Lei de Gauss Fluxo Eltrico e Condutores CEFET

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Lei de Gauss, Fluxo Elétrico e Condutores CEFET 2013

Lei de Gauss, Fluxo Elétrico e Condutores CEFET 2013

Lei de Gauss Relaciona os campos elétricos nos pontos de uma superfície gaussiana (imaginária)

Lei de Gauss Relaciona os campos elétricos nos pontos de uma superfície gaussiana (imaginária) à carga total envolvida pela superfície. Problema: Como determinar o valor de uma carga ou conjunto de cargas, sabendo o valor do fluxo elétrico criados por esta(s) cargas?

Lei de Gauss Utilidade da Lei de Gauss: Se você conhece as características do

Lei de Gauss Utilidade da Lei de Gauss: Se você conhece as características do campo elétrico de uma carga ou conjunto de cargas, é possível determinar a intensidade da carga total que cria tal campo elétrico.

Exemplos 1. Halliday (p. 57) A figura mostra cinco pedaços de plástico eletricamente carregados

Exemplos 1. Halliday (p. 57) A figura mostra cinco pedaços de plástico eletricamente carregados e uma moeda neutra. A figura mostra também uma superfície gaussiana S vista de perfil. Qual é o fluxo elétrico que atravessa a superfície S se

Exemplos 1. Halliday (p. 57) A figura mostra cinco pedaços de plástico eletricamente carregados

Exemplos 1. Halliday (p. 57) A figura mostra cinco pedaços de plástico eletricamente carregados e uma moeda neutra. A figura mostra também uma superfície gaussiana S vista de perfil. Qual é o fluxo elétrico que atravessa a superfície S se

Exemplos 2. Halliday (p. 55, 57) Qual é a carga total envolvida por um

Exemplos 2. Halliday (p. 55, 57) Qual é a carga total envolvida por um cubo de aresta 2 m com vértices A(1, 0, 0); B(3, 0, 0); C(3, 0, 2); D(3, 2, 2), submetido a um campo elétrico não uniforme da por Face direita: O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face direita, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo x, assim:

Exemplos 2. Halliday (p. 55, 57) Qual é a carga total envolvida por um

Exemplos 2. Halliday (p. 55, 57) Qual é a carga total envolvida por um cubo de aresta 2 m com vértices A(1, 0, 0); B(3, 0, 0); C(3, 0, 2); D(3, 2, 2), submetido a um campo elétrico não uniforme da por Face direita: O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face direita, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo x, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face esquerda: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face esquerda: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face esquerda, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo x, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face esquerda: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face esquerda: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face esquerda, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo x, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face inferior: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face inferior: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face inferior, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo y, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face inferior: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face inferior: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face inferior, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo y, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face superior: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face superior: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo y, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face superior: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face superior: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo y, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face frontal: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face frontal: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo z, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face frontal: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face frontal: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido positivo do eixo z, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face traseira: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face traseira: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo z, assim:

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face traseira: Exemplos O vetor área A

2. Halliday (p. 55) Continuação. . . Face traseira: Exemplos O vetor área A é sempre perpendicular à superfície e sempre aponta para fora. Assim, na face superior, o vetor d. A aponta no sentido negativo do eixo z, assim:

Problemas Propostos 1. Halliday (p. 69) Uma carga pontual de 1, 8 C está

Problemas Propostos 1. Halliday (p. 69) Uma carga pontual de 1, 8 C está no centro de uma superfície gaussiana de 55 cm de aresta. Qual é o fluxo através da superfície? R: 2, 03. 105 N. m 2/C 2. Qual é a carga total envolvida por um cubo com vértices A(0, 0, 0); B(3, 0, 0); C(3, 0, 3); D(3, 3, 3), submetido a um campo elétrico não uniforme da por R: 4, 78. 10 -10 C