundo três perfis de risco: q q q Categoria 1: baixo risco (por exemplo, aplicadores apenas em caderneta de poupança) Categoria 2: médio risco Categoria 3: alto risco (por exemplo, investidores em mercados de derivativos)

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Empresa quer estimar grau

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Empresa quer estimar grau de risco dos clientes segundo algumas características obervadas n Variáveis explicativas: q q Riqueza Nº de transações bancárias do tipo 1 Nº de transações bancárias do tipo 2 Nº de transações bancárias do tipo 3

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n n n Base de

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n n n Base de dados: 2000 clientes Classificação observada: Nº clientes baixo risco: 531 Nº clientes médio risco: 1140 Nº clientes alto risco: 329 (Yi=1) (Yi=2) (Yi=3)

Resultados: modelos Probit e Logit ordenados Variável Logit ordenado Parâmetro Erro-padrão Probit ordenado Parâmetro

Resultados: modelos Probit e Logit ordenados Variável Logit ordenado Parâmetro Erro-padrão Probit ordenado Parâmetro Erro-padrão Oper. tipo 1 0, 191*** 0, 013 0, 105*** 0, 008 Oper. tipo 2 -0, 009 0, 016 -0, 007 0, 010 Oper. tipo 3 0, 052*** 0, 016 0, 008*** 0, 002 0, 284 0, 205 0, 173 0, 110 -0, 645*** 0, 060 -0, 420*** 0, 035 2, 267*** 0, 084 1, 305*** 0, 044 Riqueza Log-likelihhood -1818, 49 -1826, 69

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Principais resultados: q q

Estudo de caso: classificação de risco de clientes bancários n Principais resultados: q q n Riqueza não parece influenciar o risco dos clientes Indivíduos que fazem operações do tipo 1 e 3 têm maior probabilidade de terem mais preferência por risco Observação: se os intervalos de confiança dos limites de cada intervalo de classificação se sobrepõem, número de classes deve ser reduzida

Análise da severidade dos acidentes com motos Fonte: http: //www. anpet. org. br/xxviiianpet/anais/documents/AC 110.

Análise da severidade dos acidentes com motos Fonte: http: //www. anpet. org. br/xxviiianpet/anais/documents/AC 110. pdf n O objetivo deste trabalho é identificar fatores que influenciam a severidade dos acidentes com motocicletas nas vias urbanas de Fortaleza com a utilização dos modelos ordenados

Análise da severidade dos acidentes com motos n Amostra com 3. 232 observações de

Análise da severidade dos acidentes com motos n Amostra com 3. 232 observações de acidentes de trânsito de 2004 a 2011. n A severidade resultante dos acidentes de trânsito foi classificada em quatro categorias.

Análise da severidade dos acidentes com motos

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Análise da severidade dos acidentes com motos n A probabilidade do indivíduo i sofrer uma lesão j é dada por:

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Outro exemplo (para saída do stata)

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Alguns exemplos n Artigo: Corbi e Menezes-Filho (2006). Os determinantes empíricos da felicidade no Brasil. REP, vol. 26, n. 4, out-dez. q q Investigar os determinantes empíricos da felicidade no Brasil através de uma base de dados ainda pouco utilizada no país, o World Values Survey (Pesquisa Mundial de Valores). Analisar a associação de algumas variáveis sócioeconômicas, tais como renda, desemprego, educação, sexo, estado civil e idade, com a felicidade dos indivíduos. A renda e o desemprego serão examinados de forma a compreendermos de que maneira eles podem influir no nível de felicidade dos indivíduos.

Medida de Felicidade n O modelo de logit ordenado é um modelo multinomial, e

Medida de Felicidade n O modelo de logit ordenado é um modelo multinomial, e sua variável dependente assume valores que estabelecem um certo ordenamento dos dados, não de forma linear, mas sim de forma a ranquear os possíveis resultados. n A variável latente F associa números às respostas individuais, da seguinte forma: 1 para “infeliz”, 2 para não “muito feliz”, 3 para “feliz” e 4 para “muito feliz”.

Artigo: Corbi e Menezes-Filho (2006). Os determinantes empíricos da felicidade no Brasil. REP, vol.

Artigo: Corbi e Menezes-Filho (2006). Os determinantes empíricos da felicidade no Brasil. REP, vol. 26, n. 4, out -dez

Outros exemplos de variáveis dependentes limitadas 39

Outros exemplos de variáveis dependentes limitadas 39

Modelos de regressão censurada ou truncada n n n A variável dependente é censurada

Modelos de regressão censurada ou truncada n n n A variável dependente é censurada acima ou abaixo de determinado limite. Exemplo: dados de compra de automóveis. Despesas positivas para compras positivas, despesas nulas para quem não comprou. Há dados de compradores e vendedores. 40

Modelos de seleção amostral n n n Quando não existem dados para um determinada

Modelos de seleção amostral n n n Quando não existem dados para um determinada parte da população importante de ser analisada. Informações indisponíveis acima ou abaixo de um determinado limite. Problema da amostra. 41

Dados de contagem n n n A variável dependente é um número de contagem.

Dados de contagem n n n A variável dependente é um número de contagem. Exemplo: número de refeições em um restaurante. Regressão de Poisson e binomial negativo. 42