GERENCIAMENTO DE RISCOS E O CONTROLE EXTERNO FERRAMENTA



























































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GERENCIAMENTO DE RISCOS E O CONTROLE EXTERNO: FERRAMENTA E RESULTADOS
O QUE É RISCO?
OBJETIVO Compreender o que é risco e o seu gerenciamento aplicado.
ROTEIRO • FUNDAMENTOS • CONCEITOS • AÇÕES E RESULTADOS
FUNDAMENTOS HM TCU INTOSAI TREASURY - TC-019. 676/2014 -0 TCGOV 011. 745/2012 -5 9100 UK 2015 -de - Government Guidelines Management Avaliação Fundamentos – Management 2009 of da Risk: gestão do Guidance Modelo of de. Risk riscos da for -Gestão Principles Practitioners e in controles de Risco andinternos -Concepts Office -sector 2014 of -INTOSAI 9130 Principles of entity risk management the public ATRICON –- QATC – –-29 requisitos ISO 31000 Gestão Risco - 2009 Government 2012 - The Orange. Commerce Book - 2004 - 2009 . 1. 7 2015 – 6 – C T A. 4. 4 d / SITOS Q. 2. 2 b / 10 – 29 QUE 0 1 N / O a IC. 1 R. 1 a / AT. 4 e / 10. 2. 1 a / 18. 1 e /. 2 7. 1 / 7 1 d /. 4 a g / 6. 3 21. 1. 5 / 11. 3. 1 21. 1. 1 a / / 11. 2. 1 a / a e/. 1. 3 9 11. 1. 4 d e/1 d / 22. 1. 5. 5. 4. 1. 1 9 2 1 2 / /. 2 b / 2. 1. 3 c 18. 1. 3 c. 1 b / 25. 2. 1. 2 b / 2. 2 2 5 2 2 / / a b. 1 22. 1 / 24. 3. 2 24. 2. 2 b 0 j 24. 2. 2 a / b / 26. 3. 1. 2. 4 5 2 / 25. 3. 2 b
BENEFÍCIOS O gerenciamento de riscos auxilia as organizações a melhorar a eficiência, eficácia e efetividade de diversas formas, como por exemplo: ü Melhoria na entrega de serviços ao cidadão; ü Melhor utilização de recursos; ü Melhor planejamento e melhor gerenciamento de programas e projetos. GUIA PARA GERENCIAMENTO DE RISCOS FONTE: GESPÚBLICA - 2013
O QUE É RISCO? 1654 – Enigma de Méré
O QUE É RISCO? 1654 – Enigma de Méré O Resultado apresentado por Pascal e Fermat levou à descoberta da teoria das probabilidades, o núcleo matemático do conceito de risco. PROBABILIDADE ENTÃO É POSSIBILIDADE, CHANCE DO EVENTO OCORRER
CONCEITOS RISCO – DO LATIM RISICU ou RISCU = OUSAR PERIGO - Elemento que, por si só ou em combinação com outros, tem o potencial intrínseco de originar um risco. GERENCIAMENTO DE RISCOS FONTE: ISO 73 -2009 CONSEQUÊNCIA – Resultado potencial de um perigo. SMM FONTE: ICAO-2006
CONSEQUÊNCIA
PERIGO
PERIGO
RISCO – A avaliação das consequências de um perigo, expresso em termos de probabilidade e severidade SMM FONTE: ICAO-2006 RISCO - O efeito da incerteza nos objetivos. GESTÃO DE RISCOS FONTE: ISO 31000 -2009
”Assumir o controle da incerteza é o principal desafio da liderança de nossa época. ” Ram Charan
Região não tolerável Região aceitável O risco é inaceitável em qualquer nível. O risco é aceitável baseado na mitigação. É necessário uma análise de custo/benefício. O risco é aceitável tal como existe.
E D A D I Catastrófico IL O B C A B RIS O A PR DO SEVERIDADE DO RISCO Crítico Significativo Pequeno Insignificante B C D E Frequente 5 5 A 5 B 5 C 5 D 5 E Ocasional 4 4 A 4 B 4 C 4 D 4 E Remoto 3 3 A 3 B 3 C 3 D 3 E Improvável 2 2 A 2 B 2 C 2 D 2 E Muito improvável 1 1 A 1 B 1 C 1 D 1 E
QUANDO A ORGANIZAÇÃO DEVE FAZER O GERENCIAMENTO DE RISCOS?
SITUAÇÕES ESPECIAIS SITUAÇÕES DE ROTINA
ESCRITÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS
POLÍTICA DE
AÇÕES POLÍTICA DA GESTÃO DE RISCOS 1. 2. 3. 4. 5. O QU E FA Objetivo Conceitos Referências Princípios Diretrizes 5. 1. Definição de contexto de riscos e objetivos 5. 2. Identificação de Riscos 5. 3. Análise de Riscos 5. 4. Avaliação de Riscos 5. 5. Tratamento de Riscos 5. 6. Monitoramento dos riscos 5. 7. Comunicação dos riscos 5. 8. Melhoria contínua do processo de gestão de riscos corporativos 6. Responsabilidades 7. Disposições gerais ZE R
AÇÕES MANUAL DA GESTÃO DE RISCOS 1. Apresentação 2. Estabelecendo o Contexto de Riscos 2. 1. Externo 2. 2. Interno 3. O Processo de Gestão de Riscos do TCE-MS 3. 1. Identificação dos Riscos 3. 2. Mapa de riscos 3. 3. Análise dos Riscos 3. 4. Avaliação dos riscos 3. 5. Tratamento dos Riscos 3. 6. Comunicando os Riscos 3. 7. Monitoramento e Análise Crítica 4. Glossário de Termos 5. Mapa de Riscos CO MO FA ZE R
VANTAGENS ü Aborgadem Preditiva; ü Otimização de recursos humanos e materiais; ü Agir pontualmente no município conhecendo o indicador do risco; ü Visão clara para tomada de decisão; ü Foco na efetividade das ações de um TC Educador e não punitivo.
PLATAFORMA DE GESTÃO DE RISCOS
ARQUITETURA MATRIZ DE RISCO COLETOR MANUAL + COLETOR AUTOMATIZADO PLATAFORMA (INTEGRADOR) RELATÓRIOS (BI) SISTEMA ESPECIALISTA (IA)
AÇÕES DO TCE-MS EM ANDAMENTO ICEAP
GESTÃO DE RISCO Contexto Secretarias Municipais - MS Objetivo Estratégico Cumprir a meta municipal do IDEB
GESTÃO DE RISCO - EDUCAÇÃO Matriz de Risco
Objetivo Estratégico Cumprir a meta municipal do IDEB
GESTÃO DE RISCO Contexto Fundos Municipais de Saúde - MS Objetivo Estratégico Reduzir a Mortalidade Infantil
GESTÃO DE RISCO - SAÚDE Matriz de Risco
Objetivo Estratégico Reduzir a Mortalidade Infantil
OUTRAS APLICAÇÕES ESTRATÉGICAS ANÁLISE DE RISCO NO ESTRATÉGICO 2016 / 2020 CUMPRIMENTO DO PLANEJAMENTO ANÁLISE DE RISCO NO PLANEJAMENTO ANUAL DE AUDITORIAS POR INSPETORIAS. ANÁLISE DE RISCO NO CUMPRIMENTO DA LRF POR PARTE DOS MUNICÍPIOS. ANÁLISE DE RISCO NA IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS. Etc. . .
PREFEITURA DESTAQUE
ROTEIRO • FUNDAMENTOS • CONCEITOS • AÇÕES E RESULTADOS
OBJETIVO Compreender o que é risco e o seu gerenciamento aplicado.
“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”