Inaugurao do Laboratrio de Conservao e Alterabilidade de

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Inauguração do Laboratório de Conservação e Alterabilidade de Materiais de Construção do CETEM- 16.

Inauguração do Laboratório de Conservação e Alterabilidade de Materiais de Construção do CETEM- 16. 09. 2016 CONSERVAÇÃO DA PEDRA NO RIO DE JANEIRO. Diagnóstico e monitoramento do estado de conservação dos bens culturais materiais. Catherine Gallois Arquiteta e urbanista- Superintendência do IPHAN no Rio de Janeiro Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFF

ETAPAS - PROJETO CONSERVAÇÃO-RESTAURO IDENTIFICAÇÃO E CONHECIMENTO DO BEM Pesquisa histórica Levantamentos cadastral e

ETAPAS - PROJETO CONSERVAÇÃO-RESTAURO IDENTIFICAÇÃO E CONHECIMENTO DO BEM Pesquisa histórica Levantamentos cadastral e arquitetônico Identificação visual dos materiais DIAGNÓSTICO Mapa de danos (PRÉ-DIAGNÓSTICO) - análise Visual Prospecções arquitetônicas com remoção de amostras; Ensaios/análises laboratoriais in situ e no laboratório (DIAGNÓSTICO) Análise do estado de conservação (relatórios consolidados) Portaria IPHAN 420/2010 Art. 6º Ao requerer a autorização para intervenção, o interessado deverá apresentar os seguintes documentos: (. . . ) a) anteprojeto da obra (. . . ) conforme normas da ABNT; b) levantamentos: pesquisa histórica, (. . . ) levantamento fotográfico, análise tipológica, identificação de materiais e sistema construtivo; c) diagnóstico do estado de conservação do bem, incluindo mapeamento de danos, analisando-se especificamente os materiais, sistema estrutural e agentes degradadores; d) memorial descritivo e especificações;

ETAPAS - PROJETO CONSERVAÇÃO-RESTAURO PROJETO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO ARQUITETÔNICA: PROPOSTA DE INTERVENÇÃO Estudo

ETAPAS - PROJETO CONSERVAÇÃO-RESTAURO PROJETO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO ARQUITETÔNICA: PROPOSTA DE INTERVENÇÃO Estudo Preliminar Anteprojeto Projeto Executivo Caderno de Especificações Técnicas Orçamento analítico detalhado. DOCUMENTAÇÃO DA OBRA Testes dos procedimentos aprovados Documentação as built procedimentos executados por setores/áreas. Portaria IPHAN 420/2010 Art. 5º Para efeito de autorização, são consideradas as seguintes categorias de intervenção: (. . . ) III - Restauração; § 1º As intervenções caracterizadas como Reforma/Construção nova (Inciso II), quando tiverem de ser realizadas em bens tombados individualmente, serão enquadradas na categoria Restauração (Inciso III). Art. 7º No caso de intervenção em bem tombado individualmente, enquadrada, nos termos dos arts. 3º, VII e 5º, § 1º, na categoria Restauração, o requerente, além dos documentos assinalados no art. 6º, deverá apresentar o projeto executivo da obra.

GESTÃO DE PROJETO E DA OBRA Proprietário do Bem Profissionais Proponente multidisciplinares Conhecimento das

GESTÃO DE PROJETO E DA OBRA Proprietário do Bem Profissionais Proponente multidisciplinares Conhecimento das alternativas possíveis, através de embasamento científico Enumerar as alternativas de métodos e produtos parâmetro de qualidade do projeto Escolha da melhor alternativa, através de conhecimento profundo dos materiais e patologias (DIAGNÓSTICO) Proposta de Intervenção Controle dos resultados Minimizar riscos e imprevistos Quadro elaborado por Marisa Assumpção e Catherine Gallois(2014). Fonte: Palestra “Restauro dos elementos pétreos das fachadas do Antigo Tribunal Superior Eleitoral, CCJE” no evento “Os profissionais nas obras de restauração: a relação entre o público e o privado” (agosto 2014 com Arq. Marisa Assumpção e Rest. Edilene Capanema)

Proprietário Proponente Análise Projetos / Fiscalização / Acompanhamen to Obras GESTÃO DO PROJETO Patrocinadores

Proprietário Proponente Análise Projetos / Fiscalização / Acompanhamen to Obras GESTÃO DO PROJETO Patrocinadores Projeto Institucional Projeto de Intervenção Mapeamento de Danos > PréDiagnóstico Ensaios e Análises de Laboratório > Diagnóstico Levantamento métrico, identificação de materiais e métodos construtivos, sistemas estruturais e instalações Análises dos elementos técnicos Projeto de Restauro Projeto Arquitetônico Quantitativos de materiais e serviços Quadro elaborado por Marisa Assumpção e Catherine Gallois(2014) Projeto Estrutural Custos e Prazos Programa Financeiro e de Operação Instalações Prediais e Especiais

CCJE Centro Cultural da Justiça Eleitoral. Fonte: Arquivo IPHAN RJ Prédio do CCJE, erigido

CCJE Centro Cultural da Justiça Eleitoral. Fonte: Arquivo IPHAN RJ Prédio do CCJE, erigido inicialmente para ser a sede do Banco do Brasil – 1892 -1896. Projeto: 2007; Obra: 2008. Autora do Projeto de Restauração = Arq. Augusta Cyrillo Gomes. Projeto PRONAC 02 -4545 (fase elaboração de projetos e obras emergenciais). Proponente IHL – 2007. Centro Cultural da Justiça Eleitoral. http: //www. portobeloweb. com. br/galeria_fotos/1004201214550813340805 089240. jpg

Análise Visual dos Danos, Alterações e das Patologias - CCJE Formação dentrítica Alteração cromática

Análise Visual dos Danos, Alterações e das Patologias - CCJE Formação dentrítica Alteração cromática Pulverulência Degradação diferencial Depósito elevado Pátina Fissura Desplacamento/ Placas/ Plaquetas Percolação de águas pluviais Depósito leve Lacuna no rejuntamento Fratura Teste 13 - Mármore de uma das janelas da fachada Rua do Rosário – Análise microscópica - Seção translúcida transversal. Luz visível. Ampl. X 60.

Mapa de danos CCJE Fonte: Arquivo IPHAN RJ : Projeto PRONAC 02 -4545 (fase

Mapa de danos CCJE Fonte: Arquivo IPHAN RJ : Projeto PRONAC 02 -4545 (fase elaboração de projetos e obras emergenciais). Proponente IHL – 2007 Autora do Projeto de Restauração: Arq. Augusta Cyrillo Gomes. Projeto Arquitetônico: Glauco Campello Arquitetura. Projeto de mapeamento preliminar: Augusta Cyrillo Gomes. Análises laboratoriais: Arcadia Ricerche.

Remoção de Amostras para ensaios- CCJE

Remoção de Amostras para ensaios- CCJE

DIAGNÓSTICO • Seu grande valor: oportunidade de conhecimento e o aprendizado a respeito do

DIAGNÓSTICO • Seu grande valor: oportunidade de conhecimento e o aprendizado a respeito do objeto e de seu processo de deterioração/ degradação. • “não podemos conservar o que não conhecemos” ; “conhecer para conservar”. É base e ponto de referência para planejar e desenhar a intervenção de conservação respeitando-se de fato as premissas técnicas e éticas do projeto da preservação: autenticidade, distingüibilidade, reversibilidade/retratabilidade*, mínima intervenção; É ferramenta para avaliar a durabilidade da conservação > monitoramento. * cf. aulas Prof. Delgado/LNEC

OBJETIVOS GERAIS DOS ENSAIOS/ANÁLISES LABORATORIAIS NO DIAGNÓSTICO Principal objetivo: confirmar/refutar as hipóteses levantadas na

OBJETIVOS GERAIS DOS ENSAIOS/ANÁLISES LABORATORIAIS NO DIAGNÓSTICO Principal objetivo: confirmar/refutar as hipóteses levantadas na fase de pré-diagnóstico, incluindo: q Conhecimento dos materiais que constituem o bem a ser preservado e suas técnicas de execução; q Caracterização dos materiais pétreos e argamassas; q Identificação das patologias e de seus mecanismos de ação; q Identificação de eventuais restaurações anteriores; q Subsidiar a escolha de materiais tradicionais ou materiais novos, desde que idôneos e compatíveis com os materiais que se pretende conservar e restaurar; q Controle de qualidade das intervenções realizadas; q Identificação das condições para uma boa conservação q Monitoramento do estado de conservação NÃO DEVEM SER FEITOS ENSAIOS EM EXCESSO. CADA ENSAIO DEVE TER UMA JUSTIFICATIVA (QUANTIDADE, LOCALIZAÇÃO, MOTIVO).

QUALIDADE DOS PROJETOS = QUALIDADE NA AÇÃO DE PRESERVAÇÃO = EFICIÊNCIA E TRANSPARÊNCIA NA

QUALIDADE DOS PROJETOS = QUALIDADE NA AÇÃO DE PRESERVAÇÃO = EFICIÊNCIA E TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO • melhorar a qualidade dos projetos de conservação-restauro e qualidade documentação da obra + agregar qualidade no prédiagnóstico e no diagnóstico; • como levar a cabo ações de manutenção e conservação pós-obra se não registramos corretamente e detalhadamente o estado de conservação; se não desenhamos com precisão as propostas (projeto) e se não documentamos as intervenções efetivamente realizadas nas SUPERFÍCIES dos monumentos? • bem cultural: um grande ARTEFATO inserido no meio urbano.

Termo de Referência para Licitação - Edifício Companhia Docas de Santos • • •

Termo de Referência para Licitação - Edifício Companhia Docas de Santos • • • O Edifício foi projetado por Ramos de Azevedo e construído entre 1904 -1908. Temas e motivos náuticos (100 anos da abertura dos portos). ; Alvenaria e estrutura metálica. Embasamento em “pedra de galho” proveniente de uma pedreira da Floresta da Tijuca. A cantaria do prédio do IPHAN SE RJ é exemplar e representativa do patrimônio edificado carioca, tendo em vista a larga utilização do gnaisse no Rio de Janeiro. Tombado pelo IPHAN em 1978 (Processo 0976 -T-78). Sede do IPHAN RJ desde os anos 1990. Foto: https: //www. facebook. com/ORio. De. Janeiro. Que. Nao. Vivi? ref=stream

Fachada (embasamanto em gnaisse) Edifício Companhia Docas de Santos Fotos: Catherine Gallois, 2011, IPHAN.

Fachada (embasamanto em gnaisse) Edifício Companhia Docas de Santos Fotos: Catherine Gallois, 2011, IPHAN.

Termo de Referência para Licitação - Edifício Companhia Docas de Santos • projeto piloto

Termo de Referência para Licitação - Edifício Companhia Docas de Santos • projeto piloto em acordo com normas ICCROM e com os princípios das CIÊNCIAS DA CONSERVAÇÃO; • Pesquisa de custo-benefício dos métodos e técnicas de levantamento (andaimes/levantamento manual, laser scanning 3 D, fotogrametria); intervenção emergencial em julho de 2011. Fonte: Arquivo IPHAN RJ • Prover subsídios técnicos e científicos à execução do projeto de conservação e restauração da cantaria da fachada do prédio da SE/IPHAN-RJ; • execução de análise e ensaios de laboratório no CETEM Foto Catherine Gallois, 2011, IPHAN.

EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DE MAPA DE DANOS CONFORME MÉTODO ICCROM Obs. : Os Mapas

EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DE MAPA DE DANOS CONFORME MÉTODO ICCROM Obs. : Os Mapas de Danos devem ser feitos por trechos de fachada após extensa observação a olho nu das superfícies a partir de andaimes. A observação também pode ser complementada pela fotogrametria, porém, a interpretação das imagens dos danos é crucial e requer experiência. q Materiais constituintes (pedra, argamassa, madeira. etc. ) e Intervenções anteriores (pinos de ferro, películas de pintura, próteses, intervenções inadequadas); q Depósitos, manchas e alterações cromáticas; q Estado de conservação (observar graus de deterioração e danos eventualmente ligados às perdas de porções de material); q Alterações estruturais visíveis (deformações, juntas abertas, 16 fissuras e rachaduras).

Mosteiro de São Bento. Autor não especificado Fonte: http: //www. formarte. com. br/Content/Images/formarte-mosteiro-s-bento-rj-2016 -07

Mosteiro de São Bento. Autor não especificado Fonte: http: //www. formarte. com. br/Content/Images/formarte-mosteiro-s-bento-rj-2016 -07 -12 -desktop. jpg

q Materiais constituintes (pedra, argamassa, madeira. etc. ) e Intervenções anteriores (pinos de ferro,

q Materiais constituintes (pedra, argamassa, madeira. etc. ) e Intervenções anteriores (pinos de ferro, películas de pintura, próteses, intervenções inadequadas); q Depósitos, manchas e alterações cromáticas; q Estado de conservação ; q Alterações estruturais visíveis. Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Materiais constituintes e Intervenções anteriores Elaborado por Construtura Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 18

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Materiais constituintes e Intervenções anteriores – detalhe Flechinhas vermelhas = indicação da localização (e numeração) das fotos que constam no relatório do Estado de Conservação anexo às Pranchas de Mapas de Danos Elaborado por Construtura Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 19

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação ;

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação ; Alterações estruturais visíveis. Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Depósitos e Alterações cromáticas Elaborado por Construtura Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 20

Mapa de Danos Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha

Mapa de Danos Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Depósitos e Alterações cromáticas - detalhe Elaborado por Construtura Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 21

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação (perdas

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação (perdas de porções de material); Alterações estruturais visíveis. Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Deterioração / Perdas de Material Elaborado por Construtura Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 22

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ)

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Deterioração / Perdas de Material - detalhe Elaborado por Construtora Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 23

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação; Alterações

q q Materiais constituintes ; Depósitos, manchas e alterações cromáticas; Estado de conservação; Alterações estruturais visíveis (deformações, juntas abertas, fissuras e rachaduras). Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Alterações estruturais Elaborado por Construtora Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 24

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ)

Mapa de Danos - Fachada Posterior Trecho 01 - Mosteiro de São Bento (RJ) Prancha de Estado de Conservação: Alterações estruturais - detalhe Elaborado por Construtora Terreng Ltda. Fonte: Arquivo SE/IPHAN-RJ 25

PAR METROS GERAIS DE MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DE BENS CULTURAIS Ref. :

PAR METROS GERAIS DE MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DE BENS CULTURAIS Ref. : Bem cultural – Cristo Redentor (2011) q Monitoramento = avaliar e quantificar o progresso / a velocidade da degradação. q. Utilidade do monitoramento = é crucial para prever quando uma manutenção é necessária e, desta forma, viabilizar de fato uma conservação preventiva dos bens culturais. q. Escopo do monitoramento = o bem cultural em sua integralidade. O monitoramento deve abranger o monumento como um todo. q Frequência do monitoramento: deve ser regular. 26

PAR METROS GERAIS DE MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DE BENS CULTURAIS q Escolher

PAR METROS GERAIS DE MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DE BENS CULTURAIS q Escolher áreas-teste, determinando-se um ponto-zero para observações, análises e mensurações ao longo do tempo. As áreasteste devem ser representativas do bem, em acordo com a documentação elaborada na fase de Diagnóstico. q. Os Mapas de Danos servem como referenciais gráficos obrigatórios para os registros realizados, devendo ser atualizados periodicamente assim que uma nova patologia, dano ou alteração detectada for significativa; q. Acesso das equipes q Custos viáveis Palácio do Itamaraty (BMA). Foto: Catherine Gallois, 2013. Fonte: Arquivo IPHAN RJ

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS EM CURSO estudos da aplicabilidade dos diferentes recursos técnicos (diferentes técnicas de documentação como fotografia, laser scanning 3 D, programas específicos de computador); buscar recursos financeiros para: Acervo Inepac – Fotos de Pedro Oswaldo Cruz. Fonte: http: //www. patrimoniofluminense. rj. gov. br/wpcontent/uploads/Comerj-Ruinas-Convento-S%C 3%A 3 o. Boaventura-Itaborai_03. jpg realizar PROJETOS de monitoramento manutenção e conservação preventiva. http: //www. hojuara. com. br/site 2009/noticia/pt/66

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS JEM CURSO cooperação técnica entre órgãos de patrimônio e centros de pesquisa nas áreas da geologia, química, biologia para ampliar o campo da ciência da conservação no Brasil aplicada ao patrimônio construído. ØAcordo de Cooperação Técnica Iphan/RJ-CETEM

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS A (RE)PERCORRER Ø capacitação de mão de obra para evitar perda dos saberes tradicionais e para propiciar práticas idôneas na conservação; Ønormatização para realização de análises e ensaios para avaliação do estado de conservação dos bens culturais; Ø Investimento em laboratórios no país. Análises do embasamento em gnaisse do Theatro Municipal com a técnica de tomografia sônica (empresa Arcadia Ricerche SRL, Veneza). Ensaio com 12 pontos. Cruzando dados como distância e tempo (microssegundos) nos diferentes percursos entre os 12 pontos. Fotos: Catherine Gallois, 2010, IPHAN.

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS

CAMINHOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PEDRA (2009. . . 2016. . . ) CAMINHOS A (RE)PERCORRER Ødivulgação científica compartilhada, interinstitucional e multidisciplinar; Ø elaboração de composições de custos para ensaios laboratoriais, para levantamentos (laser, fotogrametria, etc), para obras por classe de intervenção (limpezas, consolidações, etc).

VALORIZAR O CAMPO DA CONSERVAÇÃO É MUITO NECESSÁRIO NO BRASIL q A CONSERVAÇÃO do

VALORIZAR O CAMPO DA CONSERVAÇÃO É MUITO NECESSÁRIO NO BRASIL q A CONSERVAÇÃO do patrimônio material não deve se centrar somente nos objetos em si, tendo em vista os significados que estes têm do ponto de vista cultural, social, etc. . . q Deve levar em conta os significados e valores atribuídos a eles (IPHAN-Minc); http: //www. ovale. com. br/polopoly_fs/1. 469034. 138494 9830!/image/1407525991. jpg_gen/derivatives/fixed_42 0_240/1407525991. jpg q A conservação deve se comunicar com o público não especializado; q Necessários investimentos na pesquisa em ciências da conservação aplicadas ao patrimônio construído no campo da pesquisa e inovação (MCT + IPHAN-Min. C) Matriz de São Luis do Paraitinga – SP http: //www 3. al. sp. gov. br/repositorio/noticia/072010/paraitinga. jpg

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“Marco Polo descreve uma ponte, pedra por pedra. -Mas qual é a pedra que

“Marco Polo descreve uma ponte, pedra por pedra. -Mas qual é a pedra que sustenta a ponte ? – pergunta Kublai Khan. -A ponte não é sustentada por esta ou aquela pedra – responde Marco -, mas pela curva do arco que estas formam. -Kublai Khan permanece em silêncio, refletindo. Depois acrescenta: -Porque falar das pedras? -Só o arco me interessa. -Polo responde: - Sem pedras o arco não existe”. (Italo Calvino, As cidades invisíveis)