Milton Nascimento tambm conhecido pelo apelido de Bituca
Milton Nascimento, também conhecido pelo apelido de Bituca, nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de outubro de 1942. É um cantor e compositor brasileiro, reconhecido como um dos mais influentes e talentosos da Música Popular Brasileira. Em 1944, com a morte da mãe, Maria do Carmo, Milton vai morar com a avó biológica em Juiz de Fora. Em 1945 foi adotado por Lília Silva Campos, filha de sua madrinha e que era professora de música. O pai adotivo, Josino Campos, era dono de uma estação de rádio. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, antes dois anos e ganhou uma sanfoninha de 2 baixos, que foi seu primeiro instrumento. Antes de completar sete anos ganha uma gaita dos pais e, pouco depois, uma sanfona de quatro baixos. Sua diversão preferida é sentar-se na escada da varanda da casa e tocar a sanfona e a gaita ao mesmo tempo, com ajuda dos joelhos para segurar a gaita. Como os instrumentos possuem poucos recursos, completa as notas ausentes com a voz.
Seu primeiro violão, aos 13 anos, foi um presente endereçado à mãe que ele recebeu em casa na ausência da mesma e que, da porta, foi direto para seu quarto. Em 1955, faz amizade com Wagner Tiso e forma com ele o "Luar de Prata", seu primeiro conjunto musical. Em 1960, o "Luar de Prata", evolui para "Milton Nascimento e seu Conjunto", com o qual se apresenta em várias cidades da região. Com outros amigos, a dupla Milton e Wagner forma o grupo "W’s Boys". O grupo faz tanto sucesso que os dois são convidados para integrar o "Conjunto Holliday", em Belo Horizonte, com o qual grava o compacto "Barulho de Trem", em 1962. Milton Nascimento e Wagner Tizzo
Em 1963, mudou-se para Belo Horizonte para cursar Economia, onde, tocando em bares e clubes noturnos, começou a compor com mais frequência. Na pensão onde foi morar na capital mineira, no Edifício Levy, Milton conheceu os irmãos Borges, Marilton, Lô e Márcio. Monta com Wagner Tiso e Paulinho Braga o "Berimbau Trio", onde estreia como contrabaixista. Milton e Lô Borges Vieram juntar-se ao grupo, Tavinho Moura, Flavio Venturini, Beto Guedes, Fernando Brant, Vermelho, Toninho Horta.
Novelli, Wagner Tiso, Tavinho Moura, Toninho Horta, Nelson Angelo, Paulinho Braga, Milton Nascimento, Nivaldo Ornellas e Beto Guedes
Lô Borges, Duca, Márcio Borges e Milton Nascimento
Lô Borges, Helson Romero (Jacaré), Milton e Beto Guedes
Flávio Venturini, Beto Guedes, Wagner Tiso, Toninho Horta, Lô Borges Nico Assumpção, Milton Nascimento, Pat Metheny, Wagner Tiso e Mazzola
Pacífico Mascarenhas (Sambacana) e Milton Nascimento Cristina Aché, Tavinho Moura, Milton Nascimento e Débora Bloch durante as filmagens de "Noites do Sertão", de Carlos Alberto Prates
Em 1966, participa do Festival Berimbau de Ouro, em São Paulo, defendendo "Cidade Vazia", de Baden Powell e Lula Freire. Tem sua primeira música gravada pelo conjunto Tempo Trio, a instrumental "E a gente sonhando". Em 1967 conhece Agostinho dos Santos durante uma de suas apresentações em um bar da capital paulista. Agostinho, a pretexto de gravar em seu próprio disco, pede ao novo amigo uma fita com três músicas e as inscreve no Festival Internacional da Canção. As três são classificadas, Milton é eleito melhor intérprete e uma delas, “Travessia”, fica em segundo lugar, tornando-se uma das músicas mais conhecidas e gravadas de Milton, no Brasil e no exterior. A partir de então, a carreira de Milton Nascimento deslancha. Fernando Brant e Milton Nascimento apresentando a música Travessia, 1967
Milton Nascimento e Fernando Brant, na década de 1960
Neste mesmo ano, Milton Nascimento entrou no estúdio acompanhado pelo “Tamba Trio”, no Rio de Janeiro, para gravar seu primeiro disco. O encontro de “Milton & Tamba” com os arranjos de Luizinho Eça fazem de “Travessia” um álbum definitivo e eternamente moderno. Milton Nascimento e Elis Regina A composição “Canção do Sal” foi gravada por Elis Regina em 1967.
