Elaborao de resumos para o CIUFLA Profa Helena
Elaboração de resumos para o CIUFLA Profa. Helena Maria Ferreira Pró-reitoria de Pesquisa
Escrever academicamente não é uma atividade, é uma atitude. . . É uma tomada de decisão. Implica no crescimento profissional e melhores oportunidades. Envolve aspectos metodológicos, legais e éticos, linguístico-discursivos, de criatividade, de custo e de gerenciamento do tempo.
Importância da organização linguísticodiscursiva • A linguagem, na realidade, impõe-se de maneira necessária para o investigador iniciante ou experiente (. . . ): é pela linguagem escrita e falada que os profissionais se relacionam, negociam, debatem e tomam decisões; que os professores ensinam e os estudantes aprendem. Acima de tudo, é pela linguagem que se conhecem as produções das diferentes áreas do saber” (Nunes, 1999).
Sujeito-autor • A autoria está relacionada com o “aprender a se colocar”: “Aprender a se colocar – aqui: representar – como autor é assumir, diante da instituição escolar e fora dela (nas outras instâncias institucionais) esse papel social, na sua relação com a linguagem; constituir-se e mostrar-se autor” (ORLANDI, 2001, p. 79).
Para que serve um resumo? a) relatar/descrever um fato/ acontecimento lido ou ouvido; b) sistematizar as ideias veiculadas por um texto lido; c) ancorar a produção de outros textos acadêmicos (artigo científico, relatório, monografia, paper, comunicação, palestra, seminário, etc); d) explicitar o conteúdo geral de um texto científico a ser publicizado (por escrito ou oralmente).
Tipos de resumos a) resumos de textos como instrumento de avaliação pelo professor, com vistas a verificar a compreensão e a apropriação de conceitos/conhecimentos por parte dos alunos, no decorrer do desenvolvimento de uma disciplina; b) resumos de textos para mapeamento de um campo de estudo, integrando a discussão sobre o “estado da arte”, ou seja, o que já foi publicado sobre a temática; c) resumos inseridos antes de um texto científico (artigos, monografias, dissertações, teses) ou encaminhados para submissão de trabalhos em eventos científicos (encontros, congressos, semanas acadêmicas. . . ), com o objetivo de apresentar e descrever a pesquisa empreendida.
Etapas para a realização de um resumo do tipo “submissão de trabalho para evento” 1) Faça uma leitura preliminar do projeto de pesquisa e de seus registros sobre a pesquisa que está sendo realizada/concluída 2) Busque identificar as características do texto a ser produzido: gênero textual, meio de circulação, autor, data de publicação, temática geral; 3) Procure se informar sobre o contexto de produção do texto: público-alvo, suporte, objetivo comunicativo, estilo de linguagem; 4) Releia o seu trabalho, buscando traçar um esquema das ideias para a elaboração do resumo/pôster; 5) Procure indicar as relações entre as ideias de cada parte do resumo/pôster e explicitar as relações entre as ideias do texto.
Como elaborar um resumo? • O texto do resumo precisa ser submetido a um processo de sumarização, que é um procedimento de apagamento de conteúdos secundários. • o resumo precisa de reformulação de informações, utilizando termos mais genéricos, que permite a condensação das idéias (processo da generalização). Tais processos deverão ser feitos conforme o destinatário, o grau de conhecimento dele sobre o assunto do texto resumido, o objetivo e a finalidade do resumo, o local em que será veiculado.
Normas para submissão de resumos CIUFLA Somente serão ACEITOS resumos que atendam aos itens a seguir: Resumo com até 6 (seis) autores (incluindo o orientador); inclusão do orientador como autor; mínimo de 1. 000 e máximo de 2. 500 caracteres; descrição do projeto e objetivo(s) da pesquisa, fundamentação teórica (com as devidas referências teóricas), metodologia da pesquisa e apresentação de resultados (ainda que preliminares ou parciais); • rigorosa revisão gramatical, ortográfica, de digitação, de conteúdo e dados da pesquisa, incluindo área, nomes dos autores, título etc. . • •
Normas para submissão de resumos • Introdução: contextualizar a pesquisa/apresentar a temática • objetivos: apresentar o propósito da pesquisa (verbo no infinitivo) • material e métodos: Þ apresentar os tipos de pesquisa (bibliográfica, experimental, de campo, documental) => indicar o quadro teórico Þ abordagens ou enfoques (quantitativa/qualitativa); Þ processos para coleta de dados (observação, experimentação, observação participante, depoimentos, entrevistas, etc); Þ métodos de análise dos dados obtidos (estatístico; análise do discurso; análise de conteúdo; etc. ).
Normas para submissão de resumos • resultados e discussão: apresentação dos resultados de estatística descritiva e inferencial de suas análises/explicação sobre os seus resultados, indicando (sem números) como eles podem ser interpretados com relação às perguntas de pesquisa e/ou hipóteses. • conclusões: explicitação das implicações, assim como a maneira como a pesquisa contribui para a literatura acadêmica na área. • referências bibliográficas
Exemplos de resumos CORPOS FINITOS RESUMO: Os códigos detectores e corretores de erros participam do nosso cotidiano de inúmeras maneiras e lidam com um problema crítico no processo da comunicação: o controle eficiente do ruído em um canal de comunicação. O processo de detectar e corrigir um erro na informação nos leva ao uso de estruturas algébricas, entre elas os corpos finitos. Este trabalho teve por objetivo apresentar a classificação dos corpos finitos, além de mostrar métodos de construção dos mesmos. O número de elementos de um corpo finito é uma potência de um primo p. No caso desse número ser um primo, o corpo será isomorfo ao conjunto dos inteiros módulo p, o que facilita a construção. Em geral, quando é uma potência, o método de construção não é tão simples e direto. Em ambos os casos apresentam-se exemplos. O aumento do número de elementos de um corpo finito torna sua construção trabalhosa e, devido a isso, utilizou-se o sistema de computação algébrica GAP (Groups, Algorithms, Programming, http: //www. gap-system. org) nessas construções. Instituição de Fomento: FAPEMIG Título muito genérico Contextualização Objetivo Resultados métodos
Resumo PREVALÊNCIA DE ESTRESSE EM ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA RESUMO: O estresse, entendido como uma resposta não específica do organismo na tentativa de restabelecer seu equilíbrio interno, pode acometer pessoas de diferentes faixas de idade. Adolescentes e adultos jovens, como é o caso de estudantes universitários, constituem-se populações suscetíveis e influenciáveis quanto às estimulações psicossociais externas, tornando-se assim grupos alvos para a ocorrência de estresse. Esse tipo de situação pode resultar na apresentação de sintomas físicos e psicológicos que indicam a presença desta síndrome. O presente estudo avaliou a prevalência de estresse em 253 estudantes do curso de Educação Física (idade: 21± 2, 6 anos), sendo 124 homens e 129 mulheres. Os voluntários responderam ao Inventário de Sintomas de Estresse de Lipp (ISSL) para verificar a presença de estresse e identificar a fase de estresse em que os mesmos poderiam se encontrar. O ISSL é um instrumento que apresenta diferentes sintomas (físicos e psicológicos) sentidos nas últimas 24 horas, no último mês, e nos últimos três meses, e que considera o modelo quadrifásico de estresse, classificando os indivíduos estressados nas fases: alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão. Para a identificação da presença de estresse foram seguidas as orientações do Manual do ISSL para os cálculos e outros procedimentos metodológicos. A prevalência de estresse foi apresentada como porcentagem. Dos 253 estudantes que responderam ao questionário, 95 (37, 5%) apresentaram estresse, sendo que destes, 2 (2, 1%) estavam na fase de alerta, 79 (83, 2%) na fase de resistência e 14 (14, 7%) se encontravam na fase de quase-exaustão. A partir dos resultados encontrados, pôde-se concluir que a minoria dos estudantes do curso de Educação Física apresenta-se estressada. O grupo estressado encontrava-se principalmente na fase de resistência, ou seja, apresentava sintomas de estresse por pelo menos um mês. Os resultados indicam ainda que nenhum dos estudantes encontrava-se na fase de exaustão, que representa uma situação onde o organismo está vulnerável a ocorrência de doenças.
Resumo • Paralisia cerebral em tratamento equoterápico e sua qualidade de vida • Resumo A paralisia cerebral nada mais é que uma desordem no desenvolvimento motor e postural, podendo afetar também áreas visuais, mentais e cognitivas, devido a uma lesão não progressiva no cérebro. Essa lesão pode ocorrer no nascimento ou durante a gravidez. A Paralisia Cerebral pode ser causada por hemorragias, deficiência na circulação cerebral ou falta de oxigénio no cérebro, traumatismo, infecções, nascimento prematuro ou icterícia grave neonatal. A equoterapia, método terapêutico e educacional que tem como principal meio o cavalo, tem importante participação na vida de uma pessoa com paralisia, pois, ela busca o desenvolvimento biopsicossocial, além de promover benefícios neuromotores, estimulado pelo movimento do cavalo, ajudando no controle e melhoramento da postura. A proposta do trabalho foi avaliar a qualidade de vida de uma criança com paralisia cerebral em tratamento equoterápico, por meio do questionário AUQEI validado cientificamente, que representa a escala de qualidade de vida da criança. Esse questionário possui 26 questões, sobre aspectos da vida social do paciente, sendo de fácil compreensão. As respostas obtidas mostraram satisfação elevada para os itens de contato com avós, momentos de brincadeiras, presença da família e aniversário. Os itens de menor satisfação se referem à hospitalização e uso de remédios. Com o questionário, pode-se concluir que a prática da equoterapia trouxe benefícios neuromotores e psicossociais, mostrando melhoras na postura, autoestima, desenvolvimento, interação social e concentração. Agradecimentos à FAPEMIG e ao CNPq.
Títulos • Proteção acima de tudo • Gestão das águas por comunidades rurais • Correlação do tamanho do corpo lúteo com o sexo fetal e com o corno uterino gestante, e a predominância de sexos gestados por corno uterino em bovinos – resultados parciais • Linguagem infantil e suas façes presente nas tirinhas do armandinho • A educação na utilização de dicionários de Inglês com o Projeto X. (http: //www. prp. ufla. br/ciufla 2010/PDF/2281. pdf) • (http: //www. prp. ufla. br/ciufla 2010/PDF/2341. pdf). http: //www. prp. ufla. br/ciufla 2010/PDF/2189. pdf http: //www. prp. ufla. br/ciuflasig/generate. Resumo. PDF. php? id=7547 http: //www. prp. ufla. br/ciuflasig/generate. Resumo. PDF. php? id=6583
Resumo muito genérico A educação básica no Brasil Resumo O presente projeto de iniciação científica tem como foco o estudo da atual situação da educação básica no Brasil. Essa temática foi escolhida após estudos e atuação no Movimento de Intercâmbio dos Adolescentes de Lavras(MIAL) e no Movimento de Adolescentes do Brasil(MAB), onde os integrantes desse projeto puderam ter acesso as atividades e contato com participantes dessa iniciativa além de estarem vinculados na própria realidade da educação básica. A proposta que trazemos agora é de buscar os índices atuais da educação básica no país, questionar o porquê e apontar algumas possíveis soluções através do embasamento de literaturas e estudos. É urgente pensar sobre essas questões, dado que os índices divulgados pelos jornais, revistas, meios de comunicação e afins, vêm destacando a evasão dos alunos, e para, além disso, o déficit que o Ensino Básico vem sofrendo em suas fases de desenvolvimento. Por isso, esse projeto terá um papel importante para se refletir quais as mudanças necessárias e o que pode ser feito para nortear uma possível solução. Dessa forma, tornou-se plausível o estudo e junção de dados sobre essa temática que atualmente é tão comentada, questionada e criticada. Palavras-Chave: educação, Brasil, básica.
Educação física escolar: trabalhando a bocha no ensino infantil. Resumo INTRODUÇÃO: Este trabalho consiste em um projeto desenvolvido pelo subgrupo do PIBID educação física na Escola Municipal Itália Cautiero Franco (CAIC), onde aconteceram aulas para aproximadamente 80 alunos da Educação Infantil. Levando em consideração a elaboração de projetos que apresentam um caráter inovador, trazendo contextos históricos e culturais abordando a cultura corporal de movimento, tomando como base o atual momento onde passamos a sediar as olimpíadas e as paraolimpíadas, decidimos tomar como tema a bocha, jogo paraolímpico que se mostrou pouco conhecido pelos alunos, porém de grande significado. OBJETIVOS: Apresentar uma pratica corporal pouco conhecida pelos alunos trabalhando um esporte praticado por deficientes físicos possibilitando também a vivência desta prática, mostrando que o deficiente tem seu espaço e com suas limitações também pode realizar a pratica de esportes. Fortalecendo entre eles a ideia de inclusão e inserção de todos os alunos nas mais diversas modalidades. MÉTODOS: O primeiro contato dos alunos com a atividade foi através de recursos audiovisuais e diálogo em seguida o material utilizado no jogo foi todo confeccionado de maneira artesanal pelos próprios alunos utilizando materiais recicláveis, fita adesiva e tinta com o manipular destes objetos supervisionados e auxiliados pelos bolsistas. Para a simulação da cadeira de rodas foram usadas cadeiras escolares de diversos tamanhos, aumentando gradativamente o grau de dificuldade, tentando assim aproximar ao máximo da realidade dos cadeirantes. E ao final foi feito uma conclusão da atividade junto ao grupo. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Depois do primeiro contato ficou claro que o grupo não sabia muito sobre o tema, porém alguns alunos tinham conhecimentos de amigos ou parentes portadores de deficiência física, mas no decorrer das aulas com a construção do material junto a pratica do esporte e discussão sobre a bocha conseguimos explorar um pouco suas possibilidades como tema na aula de educação física no ensino infantil. Diante do diálogo prévio ao início das atividades era possível identificar uma grande carência dos alunos para com o tema, e a grande maioria não entendia bem o que estava sendo passado. Mas com o passar das aulas e com a atividade final de conclusão foi notória uma melhora na percepção e no entendimento em relação ao tema abordado. Palavras-Chave: escola, educação fisica, cultura corporal de movimento. http: //www. prp. ufla. br/ciuflasig/generate. Resumo. PDF. php? id=8404
O GÊNERO FÁBULA EM SALA DE AULA: UMA ANÁLISE DAS CONTRIBUIÇÕES DO TEXTO VERBAL O DO TEXTO VERBAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES DE LEITURA Resumo: A discussão sobre as contribuições do trabalho com os gêneros textuais em sala de aula e sobre a importância da formação cidadã dos alunos não é nova, todavia, é importante atentar para o fato de que os conceitos ao longo da história passam por mudanças e os seus sentidos são ampliados. Assim, considerando que, principalmente com o avanço tecnológico, os textos têm assumido novos formatos, acredita-se na importância de que a escola se consolide como um espaço de desenvolver e aperfeiçoar habilidades de uso da língua, a fim de que seus alunos possam se adequar às mais diversas situações da vida cotidiana. Nesse sentido, o presente trabalho tem por escopo analisar as potencialidades do trabalho com o gênero “fábula” em aulas de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, para o aperfeiçoamento de habilidades de leitura de textos verbais e não verbais e das relações que se podem estabelecer entre eles. Para a consecução do objetivo proposto, primeiramente, foi empreendido um estudo teórico pautado em Bakhtin (1992), Antunes (2003), Bagno (2006), Marcuschi (2011), Bazerman (2011), Koch (2011), Lima e Rosa (2012), Rojo (2012), entre outros autores. Em um segundo momento, uma atividade de associação entre imagens e textos verbais foi proposta a alunos de uma turma do 8º e uma turma do 9º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública de Lavras. A discussão teórica e a análise decorrente dos resultados da atividade desenvolvida em sala de aula apontaram para: 1) as potencialidade do gênero “fábula” em sala de aula para o trabalho com a leitura e a escrita; 2) as reflexões sobre a vida em sociedade, a partir da moral de cada fábula lida; 3) a importância da leitura e interpretação do texto não verbal em sala de aula; 4) o interesse e a dedicação demonstrados pelos alunos ao associar imagens a textos verbais. Desse modo, constatou-se que o estabelecimento de relações entre o texto verbal e o texto não verbal em sala de aula oferece significativas contribuições para o desenvolvimento de habilidades de leitura dos alunos, a fim de eles se coloquem de maneira mais crítica e reflexiva diante aos textos com os quais que se deparam constantemente. Palavras-Chave: Gênero “fábula”, Leitura, Textos verbais e não verbais. http: //www. prp. ufla. br/ciuflasig/generate. Resumo. PDF. php? id=7503
Título - etiqueta (atrair o leitor) - elaborar títulos provisórios Características: - clareza - criatividade - extensão - qualidade dos termos - ordem das palavras - especificidade
O que deve ser evitado: - uso de gírias, neologismos, abreviaturas, siglas, nomes comerciais - uso do gerúndio - repetição de palavras - frase tradicional (sujeito, verbo e complemento) - ponto, vírgula, ponto de exclamação, aspas
Objetivos • Objetivo: espinha dorsal da pesquisa, “o que se pretende conseguir como resultado intelectual da investigação”, delimita e dirige os raciocínios as serem desenvolvidos, calibra os dados, dá a ver o teor da pesquisa. • é semelhante ao problema, colocar o verbo na forma infinitiva.
Quadro teórico Tente dar início à construção da moldura conceitual sobre o tema que foi pesquisado, mostrando ligações entre a bibliografia a ser pesquisada e a situação problema que se pretende solucionar. Faça citações e discuta estudos que tenham relação com o tema que você pretende desenvolver. O importante não é a quantidade de autores citados, mas a qualidade e pertinência das citações e a concatenação das ideias apresentadas.
Metodologia indicação dos recursos que o pesquisador pretende utilizar para a coleta de dados (documentos escritos, da análise da realidade e/ou de experimentações), quais os procedimentos a serem adotados para a investigação científica. Cabe definir também o plano de análise dos dados. Em suma, cabe indicar as escolhas teóricas e metodológicas, bem como as características da pesquisa
Organizando o texto: => tipos de pesquisa (teórica, bibliográfica, de campo); => abordagens ou enfoques para as mesmas (quantitativa ou qualitativa); => os diversos processos para coleta de dados (observação, experimentação, observação participante, depoimentos, entrevistas, etc); => métodos de análise dos dados obtidos (método estatístico; análise do discurso; análise textual-discursiva, análise de conteúdo; etc. ).
Discussão dos dados • Depende do tipo de pesquisa • Analisar à luz da teoria
Considerações finais - retomar resultados da pesquisa de campo/ documental/experimental (se for o caso) - apresentar contribuições do trabalho - sinalizar limitações ou demonstrar possibilidades de novas pesquisas
Referências Dados das fontes pesquisadas • conferir se todos os autores citados no corpo do trabalho constam das referências; • - colocar todas as referências em ordem alfabética, pelo nome de entrada; • - alinhar à esquerda, ou seja, não justificar; • - caixa alta no sobrenome do autor ou na primeira do título, em caso de não identificação do autor; • - destacar/padronizar o título da obra (negrito, itálico ou grifo); • - utilizar um traço (equivalente a 6 espaços), em casos de obras de um mesmo autor, no caso, ordenar por cronologia de publicação.
Tipos de plágios • - plágio integral - a transcrição sem citação da fonte de um texto completo; • - plágio parcial - cópia de algumas frases ou parágrafos de diversas fontes diferentes, para dificultar a identificação; • - plágio conceitual - apropriação de um ou vários conceitos, ou de uma teoria, que o aluno apresenta como se fosse seu.
Continua difícil • A elaboração própria implica processo complexo e evolutivo de desenvolvimento da competência, que, como sempre, também começa do começo. Este começo é normalmente a cópia. No início da criatividade há treinamento, que depois se há de jogar fora. A maneira mais simples de aprender, é imitar. Todavia, este aprender que apenas imita, não é aprender a aprender. Por isso, pode-se também dizer que a maneira mais simples de aprender a aprender, é não imitar. (Demo, 2002, p. 29)
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