Identidade e Responsabilidade a construo do eu a
Identidade e Responsabilidade: a construção do eu a partir do cuidado com o outro e o mundo Filosofia – 2ª Série Professor Marconi Cabral
Identidade e Responsabilidade: a construção do eu a partir do cuidado com o outro e o mundo © Pixabay
Introdução Conteúdo – Condutas massificadas e alienação moral. Habilidade – Refletir sobre as perspectivas de pertencimento e de responsabilidade por si mesmo e pelas demais pessoas e seres da natureza. © Pixabay • •
Introdução • • Conteúdo – Condutas massificadas e alienação moral. • Sugestão de atividade 1 – Pesquisa biográfica (Emmanuel Levinas e Jean-Paul Sartre) e pesquisa conceitual (alienação moral, responsabilidade). © Pixabay Habilidade – Refletir sobre as perspectivas de pertencimento e de responsabilidade por si mesmo e pelas demais pessoas e seres da natureza.
Reflexão Pensando em situações cotidianas na família, na escola, entre amigos, há diferença entre como as pessoas agem e como deveriam agir? Se sim, por qual razão? COMO É. . . © Pixabay COMO DEVERIA SER. . .
Introdução Condutas massificadas • • Domesticação da subjetividade – Michel Foucault Indústria Cultural – Escola de Frankfurt
Introdução Condutas massificadas • • • Domesticação da subjetividade – Michel Foucault Indústria Cultural – Escola de Frankfurt RESULTADO: alienação moral (ausência de autonomia e de consciência da influência do outro e do mundo sobre o eu, assim como de que os atos da individualidade afetam o mundo que nos cerca)
Introdução Como superar a alienação moral e a massificação? • Usar da capacidade humana de dar sentido às coisas (Emmanuel Levinas) • Assumir a responsabilidade por si e pelo outro (Jean-Paul Sartre) © Pixabay
Emmanuel Levinas: a construção do sentido como saída da massificação Indivíduo • É precedido pela linguagem e formado pelo mundo no qual está © Pixabay inserido.
Emmanuel Levinas: a construção do sentido como saída da massificação Indivíduo • É precedido pela linguagem e formado pelo mundo no qual está inserido. • Humaniza-se pela capacidade de dar sentido ao © Pixabay mundo, ao outro.
Emmanuel Levinas: a construção do sentido como saída da massificação Indivíduo • É precedido pela linguagem e formado pelo mundo no qual está inserido. • Humaniza-se pela capacidade de dar sentido ao mundo, ao outro. • Possui © Pixabay em si mesmo o outro. Por isso, viver para o outro é viver para si.
Atividade a) A atuação das instituições sociais e da indústria cultural promovem a padronização da subjetividade, gerando uma falsa individualidade. b) Pela alienação moral, perde-se a noção de pertencimento e responsabilidade por si mesmo, pelo outro e pela natureza. c) O outro é o outro e eu sou eu. Se ocorre influência entre o eu e o outro, não existe individualidade. d) Para Levinas, o que nos torna humanos é a capacidade de atribuir sentido às coisas. © Pixabay Pelo refletido até aqui, é INCORRETO afirmar que:
Atividade – correção a) A atuação das instituições sociais e da indústria cultural promovem a padronização da subjetividade, gerando uma falsa individualidade. b) Pela alienação moral, perde-se a noção de pertencimento e responsabilidade por si mesmo, pelo outro e pela natureza. c) O outro é o outro e eu sou eu. Se ocorre influência entre o eu e o outro, não existe individualidade. d) Para Levinas, o que nos torna humanos é a capacidade de atribuir sentido às coisas. © Pixabay Pelo refletido até aqui, é INCORRETO afirmar que:
Retomada • • Conteúdo – Condutas massificadas e alienação moral. • Sugestão de atividade 1 – Pesquisa biográfica (Emmanuel Levinas e Jean-Paul Sartre) e pesquisa conceitual (alienação moral, responsabilidade). © Pixabay Habilidade – Refletir sobre as perspectivas de pertencimento e de responsabilidade por si mesmo e pelas demais pessoas e seres da natureza.
Jean-Paul Sartre: Identidade como responsabilidade Reflita e responda: 1. Por que sentimos vergonha ? 2. O que nos leva a amar alguém? 3. O que nos leva a odiar alguém? Imagens: © Pixabay
Jean-Paul Sartre: Reconhecer-se pelo outro Somos o que os outros nos revelam. Nos reconhecemos pelo significado que o outro nos dá. Stéphane Lemarchand. Wikimedia Commons. CC BY-SA 4. 0 • •
Jean-Paul Sartre: Reconhecer-se pelo outro Somos o que os outros nos revelam. Nos reconhecemos pelo significado que o outro nos dá. O outro nos constitui pelo (a): • • • Amor Ódio Vergonha Stéphane Lemarchand. Wikimedia Commons. CC BY-SA 4. 0 • • •
Jean-Paul Sartre: A liberdade e suas consequências • É essencialmente livre, o que lhe faz pertencente a si mesmo. • Na liberdade, ele age de tal modo que institui o que seria a melhor forma de agir. Calvi. Wikimedia Commons. CC BY-SA 4. 0 Ser humano
Jean-Paul Sartre: A liberdade e suas consequências • É essencialmente livre, o que lhe faz pertencente a si mesmo. • Na liberdade, ele age de tal modo que institui o que seria a melhor forma de agir. • Isto implica na responsabilidade consigo, com outras pessoas e com os demais seres da natureza. Calvi. Wikimedia Commons. CC BY-SA 4. 0 Ser humano
Atividade – Verdadeiro ou Falso De acordo com Jean-Paul Sartre: ( ) Nossa identidade também é formada pelo significado que o outro nos dá. ( ) O outro nos constitui através da vergonha, do amor e do ódio. ( ) O ser humano está condenado a ser livre, o que lhe isenta de qualquer responsabilidade consigo, com outras pessoas e com demais seres da natureza. ( ) O indivíduo pertence ao outro. ( ) A liberdade traz consigo a responsabilidade. © Pixabay
Atividade – Verdadeiro ou Falso – correção De acordo com Jean-Paul Sartre: ( V ) Nossa identidade também é formada pelo significado que o outro nos dá. ( V ) O outro nos constitui através da vergonha, do amor e do ódio. ( F ) O ser humano está condenado a ser livre, o que lhe isenta de qualquer responsabilidade consigo, com outras pessoas e com demais seres da natureza. ( F ) O indivíduo pertence ao outro. ( V ) A liberdade traz consigo a responsabilidade. © Pixabay
Avaliação / Reflexão Pessoal • • • O que um estranho deve esperar de mim? E eu dele? O que devo esperar de um familiar? E ele de mim? Quem eu magoei, o que deve esperar de mim? E eu, o que dele devo esperar? • Quem me magoou, o que deve esperar de mim? E dele, o que devo esperar? • O que deve esperar de mim alguém com quem não simpatizo? E eu dele? • O que deve esperar de mim quem eu amo? E dele, o que devo esperar? © Pixabay Considerando a corresponsabilidade inevitável:
Sugestão de atividade 2 – Sartre - Refletindo sobre isso, elabore redações sob a orientação de seu professor com os temas: © Pixabay A liberdade é a essência. Ao ser nada, posso ser o que escolho sem poder me esquecer da responsabilidade que surge por, na ausência de algo que me obrigue a ser quem sou, cada escolha dizer ao mundo o que julgo a melhor forma de existir, sendo esta forma digna de imitação.
Sugestão de atividade 2 – Sartre - Refletindo sobre isso, elabore redações sob a orientação de seu professor com os temas: “Como seria o mundo se todos fossem como eu? ” ou “Num mundo onde todos se espelham em mim, o que eu precisaria ser e fazer para termos um mundo melhor? ” © Pixabay A liberdade é a essência. Ao ser nada, posso ser o que escolho sem poder me esquecer da responsabilidade que surge por, na ausência de algo que me obrigue a ser quem sou, cada escolha dizer ao mundo o que julgo a melhor forma de existir, sendo esta forma digna de imitação.
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