Ifrah Georges Os nmeros a histria de uma

















- Slides: 17
Ifrah, Georges. Os números: a história de uma grande invenção. Rio de Janeiro: Globo, 1989. Metodologia do Ensino de Matemática Profª Sueli Fanizzi
O número não é uma abstração; ele é sentido. . é reflexo das necessidades vivenciadas (sensação numérica). . o fato é certo: houve um tempo em que o ser humano não sabia contar. Um e dois: os primeiros números inventados (p. 17). . . ainda hoje há tribos que se encontram “nesse grau”. sensação numérica ≠ contagem
Limites da sensação numérica p. 20
p. 20 ESTIMATIVA E ORGANIZAÇÃO RETANGULAR DA MULTIPLICAÇÃO
p. 20 e 21 (à 24)
A contagem: como começou? Correspondência um ou biunívoca(não necessita da contagem abstrata)
p. 27 Outros exemplos: lugares de um ônibus, cadeiras e bonecas, mapa da sala de cinema etc.
Contagem com apoio nas partes do corpo “Ao contrário da percepção direta dos números, a contagem não é uma aptidão natural. . É um atributo exclusivamente humano. . ” p. 44 e 45
ASPECTOS DO NÚMERO CARDINAL ORDINAL p. 48
p. 51
Progresso Contagens maiores (registro das contagens) Sistemas de Numeração (os registros e as marcas das contagens foram substituídos por um conjunto de símbolos, organizados segundo regras próprias)
NO EGITO
O sistema de numeração que hoje é utilizado foi organizado pelo povo hindu, mas tem origem nos chineses e egípcios, que também adotavam a base 10 e nos mesopotâmios, precursores do sistema posicional. O sistema de numeração indo-arábico surge, aproximadamente, em 400 d. C e foi difundido pelos árabes pelo mundo inteiro. Sua grande contribuição foi a criação do zero.
CRIAÇÃO DO ÁBACO Mesopotâmia, há 5. 500 anos China, há 2. 000 anos
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Base 10, isto é, os agrupamentos ocorrem de 10 em 10 Valor posicional dos algarismos Existência do zero (representação da casa vazia do ábaco) Estrutura aditiva e multiplicativa