Encontro 6 Doena do trato digestrio 1 Esfago

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Encontro 6: Doença do trato digestório 1 - Esôfago e Estômago

Encontro 6: Doença do trato digestório 1 - Esôfago e Estômago

Paciente com história de polidrâmnio e vômitos com aspecto "mucoso". Analise as duas primeiras

Paciente com história de polidrâmnio e vômitos com aspecto "mucoso". Analise as duas primeiras radiografias neonatais, e responda qual a principal HD? Atresia de esôfago GÁS PREENCHENDO TIMO grande fisiológico

ATRESIA DE ESÔFAGO COM FÍSTULA DISTAL.

ATRESIA DE ESÔFAGO COM FÍSTULA DISTAL.

DISPLASIA DO RADIO Atresia de esôfago Anomalia óssea: vértebra em borboleta (vertebra com buraco

DISPLASIA DO RADIO Atresia de esôfago Anomalia óssea: vértebra em borboleta (vertebra com buraco no meio)

2 meses de vida, evoluindo com ITR de repetição, e apresenta tosse e engasgos

2 meses de vida, evoluindo com ITR de repetição, e apresenta tosse e engasgos durante a alimentação. ESOFAGOGRAMA Fístula traqueoesofágica em "H" Sonda

Varizes esofágicas Falha de enchimento longitudinal, meio tortuoso, cordões varicosos. ESOFAGOGRAMA

Varizes esofágicas Falha de enchimento longitudinal, meio tortuoso, cordões varicosos. ESOFAGOGRAMA

Risco elevado de sangramento de varizes: Ø Varizes azuladas (blue), acinzentadas ou arroxeadas; Ø

Risco elevado de sangramento de varizes: Ø Varizes azuladas (blue), acinzentadas ou arroxeadas; Ø Varizes tortuosas, de grosso calibre (maior que 1/3 da luz); Ø Mancha hematocística (hematocystic spot): pequenas projeções arredondadas de cor vermelha ou arroxeadas com cerca de 4 mm de diâmetro e semelhantes a uma bolha de sangue, geralmente solitária em cordão tortuoso e de grosso calibre. ü Menor probabilidade de sangramento: varizes gástricas são um problema mais complexo que as esofágicas, pois não respondem tão bem ao tratamento farmacológico e as ligaduras elásticas quando rompem, é mais difícil controlar o sangramento.

Nessa seta pense nos 4 Ts; Área cardíaca alargada (CARDIOPATIA), lung bem aerado. MEGAESÔFAGO

Nessa seta pense nos 4 Ts; Área cardíaca alargada (CARDIOPATIA), lung bem aerado. MEGAESÔFAGO Esofagograma: paciente ingere bário; Esôfago dilatado, tortuoso, tem ondas terciárias (torna ineficaz a propulsão do alimento); Na seta: BICO DE PÁSSARO.

BICO DE PÁSSARO

BICO DE PÁSSARO

Acalásia Ausência de cells ganglionares, mais frequente: 20 -50 anos de idade; Ele fica

Acalásia Ausência de cells ganglionares, mais frequente: 20 -50 anos de idade; Ele fica sempre contraído, pq a propagação do controle nervoso fica prejudicado. Se não conseguir concluir o diagnóstico com exame de imagem, podese pedir biopsia.

RX PA; Nível hidroaéreo (líq + gás) no tórax: no PA não consegue dizer

RX PA; Nível hidroaéreo (líq + gás) no tórax: no PA não consegue dizer se ele esta no mediastino ou no pulmão, tem q ver no perfil; No perfil: não está no lung; Ausência de bulha gástrica Nível hidroaéreo é a bulha gástrica HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA TIPO I Hilo pulmonar normal

ESÔFAGO ESTÔMAGO

ESÔFAGO ESTÔMAGO

HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA

HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA

H. pylori tem importância na patogênese de lesões: gastrite crônica, úlceras pépticas gástrica e

H. pylori tem importância na patogênese de lesões: gastrite crônica, úlceras pépticas gástrica e duodenal, adenocarcinoma, linfoma gástrico (MALT) e dor abdominal recorrente. Infecção primária, metade dos indivíduos poderão apresentar: sintomas de gastrite aguda, tais como náuseas, vômitos, digestão difícil e demorada. Caracteriza-se pelo aumento transitório de secreção ácida e hipocloridria, precursora de gastrite crônica ativa, com denso infiltrado celular na mucosa, que devido à persistência pode causar sérios danos à mucosa gástrica, podendo evoluir para gastrite atrófica, atrofia gástrica, metaplasia e displasia. Desenvolvimento de câncer gástrico é raro abaixo dos 40 anos; crianças não desenvolvem câncer gástrico, mas a aquisição da H. pylori na infância pode levar a aumento da prevalência da atrofia gástrica, que aumentaria o risco de desenvolver, posteriormente, adenocarcinoma gástrico.

CD 20: linfócito B H. pylori

CD 20: linfócito B H. pylori

Paciente sexo feminino, 19 anos, natural e procedente de Recife, procurou atendimento médico devido

Paciente sexo feminino, 19 anos, natural e procedente de Recife, procurou atendimento médico devido a sensação de queimação na região cervical ao deglutir há duas semanas, relacionada à ingestão alimentar. Negava disfagia, vômitos, febre, emagrecimento, comorbidades ou cirurgias prévias. Há 2 meses fez uso de amoxicilina para tratamento de amigdalite bacteriana. Exame físico sem alterações. Solicitada EDA. Estruturas filamentares: hifas Abcessos eosinofilos

Paciente, 35 anos, transplantado renal, em investigação de náuseas e pirose retrosternal refratárias ao

Paciente, 35 anos, transplantado renal, em investigação de náuseas e pirose retrosternal refratárias ao tratamento clinico. Endoscopia digestiva mostra múltiplas úlceras pequenas (<2 cm), algumas puntiformes, outras lineares, localizadas em terço médio do esôfago. Há ainda presença de uma placa, com padrão em “pedra de calçamento”, com halo edematoso radiolucente ao redor da lesão, com estômago e duodeno sem alterações expressivas: A biópsia do esôfago revelou inflamação, ulceração, células gigantes multinucleadas com núcleo em vidro fosco e inclusões eosinofílicas que ocupam mais de ½ do volume nuclear. Qual diagnóstico mais provável? Esofagite por Vírus Herpes Simples Biópsias das bordas úlceras: local onde a mucosa escamosa está presente. ESOFAGITE: CMV, HSV, DRGE, H. Pylori, Cândida

Esofagite por CMV

Esofagite por CMV

Hiperplasia : Aumento da camada basal INFILTRADO INFLAMATÓRIO: linfoplasmocitário Esofagite por DRGE Papilamatose

Hiperplasia : Aumento da camada basal INFILTRADO INFLAMATÓRIO: linfoplasmocitário Esofagite por DRGE Papilamatose

úlceras pequenas (<2 cm), algumas puntiformes, outras lineares Padrão de lesão tardia: “pedra de

úlceras pequenas (<2 cm), algumas puntiformes, outras lineares Padrão de lesão tardia: “pedra de calçamento” Cells gigantes multinucleares cheia de vírus Inclusão eosinofilica Esofagite por Herpes Simples

Estenose hipertrófica do piloro Estômago distendido e ausência de gás intestinal. Menor do sexo

Estenose hipertrófica do piloro Estômago distendido e ausência de gás intestinal. Menor do sexo masculino, 2 meses de vida, com história de vômitos não biliosos após as mamadas, em jato. Chega a emergência com alcalose metabólica. Em anexo, imagem do exame físico e de estudos de imagem realizados. Qual o diagnóstico ?

Estenose hipertrófica do piloro Liver Piloro: luz obliterada, não passa nada Estômago Camada muscular

Estenose hipertrófica do piloro Liver Piloro: luz obliterada, não passa nada Estômago Camada muscular do piloro

Se não tiver USG disponível, faz RX contrastado Do piloro só restou o filete

Se não tiver USG disponível, faz RX contrastado Do piloro só restou o filete abaixo da linha red; EED Estenose hipertrófica do piloro

Esofagograma Colocou contraste e dps botou gás: luz está preenchida; Falha de enchimento: lesão

Esofagograma Colocou contraste e dps botou gás: luz está preenchida; Falha de enchimento: lesão irregular Falha de enchimento polipoide de anterior: fazer biopsia IMAGEM A: Lesão tumoral em terço médio a proximal do esôfago

Esofagograma Pacientes apresentou hérnia hiatal por muitos anos, com diagnóstico associado de doença do

Esofagograma Pacientes apresentou hérnia hiatal por muitos anos, com diagnóstico associado de doença do refluxo. Espera-se lesão na parte distal do esôfago. Lesão tumoral em terço distal do esôfago

Esofagograma Lesão tumoral em terço médio a proximal do esôfago

Esofagograma Lesão tumoral em terço médio a proximal do esôfago

Adenocarcinoma CEC: Pérolas córneas Adenocarcinoma

Adenocarcinoma CEC: Pérolas córneas Adenocarcinoma

Biopsia de esôfago distal, realizada a 4 cm do cárdia EDA de paciente com

Biopsia de esôfago distal, realizada a 4 cm do cárdia EDA de paciente com esôfago de Barrett identificada área de mucosa "cor salmão" ou "cor vermelho-róseo”, semelhante a invasão digitaliforme de mucosa gástrica no esôfago distal. Histologia: evidencia substituição do epitélio estratificado pavimentoso próprio do esôfago por células gástricas, por epitélio colunar definido como metaplasia intestinal, ou por mistura dos dois tipos celulares. Identificação e graduação da presença de displasia é o principal marcador de risco para o desenvolvimento de câncer de esôfago. Evolução do esôfago de Barret para o adenocarcinoma resulta de eventos genéticos e agressão das células que progridem na seguinte sequência: Metaplasia intestinal, Displasia de baixo grau, Displasia de alto grau e Adenocarcinoma.

Displasia: GLs sem a presença de cells caliciformes Adenocarcinoma Hiperplasia reativa

Displasia: GLs sem a presença de cells caliciformes Adenocarcinoma Hiperplasia reativa

Precisa de história clínica e identificação/descrição do local de retirada da biopsia

Precisa de história clínica e identificação/descrição do local de retirada da biopsia

ECOENDOSCOPIA ou USG endoscópica Estadiamento local do câncer; Não é um exame amplamente disponível.

ECOENDOSCOPIA ou USG endoscópica Estadiamento local do câncer; Não é um exame amplamente disponível.

Falha de enchimento na borda da ulcera e regular: FALA A FAVOR DE LESÃO

Falha de enchimento na borda da ulcera e regular: FALA A FAVOR DE LESÃO BENIGNA, fazer biopsia Lesão de bordas regulares

Contraste acumulado no fundo e no antro Úlcera benigna

Contraste acumulado no fundo e no antro Úlcera benigna

Úlcera grande (*) de borda irregular-espiculado: lesão maligna Sinal do menisco de karman

Úlcera grande (*) de borda irregular-espiculado: lesão maligna Sinal do menisco de karman

Perda do Ep de revestimento e Deposição de material fibrinoleucocitário normal Adenocarcinoma indiferenciado: Cell

Perda do Ep de revestimento e Deposição de material fibrinoleucocitário normal Adenocarcinoma indiferenciado: Cell do anel de cinete que não tem formação de GLs, as cells ficam soltas/dispersas; Este tumor é muito infiltrativo.

Início agudo com indicação cirúrgica. Em geral, ele aparece após a perfuração em TGI;

Início agudo com indicação cirúrgica. Em geral, ele aparece após a perfuração em TGI; Pneumoperitônio Úlcera péptica duodenal perfurada