LEPTOSPIROSE Perfil Epidemiolgico do Estado de So Paulo

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LEPTOSPIROSE Perfil Epidemiológico do Estado de São Paulo 5 de outubro de 2016 Divisão

LEPTOSPIROSE Perfil Epidemiológico do Estado de São Paulo 5 de outubro de 2016 Divisão de Zoonoses - CVE SES - SP

BRASIL Fonte: SINANNET-CVE-SES-SP Dados de 13/09/2016

BRASIL Fonte: SINANNET-CVE-SES-SP Dados de 13/09/2016

BRASIL Fonte: SINANNET-CVE-SES-SP Dados de 13/09/2016

BRASIL Fonte: SINANNET-CVE-SES-SP Dados de 13/09/2016

Estado de São Paulo

Estado de São Paulo

Let SP Let BR CI SP

Let SP Let BR CI SP

Onde tem

Onde tem

Quem tem Quem morre TIM por 100. 000 LET em porcentagem Fonte: SINANNET-SES-SP Dados

Quem tem Quem morre TIM por 100. 000 LET em porcentagem Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16

TIM por 100. 000 LET em porcentagem Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16 Quando tem

TIM por 100. 000 LET em porcentagem Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16 Quando tem Quando morre

Onde pega Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16

Onde pega Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16

Leptospirose Casos Confirmados segundo Ocupação Estado de São Paulo Período de 2007 a 2015

Leptospirose Casos Confirmados segundo Ocupação Estado de São Paulo Período de 2007 a 2015 Quem pega Porcentagem de Casos Confirmados segundo Situação de Risco ocorrida nos 30 dias antes dos sintomas Estado de São Paulo Período de 2007 a 2015 Como pega Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16

Leptospirose - Porcentagem de Casos Confirmados segundo Sintomatologia Estado de São Paulo – período

Leptospirose - Porcentagem de Casos Confirmados segundo Sintomatologia Estado de São Paulo – período de 2007 a 2015 Fonte: SINANNET-SES-SP Dados de 19/09/16

LEPTOSPIROSE GRANDES OBJETIVOS (FRENTES DE ATUAÇÃO): Diminuição da Incidência: * controle de roedores –

LEPTOSPIROSE GRANDES OBJETIVOS (FRENTES DE ATUAÇÃO): Diminuição da Incidência: * controle de roedores – antirratização e desratização * ações educativas – orientação quanto às formas de transmissão Diminuição da Letalidade: capacitação dos médicos em diagnóstico e tratamento e antes de tudo Fazer um diagnóstico epidemiológico situacional o mais verdadeiro possível

SOROLOGIA • Colher amostra de sangue a partir do 7º dia do início dos

SOROLOGIA • Colher amostra de sangue a partir do 7º dia do início dos sintomas será realizado ELISA-Ig. M Paciente internado – colher no momento da suspeita, não importando o dia da doença • Seguir os Algoritmos I e II

Conclusão do Caso em 60 dias Sinais e sintomas (e exames inespecíficos) + Resultado

Conclusão do Caso em 60 dias Sinais e sintomas (e exames inespecíficos) + Resultado de Sorologia + Risco epidemiológico CONFIRMADO x DESCARTADO

Caso Confirmado de Leptospirose: * Critério Clínico-laboratorial: § isolamento da bactéria pela cultura de

Caso Confirmado de Leptospirose: * Critério Clínico-laboratorial: § isolamento da bactéria pela cultura de sangue § imuno-histoquímica positiva para leptospirose § ELISA-Ig. M reagente ou indeterminado e soroconversão na MAT (1ª amostra não reagente e 2ª amostra maior ou igual a 1: 200) ou aumento de 4 vezes ou mais no título da MAT entre 2 amostras. § ELISA-Ig. M reagente ou indeterminado com 1 amostra com MAT maior ou igual a 1: 800 § detecção de DNA por PCR em sangue – óbitos (realizado somente na FIO Cruz)

Caso Confirmado de Leptospirose * Critério Clínico-epidemiológico: febre + alterações renais e/ou hepáticas e/ou

Caso Confirmado de Leptospirose * Critério Clínico-epidemiológico: febre + alterações renais e/ou hepáticas e/ou vasculares + antecedente epidemiológico de risco e exames específicos não realizados ou não reagentes colhidos em época inadequada

OBRIGADA! Márcia Regina Buzzar DIVISÃO DE ZOONOSES – CVE 30668296 – 30668762 mbuzzar@saude. sp.

OBRIGADA! Márcia Regina Buzzar DIVISÃO DE ZOONOSES – CVE 30668296 – 30668762 mbuzzar@saude. sp. gov. br