Instituto Federal do Norte de Minas GeraisCampus Salinas

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Instituto Federal do Norte de Minas Gerais-Campus Salinas Departamento de Biologia -Filo Arthropoda- Professor

Instituto Federal do Norte de Minas Gerais-Campus Salinas Departamento de Biologia -Filo Arthropoda- Professor Filipe Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 1

1 - Características gerais n Arthropoda: do grego, Arthron = articulação + podos =

1 - Características gerais n Arthropoda: do grego, Arthron = articulação + podos = pé; n 900. 000 espécies descritas. Estimativas de mais que o dobro; n São protostômios, triblásticos, celomados, metamerizados, bilaterais n Obs: Metameria especializada (tagmas) n Habitam TODOS os ambientes n Varíam 0, 1 mm (ácaro) a 4 metros (caranguejo japonês) Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 2

1 - Características gerais n Apresentam exoesqueleto cuticular de quitina!!!!!!! n Crescimento por metamorfose

1 - Características gerais n Apresentam exoesqueleto cuticular de quitina!!!!!!! n Crescimento por metamorfose n Respiração traqueal n Circulação aberta (lacunar) n Possuem apêndices articulados pares e especializados n Músculos estriados se prendem à cutícula n Padrões comportamentais mais complexo do que de qualquer outro invertebrado: cópula, sociedade, ferômonios, oviposição… Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 3

2 - Taxonomia n Filo: Arthropoda n Subfilos: Trilobita (extinto) - Chelicerata - Mandibulata

2 - Taxonomia n Filo: Arthropoda n Subfilos: Trilobita (extinto) - Chelicerata - Mandibulata Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 4

3 - Subfilo Chelicerata n 6 pares de apêndices: 2 quelíceras; 2 pedipalpos; 8

3 - Subfilo Chelicerata n 6 pares de apêndices: 2 quelíceras; 2 pedipalpos; 8 patas n Não apresentam antenas n Classe Merostomata (excessão - 5 pares de patas) Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 5

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Scorpionida - Céfalotorax - Pré-abdomen - Pós-abdomen Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 6

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Opilionida - Céfalotorax e abdomen fundidos Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 7

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Uropigy - Escorpião vinagre Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 8

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Amblypygi - “Aranha trator” Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 9

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Acari - ácaros - carrapatos Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 10

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n

3 - Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - Cefalotórax e abdomen - Maioria predadora n Ordem Aranea - aranhas Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 11

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2 - Taxonomia 1 par de antenas 1 par de mandibulas 1 par de

2 - Taxonomia 1 par de antenas 1 par de mandibulas 1 par de maxilas n Filo: Arthropoda n Subfilos: Trilobita (extinto) - Chelicerata - Mandibulata Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 13

4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea n n n n n “Insetos” do

4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea n n n n n “Insetos” do mar Exoesqueleto calcificado Corpo dividido em: Cabeça e tronco ou cabeça tòrax e abdome ou cefalotórax Maioria marinho, mas há espécies de água doce. Poucos representantes terrestre Apresentam 2 pares de antenas 2 pares de maxilas Presença de apêndices em todos os sômitos (16 a 20; até 60) Respiração por brânquia Menos sômitos e mais tagmose é a característica derivada Representado pro camarões, lagostas, caranguejos, tatuzinhos-dejardim, copépodas, Krill, lepas. . Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 14

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4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores

4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 16

4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores

4 - Mandibulata – (Subfilo? ) Crustacea Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 17

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n n 1 par de antenas Apêndices

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n n 1 par de antenas Apêndices unirremos Principais classes: Chilopoda; Diplopoda; Insecta Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 18

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Chilopoda - Corpo achatado -

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Chilopoda - Corpo achatado - Pode conter até 177 segmentos - Corpo dividido em cabeça e tronco - Cada sômito (exceto a cabeça e os dois últimos) apresenta um par de apêndices articulados - Um par de olhos - São carnívoros: matam as presas com suas garras de veneno no primeiro segmento e trituram com a mandìbula Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 19

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Diplopoda - Corpo cilíndrico -

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Diplopoda - Corpo cilíndrico - Pode conter de 25 a 100 segmentos - Corpo dividido em cabeça, tórax (4 segmentos fundidos) e abdome. - Cada sômito (exceto a cabeça e os dois últimos) apresenta um par de apêndices articulados - Um par de olhos e um par de antenas - Maioria detritívoro – importância ecológica - Produzem repelentes em glândulas repugnatórias Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 20

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta - Maior e mais

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta - Maior e mais diversa classe do filo - Apresentam 3 pares de patas - Corpo dividido em cabeça, tórax e abdome. - Tamanho varia de menos e 1 mm até 20 cm. Maioria menor que 2, 5 cm - Muitos grupos desenvolveram o vôo!!!!! - Possuem um par de olhos compostos e um par de antenas - Habitam todos os ambientes. Poucas espécies marinhas. - Essenciais no planeta Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 21

1. 2 - Importância n n n n n Polinização Aeração do solo Decomposição

1. 2 - Importância n n n n n Polinização Aeração do solo Decomposição da serrapilheira Produção de alimentos Cadeia alimentar Decomposição de madeira Desfolhamento Prejuízos econômicos Controle biológico Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 22

