LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA LTA LEISHMANIOSE VISCERAL Calazar Leishmania

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LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA) & LEISHMANIOSE VISCERAL (Calazar) Leishmania (Ross, 1903) Antropozoonose Protozoários unicelulares

LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA) & LEISHMANIOSE VISCERAL (Calazar) Leishmania (Ross, 1903) Antropozoonose Protozoários unicelulares de ciclo heteroxeno Ordem Kinetoplastidae Família Trypanosomatidae Gênero: Leishmania sp. Hospedeiro invertebrado: Lutzomyia sp.

LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA)

LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA)

LEISHMANIOSE

LEISHMANIOSE

LEISHMANIOSE Distribuição Mundial

LEISHMANIOSE Distribuição Mundial

LEISHMANIOSE Distribuição Mundial

LEISHMANIOSE Distribuição Mundial

Formas de Leishmania sp. Formas promastigotas (coradas) Formas promastigotas (intestino da Lutzomyia sp. )

Formas de Leishmania sp. Formas promastigotas (coradas) Formas promastigotas (intestino da Lutzomyia sp. ) Formas amastigotas (coradas) Formas amastigotas (macrófago)

LEISHMANIOSE Principais espécies de Leishmania no Novo Mundo

LEISHMANIOSE Principais espécies de Leishmania no Novo Mundo

Ordem Diptera Subordem Nematocera Família Phlebotomidae Gênero Lutzomyia Macho

Ordem Diptera Subordem Nematocera Família Phlebotomidae Gênero Lutzomyia Macho

ESPÉCIES DE FLEBÓTOMOS Lutzomyia longipalpis Lutzomyia intermedia Lutzomyia shawi Lutzomyia pessoai Lutzomyia whitmani Lutzomyia

ESPÉCIES DE FLEBÓTOMOS Lutzomyia longipalpis Lutzomyia intermedia Lutzomyia shawi Lutzomyia pessoai Lutzomyia whitmani Lutzomyia migonei Lutzomyia ubiquitalis Lutzomyia flaviscutellata Lutzomyia anduzei Lutzomyia umbratilis Lutzomyia amazonensis

BIOLOGIA DOS FLEBOTOMÍNEOS Ovos: 40 -70 ovos em lugares úmidos e matéria orgânica, aderentes

BIOLOGIA DOS FLEBOTOMÍNEOS Ovos: 40 -70 ovos em lugares úmidos e matéria orgânica, aderentes ao substrato, PI 6 a 17 dias. Larvas : 4 mudas de 18 dias até meses. Pupas: varia de 7 -12 dias. Adultos: a eclosão dos machos, inicia-se antes das fêmeas, ocorrendo preferencialmente à noite. Ambos os sexos necessitam de carboidratos como fonte energética. As fêmeas necessitam de sangue. A longevidade: 1 mês em laboratório. Movem-se de modo saltitante, com vôos curtos. Os criadouros domiciliar e peridomiciliar: chiqueiro, bananais. A sazonalidade dependentes de temperatura e umidade.

CICLO BIOLÓGICO Leishmania sp. PERÍODO DE INCUBAÇÃO LV: 2 - 8 meses LTA: 18

CICLO BIOLÓGICO Leishmania sp. PERÍODO DE INCUBAÇÃO LV: 2 - 8 meses LTA: 18 dias - 4 meses

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA) • LEISHMANIOSE CUT NEA • Caracteriza-se por úlceras

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA (LTA) • LEISHMANIOSE CUT NEA • Caracteriza-se por úlceras cutâneas, únicas ou múltiplas • Leishmania braziliensis, L. guyanensis, L. amazonensis, L. lainsoni, L. naiffi • LEISHMANIOSE CUT NEOMUCOSA • Caracteriza-se por lesões iniciais em forma de úlceras e lesões secundárias destrutivas de mucosa e cartilagens • Leishmania braziliensis, L. guyanensis • LEISHMANIOSE CUT NEA DIFUSA • A partir de uma lesão única, ocorre metástases múltiplas, não ulceradas, por todo o corpo (Aspecto lepromatoso) • Leishmania amazonensis (Brasil); L. pifanoi (Venezuela)