Em 1968, com arranjos de Eumir Deodato e participação de Herbie Hancock, lança o segundo disco solo, “Courage”, nos Estados Unidos, dando início à sua carreira internacional.
Em 1970 realiza temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo com o conjunto “Som Imaginário”, destacando-se desse período “Para Lennon e Mc. Cartney” com Fernando Brant, Márcio Borges e Lô Borges. Em 1972, grava com Lô Borges, o "Clube da Esquina", escrevendo um dos mais importantes capítulos da história da MPB. O disco chamou a atenção dos músicos brasileiros e estrangeiros, dada a sua ousadia artística e criatividade inovadora. O álbum virou disco de cabeceira de músicos no mundo inteiro, tornando-se referência estilística e estética da música contemporânea. Lô Borges, Fernando Brant, Juscelino Kubitschek, Márcio Borges e Milton Nascimento, 1971
Em 1973, "Milagre dos Peixes", seu sexto disco, tem quase todas as letras censuradas. No ano seguinte lança "Milagre dos Peixes ao Vivo", gravado no Teatro Municipal de São Paulo com a Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro, arranjos de Wagner Tiso, Paulo Moura e Radamés Gnatalli, e regência de Paulo Moura. Foi o primeiro disco de música popular gravado com orquestra sinfônica. Em 1974, grava com Wayne Shorter, nos Estados Unidos, o disco "Native Dancer". Durante toda a sua carreira trabalha com vários músicos, cantores e compositores de todo o mundo, em especial Pat Metheny, Herbie Hancock, Ron Carter, Mercedes Sosa, Fito Paez, Hubert Laws, Peter Gabriel, James Taylor, Sting, Paul Simon, Jon Andersen (Yes), Duran.
Em 1976 compõe com Fernando Brant e interpreta a trilha para o ballet "Maria", que marca a estreia do grupo Corpo, no Brasil e no exterior. Mercedes Sosa, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa e Milton Nascimento Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento e Mercedes Sosa Em 1978, após seis anos do "Clube da Esquina", faz um segundo álbum duplo, batizado de "Clube da Esquina Dois", com participação de Flávio Venturini, Boca Livre, Chico Buarque, Elis Regina, César Camargo, Joyce, Francis Hime, Olívia Hime, Beto Guedes, Danilo Caymmi, Paulo Jobim, Luiz Gonzaga Júnior, Nelson ngelo, Toninho Horta, Lô Borges, Wagner Tiso e muitos outros.
Em 1980, compõe a trilha para o segundo espetáculo do Corpo, "Último Trem". No mesmo ano lança "Sentinela" e embarca para a primeira turnê europeia, com shows na Suíça, Portugal e França, onde se apresenta por dez dias no “Théâtre de la Ville”, em Paris, sempre com a casa lotada. Em 1982, encena pela primeira vez em Recife a "Missa dos Quilombos" - uma missa musicada por ele e apresentada com banda, coro e bailarinos e padres em homenagem ao Zumbi dos Palmares. Em 1984, estréia no “Carnegie Hall”, em Nova York e faz o show de inauguração da Praça da Apoteose no Rio de Janeiro, com um público de mais de 80. 000 pessoas. A interpretação de “Coração de Estudante” (com Wagner Tiso), tornou-se o hino das “Diretas Já”, movimento sócio-político de reivindicação por eleições diretas, em
Em 1985, é nomeado “Cavaleiro da Ordem das Artes das Ciências e Letras” pelo então presidente francês François Mitterrand. Em 1988 apresenta-se pela primeira vez no Japão. Os anos seguintes são marcados por grandes turnês internacionais. Milton Nascimento é por duas vezes escolhido como o "World Beat Artist of the Year" pela revista "Down. Beat". Em 1991 pela “Down. Beat Reader´s Pool” e em 1992 pela “Down. Beat Critic´s Pool”. A “Canção da América” em parceria com Fernando Brant, que versa sobre a Amizade, foi o tema de fundo dos funerais de Ayrton Senna em 1994.
Em 1995, grava no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, o CD "Amigo", acompanhado da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo e de dois corais infantis: os Curumins, de Belo Horizonte e os Rouxinóis, de Divinópolis. Durante essa turnê Milton pensa em parar de cantar, mas graças ao sorriso de uma das crianças do coral desiste de abandonar a carreira. O menino, chamado Mardey, é hoje seu filho adotivo. No ano seguinte, 1996, é premiado pela “Rainforest Foundation” por sua atuação em favor da ecologia e dos povos indígenas. Em 1998, recebe o “Grammy” de Melhor Álbum de World Music do Ano. Em 2000 é agraciado com o título de “Doutor Honoris Causa” pela Universidade Federal de Ouro Preto. No mesmo ano recebeu a medalha de ouro da Sisac, no Chile, e o “Grammy Latino” na categoria Melhor Disco Pop Contemporâneo Brasileiro com
Em 2001, grava o CD "Gil e Milton", em parceria com Gilberto Gil. Viaja pelo mundo com a turnê do álbum e depois pelo Brasil, encerrando as apresentações com um show no teatro “Rex”, em Buenos Aires, Argentina. Em 2002, cria o selo “Nascimento’ e desvincula-se da Warner. Com o novo selo lança os DVDs "Tambores de Minas“, "A Sede do Peixe" e o CD com as trilhas dos ballets "Maria" e "Último Trem". Milton e Gilberto Gil De 2003 a 2005 participa de apresentações nacionais e internacionais. Em 2006, recebe a medalha de ouro da Academia de Artes, Ciências e Letras da França pelo conjunto de sua obra.
Em 2008, com o CD “Novas Bossas”, homenageando os 50 anos da Bossa Nova, parceria com o Jobim Trio, formado por Paulo Jobim, Daniel Jobim e Paulo Braga, Milton realizou uma série de turnês que passou por Brasil, Europa e Estados Unidos. Milton Nascimento e Jobim Trio Milton e Jobin Trio
Em 2009, grava o disco “Milton Nascimento & Belmondo”, que une o compositor/cantor brasileiro aos irmãos Lionel Belmondo (sax e flauta) e Stéphane Belmondo (trompete), ambos músicos conceituados no meio jazzístico de Paris e realizam uma série de shows pela Europa. Milton e os irmãos Belmondo durante gravação do disco em Paris
Milton já se apresentou na América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África. Já gravou trinta e quatro álbuns. Tem como parceiros e músicos que regravaram suas canções, nomes como: Wayne Shorter, Pat Metheny, Peter Gabriel, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil entre outros. Elegeu Elis Regina como a grande musa inspiradora para quem compôs inúmeras canções. Milton Nascimento e Caetano Veloso Milton, Elis Regina e Ronaldo Bastos
Milton, Lô Borges e Flavio Venturini Jorge Vercilio, Maria Bethânia e Milton Nascimento
Lô Borges, Rogério Flausino e Milton Nascimento, no show da Praça da Liberdade, BH
Heitor Branquinho e Milton Beto Guedes, Tavinho Moura e Fernando Brant Milton Nascimento e Lô Borges
Tom Jobim, Milton Nascimento e Chico Buarque Milton Nascimento e Jason Mraz
Em 2010 Milton Nascimento foi o homenageado do “Festival Internacional de Corais” (FIC) de Belo Horizonte. No encerramento do festival Milton esteve presente e recebeu uma homenagem de mais de mil vozes que cantaram uma composição de Fernando Brant e Leonardo Cunha "A Voz Coral" feita especialmente para o homenageado. Em 22 de agosto de 2010, Milton Nascimento gravou suas mãos para a Calçada da Fama de Ipanema Em música, o trabalho de Milton ultrapassa a área de composição, gravação e apresentação, promovendo atualmente um centro de estudos livres de música em Barbacena, Minas Gerais, tendo como professores Gilvan de Oliveira e Lincoln Cheib, entre outros.
Milton Nascimento e Leda Nagle Fernando Brant, Taís, Milton Nascimento e Vera Brant A obra de Milton Nascimento faz parte da vida e dos sonhos de pessoas de todos os cantos, indo aonde o povo está, sua música se firma nas esquinas do mundo e se propaga, construindo uma das histórias mais sólidas e férteis da música contemporânea, com muitas páginas por serem escritas.
Obra: A barca dos amantes (c/ Sérgio Godinho) A chamada A feminina voz do canto (c/ Fernando Brant) A lágrima e o rio (c/ Wilson Lopes e Ricardo Nazar) A louca A primeira estrela (c/ Túlio Mourão e Tavinho Moura) A sede do peixe (c/ Márcio Borges) A terceira margem do rio (c/ Caetano Veloso) A última sessão de música Amigo, amiga (c/ Ronaldo Bastos) Amor amigo (c/ Fernando Brant) nima (c/ Zé Renato) Ao que vai nascer (c/ Fernando Brant) Aqui é o país do futebol (c/ Fernando Brant) As várias pontas de uma estrela (c/ Caetano Veloso) Beco do Mota (c/ Fernando Brant) Bela (c/ Ferreira Gullar) Beleza e canção (c/ Fernando Brant) Benke (c/ Márcio Borges) Bicho-homem (c/ Fernando Brant) Boa noite (c/ Chico Amaral) Bodas (c/ Ruy Guerra) Bola de meia, bola de gude (c/ Fernando Brant) Brasil (c/ Fernando Brant) Cadê (c/ Ruy Guerra) Cais (c/ Ronaldo Bastos) Canção amiga (poema de Carlos Drummond de Andrade) Canção da América (c/ Fernando Brant) Canção do sal Canções e momentos (c/ Fernando Brant) Canto latino (c/ Ruy Guerra) Carlos, Lúcia, Chico e Tiago Carta à República (c/ Fernando Brant) Caso de amor (c/ Wagner Tiso) Catavento Caxangá (c/ Fernando Brant) Certas canções (c/ Tunai) Cidade encantada (c/ Nelson Ayres) Circo marimbondo (c/ Ronaldo Bastos) Clube da Esquina (c/ Lô Borges e Márcio Borges) Clube da Esquina nº 2 (c/ Lô Borges) Coisas da vida (c/ Fernando Brant) Comunhão (c/ Fernando Brant) Coração civil (c/ Fernando Brant) Coração de estudante (c/ Wagner Tiso) Courage (c/ Paul Williams) Cravo e canela (c/ Ronaldo Bastos) Credo (c/ Fernando Brant) Crença (c/ Márcio Borges) Dança dos meninos (c/ Marco Antônio Guimarães) De magia, de dança e pés Dinamarca (c/ Gilberto Gil) Dom Quixote (c/ César Camargo Mariano) Duas sanfonas (c/ Gilberto Gil) E daí (c/ Ruy Guerra) Eldorado (c/ Ronaldo Bastos) Encontros e despedidas (c/ Fernando Brant) Essa voz (c/ Fernando Brant) Estórias da floresta (c/ Fernando Brant) Estrelada (c/ Márcio Borges) Fairy tale song (Cadê) (c/ Ruy Guerra Fé cega faca amolada (c/ Ronaldo Bastos) Feito nós (c/ Paulo Ricardo) Filho (c/ Fernando Brant) Francisco From the lonely afternoons (c/ Fernando Brant) Fruta boa (c/ Fernando Brant)
Gira, girou (c/ Márcio Borges) Gran circo (c/ Márcio Borges) Hoje é dia de El-rey (c/ Márcio Borges) Homo sapiens (c/ Paulo Ricardo) Idolatrada (c/ Fernando Brant) Imagem e semelhança (c/ Kiko Continentino e Bena Lobo) Irmão de fé (c/ Márcio Borges) Itamarandiba (c/ Fernando Brant) Janela para o mundo (c/ Fernando Brant) Journey to dawn (c/ Márcio Borges - vrs. Gene Lees) Lágrima do sul (c/ Marco Antônio Guimarães) Lar hospitalar (c/ Gilberto Gil) Leila (Venha ser feliz) Léo (c/ Chico Buarque) Levantados do chão (c/ Chico Buarque) Lília (c/ Fernando Brant) Louva-a-deus (c/ Fernando Brant) Louvação a Mariana (c/ Pedro Casaldáliga e Pedro Tierra) Mar do nosso amor (c/ Tunai) Maria Três Filhos (c/ Fernando Brant) Maria, Maria (c/ Fernando Brant) Maria, minha fé Menestrel das Alagoas (c/ Fernando Brant) Menino (c/ Ronaldo Bastos) Meu mestre coração (c/ Fernando Brant) Milagre dos peixes (c/ Fernando Brant) Morro Velho Mountain (c/ Cat Stevens e Márcio Borges) Nada será como antes (c/ Ronaldo Bastos) Noites do sertão (c/ Tavinho Moura) Nos bailes da vida (c/ Fernando Brant) Nós dois (c/ Luiz Avelar) Notícias do Brasil (c/ Fernando Brant) O cavaleiro (c/ Wilson Lopes) O cio da terra (c/ Chico Buarque) O homem da sucursal (c/ Fernando Brant) O que foi feito de Vera (c/ Márcio Borges) O que foi feito deverá (c/ Fernando Brant e Márcio Borges) O que foi feito devera (c/ Fernando Brant) O rouxinol O velho O vendedor de sonhos (c/ Fernando Brant) Olha One coin (Tema de Tostão) (vrs. Matthew Moore) Os escravos de Jó (c/ Fernando Brant) Os meninos de Araçuaí (c/ Telo Borges) Os povos (c/ Márcio Borges) Os tambores de Minas (c/ Márcio Borges) Outubro (c/ Fernando Brant) Pablo (c/ Ronaldo Bastos) Pablo nº 2 (c/ Ronaldo Bastos) Pai grande Paula e Bebeto (c/ Caetano Veloso) Pelo amor de Deus (c/ Fernando Brant) Pensamento (c/ Fernando Brant) Perigo (c/ Caetano Veloso) Pietá (c/ Chico Amaral) Planeta blue (c/ Fernando Brant) Ponta de Areia (c/ Fernando Brant) Ponto de encontro (c/ Zé Renato) Portal da cor (c/ Ricardo Silveira) Povo da raça Brasil (c/ Fernando Brant) Pra eu parar de me doer (c/ Fernando Brant) Primeiro de maio (c/ Chico Buarque) Promessas do sol (c/ Fernando Brant) Que bom, amigo Que virá dessa escuridão? (c/ Fernando Brant) Quem perguntou por mim (c/ Fernando Brant)
Raça (c/ Fernando Brant) Rádio Experiência (c/ Tunai) Reis e rainhas do maracatu (c/ Novelli, Nélson Angelo e Fran) Rio Vermelho (c/ Ronaldo Bastos) River Phoenix (Carta a um jovem ator) Rosa do ventre (c/ Fernando Brant) Roupa nova (c/ Fernando Brant) Sacramento (c/ Nélson Angelo) Saídas e bandeiras nº 1 (c/ Fernando Brant) Saídas e bandeiras nº 2 (c/ Fernando Brant) San Vicente (c/ Fernando Brant) Saudade dos aviões da Panair (c/ Fernando Brant) Sebastian (c/ Gilberto Gil) Sémen (c/ Fernando Brant) Senhor do tempo (c/ Caetano Veloso) Sentinela (c/ Fernando Brant) Sereia (c/ Caetano Veloso) Sertão das águas (c/ Ronaldo Bastos) Solar (c/ Fernando Brant) Sonho de moço (c/ Francis Hime) Sunset Marquis 333 Los Angeles (c/ Fernando Brant) Tarde (c/ Márcio Borges) Teia de renda (c/ Tulio Mourão) Tema de Tostão Tema dos deuses Testamento (c/ Nélson ngelo) The call (A chamada) Trastevere (c/ Ronaldo Bastos) Travessia (c/ Fernando Brant) Três Pontas (c/ Ronaldo Bastos) Tristesse (c/ Telo Borges) Trovoada (c/ Gilberto Gil) Tudo (c/ R. Rada e Hugo Fattoruso) Txai (c/ Márcio Borges) Um cafuné na cabeça, malandro, eu quero até de macaco ( c/ Leila Diniz) Um gosto de sol (c/ Ronaldo Bastos) Veja esta canção (c/ Fernando Brant) Vera Cruz (c/ Márcio Borges) Vevecos, panelas e canelas (c/ Fernando Brant) Vida (c/ Fernando Brant) Vidro e corte Viola violar (c/ Márcio Borges) Vozes do vento (c/ Kiko Continentino) Yanomami e nós (c/ Fernando Brant) Yauaretê (c/ Fernando Brant) Milton, 1986 Filmografia: 1970 - Os Deuses e os Mortos, 1971 - Som Alucinante, 1980 - Música para Sempre, 1982 - O Viajante e Fitz. Carraldo, 1984 - Noites do Sertão.
Discografia: (2008) Novas bossas • Nascimento Música/EMI • CD (2004) A sede do peixe • Nascimento/EMI Music • DVD (2003) Pietá • WEA • CD (2000) Gil e Milton • WEA Music • CD (1999) Crooner • Warner Music • CD (1998) Tambores de Minas-ao vivo • CD (1998) Milton Nascimento. Sua vida, sua música • Reader's Digest • CD (1997) Nascimento • Warner Music • CD (1997) Milton • Universal Music (1995) Amigo • Warner Music • CD (1993) Angelus • CD (1991) O planeta blue na estrada do sol • Sony Music • CD (1990) Txai • CBS • LP (1990) Série Performance. Milton Nascimento • EMI-Odeon (1988) Miltons • CBS • LP (1987) Yauaretê • CBS • LP (1987) Mix. Milton Nascimento e RPM • CBS • LP (1986) Corazón americano. Mercedes Sosa, León Gieco e Milton Nascimento • Poly. Gram • LP (1986) A barca dos amantes • Barclay/Poly. Gram • LP (1986) Chico Rei-Trilha sonora do filme • Som Livre • LP (1985) Encontros e despedidas • Barclay/Poly. Gram • LP (1983) Milton Nascimento ao vivo • Barclay/Ariola • LP (1983) Brazil night. Ao vivo em Montreux. Alceu Valença, Milton Nascimento e Wagner Tiso • Ariola • LP (1982) nima • Ariola • LP (1982) Missa dos quilombos • LP (1981) Caçador de mim • Ariola • LP (1980) Sentinela • Ariola • LP (1979) Journey to dawn • EMI-Odeon • LP (1978) Clube da Esquina 2 • EMI/Odeon (1976) Milton • A&M Records/EMI-Odeon • LP (1976) Geraes • EMI-Odeon • LP (1975) Native dancer. Wayne Shorter featuring Milton Nascimento • Colúmbia (EUA)/EMI-Odeon • LP (1975) Minas • EMI-Odeon • LP (1974) Milagre dos peixes. Gravado ao vivo. Milton Nascimento e Som Imaginário • Odeon • LP (1973) Milagre dos peixes • Odeon • LP (1972) Clube da Esquina. Milton Nascimento & Lô Borges • Odeon (1970) Milton • Odeon • LP (1969) Milton Nascimento • Odeon • LP (1968) Courage • A&M Records • LP (1967) Milton Nascimento • Ritmos/Codil • LP (1965) Quarteto Sambacana. Muito pra frente • Odeon • LP
Créditos Música: Canção da América Milton Nascimento, 1942 Fernando Brant, 1946 Pesquisa e Formatação: Julia Zappa juliazappa@uol. com. br Revisão de texto: Ida Aranha sabercultural@sabercultural. com http: //www. sabercultural. org Outubro 2010 Milton Nascimento é imortalizado na Rock. Walk Brasil, a “Calçada da Fama do Rock Brasileiro”.
Fontes: http: //www. miltonnascimento. com. br/ http: //www. myspace. com/miltonnascimento http: //pt. wikipedia. org/wiki/Milton_Nascimento http: //www. letras. com. br/biografia/milton-nascimento http: //biografias. netsaber. com. br/ver_biografia_c_765. html http: //www. lastfm. com. br/music/Milton+Nascimento/+wiki http: //www. dicionariompb. com. br/milton-nascimento/biografia http: //www. bastaclicar. com. br/musica/biografia. asp? id_artista=236 http: //clude-da-esquina-membros. blogspot. com/2008/09/miltonnascimento. html
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