ESPECTROS Contnuo Discreto ESPECTRO DE ALGUNS ELEMENTOS O

  • Slides: 15
Download presentation
ESPECTROS: Contínuo / Discreto

ESPECTROS: Contínuo / Discreto

ESPECTRO DE ALGUNS ELEMENTOS

ESPECTRO DE ALGUNS ELEMENTOS

O MODELO ATÔMICO DE BOHR

O MODELO ATÔMICO DE BOHR

O modelo atômico planetário: Elétrons giram ao redor do núcleo, podendo ocupar qualquer órbita

O modelo atômico planetário: Elétrons giram ao redor do núcleo, podendo ocupar qualquer órbita existente Velódromo: o ciclista pode ocupar qualquer parte da pista.

Modelo de Bohr Estados estacionários de energia Cada uma das órbitas tem um valor

Modelo de Bohr Estados estacionários de energia Cada uma das órbitas tem um valor bem determinado de energia. En (e. V) n=3 - 1, 51 - 3, 4 n=3 n=2 - 13, 6 n=1 n=2

Assim, algumas órbitas são “proibidas” para os elétrons. Como em uma arquibancada, onde você

Assim, algumas órbitas são “proibidas” para os elétrons. Como em uma arquibancada, onde você não pode sentar-se entre um degrau e outro. Além disso, você só pode pular números inteiros de degraus.

O ESPECTRO DISCRETO- Emissão Um elétron que ganha energia e se encontra em um

O ESPECTRO DISCRETO- Emissão Um elétron que ganha energia e se encontra em um nível de energia n = 3. Ele emite uma onda eletromagnética, perdendo energia e volta para o nível n = 1. Esta onda não tem uma freqüência qualquer, mas n=3 n=2 n=1

Devido aos diferentes níveis de energia, há possibilidades de diferentes transições. Assim, o elétron

Devido aos diferentes níveis de energia, há possibilidades de diferentes transições. Assim, o elétron pode saltar de n = 3 direto para n = 1, ou ir de n = 3 para n = 2 e depois de n = 2 para n = 1. n=3 Cada transição implica numa emissão com freqüência diferente. Isso explica o surgimento das linhas no n=2 espectro discreto dos elementos. Note que cada transição corresponde a uma n=1 cor no espectro abaixo

E O ESPECTRO DE ABSORÇÃO? ? Explique-o usando o modelo atômico de Bohr

E O ESPECTRO DE ABSORÇÃO? ? Explique-o usando o modelo atômico de Bohr

Raio da órbita: rn n: órbita permitidas: 1, 2, 3, 4, . . .

Raio da órbita: rn n: órbita permitidas: 1, 2, 3, 4, . . . rn: medido em m ou Å (angstrons) 1Å = 10 -10 m

Energia da órbita: En En = En: medida em e. V (elétron-volt) 1 e.

Energia da órbita: En En = En: medida em e. V (elétron-volt) 1 e. V = 1, 6. 10 -19 J ou 1 J = 6, 25. 1018 e. V

Constantes utilizadas nos cálculos ε 0: permissividade elétrica do vácuo 8, 85. 10 -12

Constantes utilizadas nos cálculos ε 0: permissividade elétrica do vácuo 8, 85. 10 -12 F/m h: constante de Planck = 6, 63. 10 -34 J. s ou 4, 1. 10 -15 e. V. s m: massa do elétron: 9, 1. 10 -31 Kg e: carga elétrica em módulo, carga elementar = 1, 6. 10 -19 C Z é o número atômico (Z = p+)

Diagrama de Energia do átomo de H

Diagrama de Energia do átomo de H

ESPECTRO DE EMISSÃO Supondo que acima temos uma amostra de hidrogênio que de alguma

ESPECTRO DE EMISSÃO Supondo que acima temos uma amostra de hidrogênio que de alguma forma foi excitada, podemos observar que um elétron saltou do nível 2 para o nível 3. Em seguida, ele retorna para seu estado inicial n = 2, emitindo um fóton. No estado n = 3 a energia é E 3 = -1, 51 e. V e no estado n = 2, a energia é E 2 = -3, 4 e. V. Desta forma, qual a freqüência do fóton emitido?

ESPECTRO DE ABSORÇÃO Imaginando que um elétron que esteja ocupando o nível n =

ESPECTRO DE ABSORÇÃO Imaginando que um elétron que esteja ocupando o nível n = 2, com energia E 2 = -3, 4 e. V, absorva um determinado fóton do feixe incidente, saltando para uma órbita mais afastada, por exemplo n = 4, com energia E 4 = -0, 85 e. V, a freqüência do fóton absorvido será: