Lentes FGE 160 2 o semestre 2007 Tipos

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Lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Tipos de lentes 1 2 3 4 5 Convergentes Divergentes 1 - biconvexa 4

Tipos de lentes 1 2 3 4 5 Convergentes Divergentes 1 - biconvexa 4 - menisco 2 - plano convexa 5 - plano concava 3 - menisco 6 - bicôncava FGE 160 - 2 o. semestre 2007 6

Propriedades lentes convergentes Eixo principal Ponto focal Distância focal positiva (f>0) FGE 160 -

Propriedades lentes convergentes Eixo principal Ponto focal Distância focal positiva (f>0) FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Propriedades das lentes divergentes Ponto focal Eixo principal Distância focal negativa (f<0) FGE 160

Propriedades das lentes divergentes Ponto focal Eixo principal Distância focal negativa (f<0) FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Refração em uma lente convergente Ponto focal Os raios que se propagam paralelos ao

Refração em uma lente convergente Ponto focal Os raios que se propagam paralelos ao eixo principal, são refratados pela lente e convergem para o ponto focal Ponto focal Os raios que passam pelo ponto focal , são refratados pela lente e passam a se propagar paralelos ao eixo principal FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Refração em uma lente divergente Ponto focal Os raios que se propagam paralelos ao

Refração em uma lente divergente Ponto focal Os raios que se propagam paralelos ao eixo principal, são refratados pela lente e divergem de um ponto atrás da lente, que é o ponto focal Os raios que apontam para o ponto focal são refratados pela lente e passam a se propagar na direção paralela ao eixo principal FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Formação da imagem objeto imagem Para visualizar a imagem de um objeto através da

Formação da imagem objeto imagem Para visualizar a imagem de um objeto através da lente, é preciso que raios partindo do objeto, e atingindo o olho do observador. Na figura, diferentes posições em que o observador poderá visualizar a imagem. Os luz partem do objeto e são refratados pela lente, o ponto onde esses interceptam é onde se forma a imagem. FGE 160 - 2 o. semestre 2007 existam existem raios de raios se

Formação da imagem Todos os raios de luz que partem de um ponto no

Formação da imagem Todos os raios de luz que partem de um ponto no objeto irão se interceptar em único ponto na imagem, e isso é válido para todos os pontos do objeto. Assim a imagem constitui uma réplica do objeto. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Aproximação de lentes finas Representação simplificada Borda fina Borda grossa FGE 160 - 2

Aproximação de lentes finas Representação simplificada Borda fina Borda grossa FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Pontos conjugados F e F´ F Distância focal positiva F’ F’ F Distância focal

Pontos conjugados F e F´ F Distância focal positiva F’ F’ F Distância focal negativa FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Localização da imagem – método geométrico Traçado de 3 raios um raio passando pelo

Localização da imagem – método geométrico Traçado de 3 raios um raio passando pelo foco da lente q um raio passando pelo centro da lente q um raio se propagando paralelo ao eixo principal q FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Lente convergente – objeto distante da lente p p’ objeto Imagem real, invertida FGE

Lente convergente – objeto distante da lente p p’ objeto Imagem real, invertida FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Lente convergente – objeto entre o foco e a lente imagem objeto p P’

Lente convergente – objeto entre o foco e a lente imagem objeto p P’ Imagem virtual, direita FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Lente divergente – objeto distante p objeto imagem p’ Imagem virtual e direita FGE

Lente divergente – objeto distante p objeto imagem p’ Imagem virtual e direita FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação das lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação das lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

p p’ h objeto Imagem FGE 160 - 2 o. semestre 2007 h’

p p’ h objeto Imagem FGE 160 - 2 o. semestre 2007 h’

p p’ objeto Imagem FGE 160 - 2 o. semestre 2007

p p’ objeto Imagem FGE 160 - 2 o. semestre 2007

p objeto p’ Imagem p’ positivo - imagem real Equação das lentes finas Aumento

p objeto p’ Imagem p’ positivo - imagem real Equação das lentes finas Aumento transversal M negativo – imagem invertida p’ negativo – imagem virtual M positivo- imagem direita FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Aplicações da equação das lentes finas e traçado de raios FGE 160 - 2

Aplicações da equação das lentes finas e traçado de raios FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 1 Um objeto com altura igual a 8, 0 cm é colocado a

Exemplo 1 Um objeto com altura igual a 8, 0 cm é colocado a 12, 0 cm à esquerda de uma lente convergente com distância focal de 8, 0 cm. Uma segunda lente convergente com distância focal de 6, 0 cm é colocada a 36, 0 cm à direita da primeira lente. Ambas as lentes possuem o mesmo eixo ótico. Determine a posição, o tamanho e a orientação da imagem final produzida por essa combinação de lentes. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Solução - método gráfico 12 cm 8 cm L 1 L 2 36 cm

Solução - método gráfico 12 cm 8 cm L 1 L 2 36 cm 8 cm F 2 F 1 6 cm F’ 2 F’ 1 p 2 FGE 160 - 2 o. semestre 2007 p’ 2

Solução – equação das lentes Lente 1 p 1= 12, 0 cm, f 1=8,

Solução – equação das lentes Lente 1 p 1= 12, 0 cm, f 1=8, 0 cm A primeira imagem se forma a 24 cm a direita da primeira lente. Essa imagem é real e invertida, e tem 16 cm de altura. Lente 2: p 2= (36 -24)cm=12 cm f 2=6, 0 cm A segunda imagem se forma a 12 cm a direita da segunda lente. Essa imagem é real e há uma nova inversão. Portanto a imagem final tem a mesma orientação que o objeto, e a altura final é de 16 cm FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 2 o Na situação anterior, a segunda lente é deslocada e a separação

Exemplo 2 o Na situação anterior, a segunda lente é deslocada e a separação entre as lentes passa a ser de 12, 0 cm. Para essa nova configuração determine a posição, o tamanho e a orientação da imagem final produzida pela combinação das duas lentes. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Solução – método gráfico L 1 12 cm 6 cm 12 cm 8 cm

Solução – método gráfico L 1 12 cm 6 cm 12 cm 8 cm L 2 O raio 3 é um raio que atravessa a lente 2, diretamente no centro sem ser desviado e passa pelo objeto 6 cm p’ 2 8 cm 4 3 A F 2 F 1 Os pontos onde esses raios se interceptam são pontos conjugados (A’ 1 e A’ 2) F’ 2 F’ 1 A’ 2 p’ 1 p 2 O raio 4, é um raio que atinge a lente 2, paralelo ao eixo principal e será refratado passando pelo foco F’ 2. A’ 1 FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Solução – equação das lentes Para a lente 2; o objeto é virtual, portanto,

Solução – equação das lentes Para a lente 2; o objeto é virtual, portanto, temos p 2=-12 cm, e o foco da lente é igual 6 cm. A segunda lente não inverte a imagem. A imagem final está a 4, 0 cm a direita da segunda lente, é invertida em relação ao objeto, e tem altura igual a 5, 3 cm. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exercícios propostos 40 - Em um quarto escuro uma vela acesa está colocada a

Exercícios propostos 40 - Em um quarto escuro uma vela acesa está colocada a 1, 5 m de uma parede branca. Uma lente, colocada entre a parede e a vela, forma uma imagem invertida e ampliada. Quando a lente é deslocada de 90 cm, para perto da parede, forma-se outra imagem da vela. Achar (a) as duas distâncias do objeto à lente que correspondem às imagens formadas e (b) a distância focal da lente. (c) Caracterizar a segunda imagem. 41 - Em uma câmara escura, a distância entre o orifício e o anteparo é de 30 cm. Uma fogueira, de um metro de altura, está localizada a 2, 5 m da câmara. Determinar o tamanho da imagem da fogueira projetada na câmara. Essa imagem é real ou virtual? Direita ou invertida? Trace um diagrama justificando sua resposta. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação dos fabricantes de lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação dos fabricantes de lentes FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação dos fabricantes Duas superfícies esféricas de raios R 1 e R 2 Superfície

Equação dos fabricantes Duas superfícies esféricas de raios R 1 e R 2 Superfície 1: n. B n. A Superfície 2: n. A A imagem produzida pela 1 a. Superfície será o objeto para a segunda superfície. Porém se p 1<0, essa imagem será um objeto virtual para a superfície 2. Desprezando-se espessura da lente (d=0) temos : p 2=-p’ 1 Substituindo nas equações e somando as duas equações: FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação dos fabricantes + n. A= índice de refração do meio no qual se