Leishmaniose difusa

Leishmaniose difusa

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO ü Diagnóstico Clínico ü Diagnóstico Laboratorial ü Exame direto ©Pesquisa do Parasito ©Exame

DIAGNÓSTICO ü Diagnóstico Clínico ü Diagnóstico Laboratorial ü Exame direto ©Pesquisa do Parasito ©Exame histopatológico ©Cultura ©Inóculo em animais ©Pesquisa do DNA do Parasito (PCR) ü Métodos Imunológicos ©Métodos para avaliação da resposta celular ©Teste de Montenegro ©TRALD ©Métodos para avaliação da resposta humoral ©Imunofluorescência Indireta (RIFI) ©ELISA

DIAGNÓSTICO DA LTA • Lesões Cutâneas: na apresentação cutânea da LTA • Lesões Mucosas:

DIAGNÓSTICO DA LTA • Lesões Cutâneas: na apresentação cutânea da LTA • Lesões Mucosas: a apresentação mucosa • Lesões mucocutânea da LTA • Comprometimento ganglionar • Diagnósticos Diferenciais

DIAGNÓSTICO DA LTA MÉTODOS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO Evidenciação do parasita e ou provas imunológicas.

DIAGNÓSTICO DA LTA MÉTODOS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO Evidenciação do parasita e ou provas imunológicas. • Exame parasitológico visualização do parasita por exames direto e indireto. • Escarificação ou impressão por aposição • Punção aspirativa • Biópsia para histopatologia: • Cultivo • Inoculação em animais de laboratório DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO • Reação de Montenegro (IRM): • Resposta alérgica de hipersensibilidade celular retardada. Inoculação intradérmica de 0, 1 ml do antígeno padronizado em 40 ug N/ml, com leitura após 48 a 72 horas. A reação é considerada positiva quando a induração for igual ou maior que 5 milímetros. • É um teste de grande valor preditivo devido à sua sensibilidade, sendo positivo em mais de 90% dos casos de LTA • Imunofluorescência indireta (IFI) e testes imunoenzimáticos (ELISA)

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO DA LTA

DIAGNÓSTICO DA LTA Histopatologia de biópsia de pele • Fragmento de pele com intenso

DIAGNÓSTICO DA LTA Histopatologia de biópsia de pele • Fragmento de pele com intenso processo inflamatório crônico granulomatoso. • Os granulomas são constituidos por células epitelióides e algumas áreas é possivel observar-se macrófagos contendo leishmânias em vacúolos citoplasmáticos. • Proliferam no derma no interior de macrófagos. • Podem causar extensa ulceração da pele com bordas salientes e destruição de tecidos, como a cartilagem nasal.

PROFILAXIA ü Difícil controle nas áreas florestais ü Desmatamento reduz áreas endêmicas de Leishmaniose

PROFILAXIA ü Difícil controle nas áreas florestais ü Desmatamento reduz áreas endêmicas de Leishmaniose ü Proteção individual ou residencial ü Construção das casas distante das matas em áreas de colonização ü Doença ocupacional ü Tratamento e vacina

LEISHMANIOSE TRATAMENTO Principais drogas utilizadas na terapia contra Leishmaniose

LEISHMANIOSE TRATAMENTO Principais drogas utilizadas na terapia contra Leishmaniose

EPIDEMIOLOGIA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA ü Enzootia de animais silvestres ü Grande número de espécies

EPIDEMIOLOGIA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA ü Enzootia de animais silvestres ü Grande número de espécies de Leishmania envolvidas ü Grande número de vetores envolvidos ü Biologia dos vetores ü Vários mamíferos podem funcionar como reservatórios silvestres ü Reservatórios domésticos ü Hospedeiros acidentais

EPIDEMIOLOGIA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

EPIDEMIOLOGIA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA