Empreendedorismo Conceitos Evoluo Histrica e Teorias Prof Guilherme

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Empreendedorismo Conceitos, Evolução Histórica e Teorias Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo Recife 1

Empreendedorismo Conceitos, Evolução Histórica e Teorias Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo Recife 1

Contatos n Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo n Apelido: Alexandre Cordel n E-mail: alexandrecordel@gmail.

Contatos n Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo n Apelido: Alexandre Cordel n E-mail: alexandrecordel@gmail. com greinaldo@fbv. edu. br n Site: http: //www. alexandrecordel. com. br/fbv n Celular: (81) 9 9801 -1878

Roteiro n Contextualização n Introdução n Conceitos n Evolução histórica do Empreendedorismo

Roteiro n Contextualização n Introdução n Conceitos n Evolução histórica do Empreendedorismo

Contextualização do EMPREENDEDORISMO (Reid Hoffman, fundador do Linkedln, Revista Época de 11 de junho

Contextualização do EMPREENDEDORISMO (Reid Hoffman, fundador do Linkedln, Revista Época de 11 de junho de 2012) Nos últimos anos, a forma de as pessoas atuarem profissionalmente e de administrarem suas tarefas diárias e suas carreiras passou por uma grande transformação. Agora, você tem de agir como se fosse um empreendedor, o CEO de si mesmo. Aquilo que se aplica aos negócios se aplica a você também. Hoje, independente de sua profissão, você precisa pensar sobre si mesmo como um empreendedor que está no leme de m negócio em crescimento: sua carreira. Você precisa: • Assumir riscos inteligentes, riscos calculados; • Ter uma rede de relacionamentos (networking); • Pensar nas informações necessárias para fazer seu trabalho de forma mais eficiente e; • Solucionar problemas específicos (Problemas? Oba! Roberto Shinyashiki). Tem de prestar mais atenção a seu fluxo pessoal de oportunidades e buscar novas formas de se informar sobre o que está acontecendo em seu campo profissional, para poder fazer um trabalho melhor. Cada um tem de investir mais em si próprio para aumentar suas qualificações profissionais, suas vantagens competitivas, e prestar mais atenção às forças que estão transformando a vida de todos nós.

Empreendedorismo n O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI

Empreendedorismo n O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX. Jeffry Timmons, 1990

Etimologia n Origem no Século XII • Palavra francesa ENTREPRENEURSHIP vinda do termo ENTREPRENEUR,

Etimologia n Origem no Século XII • Palavra francesa ENTREPRENEURSHIP vinda do termo ENTREPRENEUR, significa aquele que incentiva brigas. • Pessoa que conduzia projetos e empreendimentos • Pessoas ousadas que estimulam o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir

História do Empreendedorismo n n Richard Cantillon (Século XVII) - Comprava matériaprima e vendia

História do Empreendedorismo n n Richard Cantillon (Século XVII) - Comprava matériaprima e vendia produto acabado auferindo lucro Jean-Baptiste Say (1827) – Empreendedor é aquele que inova e promove mudanças. J. A. Timmons (1994) – Empreendedor é alguém capaz de identificar, agarrar e aproveitar oportunidades, buscando e gerenciando recursos para transformar a oportunidade em negócio de sucesso. Louis Jacques Filion (1991) – Empreendedor imagina, desenvolve e realiza visões.

História do Empreendedorismo n Primeiro Uso do Termo Empreendedorismo Um primeiro exemplo de definição

História do Empreendedorismo n Primeiro Uso do Termo Empreendedorismo Um primeiro exemplo de definição de empreendedorismo pode ser creditado a Marco Polo, que tentou estabelecer uma rota comercial para o Oriente. Como empreendedor, Marco Polo assinou um contrato com um homem que possuía dinheiro (hoje mais conhecido como capitalista) para vender as mercadorias deste. Enquanto o capitalista era alguém que assumia riscos de forma passiva, o aventureiro empreendedor assumia papel ativo, correndo todos os riscos físicos e emocionais.

História do Empreendedorismo n n Século XVIII, Jean-Baptiste Say, define o Empreendedor como alguém

História do Empreendedorismo n n Século XVIII, Jean-Baptiste Say, define o Empreendedor como alguém que inova e é agente de mudanças, dedicando-se à criação de novas empresas e seu gerenciamento. Século XIX e XX, com a Revolução Industrial em pleno vapor, confusão entre Empreendedor e Administrador, ou seja, organizam, planejam, dirigem, controlam a empresa, mas sempre a serviço do Capitalista.

História do Empreendedorismo n No início do Século XX, JOSEPH SCHUMPETER, definiuo como sendo

História do Empreendedorismo n No início do Século XX, JOSEPH SCHUMPETER, definiuo como sendo uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações. O Indivíduo que reforma ou revoluciona o processo “criativo-destrutivo” do capitalismo, por meio do desenvolvimento de nova tecnologia ou aprimoramento de uma antiga, real papel da inovação. Agentes de mudança na Economia. n No final dos anos 60, com Kenneth Knight e Peter Drucker (o pai da administração moderna), introduziuse o conceito de RISCO, ou seja, um empreendedor precisa arriscar em algum negócio.

História do Empreendedorismo n No anos 70, PETER F. DRUCKER (o pai da administração

História do Empreendedorismo n No anos 70, PETER F. DRUCKER (o pai da administração moderna), o empreendedor deve aproveitar oportunidades para criar mudanças. Os empreendedores não devem se limitar aos seus próprios talentos pessoais e intelectuais para executar o ato de empreender, mas mobilizar recursos externos, valorizando a interdisciplinariedade do conhecimento e da experiência, para alcançar seus objetivos.

História do Empreendedorismo n n Em 1985, Gifford Pinchot, definiu o conceito de Intraempreendedor,

História do Empreendedorismo n n Em 1985, Gifford Pinchot, definiu o conceito de Intraempreendedor, aquele empreendedor dentro de uma organização. Robert Hirsch, define o Empreendedorismo como o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais (ônus) e recebendo as recompensas (bônus) financeiras e pessoais.

História do Empreendedorismo n Com o avanço da Tecnologia no anos 70/80, criou-se na

História do Empreendedorismo n Com o avanço da Tecnologia no anos 70/80, criou-se na Califórnia o chamado Vale do Silício, local atual das sedes das principais empresas de Alta Tecnologia, como IBM, Microsoft, Intel, etc, sendo considerados um dos maiores pólos empreendedores do mundo.

História do Empreendedorismo n Nos anos 90, o conceito de Empreendedorismo começou a nortear

História do Empreendedorismo n Nos anos 90, o conceito de Empreendedorismo começou a nortear o ensino norte-americano, com base na valorização da oportunidade e da superação de obstáculos, conectando teoria com prática.

Correntes do Empreendedorismo: n n n Teoria Economista (Richard Cantillon, Adam Smith, Jean Baptiste

Correntes do Empreendedorismo: n n n Teoria Economista (Richard Cantillon, Adam Smith, Jean Baptiste Say, Joseph Schumpeter, Marshall): associam Empreendedorismo à inovação e desenvolvimento econômico. Teoria Comportamentalistas (Max Weber, David Mc. Clelland): enfatizam aspectos atitudinais. Ex: criatividade, inovação e intuição. Tendências pós-comportamentalistas: desenvolvimento singular, associado a cultura, metodologia e lógica de seu campo de estudo original.

Teorias do Empreendedorismo Existem 2 fortes Teorias acerca do Empreendedorismo: n n A Teoria

Teorias do Empreendedorismo Existem 2 fortes Teorias acerca do Empreendedorismo: n n A Teoria Econômica: Richard Cantillon, Jean Baptiste Say e Joseph Schumpeter A Teoria Comportamental: Max Weber, David Mc. Clelland

Teoria Econômica n ESCOLAS DA TEORIA ECÔNOMICA: • PRECURSORA – RICHARD CANTILLON • CLÁSSICA

Teoria Econômica n ESCOLAS DA TEORIA ECÔNOMICA: • PRECURSORA – RICHARD CANTILLON • CLÁSSICA – ADAM SMITH x JEAN-BAPTISTE SAY • NEOCLÁSSICA – KEYNES, SCHUMPETER e MARSHALL

Teoria Econômica n n n Jean Baptiste Say, considerava os Empreendedores pessoas que corriam

Teoria Econômica n n n Jean Baptiste Say, considerava os Empreendedores pessoas que corriam grandes riscos, pois utilizavam seu próprio capital. A Lei dos Mercados, também conhecida como Lei de Say, costuma ser apresentada com o seguinte enunciado: "A oferta cria sua própria procura". Associou os Empreendedores à inovação e os via como agentes da mudança que à época estavam surgindo rapidamente.

Teoria Econômica ESCOLA NEO-CLÁSSICA - ¨Schumpeteriana¨ n n n Compreender o papel do Empreendedor

Teoria Econômica ESCOLA NEO-CLÁSSICA - ¨Schumpeteriana¨ n n n Compreender o papel do Empreendedor e o impacto de sua atuação na Economia Schumpeter lançou o campo do Empreendedorismo associando-o claramente à essência da inovação. Esta essência consiste na capacidade de percepção e no aproveitamento de novas oportunidades no mundo dos negócios, inovando o uso tradicional, fazendo surgir novas combinações daquele mesmo negócio.

Teoria Econômica n n A sua teoria do desenvolvimento econômico baseia-se na premissa que

Teoria Econômica n n A sua teoria do desenvolvimento econômico baseia-se na premissa que o sistema econômico de oferta e procura encontra-se em situação de equilíbrio e que o empreendedor tende a romper esse equilíbrio através da inovação. O Empreendedor como o ser que promove a inovação, sendo essa radical, na medida em que destrói e substitui esquemas de produção operantes - Conceito de Destruição-Criativa.

Teoria Econômica n n O Economista Kirzner (1973) desenvolveu uma teoria acerca do Empreendedorismo,

Teoria Econômica n n O Economista Kirzner (1973) desenvolveu uma teoria acerca do Empreendedorismo, na qual, a economia era desbalanceada e o empreendedor era a pessoa que identificava estes desequilíbrios explorava tendendo a trazer o processo para o equilíbrio. Os Empreendedores eram capazes ainda de estimular a demanda de mercado através da persuasão, podendo criar assim um desequilíbrio adicional ao mercado.

Teoria Econômica n Logo, verifica-se que Schumpeter e Kirzner atribuem papéis diferentes ao Empreendedor,

Teoria Econômica n Logo, verifica-se que Schumpeter e Kirzner atribuem papéis diferentes ao Empreendedor, • para Schumpeter ação empreendedora leva ao desequilíbrio devido à inovação; • já para Kirzner, essa mesma ação é que garante o equilíbrio econômico.

Teoria Econômica n n A introdução de uma inovação no sistema econômico é chamada

Teoria Econômica n n A introdução de uma inovação no sistema econômico é chamada de “ato empreendedor” e é realizada pelo “empresário empreendedor”, visando a obtenção de um lucro. O lucro é o motor de toda a atividade empreendedora, mas lucro não como a simples remuneração do capital investido, mas como o “lucro extraordinário”, isto é, o lucro acima da média exigida pelo mercado para que haja novos investimentos e transferências de capitais entre diferentes setores.

Teoria Econômica - Inovações que alteram o Estado de Equilíbrio: n a introdução de

Teoria Econômica - Inovações que alteram o Estado de Equilíbrio: n a introdução de um novo bem no mercado; n a criação de um novo método de produção; n n n a criação de um novo método de comercialização de mercadorias – novo mercado; a conquista de novas fontes de matérias-primas, a alteração da estrutura de mercado vigente, como a quebra de um monopólio.

n Teoria Econômica 03 condições para que uma inovação seja realizada: • que em

n Teoria Econômica 03 condições para que uma inovação seja realizada: • que em um determinado período existam novas e mais vantajosas possibilidades do ponto de vista econômico privado, numa indústria ou num setor de indústrias; • acesso limitado a tais possibilidades, seja devido a qualificações pessoais necessárias, seja por causa de circunstâncias exteriores; • e, uma situação econômica que permita um cálculo de custos e planejamento razoavelmente confiável, isto é, em uma situação de equilíbrio econômico.

Teoria Comportamental n Especialistas do Comportamento Humano: - Psicólogos; - Psicanislitas; - Sociólogos; -

Teoria Comportamental n Especialistas do Comportamento Humano: - Psicólogos; - Psicanislitas; - Sociólogos; - Antropólogos, entre outros

Teoria Comportamental n O objetivo é ampliar o conhecimento sobre MOTIVAÇÃO E O COMPORTAMENTO

Teoria Comportamental n O objetivo é ampliar o conhecimento sobre MOTIVAÇÃO E O COMPORTAMENTO HUMANO, a fim de identificar e analisar o PERFIL DO EMPREENDEDOR

Teoria Comportamental n n Max Weber, identificou o sistema de valores como um elemento

Teoria Comportamental n n Max Weber, identificou o sistema de valores como um elemento fundamental para a explicação do comportamento empreendedor. Os Empreendedores eram visto como inovadores, pessoas independentes cujo papel de liderança nos negócios inferia (atribuía) uma fonte de autoridade formal.

Teoria Comportamental n n Os Comportamentalistas pressupõem que o sistema de valores constitui o

Teoria Comportamental n n Os Comportamentalistas pressupõem que o sistema de valores constitui o eixo principal do desenvolvimento social e econômico, considerando o Empreendedor o ator principal desse processo. Estudam os traços pessoais e atitudes do Empreendedor na tentativa de encontrar a motivação do Empreendedorismo.

Teoria Comportamental n n O Empreendedor é alguém que exerce controle sobre uma produção

Teoria Comportamental n n O Empreendedor é alguém que exerce controle sobre uma produção que não seja só para o seu consumo pessoal, ou seja, um executivo de uma empresa é um empreendedor – conceito amplo. Nunca fez qualquer ligação entre a necessidade de autorrealização e a decisão de começar, possuir ou gerenciar um negócio.

Teoria Comportamental n n Mc. Clelland aborda o Empreendedor a partir de uma perspectiva

Teoria Comportamental n n Mc. Clelland aborda o Empreendedor a partir de uma perspectiva comportamental evidenciando suas características psicológicas, permitindo traçar um Perfil do Empreendedor. Tal perfil caracteriza o Empreendedor como autônomo e dotado de iniciativa, com intuição e amor pelo seu trabalho, estando continuamente em busca de realização profissional e pessoal.

Teoria Comportamental n A motivação é a principal característica do Empreendedor, sendo essa fundamentada

Teoria Comportamental n A motivação é a principal característica do Empreendedor, sendo essa fundamentada em três necessidades básicas do ser humano: • Necessidade de Realização: superação de limites • Necessidade de Afiliação: relações emocionais positivas com demais pessoas • Necessidade de Poder: autoridade sobre os outros

Teorias n Econômica: • Análise da Inovação • Cantillon, Say, Schumpeter n Comportamental: •

Teorias n Econômica: • Análise da Inovação • Cantillon, Say, Schumpeter n Comportamental: • Análise do Perfil do Empreendedor • Weber, Mc. Clelland

Conceitos: EMPREENDEDORISMO: . Ação própria de quem desenvolve um negócio, inovador ou não, que,

Conceitos: EMPREENDEDORISMO: . Ação própria de quem desenvolve um negócio, inovador ou não, que, geralmente implica algum risco. s. m

Conceituando Empreendedorismo O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução

Conceituando Empreendedorismo O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais. (SCHUMPETER, 1949)

Conceituando Empreendedorismo n n n O empreendedor é aquele que cria um equilíbrio, encontrando

Conceituando Empreendedorismo n n n O empreendedor é aquele que cria um equilíbrio, encontrando uma posição clara e positiva em um ambiente de caos e turbulência. O empreendedor é mais conhecido como aquele que cria novos negócios a partir de conceitos já existentes. O empreendedor é aquele que detecta uma oportunidade e cria um negócio para capacitar sobre ela, assumindo riscos calculados e com bom planejamento.

Conceituando Empreendedorismo n Aspectos referentes ao empreendedor: • Iniciativa para criar um novo negócio

Conceituando Empreendedorismo n Aspectos referentes ao empreendedor: • Iniciativa para criar um novo negócio e paixão pelo que faz; • Utiliza os recursos disponíveis de forma criativa transformando o ambiente social e econômico onde vive; • Aceita assumir os riscos e a possibilidade de fracassar.

Conceito da Pedagogia Empreendedora: Fernando Dolabela - principal teórico brasileiro do empreendedorismo – 9

Conceito da Pedagogia Empreendedora: Fernando Dolabela - principal teórico brasileiro do empreendedorismo – 9 livros publicados – evoluiu em seu pensamento de uma visão mais comportamentalista para uma abordagem cognitiva de política, visão e significado. “É empreendedor, em qualquer área, alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade”. Fernando Dolabela (2003)

Ser empreendedor não é uma nova profissão, mas a busca de um novo significado

Ser empreendedor não é uma nova profissão, mas a busca de um novo significado para a vida e a carreira profissional. Significa disponibilizar ferramentas para que o sujeito seja livre e autor da sua própria vida e história. “É trabalhar para si ou ser dono do seu próprio trabalho. ”

Também são empreendedores: n n Os empregados capazes de inovar e agregar valor à

Também são empreendedores: n n Os empregados capazes de inovar e agregar valor à instituição; Os voluntários que com imaginação e ousadia, geram melhorias a partir de recursos escassos; Os governantes, que apesar dos obstáculos institucionais, proporcionam crescimento social; Os trabalhadores da economia informal que identificam oportunidades de atuação, etc. .

É empreendedor todo aquele que: n Tem iniciativa, autonomia, autoconfiança, otimismo, necessidade de realização;

É empreendedor todo aquele que: n Tem iniciativa, autonomia, autoconfiança, otimismo, necessidade de realização; n Tem perseverança e tenacidade para vencer obstáculos; n Aprende com os próprios erros e não teme os riscos; n Sabe fixar metas e alcançá-las; n Luta contra padrões impostos e sabe diferenciar-se; n Descobre nichos e oportunidades; n Sabe buscar e utilizar recursos; n Cultiva a imaginação e transforma seus pensamentos em ações; n Sabe se relacionar com as pessoas ( liderança e network), etc.

Tarefa de Casa (Entrega: 07/09) n Assistir os Filmes e elaborar uma resenha para

Tarefa de Casa (Entrega: 07/09) n Assistir os Filmes e elaborar uma resenha para cada Empreendedor

A Revolução do Empreendedorismo n n Alguns conceitos administrativos predominaram em determinados períodos do

A Revolução do Empreendedorismo n n Alguns conceitos administrativos predominaram em determinados períodos do Século XX, em virtude de contextos sócio-políticos, culturais, de desenvolvimento tecnológico, de desenvolvimento e consolidação do capitalismo, entre outros. O mundo tem passado por várias transformações em curtos períodos de tempo, principalmente no Século XX, quando foi criado a maioria das invenções que revolucionaram o estilo de vida das pessoas.

Invenções do Século XXI Essas invenções são frutos de algo inédito ou de uma

Invenções do Século XXI Essas invenções são frutos de algo inédito ou de uma nova visão de como utilizar coisas já existentes, mas que ninguém anteriormente ousou olhar de outra maneira. Os que ousam são pessoas com características especiais, que são visionárias, questionam, que arriscam, querem algo diferente, que fazem acontecer, que empreendem.

A Revolução do Empreendedorismo n Vejamos exemplos da Evolução Histórica das Teorias Administrativas, revolucionárias

A Revolução do Empreendedorismo n Vejamos exemplos da Evolução Histórica das Teorias Administrativas, revolucionárias em suas épocas e todas fruto de empreendedores.

Evolução histórica das teorias a administrativas 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970

Evolução histórica das teorias a administrativas 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Movimento da racionalização do trabalho, foco na gerência administrativa Movimento das relações humanas: foco nos processos Movimento do funcionalismo estrutural: foco na gerência por objetivos Movimento dos sistemas abertos: foco no planejamento estratégico n. Movimento Observação: Movimento: refere-se ao movimento que predominou no período. Foco: refere-se aos conceitos administrativos predominantes. das contingências ambientais: foco na competitividade Não se tem um movimento predominante, mas há cada vez mais o foco no papel do empreendedor como gerador de riqueza para a sociedade

A Revolução do Empreendedorismo n n n O papel do empreendedor foi sempre fundamental

A Revolução do Empreendedorismo n n n O papel do empreendedor foi sempre fundamental na sociedade. O DIFERENCIAL que existe do EMPREENDEDOR do passado para o EMPREENDEDOR contemporâneo se refere a quantidade. A competição da economia força novos empresários a adotar paradigmas diferentes. Era do empreendedorismo: eliminando barreiras comerciais e culturais, encurtando distâncias, globalizando e renovando os conceitos econômicos, quebrando paradigmas e gerando riquezas para a sociedade. O empreendedorismo tem sido o centro das políticas públicas na maioria dos países.

A Revolução do Empreendedorismo n O crescimento do empreendedorismo no mundo na década de

A Revolução do Empreendedorismo n O crescimento do empreendedorismo no mundo na década de 1990 pode ser observado através das ações desenvolvidas relacionadas ao tema, como por exemplo: • No final de 1998, o Reino Unido publicou um relatórios a respeito do seu futuro; • A Alemanha tem implementado um número crescente de programas na criação de novas empresas; • Em Israel, uma gama de iniciativas tem sido implementada por meio de Programas de Incubadoras Tecnológicas; • Na França há iniciativas para promover o ensino de empreendedorismo.

A Revolução do Empreendedorismo n n Em todo o mundo, o interesse pelo empreendedorismo

A Revolução do Empreendedorismo n n Em todo o mundo, o interesse pelo empreendedorismo se estende além das ações dos governos nacionais. Há uma convicção de que o poder econômico da Europa depende de seus futuros empresários e da competitividade de seus empreendimentos.

A Revolução do Empreendedorismo n Muitas e diferentes são as definições e os conceitos

A Revolução do Empreendedorismo n Muitas e diferentes são as definições e os conceitos dados pelos autores estudiosos do assunto, vejamos o que dizem alguns: (Joseph Schumpeter - 1949): “ O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais. ” ( Kirzner – 1973): “ Empreendedor é aquele que cria um equilíbrio, encontrando uma posição clara e positiva em um ambiente de caos e turbulência, ou seja, identifica oportunidades na ordem presente. ” (Filion – 1991): “ Um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões. ” (Dolabela – 2006): “ O empreendedor é alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade. ”

Diante de tais conceitos: O Empreendedor é um exímio identificador de oportunidades, sendo um

Diante de tais conceitos: O Empreendedor é um exímio identificador de oportunidades, sendo um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta. O empreendedor tanto pode ser aquele que cria novos negócios, como também aquele que inova negócios já existentes. Portanto, é possível ser empreendedor dentro de empresas já constituídas. Concluímos que em qualquer definição de empreendedorismo encontramos, pelo menos, os seguintes aspectos ou perfil referentes ao empreendedor: 1º - Iniciativa para criar um novo negócio e paixão pelo que faz; 2º - Utiliza os recursos disponíveis de forma criativa transformando o ambiente social e econômico onde vive; 3º - Aceita assumir os riscos e a possibilidade de fracassar.

O Empreendedorismo no Brasil n n n Começou a tomar forma na década de

O Empreendedorismo no Brasil n n n Começou a tomar forma na década de 1990 Os ambientes político econômico não eram propícios, e o empreendedor não encontrava informações para auxiliá-lo. Foi com os programas criado junto a incubadoras de empresas e a universidades/cursos de ciências da computação/informática que o tema despertou na sociedade. O Brasil entra no novo milênio com potencial para desenvolver programas de ensino de empreendedorismo compatível aos Estados Unidos, o maior na atualidade. Criação do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e Softex (Sociedade Brasileira para Exportações de Software)

Órgãos de Fomento ao Empreendedorismo no Brasil n SEBRAE (www. sebrae. com. br) n

Órgãos de Fomento ao Empreendedorismo no Brasil n SEBRAE (www. sebrae. com. br) n ITBC / SOFTEX (www. softexrecife. org. br) n ITEP (http: //www. itep. br/) n INEI (http: //inei. org. br/) n Manguez. al e Mangue. bit (Inovação e Empreendedorismo) n Aceleradoras: • www. startupbrasil. org. br • www. finnovation. com. br • www. abstartups. com. br • www. startupi. com. br

Empreendedorismo pode ser aprendido? n n Até alguns anos atrás, acreditava-se que o empreendedor

Empreendedorismo pode ser aprendido? n n Até alguns anos atrás, acreditava-se que o empreendedor era inato, que nascia com um diferencial e era predestinado ao sucesso nos negócios. Hoje em dia, esse discurso mudou e, cada vez mais, acredita-se que o processo empreendedor pode ser ensinado e aprendido (entendido) por qualquer pessoa e que o sucesso é decorrente de uma gama de fatores internos e externos ao negócio, do perfil do empreendedor e de como ele administra as adversidades que encontram no dia-a-dia de seu empreendimento.

Empreendedorismo pode ser aprendido? n n n Os empreendedores inatos continuam existindo, e continuam

Empreendedorismo pode ser aprendido? n n n Os empreendedores inatos continuam existindo, e continuam sendo referencias de sucesso, mas muitos outros podem ser capacitados para a criação de projetos duradouros. Isso não garante que apenas pelo ensino do empreendedorismo serão gerados novos mitos como Bill Gates, Silvio Santos, Olavo Setúbal e Antônio Ermírio de Moraes. No entanto, com certeza o ensino de empreendedorismo ajudará na formação de melhores empresários, melhores empresas e na maior geração de riqueza ao país.

Em Empreendedorismo precisamos focar A identificação e o entendimento das habilidades do empreendedor; Como

Em Empreendedorismo precisamos focar A identificação e o entendimento das habilidades do empreendedor; Como ocorre a inovação e o processo empreendedor; A importância do empreendedorismo para o desenvolvimento econômico; Como preparar e utilizar um plano de negócios; Como identificar fontes e obter financiamento para o novo negócio; Como gerenciar e fazer a empresa crescer.

Natureza do Empreendedorismo O empreendedor é definido pela forma de ser, e não pela

Natureza do Empreendedorismo O empreendedor é definido pela forma de ser, e não pela maneira de fazer. O importante é que todos se preparem para empreender na vida. O principal conhecimento do empreendedor não está nos livros, mas à sua volta, nas pessoas, no mercado, no mundo. Portanto, estar preparado para adquirir conhecimentos significa: saber identificar aquilo de que se precisa no momento próprio e na intensidade adequada; saber assimilá-lo e, o mais importante, saber aplicá-lo.

Habilidades do Empreendedor Classificadas em três áreas: Técnicas Gerenciais Envolvem saber escrever, saber ouvir

Habilidades do Empreendedor Classificadas em três áreas: Técnicas Gerenciais Envolvem saber escrever, saber ouvir as pessoas e captar informações, ser um bom orador, ser organizado, saber liderar e trabalhar em equipe e possuir know-how técnico na sua área de atuação. Incluem as áreas envolvidas na criação, desenvolvimento e gerenciamento da nova empresa Características Pessoais Incluem ser disciplinado, assumir riscos, ser inovador, ser orientado a mudanças, ser persistente e ser um líder visionário.

Natureza do Empreendedorismo Todos nascemos empreendedores. A espécie humana é empreendedora. Empreendedorismo não é

Natureza do Empreendedorismo Todos nascemos empreendedores. A espécie humana é empreendedora. Empreendedorismo não é um tema novo ou modismo. Existe desde sempre, desde a primeira ação humana inovadora, com o objetivo de melhorar as relações do homem com os outros e com a natureza. Não é um fenômeno apenas econômico, mas também social. O empreendedor estar em qualquer área. Não é somente a pessoa que abre uma empresa. Empreendedorismo é uma das manifestações da liberdade humana. Não é um fenômeno individual, não é um dom que poucos têm. É coletivo, comunitário. A comunidade tem o empreendedor que merece, porque cabe a ela criar o ambiente propício. A tese de que o empreendedor é fruto de herança genética não encontra mais seguidores.

Natureza do Empreendedorismo O ambiente favorável ao desenvolvimento empreendedor (em comunidades ou empresas) não

Natureza do Empreendedorismo O ambiente favorável ao desenvolvimento empreendedor (em comunidades ou empresas) não pode prescindir de elevadas doses de democracia (e Não de autocracia), cooperação (e não de competição) e relações sociais estruturadas em rede (e não hierarquizada). Não é possível transferir conhecimentos empreendedores, mas é possível aprender a ser empreendedor. O fundamento do empreendedorismo é a cidadania. Visa a construção do bem estar coletivo, do espírito comunitário, da cooperação. Antes de ser aluno, o estudante deve ser considerado um cidadão. Não é possível determinar com certeza se uma pessoa vai ser bem-sucedida como empreendedora.

Referências 1. DORNELAS, José Carlos Assis. Plano de negócios: seu guia definitivo o passo

Referências 1. DORNELAS, José Carlos Assis. Plano de negócios: seu guia definitivo o passo a passo você planejar e criar um negócio de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 2. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 3. LEITE, Emanuel. O fenômeno do empreendedorismo: criando riquezas. Recife: Bagaço, 2002 4. https: //endeavor. org. br/ 5. http: //www. empreendedorescriativos. com. br/ 6. http: //www. sebrae. com. br/sites/Portal. Sebrae/