Equação dos fabricantes + n. A= índice de refração do meio no qual se encontra a lente n. B= índice de refração do material da lente, p p’ f Renomeando: f objeto Imagem FGE 160 - 2 o. semestre 2007 p 1=p e p’ 2=p’

Equação dos fabricantes Combinando com a equação das lentes n. B Equação dos fabricantes

Equação dos fabricantes Combinando com a equação das lentes n. B Equação dos fabricantes de lentes n. A= índice de refração do meio no qual está imersa a lente n. B= índice de refração do material do qual a lente é feita FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Equação dos fabricantes de lentes n. B Potência de uma lente P=1/f Com f

Equação dos fabricantes de lentes n. B Potência de uma lente P=1/f Com f medido em metros, P é dado em m-1 = dioptrias n. A Exemplo: f=-200 cm=-0, 2 m P=-5 dioptrias f=500 cm=0, 5 m P=2 dioptrias f= 2 m P=0, 5 dioptrias O oftalmologista prescreve uma lente em graus, que é o mesmo que dioptria. FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 1 Calcule a distância focal de uma lente plano convexa de vidro, onde

Exemplo 1 Calcule a distância focal de uma lente plano convexa de vidro, onde o raio da superfície curva é igual a 50 cm, e o vidro tem índice de refração igual a 1, 5. R 1= n. A=1, 0 O raio R 1 é infinito e o raio R 2 é negativo; R 2=-50 cm n. B=1, 5 f=100 cm (f>0), lente convergente R 2=-50 cm FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 2 A distância focal da lente muda se a lente for invertida? O

Exemplo 2 A distância focal da lente muda se a lente for invertida? O raio R 1 é positivo; R 1=50 cm e o raio R 2 é infinito R 1=50 cm f=100 cm (f>0), lente convergente R 2= n. A=1, 0 n. B=1, 5 A distância focal da lente não é alterada! FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 3 Calcule a distância focal de uma lente plano côncava de vidro, onde

Exemplo 3 Calcule a distância focal de uma lente plano côncava de vidro, onde o raio da superfície curva é igual a 50 cm, e o vidro tem índice de refração igual a 1, 5. R 2=50 cm R 1= O raio R 1 é infinito e o raio R 2 é positivo; R 2=50 cm n. A=1, 0 n. B=1, 5 f=-100 cm (f<0), lente divergente FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 4 Calcule a distância focal de uma lente biconvexa de vidro, onde os

Exemplo 4 Calcule a distância focal de uma lente biconvexa de vidro, onde os raio das superfície curvas são iguais a 50 cm, e o vidro tem índice de refração igual a 1, 5. O raio R 1 é positivo e o raio R 2 é negativo; R 1=50 cm e R 2=-50 cm n. A=1, 0 n. B=1, 5 f=50 cm (f>0), lente convergente O que acontece com a distância focal dessa lente se for colocada na água (aumenta/ diminui /não muda)? FGE 160 - 2 o. semestre 2007

Exemplo 5 Calcule a distância focal de uma lente bicôncava, como a mostrada na

Exemplo 5 Calcule a distância focal de uma lente bicôncava, como a mostrada na figura, com raio de 50 cm em cada uma das superfícies e feita de vidro, cujo índice de refração é 1, 5. O raio R 1 é negativo, e o raio R 2 é positivo: R 1=-50 cm, R 2=50 cm R 1=-50 cm R 2=50 cm f=-50 cm (f<0), FGE 160 - 2 o. semestre 2007 lente divergente

Exercícios propostos 32 - A face esquerda de uma lente biconvexa tem o raio

Exercícios propostos 32 - A face esquerda de uma lente biconvexa tem o raio de curvatura de 12 cm e a face direita tem raio de curvatura de 18 cm. O índice de refração do vidro é 1, 44. (a) Calcular a distância focal da lente. (b) Calcular a distância focal se os raios de curvatura das duas faces forem trocados um pelo outro. 33 - Uma lente convexa “oca”, de paredes delgadas, está imersa na água. A lente oca tem R 1=20 cm e R 2=30 cm. Calcular a distância focal desta lente de “ar” imersa na água (n=1, 33). FGE 160 - 2 o. semestre 2007