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem Thysanura - (thysan= franja; ura= cauda), esses insetos são ametábolos, pertencentes aos filamentos com cerdas na extremidade do abdome, também são ásperos e tem o corpo achatado. - Ordem Odonata - (odonata – dentes; indica os dentes das mandíbulas). Exemplo: as libélulas. São animais hemimetábolos; quando menores permanecem na água e quando adultos elas se tornam predadores. - Ordem Blattodea - (blatta-barata). Exemplo: as baratas. São insetos hemimetábolos; as asas anteriores são resistentes e pergamináceas, seu corpo é achatado. Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 23

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem Isoptera – (iso=igual; ptera=asas ; pelo fato das asas serem bastante parecidas). Exemplo: os cupins. São insetos hemimetábolos. - Ordem Orthoptera – (ortho=retas; ptera=asas). Exemplo: gafanhotos e grilos. São insetos hemimetábolos; as asas posteriores, muitas vezes são menores ou não existem. - Ordem Phasmida – (phasma=fantasma). Exemplo: os bichos-pau. São insetos hemimetábolos; as asas posteriores são menores. Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 24

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem Phthiraptera – (phthirus=piolho; a=sem; ptera=asas). Exemplo: os piolhos. São insetos hemimetábolos; ápteros; ectoparasitas de aves, mamíferos e até mesmo dos humanos. - Ordem Hemípetra – (hetero=heterogêneo; pter=asas). Exemplo: são os barbeiros. São insetos hemimetábolos; as asas anteriores são bastante resistentes. - Ordem Homóptera – (homo=uniforme; ptera=asas). Exemplo: as cigarras, pulgões e cigarrinhas. São insetos hemimetábolos. Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 25

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem Coleóptera – (coleo=estojo; ptera=asas). Exemplo: os besouros, joaninhas e carunchos. São insetos holometábolos. - Ordem Hymenoptera (hymen=membrana; ptera=asas). Exemplo: são as abelhas e formigas. São insetos holometábolos, as asas anteriores são maiores e unidas com as posteriores. - Ordem Díptera (di= duas; ptera=asas). Exemplo: são as moscas e mosquitos. São insetos holometábolos. Várias espécies são parasitas de vários animais. Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 26

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem

5 - Mandibulata – (Subfilo? ) Uniramia n Classe Insecta: Principais ordens: - Ordem Lepidoptera (Gr. lepidos, escama + pteron , asa) Asas membranosas cobertas por escamas sobrepostas acopladas na base; peças bucais em forma de tubo sugador, que se enrola quando não está em uso; larvas (lagartas) com peças bucais mastigadoras para comer plantas, Ex: borboletas e mariposas Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 27

6 - Funcionamento de um inseto n Morfologia externa Laboratório de Ecologia Química de

6 - Funcionamento de um inseto n Morfologia externa Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 28

6 - Funcionamento de um inseto n Locomoção e vôo - 3 pares de

6 - Funcionamento de um inseto n Locomoção e vôo - 3 pares de patas: fazem um triângulo a cada passo - músculos ancorados ao exoesqueleto - Movimento alar em “ 8” - De 100 a 1000 batidas por segundo – até 48 km/h Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 29

6 - Funcionamento de um inseto n Nutrição e digestão - Estomodeu (boca –

6 - Funcionamento de um inseto n Nutrição e digestão - Estomodeu (boca – glândulas digestivas – esôfago, papo e moela – alguns) - Mesênteron (estômago e cecos gástricos) - Proctodeu ( intestino, reto e ânus) - Nutrição extremamente variada com especializações no aparelho bucal. Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 30

6 - Funcionamento de um inseto n Circulação - Circulação aberta ou lacunar -

6 - Funcionamento de um inseto n Circulação - Circulação aberta ou lacunar - Coração tubular com movimentos peristálticos para frente - Aorta como único vaso - Hemolinfa não transporta oxigénio - Órgãos pulsáteis acessórios levam a hemolinfa para asas e pernas Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 31

6 - Funcionamento de um inseto n Trocas gasosas - Espiráculos traqueais - Podem

6 - Funcionamento de um inseto n Trocas gasosas - Espiráculos traqueais - Podem se contrair para economia de água - O 2 banha os tecidos diretamente - Limitante do crescimento. . . Razão área-volume Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 32

6 - Funcionamento de um inseto n Excreção - Túbulos de Malpighi – acumulam

6 - Funcionamento de um inseto n Excreção - Túbulos de Malpighi – acumulam potássio para favorecer a osmose - Excreção de ácido úrico - Reabsorção de água e sais no proctodeu - Limitante do crescimento. . . Razão área-volume Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 33

6 - Funcionamento de um inseto n Sistema nervoso - Ganglionar ventral - òrgãos

6 - Funcionamento de um inseto n Sistema nervoso - Ganglionar ventral - òrgãos de sentido altamente especializados - Percebem cor, sabor, odor, sons, estímulos mecâncicos. . . - Olhos compostos - Antenas: órgaõs com milhões de sensilas! - Comunicação química Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 34

6 - Funcionamento de um inseto n Metamorfose e mudas - Controle hormonal -

6 - Funcionamento de um inseto n Metamorfose e mudas - Controle hormonal - Holometábulo x Hemimetábulo - Troca de exoesqueleto Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 35

6 - Funcionamento de um inseto n Metamorfose e mudas - Controle hormonal -

6 - Funcionamento de um inseto n Metamorfose e mudas - Controle hormonal - Holometábulo x Hemimetábulo - Troca de exoesqueleto Laboratório de Ecologia Química de Insetos Vetores – ICB/UFMG 36